Antes que algum fanático reclame, a coluna dessa semana não é para falar mal da saga “Crepúsculo”, que tanto arranca suspiros nos livros e nas telonas. Até porque eu sequer tive interesse de ler os livros de Stephenie Meyer. Assisti aos dois primeiros filmes, que são lamentáveis (e esta é uma opinião, como tem várias outras que adoraram os longas), e ainda não conferi “Eclipse” por completa falta de tempo.

Falar sobre uma saga que movimenta, para o bem ou para o mal, a indústria cinematográfica foi uma opção para a coluna após analisar com muito cuidado os comentários dos leitores nas críticas de “Eclipse”, repetindo a ira e a revolta dos mesmos comentários que o Cinema com Rapadura teve nos textos de “Crepúsculo” e “Lua Nova”. A maior parte dos fãs é juvenil e, talvez pela ingenuidade, defende de maneiras às vezes bizarras a saga que tanto amam. Não repreendo que os leitores defendam o que gostam, mas é preciso saber se posicionar em qualquer que seja o argumento, positivo ou negativo.
Tais comentários, muitas vezes inocentes, escritos errados e pouco incisivos, acabam reiterando a ideia ordinária que se tem sobre os fãs da saga “Crepúsculo”. Nem todos os fãs são assim, apenas os fanáticos. E talvez esses fanáticos que acessam o CCR para ler uma opinião negativa sobre um filme que gostam talvez nem tenham o hábito de visitar o portal ou mesmo a intenção de voltar a nos visitar, querendo apenas ir contra a opinião imparcial de um crítico que aqui expõe suas ideias e argumentos de forma adequada.
O espaço no CCR é de livre expressão. Aqui temos pessoas habilitadas para falar sobre o que assistem, sem interferência de estúdios, produtoras ou realizadores. Algumas vezes, nossos críticos discordam entre si sobre uma determinada obra e isso é maravilhoso, justamente por mostrar que é possível gostar e odiar um filme, e que isso depende simplesmente de uma bagagem pessoal sobre cinema, sua linguagem, estética ou mesmo da simpatia por uma obra. Não é que o CCR esteja certo quando publica uma crítica positiva ou negativa, apenas dá uma alternativa para o leitor pensar um pouco mais sobre o que foi visto.
Então é essa a função do crítico: ter argumentos necessários e embasados para defender um ponto de vista. A fúria dos Twilighters é quase incontrolável e, do nosso lado, é respeitada, ainda que isso não seja recíproco. O Cinema é feito, principalmente, pelo público, que está ali para analisar ou simplesmente se divertir com a obra. É por isso que comédias românticas bobas são inacabáveis, rendendo milhões de dólares independente de sua qualidade como filme.
Todo mundo tem direito de gostar do que quiser, e é para isso que existem as opiniões. Quando estas se divergem, o leitor deve aproveitar a diferença de tais posicionamentos para negar, complementar ou gerar um senso crítico maior. O respeito por essas opiniões devem imperar. Não é com ofensa que se alimenta essa polêmica gerada pela franquia e sim, como todo filme, com a troca de achismos e argumentos.
Mas Cinema é feito também por quem avalia os pormenores qualitativos da obra. Então nesse jogo de gostos, que varia sempre, não adianta apontar o que é certo e errado. Ou a gente gosta, ou não gosta, e o mínimo que devemos fazer é aceitar a opinião alheia, ainda que não concordemos com ela. Ainda virão dois filmes de “Amanhecer”, fim da saga de Shephenie Meyer, e espero que até lá as coisas possam mudar.
+ MAIS
[Mostra] As inscrições para a 3ª Mostra Outros Cinemas foram adiadas para o dia 23 de julho. Os interessados poderão enviar até 2 (dois) filmes e/ou vídeos, de curta e média metragem, de acordo com sua duração (curta metragem – até 23 minutos; média metragem – 16 a 55 minutos), sobre qualquer tema e que não tenha participado de edições anteriores da Mostra. Podem ser inscritas produções de todo o País, realizadas na bitola 35 mm ou vídeos no sistema NTSC, em qualquer formato de captação, exigindo-se, no ato da inscrição, o encaminhamento da cópia em mídia digital DVD-R, individual e identificado com nome do filme e do seu diretor. Detalhes aqui.
[Festival] Filmes assinados pelos grandes nomes do cinema latino-americano, como Fernando Meirelles, Juan José Campanella, Walter Salles, Fabián Bielinsky, Lucrecia Martel, Alfonso Cuarón, Pablo Trapero, Andrés Wood e Adrián Biniez, além do uruguaio Pablo Stoll e dos argentinos Daniel Burman e Marcelo Piñeyro, estarão no 5º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. O evento exibe, de 12 a 18 de julho, 137 filmes, representando 15 países latino-americanos. As projeções têm entrada franca em seis salas paulistanas: Memorial da América Latina (duas ), Cinesesc, Sala Cinemateca, Museu da Imagem e do Som e Cinusp “Paulo Emílio”. O evento tem como objetivo divulgar e discutir a singularidade estética da cinematografia recente e histórica da América Latina.
[Exibição] A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro apresenta ao público entre os dias 13 e 25 de julho, de terça-feira a domingo, o projeto “Adaptação: a Literatura no Cinema”, que mostra como livros e filmes, apesar de suas diferenças, sempre percorreram caminhos paralelos e, muitas vezes, ao se cruzarem, resultaram em verdadeiras obras-primas. Ao longo da mostra estão previstas, após as projeções, palestras de escritores, como Fernando Bonassi e João Gilberto Noll, e de diretores, como Suzana Amaral, Murilo Salles e Guel Arraes, que contarão ao público sobre o processo de criação e transposição do texto para as telas. A programação completa está disponível no site.
- RÁPIDAS
[Vai longe] O projeto de longa-metragem mineiro “O Menino no Espelho” é o escolhido para representar o Brasil no Fórum de Financiamento do BUFF Festival, na Suécia, como vencedor do 3º Pitching realizado na 9ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, encerrada no domingo, dia 4 de julho. Público e júri elegeram os melhores filmes da Mostra Competitiva, numa disputa que envolveu 73 curtas-metragens de 14 estados.
[Curso] Estão abertas até 15 de julho as inscrições para o Workshop de férias “Cinematografia Digital Data 2K/4K/HD”, a ser ministrado pelos professores José Augusto De Blasiis-ABC , Guilherme Bravo e Bruno Ravagnoli. As aulas acontecem de 19 a 24 de julho no Campus Centro da Universidade Anhembi Morumbi. Inscrições e informações pelo pelo telefone (11) 2959.6245.
[Universitário 1] A cineasta cearense Bárbara Cariry e seu curta-metragem “Verão” foram selecionados para a Mostra Competitiva Nacional do 15º Festival Brasileiro de Cinema Universitário. O curta foi produto de disciplina do curso Audiovisual e Novas Mídias, da Universidade de Fortaleza (Unifor). Outro curta cearense selecionado para o festival foi “Matryoshka”, de Salomão Santana, também produto do mesmo curso de graduação.
[Universitário 2] O festival ainda exibirá “Cidade Desaterro”, de Gláucia Soares, representante da Especialização em Audiovisual e Meios Eletrônicos, da Universidade Federal do Ceará (UFC).
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Sugestões de Pauta: diego@cinemacomrapadura.com.br



























24 Comentários
Concordo com o teor do seu comentário, mas a opinião de um crítico nunca será imparcial. Por mais profissional que ele seja, uma crítica sempre vem carregada pelo “background” de quem escreve, logo não devemos esperar imparcialidade de um crítico. Não é ruim, não é um defeito, mas é natural.
Quando falei em imparcialidade foi em relação a interferência de estúdios, patrocinadores ou interesses específicos em elogiar um determinado filme que não é bom. Existem críticos que esquecem o “background” e o bom senso para se sairem bem na fita com os estúdios e distribuidoras. Aqui no CCR não rola isso. Rola a análise de acordo com a bagagem de cada um que assina o texto.
Diego, se vc fala que devemos respeitar as opiniões sobre a saga, qual o motivo de você ironizar as pessoas que gostam?
E divulgar somente o que te interessa (opiniões) realmente condiz com suas lindas palavras… que fala, fala, fala e continua ironizando a saga Crepúsculo.
abraços
obs: uma opinião pessoal
Parabéns Ana, esse seu comentário é um exemplo perfeito para “defende de maneiras às vezes bizarras a saga que tanto amam.” e “acabam reiterando a ideia ordinária que se tem sobre os fãs da saga “Crepúsculo”.”
Marcela, vc gosta da saga FADA MUTANTE? Sai dessa velha, ml vezes Harry Potter.
Tem como sim ser imparcial mesmo gostando ou não gostando de um filme.
O problema é que tem gente que acha que só porque gosta de um filme ele é perfeito.
A coisa não é bem assim.
Uma coisa é eu gostar de um filme por me simpatizar com ele outra coisa e ignorar seus pontos negativos.
Quando se critica um filme é preciso analisar todos os seus pontos positivos e negativos.
Por exemplo, tem filme que a fotografia e boa porem a historia e ruim.
Ou a historia é boa mais o protagonista e mal construído e por ai vai.
Eu já gostei de filme que a critica detonou.
Mais mesmo assim não sou iludido em não reconhecer seus contras.
A maioria das pessoas que gostam de crepúsculo o consideram uma obra prima.
Mesmo o filme sendo uma produção medíocre com uma historia das mais idiotas.
Vamos ser realista pessoal.
Não to criticando a quem gosta mais vir com a cara de pau em dizer que o filme e bom.
Só por gostar sem ter base pra afirmar qualquer coisa é no mínimo ignorância.
Bom, acho que opiniões, são gosto e não se discuti. Acho bestera, você ter uma opinião boa ou ruim, e querer que a outra pessoa ache a mesma coisa. Isso vale, pra qualquer pessoa. Esse negócio de fã fanático, é o ôoh’, como dito no comentário acima, só por que você gosta, e tudo mais, não quer dizer que o filme’Ou’Livro sejam perfeitos, acho que cada um deve ter bom senso de saber avaliar, as coisas. Eu gosto de ler criticas negativas&positivas, pois são avaliações e que não deixam de ser pontos importântes, agora por que é fã tem que sair ‘esculhambando’ e taal acho isso baixo. #FelipeNeto, simplesmente estava nos TT mudial,(twitter) por que falou maau e taal,(na MTVDEBATE) do modo dele claro, no twitter tinha tanta esculhabação, que Jesus’* eu vi o video e tal, não vou mentir riir horrores com ele, do modo tosc, dele falar, kakaka* infim. è a opinião dele, e ponto. por que vou tar dizendo coisas dele, no twitter, cmt no youtube, enfim. Pra mim toda opinião é válida, eu tenho a minha mais não posso fechar os olhos e ÔOh é o melhor filme, história e tarara, do mundo por que não é, lii todos os livroos vii os três filmes, os dois últimos um dos piores filmes que ja vii’h não vou mitiir. do figurino á direção, tira ali cenas, que prestaram. Assim um que gosteei e me agradei mesmo foi Eclipse, maais eu eperava maais… agente sempre espera maais. mas tudo bem, Adoro o CCR’ visito smepre que posso pra saber o que ta rolando ai no mundo cinematografico, e Parabéns pelo ótimo trabalho
falou maau e taal,(na MTVDEBATE) do modo dele claro, no twitter tinha tanta esculhabação, que Jesus’* eu vi o video e tal, não vou mentir riir horrores com ele, do modo tosc, dele falar, kakaka* infim. è a opinião dele, e ponto. por que vou tar dizendo coisas dele, no twitter, cmt no youtube, enfim. Pra mim toda opinião é válida, eu tenho a minha mais não posso fechar os olhos e ÔOh é o melhor filme, história e tarara, do mundo por que não é, lii todos os livroos vii os três filmes, os dois últimos um dos piores filmes que ja vii’h não vou mitiir. do figurino á direção, tira ali cenas, que prestaram. Assim um que gosteei e me agradei mesmo foi Eclipse, maais eu eperava maais… agente sempre espera maais. mas tudo bem, Adoro o CCR’ visito smepre que posso pra saber o que ta rolando ai no mundo cinematografico, e Parabéns pelo ótimo trabalho
Diego, não sei nem como você tem paciência para ler os comentários dessas pessoas… são praticamente bárbaros, com “argumentos” sem qualquer fundamento ou tampouco bom senso. Dá-se um desconto por conta da pouca idade, mas quando não tentam compreender o que seja uma análise crítica, e apenas falam por falar, afundam-se na ignorância; não sendo, portanto, dignos de qualquer diálogo.
Adoro o trabalho de vocês e admiro justamente essa ‘imparcialidade’!
“Como interpretar a fúria dos fãs de Crepúsculo?”, diz o link que acabei de clicar.
A resposta seria rebaixar-se ao nível intelectual deles. Aí sim conseguiríamos interpretar o porque da fúria deles.
“Antes que algum fanático reclame, a coluna dessa semana não é para falar mal da saga “Crepúsculo”…”
Você diz isso como se não soubesse que vai ser outro recorde de postagens polêmicas aqui na coluna…
“Como interpretar a fúria dos fãs de Crepúsculo?”, diz o link que acabei de clicar.
A resposta seria rebaixar-se ao nível intelectual deles. Aí sim conseguiríamos interpretar o porque da fúria deles.
“Antes que algum fanático reclame, a coluna dessa semana não é para falar mal da saga “Crepúsculo”…”
Você diz isso como se não soubesse que vai ser outro recorde de postagens polêmicas aqui na coluna…
Imparcial sem a pressao de estudios, sem a pressao de patrocinios. Eh possivel sim. Quanto a Saga, se bem que de Saga nao tem nada, eh apenas um filme em capitulos, uma novelinha (sic) cuko filao foi a ideia em capitulos para render mais grana. Comecei a ler Crepusculo e nao fui adiante. Stephanie Meiyer eh ruim demais. Falam de roteirista Melissa, mas acho que ela fez milagre. Nao consigo entender o sucesso, que teve inicio com um romance literariamente pobre com um filme mal feito e com atores ruins. Se Robert Pattinson pode ser um promessa so o tempo dira, mas Kristen Stewart nao convence em nenhum momento. Pior atriz que Megan Fox,acontece q Megan, polemica e explora o corpo. Kristen nem isso faz, quer ser seria, e fala demais querendo dar a impressao de que eh inteligente demais para um filme como Crepusculo.
Nao da para entender esse sucesso, como nao da para entender o sucesso de tanta coisa ruim, como musicas, livros etc. A mundo inteiro vive e sobrevive de uma Arte MAIOR chamada Marketing. Filmes como esse sao como Bandas estilo Back Street Boys, e outras – duram, explodem, mas quando os fas crescem tem vergonha do proprio fanatismo da juventude. Ainda bem que acaba, mas depois de Crepusculo virao outros. Lamentavel, mas eh a Lei natural do consumo programado de Lixo. Culpa nossa!, claro.
so completando… Fanaticos assim, sao comparaveis a fas de BB. Nao da para entender, apenas deixar passar a febre. No futuro muitos vao renegar esse passado vergonhoso.Se fica dificil entender fanatismo por alguma coisa com qualidade historica ( com Beatles, Elvis etc isso so ficando no campo da musica) nem tentem entender fanatismo por coisa duvidosa e passageira.
(desculpem, meu teclado sem acentos e cedilhas…)
Como dito pelo Diego na coluna, no cinema “Ou a gente gosta, ou não gosta, e o mínimo que devemos fazer é aceitar a opinião alheia, ainda que não concordemos com ela.”
Só basta que os fanáticos (porque esse tipo não é realmente um fã consciente) respeitem a liberdade das outras pessoas de não gostarem.
E, sim, talvez algum dia estes venham a sentir vergonha de terem agido desse jeito.
Adorei esta coluna, sou fã da série, mais sinceramente concordo com o que Diego acha a série em maioria dos pontos. Sou formada em letras em inglês e literatura, sei bem como é lhe dar com adolescentes na flor a idade, que por muitas vezes são impulsionados pelo marketing do entretenimento, que no caso, é do cinema.
As obras da autora somente pecam no excesso de romantismo e dependência de Bella pela sua obsessão Edward. Realmente se a história focasse mais em Bela e Jacob seria muito mais proveitoso, mais contudo, as lendas e idéias formadas pela autora realmente fascina. Não é um livro que poso chamar de série ou literatura adequada para ser passada para adolescentes nas escolas. Adolescentes estão em plena formação de personalidade, e quando há uma febre isto pode e muito influenciar nas fases de todo ser humano, que quando não completadas desde a infância até a adolescência pode gerar problemas na vida adulta .
Enfim, do mesmo jeito que os jovens passaram por Beatles, Elvis, a jovem vanguarda e outros fatos que marcaram a geração, séries cinematográficas como Harry Potter ou Crepúsculo estão marcando esta geração, e levando crítica pela supervalorização que está levando, até os atores sofrem com isto, sendo confundidos e tachados como os próprios personagens. A escritora, casada e com filhos escreveu, e publicou com muito esforço esta série, agradou e até os filmes (que literalmente não valorizam os livros)fizeram sucesso por conta dos fãs dos livros, que aos poucos foram crescendo com os fãs que viram os filmes e gostaram, e assim como cantores e líderes fazem sucessos e tem seus fãs obcecados, esta série também tem.
Adolescente está criando sua personalidade, e aproveitando a vida e não têm vergonha de se expor. É como aqueles jovenzinhos que iam ver Harry Potter no cinema vestido como tal, com certeza não serão adultos desinformados ou inseguros, serão pessoas que defendem seus valores, que na época era a série, assim como religião. Pessoas precisam de fantasia assim como precisam da arte, para que serve a arte? para nada, mais não conseguimos viver mentalmente sem ela, e assim acontece com os jovens de hoje,sem a magia que nos impulsiona para enfrentar a realidade como impulsionou tantas outras gerações, tudo fica emplacado em todo o lugar,realidade e falta de leitura, e assim que percebemos que sonhar nestas horas não faz mau a ninguém, só forma pessoas sensíveis e ao mesmo tempo promissoras, mais claro, sem exagero.
Eu gostava da série, sério mesmo, devorei os livros, afinal de contas, de drama basta a vida, o problema é que várias pessoas resolveram falar disso como se fosse uma coisa importante. Começou brigas de fãs com não fãs, pessoas ofendendo quem gosta da série e vice versa… Isso eu acho errado! Não é porque eu gosto de uma coisa que vou ser infantil, carente, mau resolvida sexualmente, insegura, ou qualquer outra ofensa que eu já li sobre quem gosta da série… Ou não é só porque a pessoa não gosta da série que é um ET ou coisa do gênero! Gosta da série? Ótimo, leve isso como uma coisa boa… Não gosta? Ótimo também, mas também não vá ofender a inteligência ou realização pessoal, profissional ou sexual das pessoas que gostam…
Todos esses debates simplesmente já “encheu a paciência” (Para não falar o que veio à minha cabeça). Nunca pensei que uma série adolescente de história fácil e tolinha fosse gerar tanta polêmica… Isso acaba com o fascínio que havia na saga e só faz afastar quem gosta apenas por gostar, dela… Infelizmente…
E eu espero que dessa vez meu comentário apareça!
Eu gosto da Saga Crepúsculo, mas concordo com muitas das críticas que vejo por aí:
- Gosto dos livros, mas os filmes são mesmo bem ruimzinhos: os fãs ficam nessa de “tem que ler os livros para entender”. Isso é o fim, os filmes tinham que se sustentar por si mesmos;
- A Meyer realmente viajou na maionese com seu novo “modelo” de vampiro: não consigo engolir esse negócio de vampiro brilhar no sol, entre outras coisas;
- Mesmo gostando dos livros percebo muito bem: a escrita de Meyer tem defeitos, é repetitiva, os diálogos românticos às vezes são exagerados (e olha que eu adoro romantismo), os personagens e o enredo tem alguns aspectos absurdos;
O problema é que as críticas a “Crepúsculo” viraram um ataque pessoal aos fãs e principalmente os fãs adultos. Tenho 25 anos e uma vida pessoal normal, adulta e saudável. Sou pós-graduada e vivo cercada de complexidade nos meus estudos e de modernidade no mundo ao meu redor, gosto de Crepúsculo justamente por resgatar um ponto de vista mais tradicional dos sentimentos e por tocar na questão da imortalidade. Devo mesmo ser rotulada de retardada e imatura só porque gosto de Crepúsculo?
Oi pessoal, tudo bem?
Eu sou o mais novo admirador da Sétima Arte, sou novato mesmo, e tenho que comentar uma coisa sobre a Saga Crepúsculo, não sei o que é mas me identifico com a História, embora o filme não tenha a riqueza de detalhes e tão pouco faça justiça as Obras de Shephenie Meyer.
Ah gostei da crítica, essa imparcialidade é boa, vou ver se aprendo mais sobre cinema lendo esses artigos, e parabéns pelo Site, sou fã a partir de Hoje.
Oi Pessoal,
Acho que ficar discutindo se um filme é bom ou ruim é como discutir sobre futebol, tem gente que gosta e que nao gosta. Acho uma perda de tempo ficar em sites discutindo e agredindo quem divege da sua opinião. Eu gosto da saga, acho que é algo diferente do que vemos por ai.. Apesar de ter muita fantasia, trata de assuntos do nosso dia-a-dia, como o amor, relacionamentos díficeis, indecisao, fidelidade, casamento, responsabilidades, familia etc… claro que virou moda e tem gente doida que mata e morre pela serie.. Particularmente acho que todo mundo tem uma opinião, quem nao gosta da saga pode dizer mil motivos do porque nao gosta, mesmo assim eu continuo gostando.. a vida é assim, somos todos diferentes e temos opinioes diferentes, isso é perfeitamente normal.. ja pensou se todo mundo gostasse de tudo? que M… seria…
Olha se somos fãs de verdade , a sua opnião não vai mudar isso , você faz isso pra ficar famoso penssando que alguém vai te apoiar mais na verdade só quem vai te apoiar são pessoas que nunca leram os livros ou viram os filmes e fala que crepúsculo e uma M.. então a sua opnião não vai mudar em nada porque somos fãs de verdade , sua opnião se você puder guarda pra você ou pra quem quer ouvir ou ler tanto faz ! .
Toda opinião dos chamados “Criticos”, é, na verdade, uma grande porcaria. Eles sempre elogiam obras dramáticas e documentários, e banalizam filmes de ação, mitologia e ficção. Eles com certeza acham que isso os faz parecer mais “inteligentes e cultos”, quando na verdade os faz parecer, para a grande maioria de fãs, um bando de retardados que não sentem emoção alguma vendo ou lendo obras, que no final das contas é o que realmente importa, resumindo… os criticos são, na verdade um bando de babacas, falando asneira.
“A Meyer realmente viajou na maionese com seu novo “modelo” de vampiro: não consigo engolir esse negócio de vampiro brilhar no sol, entre outras coisas;
- Mesmo gostando dos livros percebo muito bem: a escrita de Meyer tem defeitos, é repetitiva, os diálogos românticos às vezes são exagerados (e olha que eu adoro romantismo), os personagens e o enredo tem alguns aspectos absurdos; ”
Essa é boa… vampiro ser super rápido, forte, e se alimentar de sangue pode… mas brilhar no Sol… a mulher acha um absurdo. Ainda de quebra critica a forma de escrever de uma das maiores escritoras conteporâneas…
AAArg! Se enxerga mmulher… quantos Best-Sellers você já escreveu?
Se Meyer quer chamar seus personagens de Vampiros, não, eles não podem brilhar no sol. Não precisam morrer também, como visto em “Drácula” de Bran Stoker. Respeito por uma criatura mitologica é bom e os fans desta gostam.
Desde quando vender milhões é sinonimo de qualidade? Já leu Dan Brown e as suas bilhões de informações erradas, seja em “Da Vinci” ou “A&D”?
Eu gostaria muito de saber o que Stephanie Meyer fez para o seu publico alem de fazer com que milhões de jovens acreditem que existe um principe encantado, que elas não precisam fazer nada e que um vai surgir. O que a saga crepusculo fez alem disso?
Li todos. Até “A Breve Segunda vida de Bree Tuner”. Li antes de virar a modinha, sem preconceito nenhum. Devo dizer que achei engraçado quando declararam que Meyer tiraria J.K. Rolwing de seu trono, onde senta há mais de 10 anos.
A meu ver, Crepusculo é o que é por um truque barato. Meyer pos todas as inseguranças de uma garota numa personagem e criou a solução para todos os seus problemas de auto-afirmação em Edwart Cullen e Jacob Black. Isso não é nenhum feito demais.
Uma grande saga é fazer uma geração inteira criar habitos de leitura, cultivar valores como lealdade, amor, amizade, esperança. É levar essas palavras para o mundo inteiro, mesmo que a escrita não seja genial, tendo até falhas notaveis.
Mas isso é Harry Potter.
Acho comédia algumas pessoas usarem características que não são exclusivas de Crepúsculo para menosprezar a obra.
Realmente os filmes são ruins. Basicamente feito pra agradar adolescentes que adoram ver homens sem camisa.
Existem falhas nos livros, sim, mas isso acontece em diversas obras, de autores considerados gênios da literatura também. Não que eu esteja comparando Meyer com Shakespeare, por exemplo.
O que eu acho exagero é dizer que ela DEVERIA respeitar a mitologia e algumas lendas. Várias outros autores modificam histórias antigas – J.K.Rowling é um exemplo – e não são massacrados por isso.
Por que deve-se seguir um padrão para criar uma história de vampiros, de lobisomens, de fadas, de elfos, de bruxos?
Não é um motivo concreto para se classificar uma obra como ruim, assim como ter caras bonitos e sem camisa num filme não o classifica como bom.