Matérias   terça-feira, 02 de Janeiro de 2018

10 melhores obras na HBO GO para você aproveitar o início de ano

Blockbusters, clássicos, animações, terror... tem de tudo!

10 melhores obras na HBO GO para você aproveitar o início de ano

Depois dos agitos das festas de fim de ano, nada como aproveitar as férias descansando e assistindo filmes e séries de qualidade. Pensando nisso, o Cinema com Rapadura preparou uma super lista com o que há de melhor na HBO GO, plataforma de streaming contendo todo o conteúdo dos canais HBO e que recentemente disponibilizou assinaturas feitas diretamente no aplicativo para celular, sem a necessidade de qualquer plano de TV por assinatura.

“Mad Max: Estrada da Fúria” (2015)

Nada melhor do que começar esta lista em altíssima velocidade e indicar um dos melhores filmes de ação dos últimos anos. “Mad Max: Estrada da Fúria” pegou praticamente todos de surpresa ao trazer de volta uma franquia iniciada há mais de trinta e cinco anos com uma qualidade impecável – você pode assistir todos os anteriores também na HBO GO. George Miller dirige o longa de forma magistral, fazendo o espectador passar duas horas sem fôlego, nunca deixando a história se tornar cansativa ou enfadonha.

No filme, somos apresentados a um mundo pós-apocalíptico onde água e combustível são bastante escassos, o ex-policial Max (Tom Hardy) é capturado pelos homens de Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), mestre de uma cidadela onde ele controla toda a água remanescente. Quando a Imperatriz de elite de Joe, Furiosa (Charlize Theron), escapa em uma máquina de guerra levando consigo as “parideiras” do ditador, Max acaba se envolvendo no conflito, ajudando o grupo a escapar das garras do vilão.

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“Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016)

Visual fascinante, personagens carismáticos, aventura, suspense, ação… tudo isso já é um indicativo de um bom filme. Quando você soma o fato do longa ser uma continuação de uma das franquias mais amadas do cinema, as coisas só melhoram! J.K. Rowling, em sua primeira experiência como roteirista de cinema, nos traz uma trama mais madura, que respeita o universo criado em “Harry Potter” sem, em nenhum momento, usá-lo de muleta. Não é surpresa nenhuma que o longa tenha recebido críticas bastante positivas, além de uma bilheteria notável, alcançando US$ 814 milhões em arrecadação.

Em “Animais Fantásticos”, o bruxo inglês Newt Scamander (Eddie Redmayne) chega à Nova York dos anos 1920 com uma maleta repleta de criaturas mágicas. Ele se surpreende com a comunidade bruxa do lugar, segregacionista e preconceituosa com os humanos normais, bem diferente daquela a que está acostumado. Acidentalmente, ele acaba trocando sua maleta com a do padeiro não-maj Jacob Kowalski (Dan Folger). Quando algumas das criaturas escapam, Newt e Jacob contam com a ajuda da auror Tina (Katherine Waterston) e de sua irmã Queenie (Alison Sudol) para recuperar os animais, que acabam como suspeitos em uma série de incidentes violentos ocorrendo pela cidade.

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“Angry Birds: O Filme” (2016)

Aproveitando as férias escolares da maioria dos pequenos, nada como uma animação para reunir toda a família. E, dentre as disponíveis no catálogo da plataforma, “Angry Birds: O Filme” se destaca por transformar o jogo homônimo, famoso por sua simplicidade, em uma história coerente de origem, focada na personalidade de cada pássaro. Além disso, mesmo sendo divertido por si só, o longa brilha como uma homenagem para os fãs da franquia, que vão aproveitar as muitas características do game mantidas na película.

A aventura é focada em Red (Jason Sudekis/Marcelo Adnet), pássaro genioso que desperta a antipatia de todos na Ilha dos Pássaros por conta de sua atitude raivosa, sendo obrigado a fazer um curso para controlar o estresse, onde conhece o velocista Chuck (Josh Gad/Fábio Porchat) e o “explosivo” Bomba (Danny McBride/Mauro Ramos). Os pássaros são surpreendidos com a aparição inesperada de porcos verdes, sendo Red o único a desconfiar dos forasteiros. Quando os porcos roubam os ovos dos pássaros e o lendário protetor das aves se mostra não tão bravo assim, Red é chamado para liderar o ataque aos suínos.

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“A Origem” (2010)

Nenhum longa da carreira de Christopher Nolan retrata tão bem o jeito de fazer cinema do diretor como “A Origem”. Assim como em boa parte de seus filmes, somos apresentados a um conceito totalmente inovador: ladrões de sonhos. Transformando esta premissa em uma amálgama de ficção científica e filme de assalto, pode-se dizer que Nolan reinventou o blockbuster como conhecemos hoje, inserindo conceitos complexos de forma acessível ao grande público, agrandando gregos e troianos.

Somos apresentados a Don Cobb (Leonardo DiCaprio), um ladrão profissional especializado em subtrair segredos diretamente do subconsciente das suas vítimas, por meio dos sonhos. Cobb e seu parceiro, Arthur (Joseph Gordon-Levitt), são contratados pelo misterioso Saito (Ken Watanabe) para realizar um serviço diferente do que estão habituados e, teoricamente, quase impossível: inserir uma ideia no subconsciente do bilionário Robert Fischer (Cillian Murphy). Trabalhando com uma equipe bem eclética, Cobb esconde de seus companheiros um segredo potencialmente letal, algo que remete a uma tragédia envolvendo sua esposa, Mal (Marion Cotillard).

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>> [CRÍTICA] A Origem (2010): um dos blockbusters mais inteligentes e originais da história

“Manchester À Beira-Mar” (2016)

Um filme triste em sua essência e com uma atuação excelente de Casey Affleck, premiado com o Oscar de Melhor Ator de 2017, “Manchester À Beira-Mar” é, assim como seu protagonista, frio e angustiante. Sem cair na armadilha de se tornar um melodrama, o longa aposta na sensibilidade humana ao tratar sobre perda e recomeço, mas também é bastante realista, mostrando que nem todos os traumas são superados.

A trama, escrita e dirigida por Kenneth Lonergan, nos traz Lee (Affleck), um introspectivo zelador que recebe a notícia da morte de seu irmão (Kyle Chandler) e se vê obrigado a voltar para a cidade da qual ele guarda tristes memórias a fim de cuidar do sobrinho (Lucas Hedges). O longa acompanha os momentos melancólicos de Lee e sua (in)capacidade de vencer o luto.

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>> [CRÍTICA] Manchester à Beira-Mar (2016): o nó górdio do luto

“Os Oito Odiados” (2015)

Se existe um diretor sinônimo de qualidade, para muitos este é Quentin Tarantino. Afinal, não são todos que conseguem apresentar um filme de quase 3h de duração, baseado em diálogos, e prender a atenção do espectador por todo esse tempo. É exatamente o que Tarantino fez em “Os Oito Odiados”, aliando sua habilidade divina de escrever roteiros às atuações fantásticas do elenco estelar do longa. Paciente, ele apresenta todos os personagens sem favorecer ninguém, deixando o espectador sempre no aguardo do que vai acontecer a seguir.

O filme começa durante uma nevasca, onde o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, eles aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está em busca de outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.

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“Os Bons Companheiros” (1990)

Por falar em qualidade, às vezes faltam palavras para qualificar o quão formidável “Os Bons Companheiros” é. Scorsese brilhou mostrando como a máfia é de verdade: violenta, sanguinária, que atira por diversão e mata sem hesitar. Indicado a seis Óscares, o longa é tido por muitos como o melhor já feito do gênero de crime, por vezes comparado à trilogia “O Poderoso Chefão”.

O filme conta a história de como Henry Hill (Ray Liotta) entrou no mundo do crime organizado ainda garoto e criou raízes ao praticar atividades como roubos, sequestros, incêndios planejados e até tráfico de drogas. Hill acabou se tornando um informante do FBI e entrou para o programa de proteção a testemunhas. Além de tudo, podemos ver Robert De Niro e Joe Pesci no auge de suas carreiras, dando um espetáculo de atuação.

“O Iluminado” (1980)

Passamos por um ano marcante para os fãs do escritor Stephen King, que tiveram a chance de ver várias obras do autor transpostas para o cinema e para TV. Mas há muito tempo o autor já servia de inspiração para adaptações, dentre as quais “O Iluminado” se destaca. Stanley Kubrick nos traz um terror psicológico de altíssimo nível, que não agrada tanto como adaptação, mas como um filme sozinho é um verdadeiro clássico.

A trama acompanha Jack Torrance (Jack Nicholson), um homem contratado para ficar como vigia em um hotel durante o inverno. Ele então vai com sua mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o constante isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pela solidão excessiva.

“Invocação do Mal 2” (2016)

James Wan é um caso peculiar de muito sucesso. Lançou o primeiro “Jogos Mortais”, considerada a maior franquia de terror da última década. Foi responsável também pelo blockbuster de ação mais lucrativo dos últimos tempos, “Velozes e Furiosos 7”. E agora, de volta ao gênero que o consagrou, nos trouxe uma franquia totalmente nova e incrivelmente rentável, no momento composta por “Invocação do Mal”, “Annabelle”, “Invocação do Mal 2” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”.

A trama de “Invocação do Mal 2” se passa na Inglaterra, sete anos após os eventos do primeiro filme, quando Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) vão até uma pequena cidade britânica ajudar uma família que está sendo atormentada por uma manifestação sobrenatural despertada através de uma das meninas da casa. Ao mesmo tempo, Lorraine tem visões e pressentimentos envolvendo sua filha e o próprio Ed, o que a deixa emocionalmente abalada para lidar com novos trabalhos. Principalmente quando toda investigação do caso aponta para uma fraude.

Veja Mais:

>> [CRÍTICA] Invocação do Mal 2 (2016): prepara-se para ter medo

“Big Little Lies” (2017)

Para os que gostam de maratonar uma série de qualidade, a HBO GO possui várias opções. Embora “Game of Thrones” seja, de longe, a mais conhecida, indicamos aqui “Big Little Lies”, premiada com nada mais, nada menos que 8 troféus no Emmy 2017. Apenas sete episódios são suficientes para mostrar uma história densa e necessária, tratando de temas como violência doméstica, estupro e bullying.

Com um time de atuação sensacional, contando com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Alexander Skarsgård, Shailene Woodley, Zoë Kravitz e Laura Dern, o objeto da série é muito simples: trata da vida de três mães, cujos filhos passam a estudar juntos no jardim de infância. Elas levam vidas aparentemente perfeitas, mas os acontecimentos que se desenrolam ao longo dos episódios levam a vida destas três mulheres ao extremo.

Veja Mais:

>> [PODCAST] Canal 42 101 – Big Little Lies (Temporada 1)

E você, se interessou por algum dos títulos citados? Comente qual você quer (re)ver e monte a sua lista. Aproveite também para contar a todos quais outros filmes/séries da plataforma são seus preferidos!

Martinho Neto
@marnetotinho

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