Cinema com Rapadura

Crítica | Calibre (Netflix, 2018): sobre omissão e paternalismo

O thriller aposta em uma narrativa convencional e sem inovações, mas seu mérito está no suspense que cadencia os acontecimentos, tratando de culpa e consequências de estar no lugar errado e na hora errada.

  quarta-feira, 03 de julho de 2019

Crítica | O Abrigo (2011): enigmático e marcante

Michael Shannon com uma atuação poderosa transforma uma trama modesta em um intenso distúrbio obsessivo. É um daqueles raros casos que o protagonista faz das perguntas suas ferramentas para conduzir a atenção.

  segunda-feira, 17 de junho de 2019

Crítica | Aurora – O Resgate das Almas (Netflix, 2018): construção e quebra de expectativa

Com uma fotografia fria e precisa, o terror filipino constrói muito bem a atmosfera e se equivoca no final por não justificar a proposta e o subtítulo.

  quinta-feira, 16 de maio de 2019

Crítica | Hellboy (2019): fiel no teor e desleal no espírito

O reboot tem muito da mitologia original e explora bem a classificação para maiores, mas se atropela no excesso de personagens. Na incapacidade de se desvencilhar dos filmes anteriores, este opta em não se levar a sério.

  segunda-feira, 13 de maio de 2019

Crítica | Rainha de Katwe (2016): vencendo com humildade

A história real da enxadrista Phiona Mutesi reafirma o valor do esporte para o indivíduo e o reflexo da superação no cunho social.

  quinta-feira, 25 de abril de 2019

Crítica | Paskal – Missão Resgate (Netflix, 2018): um combate honesto

O filme militar malaio segue uma trama trivial e apresenta sequências de ação com consistência e dinamismo.

  quinta-feira, 11 de abril de 2019

Crítica | Entre Irmãs (2017): mais homoafetividade que cangaço

Somente as atrizes se entregam ao filme porque o diretor, Breno Silveira, opta por perpetuar estereótipos e dirigir seguro uma produção com linguagem de novela.

  quinta-feira, 11 de abril de 2019

Crítica | De Canção em Canção (2017): cinema de improviso?

Questionar os questionamentos líricos de Malick sempre foi um exercício libertador, embora desafiador. Aqui, sua visão e seu estilo autoral tornam-se uma repetição contestável.

  quarta-feira, 06 de março de 2019

Crítica | Siberia (2018): nem pelos diamantes, nem pela mulher

O que era pra ser um thriller de tráfico de diamantes resulta em um romance desafeiçoado. Nem a carga do cinema de ação de Keanu Reeves define o propósito da produção.

  quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Crítica | Marjorie Prime (2017): entre a memória e a realidade

Mesmo incorporando uma premissa sci-fi sobre holografia de entes falecidos, a narrativa se revela enfadonha por concentrar-se em diálogos inconclusivos.

  domingo, 27 de janeiro de 2019

Crítica | Cidade dos Anjos (1998): um romance atemporal [CLÁSSICO]

Envolto pela trilha emocionante e atuações complacentes, "Cidade dos Anjos" é raro no gênero por fugir do piegas e nos agraciar com um drama de entrega.

  sábado, 12 de janeiro de 2019

Crítica | Maria Madalena (2018): a pescadora de fé

Coadjuvante da própria história, Maria Madalena ganha uma luz sobre sua trajetória. Mas é o Jesus de Joaquin Phoenix quem brilha.

  sábado, 29 de dezembro de 2018

Crítica | Blade, O Caçador de Vampiros (1998): nem só de sangue vive o vampiro [CLÁSSICO]

Ainda que os 20 anos empalideça os efeitos especiais, é justo afirmar que Blade teve papel fundamental nas adaptações da Marvel para o cinema.

  quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Crítica | Mogli: Entre Dois Mundos (2018): a lição fatal contida na fábula

Exuberante no visual e feroz na condução, a versão de Andy Serkis para O Livro da Selva carrega o gene da Warner em contraponto ao tom inocente do filme da Disney.

  sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Crítica | A Noite Nos Persegue (Netflix, 2018): qual o limite do sadismo?

O longa de ação indonésio faz um exercício elaborado de coreografia enquanto o excesso de sangue e mutilação explícita causa repulsa.

  quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Crítica | O Protetor 2 (2018): o paladino da moral

O diretor Antoine Fuqua explora a presença de tela de Denzel Washington e reforça seu estereótipo de bom moço, agora para um tipo de herói doutrinador.

  sexta-feira, 09 de novembro de 2018

Crítica | Próxima Parada: Apocalipse (2018): vendo o fim do mundo através do para-brisa

A atuação intensa de Forest Whitaker prende a atenção, mas o desenrolar do filme, limitado pelo orçamento, revela uma narrativa previsível e sem desfecho.

  quinta-feira, 01 de novembro de 2018