Cinema com Rapadura

Críticas

Crítica | Borg vs McEnroe (2017): um drama feito para fãs de esporte

Sustentando-se num evento emblemático, o longa mostra que é possível fazer um filme fascinante sem transformar o desporto num simples cenário.

  quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Crítica | Terra Selvagem (2017): sobrevivência ao inóspito

Um dos grandes filmes da década, o longa aborda as diversas dificuldades dos povos nativos americanos e das mulheres, além de tratar com muita sensibilidade os sentimentos humanos, tudo dentro de um mistério simples envolvendo um assassinato.

  quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Crítica | Três Anúncios Para um Crime (2017): a ambivalência do ser humano

Com uma história simples e focada nos seus personagens, o longa é uma ode à complexidade humana.

  quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Crítica | O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017): sobre atos e consequências

Um filme provocativo e que exige paciência, não para ficar interessante, mas para ser compreendido. Um trabalho bem executado de direção, que causa um (não) agradável incômodo.

  quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Crítica | Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississippi (2017): sensação de déjà vu

O drama é bastante pesado e realista, mas distante de constituir novidade na sétima arte. Existem vários filmes melhores sobre os mesmos temas.

  quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Crítica | O Que te Faz Mais Forte (2017): apenas mais um drama sem emoção

Um filme que se esforça para ser mais do mesmo e apega-se num drama fácil, desenvolvido com clichês. O resultado não é eficiente para emocionar, pois depende de um protagonista pouco interessante.

  sexta-feira, 09 de fevereiro de 2018

Crítica | Bright (Netflix, 2017): fantasia policial com muitas pretensões

Com um universo de possibilidades ao alcance, o filme não consegue atingir o equilíbrio entre apresentar sua mitologia e ser uma comédia de ação.

  sexta-feira, 09 de fevereiro de 2018

Crítica | Visages, Villages (2017): filmar pelo prazer

A obra final de uma das cineastas mais importantes de todos os tempos, explora com doçura a beleza das pequenas coisas, refletindo sobre o tempo e sobre a vida.

  sexta-feira, 09 de fevereiro de 2018

Crítica | O Jovem Marx (2017): quando a mão não serve à luva

Apesar dos personagens cativantes e bem interpretados, a história não se segura por causa de uma trama insegura, que não decide-se entre ser uma cinebiografia ou um drama histórico.

  quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018

Crítica | Sem Amor (2017): um retrato da decadência da sociedade

Investindo no simbolismo, o longa brilha ao conseguir o equilíbrio perfeito entre criticar a deterioração da sociedade atual e retratar o imenso vazio no relacionamento de um casal.

  quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018

Crítica | O Paradoxo Cloverfield (Netflix, 2018): tentando explicar o inexplicável

Esperado por fãs dos filmes anteriores, o terceiro longa da franquia surgiu do nada, sem aviso prévio, e deixou a audiência confusa não só com a estratégia de divulgação, mas também com qual seria o motivo da existência deste capítulo.

  quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018

Crítica | Eu, Tonya (2018): a imperfeição e a beleza da empatia sarcástica

Cinebiografias podem tanto usar o protagonista como elemento para a construção história, como serem uma bengala para destacar uma atuação. Enquanto o segundo caso se vale da pobreza narrativa, filmes que não tratam o biografado como deuses intocáveis e perfeitos assumem o risco de entregar um trabalho que vai além de uma indicação ao Oscar de melhor atuação.

  quarta-feira, 07 de fevereiro de 2018

Crítica | Lady Bird – A Hora de Voar (2017): um aprazível conto feminino de passagem à vida adulta

Sem inovações ou fortes emoções, o filme de Greta Gerwig tem um roteiro sensacional e atuações ótimas, unidos a uma técnica competente, não precisando de mais para encantar.

  quarta-feira, 07 de fevereiro de 2018

Crítica | Pantera Negra (2018): o herói que o mundo precisa

A resposta certa de como um longa de super-herói pode conversar com todos os públicos.

  terça-feira, 06 de fevereiro de 2018

Crítica | As Aventuras de Paddington 2 (2018): um exemplo de como ser um filme adorável

Um filme que vem, com muita qualidade, para lembrar que o cinema é capaz de apaixonar e engajar, sem precisar dividir o seu público.

  terça-feira, 06 de fevereiro de 2018

Crítica | Todo o Dinheiro do Mundo (2017): quando a vida rouba os holofotes da arte

A despeito do enredo de grande potencial, trata-se de um filme medíocre, cuja única virtude que se sobressai é a construção da personalidade de Getty, tanto pelo texto, quanto (principalmente) pela ótima interpretação de Christopher Plummer.

  segunda-feira, 05 de fevereiro de 2018

Crítica | A Forma da Água (2017): uma admirável fábula cinematográfica

O filme reúne excelência em diversos quesitos, como roteiro, direção, atuações, design de produção, fotografia, montagem e trilha sonora. Porém, é a sua moral que merece atenção especial.

  quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Crítica | iBoy (2017): uma incapacidade de se manter coerente

Desafiar a suspensão de descrença nunca é um problema se o filme souber respeitar as regras que cria para o seu próprio universo. Infelizmente este não é o caso aqui.

  terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Crítica | Corpo e Alma (2017): sobre totens e tabus

Construindo uma bela representação minimalista dos relacionamentos humanos e explorando os difíceis bloqueios emocionais de seus protagonistas, esse filme húngaro poderia facilmente ter mais destaque na temporada internacional de premiações.

  terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Crítica | Maze Runner: A Cura Mortal (2018): um final genérico para a franquia

A franquia que se iniciou dialogando com a geração Y se perde no capítulo final, saindo de uma distopia pobre e que caminha para uma utopia rasa. Essa linha que une os dois pontos é desenhada com um roteiro fraco, que privilegia a ação exagerada e deixa de lado a discussão.

  quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Crítica | The Post – A Guerra Secreta (2017): reunião de três gigantes

Meryl Streep dá (mais) um show de interpretação vivendo uma personagem fascinante e tendo uma química fenomenal com Tom Hanks. Responsável pela direção, Steven Spielberg faz um trabalho refinado, entregando uma produção que vai além do óbvio.

  segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Crítica | Roda Gigante (2017): onde está a originalidade?

Os filmes do Woody Allen se destacam não pela grandeza das cenas, mas pela inteligência dos diálogos. São filmes que repetem alguns elementos para criar obras interessantes com ideias novas. Tudo isso, porém, é deixado de lado neste filme.

  segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Crítica | Sobrenatural: A Última Chave (2018): para trancar e jogar a chave fora

O quarto filme da franquia Sobrenatural é uma prequel do anteriores, trazendo a história da médium Elise Rainier. Pena que a execução, as atuações e o roteiro sejam tão ruins e pueris, que fica até difícil torcer por mais algum novo capítulo da cinessérie.

  quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Crítica | Me Chame Pelo Seu Nome (2017): presente sensacional ao espectador romântico

Com um subtexto rico e um elenco muito competente – destaque para a revelação Timothée Chalamet –, o filme tem como pilares a indescritível ligação emocional do casal Elio e Oliver e a estética, em perspectiva sensual. Tecnicamente deslumbrante, sua grande lição é não ter medo de amar.

  quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Crítica | O Destino de uma Nação (2017): quando a personagem está acima do filme

Entre uma boa atuação de Gary Oldman e a qualidade da sua maquiagem, escondem-se possibilidades que a câmera deixa passar. O sentimento que fica é que este poderia ser um ótimo filme, se o protagonista fosse acompanhado de um melhor roteiro.

  terça-feira, 09 de janeiro de 2018

Crítica | 120 Batimentos por Minuto (2018): o documento, a luta e o romance

Tendo o próprio diretor sido membro do ACT UP, grupo que movimenta a trama, o filme transita entre lembranças e ficção. Este amalgama, ao mesmo tempo que permite uma criação interessante, é o responsável pela principal falha do longa: o excessivo tempo de tela.

  terça-feira, 09 de janeiro de 2018

Crítica | O Estrangeiro (2017): mais que adrenalina desmotivada

Com viés realista, o filme é ambicioso ao inserir um subtexto político pouco comum nos filmes de ação. Porém, a matéria chega a ofuscar a trama principal, vivida por um ótimo Jackie Chan.

  segunda-feira, 08 de janeiro de 2018

Crítica | The Square – A Arte da Discórdia (2017): provocando o público através do desconforto

Abordando temáticas presentes na maioria dos debates contemporâneos, a acidez tragicômica do filme não se preocupa em ser reconfortante. A obra é construída para desconstruir conceitos e valores, expondo a podridão humana e social onde quer que possa estar.

  segunda-feira, 08 de janeiro de 2018