Críticas

Clock domingo, 14 de agosto, 2011 - às 09h16

A Árvore da Vida: o poder da sétima arte em obra existencialista

O cineasta Terrence Malick realiza o seu filme mais ambicioso, propondo significativas questões filosóficas que irão repercutir na mente dos espectadores, independente de suas crenças. Uma experiência cinematográfica incrível.

O grande feito deste “A Árvore da Vida” é lidar com temas existenciais sem alienar religiosos ou ateus. Escrito e dirigido por Terrence Malick, o longa retrata quão magnífica e terrível a vida pode ser, fazendo isso em diversos níveis.

O mais presente deles é a luta interna de seu personagem central, Jack (Sean Penn), amargurado filho de um casal com ideologias completamente diferentes. A trágica morte do irmão mais jovem do protagonista, aos 19 anos, marcou aquela família para sempre, com este trauma ainda se fazendo presente muitos anos depois.

A escala da história contada por Malick é inacreditável, indo desde o Big Bang até os dias atuais. O cineasta cria uma narrativa única através de uma montagem não-linear. Algumas das elipses presentes em determinado ponto da produção avançam em centenas de milhares de anos, remetendo diretamente a “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick, cujo estilo cinematográfico é referenciado por diversas vezes durante a projeção, inclusive de modo bastante gráfico em uma determinada tomada.

As lacunas presentes na produção devem ser preenchidas pelas próprias experiências do público, com este sendo confrontado e desafiado por questionamentos a cada momento, com o longa nunca apresentando respostas fáceis. Estaria o milagre da vida nos magníficos e aterrorizantes eventos que fizeram com que seres tão diferentes existam em nosso mundo ou escondido nas nossas interações com o meio e com nós mesmos? E como aceitar a existência de um Deus que nos interpõe tantos dissabores e dificuldades?

Dentre tantas perguntas, Malick parece ter uma certeza: a capacidade de amar e de se assombrar da humanidade é o que define a beleza e a razão da existência desta. Destarte, seriam os percalços e destruições que ocorrem durante nosso período nesta esfera azul o preço a pagar por tais maravilhas, uma parte inerente da incrível aventura que é viver?

Nada retratado nos contemplativos e longos planos estabelecidos pelo diretor é por acaso, com a menção explícita ao livro de Jó se mostrando precisa. Aceitar acontecimentos negativos se torna difícil para aqueles que, instintivamente, visam uma noção egoísta de bem estar.

Neste ponto, surge o conflito entre a Mãe (Jessica Chastain) e o Pai (Brad Pitt) de Jack. Fincando este ponto da narrativa nos anos 1950 – a era do self-made men americano -, presenciamos o crescimento do pequeno Jack (Hunter McCracken), seu amor pelo irmão fadado à morte e sua evolução de criança inocente até o adulto sem alegria que vimos ao encontrá-lo pela primeira vez. As performances que o diretor extrai do elenco, principalmente do trio Pitt, Chastain e McCracken, são absolutamente arrebatadoras, com a dinâmica familiar sendo extremamente beneficiada pela química entre os atores.

A forma autoritária e dura com a qual Jack e seus irmãos são tratados pelo austero Pai esconde um amor palpável e um desejo de que seus filhos consigam ser donos de si mesmos, de suas existências, de seus sonhos. Tal ponto de vista é contrastado pelo carinho incondicional que os garotos recebem da Mãe, que absorve as dificuldades da vida de forma aparentemente passiva, sem entrar em conflito direto com seu esposo, jamais traindo sua natureza abnegada e bondosa, dotada de uma compaixão que lhe vem sem esforço.

O Pai é visto como uma figura relativamente ausente e, ao aparecer, notamos primariamente suas características menos agradáveis, com até mesmo sua paixão pela música se tornando uma fonte de ressentimento. Mesmo assim, o público jamais sente antipatia pela figura paterna exatamente por ser tangível o amor que este sente por seus filhos, ainda que o sentimento se manifeste de formas pouco carinhosas e nada complacentes. Notem que ele trabalha em uma fábrica, sempre lidando com elementos artificiais. Dono de várias patentes, o longa ressalta que o Pai é um inventor, um criador, deixando bastante clara esta metáfora em relação a Deus.

Enquanto isso, a Mãe é enquadrada por uma viés acolhedor, sempre em comunhão com seu meio, seja no seio do lar ou no verde da grama sobre a qual pisa com seus pés descalços. Suas interações com os filhos ocorrem de maneira leve, descontraída, com ela sempre banhada em uma luz que aparenta ser quente e acolhedora, tal como sua personalidade, dando-lhe um ar quase etéreo.

Mãe e Pai são vistos quase como partes de uma espécie de “santíssima trindade” para Jack que, aos poucos, vai conhecendo mais sobre si mesmo. Desta noção, há um novo questionamento: Pai, o pequeno Jack e Mãe representariam “Pai, Filho e Espírito Santo” ou  “Superego, Ego e Id” para o protagonista? Repare que, a despeito do Jack adulto ser a alma conflituosa que nos leva nesta jornada, é pelo ponto de vista de sua versão jovem que enxergamos a lide interior do personagem, até a sua catarse final.

Contando com uma fotografia irretocável, ótimos efeitos especiais e embalado pela belíssima trilha sonora de Alexandre Desplat (reforçada por composições clássicas, tais como “Vltava”, de Bedřich Smetana), “A Árvore da Vida” é uma obra repleta de simbolismos e significados. Trata-se não apenas de um filme, mas do poderoso retrato de um artista sobre a própria natureza da vida. Recomendado.

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Thiago Siqueira é crítico de cinema do CCR e participante fixo do RapaduraCast. Advogado por profissão e cinéfilo por natureza, é membro do CCR desde 2007. Formou-se em cursos de Crítica Cinematográfica e História e Estética do Cinema.

  • http://twitter.com/arahaltest Arthur

    Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar Oscar

    • Rodrigo Rapadura

      Thiago. Parabéns pelo texto. Você está em outro nível. Conseguiu absorver tamanha informação. Eu chego lá. Abraço.

    • Gileno

      O filme não tem nada ver com o trailer e principalmente com sua a sinopse, a ideia do comovente, de lição de vida é simplesmente o famoso e popular (chama publico)esse filme é só para diretores e cineastas, não que não somos inteligentes,mas é que só eles pra se entenderem. E essa é Minha opinião.

      • djeo

        Não sou cineasta, e não curso cinema. As pessoas tendem a separar as coisas, besteira. Você não precisa compreender o todo, mas aos poucos você compreende muito. Fica a dica! Abra sua mente, a unica pessoa que impede que ela faça uma leitura é você mesmo!

        • Bruna

          Concordo! Eu não entendi nada, canasativo, 5 minutos só de imagens abstratas. Adoro os atores, ótima interpretação, mas o conteudo é fraco. O Penn praticamente não falou no filme, parecia um louco e não capitei bem o porquê.

    • http://CINEMACOMRAPADURA.COM.BR JULIO DUON

      DIZER QUE ESSE FILME É SÓ RUIM É POUCO. PRECISA MELHORAR MUITO PRA SER RUIM. NÃO PERCAM TEMPO ASSISTINDO ESSA CANSEIRA. VOCÊ VAI PERDER MAIS DE DUAS HORAS PRECIOSAS DE SUA VIDA COM ESSA PORCARIA. NÃO ASSISTAM.

    • http://CINEMACOMRAPADURA.COM.BR JULIO DUON

      FILME RUIM COM FORÇA MÁXIMA. PÉSSIMO.

  • Nicolas

    Bela crítica Siqueira. Quero muito assistir esse filme.

  • Edson

    CRITICA FANTÁSTICA!!

    Pena que algumas pessoas não tenham captado as mensagens do filme, e saíram falando mal, talvez porque seja fora dos padrões.
    Sem dúvida é o melhor filme sobre a história/origem do homem que eu já vi, a forma que a câmera acompanha a família faz você se sentir inerte nos momentos, os penasamentos, a fotografia…
    Emocionante, uma verdadeira obra Prima.
    Com certeza irei comprar o Blu-ray para contemplar as 6 horas que foram cortadas.

    • Mariana

      Melhor filme sobre a origem do homem de todos os tempos? E quanto a ‘2001: Uma Odisseia no Espaço’???

  • Halef

    Pena que na minha cidade não passa filmes assim… aqui só passam os filmes que estão “em alta” ou que vão atrair mais público ao cinema. Aqui só os blockbuster mesmo! Se eu quiser assistir por agora vou ter que recorrer a meios ilícitos com baixar pela internet…

  • Carlos

    Assisti a esse filme, e digo, é de reflexões filosóficas e existenciais. Uma pena que algumas pessoas riam dentro do cinema, sem respeitar o outro do lado, isso me fez pensar o quão as pessoas estão bitoladas em filmes como Harry Potter, que para mim, não faz falta nenhuma assistir. Cada vez mais, sinto pena do ser humano, que nunca leva a questionar as coisas, e querem respostas todas mastigadas, por isso que o mundo está como está. Mas enfim,o filme é muito bom!

  • Camila

    Parabéns pela crítica, ótima, como sempre. Filosófica, eu diria. Deu ainda mais vontade de assistir ao filme. Será que temos aqui um candidato ao Oscar? Vamos aguardar. Abraço.

  • vítor

    Boa crítica. Foi o filme que mais mexeu comigo dentro de uma sala de cinema. Me fez e ainda faz pensar muito. É uma obra-prima mesmo.

  • Eduardo

    Fui ver A Árvore da Vida ontem e por diversas vezes lembrei de 2001, o filme é lindíssimo mas difícil, não é para qualquer publico, talvez por isso tenha me incomodado muito com comentários do tipo: Não aguento mais essas imagens “sem noção” ou que horas vai começar esse filme de verdade?? A verdade é que gostei muito do filme e pretendo compra-lo para assistir em casa bem longe daqueles risos e comentários infelizes.

  • Allan

    Desculpa, mas não gostei desse filme, eu e praticamente toda a platéia que estava na sala do cinema.

  • sandra

    filme longo… permite muitas elocubrações diante de tantas imagens. Fui ao Reserva Cultural, AV. Paulista onde há um público já acostumado com filmes “diferenciados”. E o que mais emocionou a platéia( que riu muito) foi quando no termino do filme ouviu-se um suspiro de alívio e o sussurro de um senhor dizendo “ai ainda bem ,acabou!!!”. percebi que ele manifestou um sentimento coletivo…kkkkkkkkk

  • Luiz

    Filme ruim, como é que o filme é bom se quase todo mundo sai da sessao com 20 minutos de filme??? neeeeeeeeeeeeeeeeeem o maior tolete já feito na historia do cinema.

    • Rafael oliveira

      tambem vi esse filme na reserva cultural(av paulista)..fui no sabado no inicio da noite e ao final tambem notei a plateia criticando e não entendendo o filme,achei estranho tambem,pois a galera de la procura assistir esse estilo de filme,não é mesmo Sandra?
      quanto a mim estou ate agora pensando nas relexões deixadas pelo filme…cansativo? sim, mas vale a pena,pois tambem vemos um show dos atores principais.

  • Andre

    Filme horroso, uma total perda de tempo assisti-lo!

  • Tamiíres

    Sou uma pessoa muito aberta quando me deparo com inusitado, o diferente. Esperei meses por esse filme, entrei na sala de cinema muito ansiosa e saí de lá, no mínimo, desapontada. Estou acostumada com filmes difíceis, cult, cabeça, ou seja lá como as pessoas chamam, e me considero uma pessoa relativamente esclarecida. Tentei, durante todo o tempo do filme, entendê-lo (a nas horas que se seguiram ao término também), e admito que não tive sucesso. Apreciei muito a trilha sonora e as imagens do big bang, mitoses celulares e seleção natural. Mas para mim, “A Árvore da Vida” foi um filme de Terrence Malick para ele mesmo. Um longa de masturbação mental, ousado, com uma linha completamente nova, mas que não deu certo. Não consegui ver o que Cannes viu, e senti que faltou algo ali. Bastante promissor no início, imaginei que o filme trataria de um embate interno na personagem de Jessica Chastain, religião X razão. E, definitivamente, não foi o que aconteceu. Imagens saturadas batidas, uma alusão exagerada a “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, nenhum fio de narrativa e infinitas pontas soltas. Respeitei o longa até o fim, gritei com muitas pessoas mal-educadas durante a sessão e vi 70% do cinema levantar e ir embora durante a sessão. E, para aqueles que quiseram “fazer valer” seus 20 reais de um sábado à noite, um imenso suspiro de alívio ao final, somado à risadas vergonhosas de pessoas obtusas. E eu ali, sentada em silêncio por 15 minutos, tentando entender o que tinha acabado de assistir. A impressão que dá é que todo mundo vê o imperador desfilar pelado, mas finge que vê suntuosas vestimentas. Sou atéia, respeitei o filme até o fim, mas não dá. É um péssimo longa. Ou eu sou uma verdadeira ignorante.

    • Paulo Maycon

      Bom, sua argumentação. Na “minha” sala, as reações foram parecidas também. Eu, ainda estou tentando digerir o filme, e vou precisar rever para decidir o que eu achei dele, se é maravilhoso, ou só uma tentativa ambiciosa demais de se mostrar para o mundo: Olha com eu sou inteligente, olha como eu sou “cult”… do cineasta, não do Sicas, lógico. Na verdade, gostaria muito que ele continuasse a argumentação partindo do seu comentário.

      Abraço a todos

    • Guilherme

      Talvez nem um, nem outro. Talvez o problema tenha sido você tentar “entender” o filme, já que ele me parecia mais voltado para o “sentir”. Em alguns momentos, ele me lembrou o Baraka, mas isso é só minha opinião.

    • Ana Paula

      Tbm assisti ao filme e estou totalmente de acordo com a definição citada pela Tamiíres. Talvez o filme faça sentido para o autor, mas para o publico ficou mto cansativo e “sem pé nem cabeça”.

    • Maria Raquel

      Mas o filme (provavelmente) terá uma versão estendida, quem sabe nela as suas dúvidas não serão sanadas.

      • Marcelo

        Aff! Não aguentei essa versão, e ainda tem uma mais sem noção ainda?

        No começo para mim so parecia um monte de imagens aleatorias que o autor pegou em algum lugar e colocou no filme.

    • Duda

      O que você falou sintetiza os meus pensamentos. Não me pareceu extraordinário ou digno de aplausos para chamá-lo de obra-prima. A atuação dos atores se desenvolve com primor, sem dúvida, mas o roteiro em si representa apenas a catarse de Terrence.

    • Carlos Perim

      Te amo.

    • gabriella

      Nota dez!! falaste tudo. Tive as mesmas impressões que você, faltou algo mesmo..

  • alberto

    Queria que alguem explicasse o que foi aquela cena do dinossauro pisando na cabeça do outro, ferido. Pisa, parece que vai comer, tira o pé, vê o que acontece, pisa de novo etc.. Até que vai embora.

    • Barionovo

      Me considero um ignorante na sétima arte, porém fui ver o filme após ler tantas críticas, boas e ruins, e lhes digo, adorei o filme, achei genial. Me emocionei, chorei, ri, aprendi.
      E Sicas, excelente crítica!!!

  • http://impressoesestranho.blogspot.com Fael Moreira

    Alguém que não gostou do filme deveria escrever uma crítica para o portal também. Apesar de achar esteticamente o filme lindo e acompanhado de uma trilha sonora maravilhosa do Desplat, só gostei de resto mesmo da sequência da evolução da raça humana. De resto o filme é eexxtreeemaamente enfadonho! E não, não engoli essa do Malick, e praticamente ninguém na minha sessão, por favor gente. Eu estaria mentindo pra mim se dissesse que gostei desse filme. Ai você me fala: Mas você gosta de “2001 – Uma odisséia no espaço”. Gosto não, eu AMO 2001. Malick faz suas referências bem explícitas mas od filmes têm seus gêneros diferentes, seus questionamentos diferentes. E em poucos momentos “A Árvore da Vida” me levou a criticar meus próprios valores ou meus pensamentos! Muita gente vai me atacar com o que eu vou dizer agora, mas Terrence Malick só enche linguiça com seu novo filme! Bela crítica Thiago. Abraço!

    • Guilherme

      Atacar porquê? Não gostou, não gostou, fazer o quê… Você já disse que o quê não gostou no filme, não xingou quem gostou do filme, não tem porque alguém direcionar ataques.
      O filme é bem longo, mas me agradou, talvez por eu ter me identificado muito com aquilo tudo, mas eu vi alguém definir que esse filme se enquadra na categoria do ame-o ou odei-o, acho isso meio radical, mas depois de ler tantos comentários, começo a crer nisso também.

      • http://impressoesestranho.blogspot.com Fael Moreira

        Ér, espero que ninguém jogue pedras em mim, mesmo! =P kkkkk’

  • http://impressoesestranho.blogspot.com Fael Moreira

    Ah. Nota 6 ou 3 estrelas em 5!

  • Mário Motta

    Palmas pra vc Siqueira e para esse belíssimo filme!
    Uma verdadeira poesia audio visual!

  • Halana

    Este filme representa uma justificativa humana de explicar as questões existenciais da vida, tentando consiliar o inconsiliável, de maneira que chega a deturpar certas Palavras das Escrituras, em prol da humaninade, que tende a criar o seu próprio deus.
    Discordo a sua visão de não alienar, pois quando uma fato,citação, ou visão doutrinária é proferida fora de seu contexto torna-se de uma certa maneira uma forma de alienar, pois alienar é a forma de não explicar a verdade, pois vivemos no mundo onde tudo é verdade, mas poucos sabem sobre as questões básicas da vida.
    Assim, é mais uma forma de auto ajuda para a humanidade, utilizando implicitamente a visão espírita com as Escrituras sobre a VIDA , coisa que se o autor estudar de fato, vai perceber que não tem nada em comum.Pois para refutar ou analisar algo deve ser visto e estudado na íntegra, e não apresentar visões pessoais,para agradar a maioria que não quer ser confrontada com seu próprio”EU”.
    Isso nos mostra que embora o homem queira acreditar na neutralidade, esta não existe, pois todos somos portadores de alguma visão, e esta se manifesta implicitamente ou explicitamente( fato que muitos cientistas pesquisadores já estão revendo,pois não há neutralidade)
    Estou preparando uma resenha com bases históricas sobre este filme,que fica mais centralisado no homem( desejos, e o que ele quer acreditar, mas será que é o correto? Será que é a verdade?Ou um mero escape? Uma justificativa para seus atos?)ficando visível o rodeio de idéias que não chegam a lugar nenhum, apenas para o que ele já defendia para o público que se não tiver cuidado irá generalisar e aceitar passivamente por meio dos efeitos imagéticos, e lutas pessoais dos personagens,mostrando que o autor sabe muito bem o que quer, e deixa bem claro sua postura, mostrando a sua não neutralidade,mas o desejo de mover o público á sua visão sobre a VIDA, porém ele deve ter cuidado, pois nem todos são leigos de doutrina das ESCRITURAS, e assim como ele,são livres para mostrar de fato o que é!Conhecimento é poder,porém deve estar vinculado ao contexto, pois se assim não fizer é alienação!

    • Memnock

      A que ESCRITURA você se refere? sera o mahabharata? o corão? ou sera o i-ching?
      talvez a talmude? ou você esta falando do texto judaico-cristão e suas milhares de traduções adpitações e revisões. acho que você não foi claro em sua opinião.
      Ps: quanto ao filme pretendo ve-lo e postar aqui meus comentarios.

  • RITA

    Filme pra refletir não precisa ser chato. Muito efeito visual pra pouco assunto.O que salvou foi a interpretação impecável. Esperei tanto por esse filme e assistirezando pra acabar logo. Chato.

  • gleyce

    fui ao cinema assisti ao filme com a expectativa de ver um belo filme e já no início uma grande decepção. na minha opinião é um filme cansativo e muito enfadonho. confesso que não entendi o que o Malick quis passar na verdade nem quero mais saber. pelo jeito não é uma opinião somente minha. muitas pessoas não ficaram para ver o filme e iam saindo da sala de cinema já desde o início. não gostei. filme muito chato!!! uma masturbação mental do Malick que confesso não gostei de participar….

  • ze_rage_insurreição

    Bando de chapados do caramba!!! parem de fumar maconha!!!
    Incrivel é a capacidade de seres humanos medíocres interpretarem das formas mais absurdas um bando de imagens deconexas e desnecessárias num filme sem objetividade!
    Burguesia ignorante, enche a boca de linguiça e cospe um monte de palavras bonitas numa crítica de m filme que sequer entenderam 30 segundos seguidos. Afinal, é bonito soar “surreal” “fora do padrão” “arte”.
    Se eu tenho um cachorro em casa e esfrego a merda dele numa tela e copio a assinatura do Van gogh… vcs todos idiotas ai em cima vão pagar pau.
    Acordem… como disse o pai do Jack… vão trabalhar… larguem essa vida falsa e fracassada de críticos de cinema com pose de intelectuais!

    • http://www.facebook.com/allandirac Allan Dirac

      hahahhahaha

      Apesar da agressividade do seu comentário, concordo inteiramente com o seu posicionamento.

      Filme MEGA arrastado, chato, imagens ‘desconexas’ que a galera fica procurando interpretação. Óbvio que não tenho como falar mal da qualidade dessas imagens que são belissimas, mas um filme não deve se resumir a apenas isso. Uma bela de uma decepção. Como comentaram ai, a unica parte que gostei foi a da origem do universo. Parabéns por aquilo, muito bom! Mas de resto………. pffff….

      Não tenho como não comparar com 2001. Para mim os dois são muito semelhantes, com a diferença que o Kubrick é um gênio e de maneira alguma o 2001 se perde em imagens sem sentido. Falta OBJETIVIDADE nesse filme do Malick, coisa que o Kubrick soube dar a seu filme sem tirar o caráter ‘reflexivo’ da sua obra.

      Outro filme que fala sobre elaboração de Luto: FONTE DA VIDA. Pra mim seria covardia comparar os dois, pois o Árvore da Vida sairia em muita desvantagem em absolutamente todos os aspectos que eu fosse comparar.

      A sensação que estou tendo é que tem gente com medo de dizer que esse filme é ruim, porque normalmente a resposta que recebem é: “ah vc não é o público desse filme” “vc só gosta de filme de ação” e outros blablablas. Não estou dizendo que quem gostou está mentindo, mas vejo muitas pessoas ignorando os trilhões de defeitos e elogiando só porque parece algo ‘intelectual’.

      Apesar disso, parabéns pela crítica Sicas! Excelente como sempre. Até mais.

      • Mariana

        Adorei a ‘foto’ do HAL 9000 no seu avatar!

    • angela

      Olha, acabei de chegar do cinema e fui correndo ler algo , alguma critica ou observaçao para me esclarecer algo do que vi, pois acho que ler antes me induz. A cena de pessoas saindo do cinema e risos durante o filme se repetiu . Fui embora sem saber como descrve-lo, apenas dando uma nota baixa. Quando vi seu comentario, assinei em baixo. A impressao de que falam bem para parecer inteligentes lembra da cena da roupa nova do imperador.
      ODIEI ESTE FILME. Desconexo e chaterrimo. Que viagem de drogado!!! Afinal a cena da praia nao era a morte? E o dinossauro pisando o outro? e a luz da vela..Meu DEUS ! Ainda bem que paguei meia entrada….valeu Itau….

    • Marcelo

      Porra! E tem um monte de cena solta, nada haver com o filme.
      Até agora não entendi aquela cena de uma mulher no meio da floresta em um caixão de vidro (momento Brance de Neve?) e o porquê do menino ter jogado o vestido no rio. E ainda tem o começo e o final que não fizeram nenhum sentido.
      A única coisa que se salva no filme é a sequencia do Big Bang e da evolução dos seres vivos.

    • http://cineamapafreaks.blogspot.com MaRcos GARU

      Bom, sem objetividade OK, acho que ate pra quem gostou isso não é discutivel, já que o filme foi feito para ser ‘sentido’ e não compreendido, mais as cenas ‘desconexas’ respondem por menos de um terço do filme, a maior parte do filme é uma rotina extremamente detalhista de uma familia com três filhos, um pai, e uma mãe… Mensagens existencialista tem bastante, mais um pouquinho de narrativa, e objetividade não iam fazer mal a ninguem… Consegui ver muitas coisas que o critico viu no filme, porem, penso se essas coisas relmente estavam lá, ou foram ‘colocadas’ ou ‘interpretadas’ como presentes no filme, enfim, eu como muitos, sair decepcionado.

    • Yadaman

      Grande bosta que tu não gostou. Tomara que tu morra logo, sofrendo bastante.

    • Paulo

      O melhor comentário de todos!

  • Alex

    com meia hora de filme eu queria ter ido buscar meus 10,00 devolta… Que filme mais SEM NOÇÃO parece mais um Nacional geografic mostrando vulcão, mares rios… para com isso… LEVI MINHA ESPOSA E NO FIM AINDA SAIU ME XINGANDO COM RAZÃO…

    • Murilo Herik

      Amigo sugiro que da proxima vez voce se informe sobre o tipo de filme que vai assistir, não é porque tem o Brad Pitt que vai ser um Sr e Sra Smith…
      Procure sempre pelo diretor, leia um pouco sobre o mesmo veja se os filmes do mesmo entram na linhagem de filmes q te agradam e etc (os filmes do Malick são todos nessa mesma vibe), é complicado e chato mesmo procurar a saber, mas é melhor do que passar por esse tipo de situação.
      É apenas um conselho.

  • Murilo Herik

    Alguem sabe dizer se em 68 “2001” teve a mesma recepção do publico que vai ao cinema assistir “A Arvore da vida” ?? Recepção que digo é: risadas, “pff que bosta é essa?”, “acaba logo vai…”, em todo caso for isso mesmo hoje em dia todos acham 2001 uma obra sensacional.

    • Mariana

      Sim, Murilo. Teve essa mesma reação. Acho que ‘A Árvore da Vida’ tende a seguir o mesmo caminho de 2001.

  • João Flores

    Cara, me desculpe mas este seu texto ficou bem amador se comparado à seus anteriores – acredito que o filme em questão realmente colocou à prova sua habilidade na escrita.

    “a capacidade de amar e de se assombrar da humanidade é o que define a beleza e a razão da existência desta.” cara, reducionista ao extremo, você criou um argumento pedestre que, de forma alguma, possui paralelo à magnitude humanista do filme, muito menos à vida real.

    e pelo jeito vc não entendeu muito bem Freud – sua analogia no penúltimo parágrafo é risível e, parece ser, a única teoria própria que vc “conseguiu” extrair dessa obra rica em significados.

    Curto suas opiniões, mas dessa vez vc estava totalmente perdido em seus argumentos rasos =/

  • http://twitter.com/jacque_pacheco Jacque Pacheco

    O que me reocupa ao ler esse tipo de crítica é só o rótulo que aqueles que não se sentiram tocados ou mesmo instigados pelo filme podem receber.

  • Phelipe Vieira

    Crítica maravilhosa e coerente. Um dos melhores filmes do ano!

    Não entendo o que acham que esse filme tem cara de “Oscar”. Nada a ver, muuuuito pelo contrário.

  • Osmar de Siqueira

    Este foi o melhor filme que já vi, fiquei impressionado do começo ao fim.Pude notar passagens do Budismo, entendi algumas provocações filosóficas, Os dramas do crescimento dos garotos o sofrimento que a transformação nos causa. Um filme abrangente, profundo poético aciima de tudo provocativo ” Ele nos manda nao fazê coisas que ele faz”” , cada frase provoca um mar de sentimentos.

    • Leo

      Ah tá, conta outra! Aposto que não entendeu bulufas…Esse filme é uma merda! Joguei dinheiro fora…

  • Suely

    Eu fiquei esperando o filme ficar interessante…queria me empolgar com o enredo..mas, depois de mais de duas horas, não aconteceu. Na verdade, fiquei até o final pq eu esperava que algo fosse melhorar mas, infelizmente foi só piorando. O filme é chato, cansativo, tumultuado…coisa de gente que precisa é de num divã de psicanalista. Me arrependi da grana que gastei!!!

  • Luciana Nicoletti Martos

    Eu adoro reflexão, adoro interpretação tbem, pois cria debate com as opiniões diferenciadas das pessoas, e isso é muito bom para abrir a mente, mas infelizmente, no meu ponto de vista, Malick exagerou na loucura dele. Não dá para conversar sobre o filme, pois nem debate se cria com o que vi. O filme é longo demais, 15 min de história (mal contada) e 2h15m de imagens (imagens de descanso de tela de computador, isso sim). Que reflexão mais cansativa essa! Quando o filme acabou, a galera ria e aplaudia (ironizando).
    Eu sai do cinema muito decepcionada! E recomendo aos meus amigos: Não percam tempo assistindo esse filme!

  • Edgar Fischer

    Citando uma opinião postada anteriormente “A impressão que dá é que todo mundo vê o imperador desfilar pelado, mas finge que vê suntuosas vestimentas” eu acrescento: O alfaiate(Terrence Malick) que vendeu esta idéia ao Rei e seus suditos, fez sua cerreira, está rico e rindo de tudo isto, ele não deixa de ser um gênio!

    Mas tenho que admitir que a fotografia é linda

  • Adriano

    Os Smurfs é 1000 vezes melhor …. quase dormi na sessão e não entendí nda …

  • Diego Paiva

    Aqui em Manaus:

    – O filme não estreou;
    – Pelo visto nem vai;
    – O Cinemark só exibe filmes dublados.

    Terei de esperar pelo DVD, pois a coisa tá pior do que imaginam.

  • Jane Ramos

    Olha, sinceramente, já li muito sobre criação, santíssima trindade, universo, budismo, relação familiar, etc… etc.. e não entendi o que esse filme quis “ensinar” às pessoas.. me senti assistindo documentários do discovery, por horas “me cansei” de tentar entender esse filme enquanto ele rodava…aquela gurizada fazendo bobagens me pareceu um pátio de escola entediante.. e na boa, TODO MUNDO SABE que os pais são o exemplo dos filhos e enfluenciam diretamente na formação de uma criança.. e aqueles dinossauros??? era pra rir???? Se esse filme ganhar Oscar vai ser pelo mesmo motivo que o filme “guerra ao terror” ganhou: ou seja, sorte e não talento…se o filme queria inspirar as pessoas a pergutarem a si mesmas: de onde eu vim pra onde eu vou? poxa.. não precisava enrolar tanto e fazer a gente perder tempo… Bom.. pelo menos o Brad Pitt continua lindo! :-)

  • Chris Silva

    Não posso negar que a fotografia do filme é linda, mas foram os 140 minutos mais longos da minha vida! Nos últimos 30, a cada transição de cena flagrei meu cérebro gritando “acaba, acaba, acaba!”. A conexão entre as cenas é inexistente a ponto de nos perguntarmos se estamos vendo o filme certo. Aquelas sequências intermináveis de imagens da natureza podem ser belíssimas nos documentários e nas páginas da National Geographic, mas tornaram o filme excessivamente longo e ainda mais sem sentido. A cena dos dinossauros é – no mínimo – bizarra e ainda nos deixa com “vergonha alheia” por aquele 3D tão amador. O filme seria muito mais interessante e envolvente se as cenas da família tivessem tido tanto espaço quanto a descarga (de banheiro mesmo) de imagens aleatórias com cara de um “power point estendido do poema do filtro solar” (juro que cheguei a escutar a voz do Bial…).
    A atuação dos membros da família (especialmente das crianças e da Jessica Chastain) é primorosa e os momentos de afeto entre eles nos dá vontade de tirar o celular da bolsa e ligar para a mãe, mas essa história de não oferecer elementos que amarrem a narrativa, deixando tudo por conta do expectador nos faz sentir como se obrigados a ser auto-didatas mesmo pagando pelo professor (se é pra eu descobrir tudo sozinha, estou pagando pelo quê?).
    Além do alívio, o que senti foi uma imensa decepção! A sinopse DEFINITIVAMENTE não é fiel ao filme, na verdade ela é uma verdadeira propaganda enganosa.O comentário mais recorrente ao final da sessão foi “quero meu dinheiro de volta”, que na minha opinião poderia ser reembolsado pelo Sean Penn – com certeza ele nunca ganhou tanto dinheiro por não fazer nada!!!
    MINHA NOTA: 2

  • Giovanni

    Poético, ngm duvida! Otima trilha e fotografis, porém, n senti nada ao assisti-lo. Sem nexo, metido a filosofico e chato

  • Giovanni

    Ah, e para os espertos q n entenderam, o dinossauro n o comeu, pois estava em busca de caça, assistam discovery…

  • Leo

    Filme ridículo… somente pessoas que se acham “fora do comum” conseguem tirar algo dessa merda que me fez perder mais de duas horas do meu dia… na sessão que assisti, ao final desta porcaria, todos aplaudiram pelo fim do sofrimento de assistir a essa merda.

  • http://www.marcaum54.com Marcaum54

    Vou repitir a frase que escutei do senhor ao meu lado: “Acho que entender esse filme, deveria ter fumado 2 cigarros de maconha e 1 pedra de crack”… filme sem pé nem cabeça… se focasse só no drama da família, mas fica aquela lombra de ficar passando 1 trilão de imagens de constelações, e de fogo… quase vou pedir meu dinheiro de volta… e acho que a maioria da sala que estava sentiu o mesmo

  • Igor

    Siqueira, achei muito bacana a crítica. Concordo com a maioria das coisas e acho fantástica a característica do filme de se propor pouco “palpável” para ser preenchido por aquilo que é afetado no espectador pelo filme.
    Gostei muito também daquilo que para mim ficou muito forte ao longo principoalmente das imagens da criação e desenvolvimento do mundo: glória vs. graça.
    Só uma coisa me incomodou na sua crítica (e estou sendo um pouco chato com isso, pois sou psicólogo). O trio pai, mãe e Jack não são representantes de id ego e superego do protagonista, apesar de ser dali que os componentes psíquicos sejam formados. Talvez uma comparação interessante seja pai=prudência, mãe=paixão e Jack=homem, aquele que se vira nesse meio.
    Mas como eu disse antes, gostei do seu texto e do filme, que me deixou muito incomodado, no bom sentido.

  • renata

    Gostei muito, chorei e me emocionei demais.
    Acho que a proposta foi fazer um paralelo entre a criação/evolução do mundo -natureza- com a criaçao/evolução do nosso mundo interior -graça.
    A dor da perda de um filho é sem duvida a maior das dores que o filme explora mas a dor esta presente o tempo todo. as imagens da natureza para mim surgem como questionamento da beleza da vida. que mae pode dizer q a vida é bela depois de perder um filho?
    achei o maximo ele ser arquiteto, otima metafora tmb. fica claro q ele construiu grandes coisas mas q seu mundo interno nao acompanhou seu crescimento e ele precisa viver o luto de toda a sua historia e talvez ate da historia do mundo.

  • fabio melo

    a crítica é explendida, mas uma pena que o filme nao e capaz de transmitir todo esse conhecimento a plateia. nao é questao de dar mastigado, mas sim de decodficar o que o diretor quiz dizer. tentei muito ter as interpretacoes desejaveis p um filme filosofico, mas perdi muito, e a plateia mais ainda. como disse uma outra pessoa acima, parece uma masturbacao do proprio autor.
    mas o filme e bom, mas poderia ser melhor.

  • Sérgio Gramari

    SONOLENTO, até o funcionário que deveria ascender as luzes no final da sessão estava dormindo e demorou uns 5 minutos para faze-lo. Apelaram para a aprência comercial do Brad Pitt e Sean para atrair um publico “comum”.
    A intenção da história é muito boa, o conflito da educação paternal e maternal é show, a pedra de um filho ainda jovem também é muito interessante, mas o filme é sem sombra de dúvida SONOLENNNNNNTO…

  • Meg Santini

    O filme não é ruim, tem lá seu valor….mas muito longo, torna-se cansativo e na maioria do tempo muito desconectado….história e imagens ficam muito soltas…….isso cansa o público, torna o filme tipos Odisséia no espaço……Sean Penn fica realmente à margem, flutua ali, como ele mesmo disse, à deriva, até agora não se encontrou como personagem dentro do filme em questão…..

  • Aline Hondjakoff

    Após ler todos os comentários, apenas uma palavra vem a minha mente: Frustração. A mesma que veio em minha mente após ver a reação das 5 pessoas – além de mim – na sessão. Porém, sempre irei respeitar a visão de cada um a respeito do filme, mas não deixará de ser triste saber que muitos não absorveram as inúmeras metáforas deste filme estupendo.
    Entretanto, daqui a uns anos quando eu assistir este filme novamente, será uma experiência sem igual.
    Kierkegaard, o pai do existencialismo teria ficado feliz com tal obra prima.

  • Cerqueira

    O. PIOR. FILME. QUE. JÁ. ASSISTI. NA. MINHA VIDA.
    Esse filme dói, ele queima a retina.
    Foi doloroso assisti-lo até o fim, mas agora que já passou me sinto melhor como ser humano. Acho que agora sou capaz de aturar coisas que não aturava antes. Cresci como ser humano assistindo a esse filme. Mesmo que no ato eu quisesse dar um tiro na minha cabeça.

  • Sandra Miranda

    Filme instigante, até agora não consigo tirá-lo da cabeça, a princio confuso, depois encantamento, estupefação, sentimentos contraditórios, coração e mente em pulsação mis,fui com uma amiga e tentamos entender o simbolismo do filme, suas especulações filosóficas e existenciais,creio que conseguimos absorver muita coisa e esta MARAVILHOSA critica contribuiu demais para responder a algumas interrogações, algumas continuam.
    Em resumo eu amei o filme, a trilha sonora, a fotografia, a iluminação, as imagens fantásticas, as interpretações perfeitas do elenco, mereceu o premio de Cannes e é merecedor do oscar e de tds pr^mios mais. Agora concordo que uma minoria vai gostar e que vai ser assim ame ou odeie eu AMEI e vou ver de novo para analisar melhor e mais.

  • Thiago Joao

    SENSACIONAL O QUE FIZERAM. ESSE FILME É ARTE.

  • Stéphanie

    Ainda não vi o filme. Pretendo vê-lo.
    Só uma dica: colega, não é porque você não conseguiu entender o filme que ele não tenha sentido. A interpretação de qualquer coisa depende do seu arcabouço. Logo, vamos julgar um pouco menos e buscar compreender um pouco mais.

  • rose sarmento

    FILME MAIS DO QUE CHATO,HORRIVEL QUERO O MEU DINHEIRO DE VOLTA SE FOSSE PARA REFLETIR NÃO PRECISA ISSO. NÃO VOU BANCAR A INTELECTUAL SÓ ESTREGANDO MERDA DE CACHORRO NA PAREDE E UMAS BOLAS DE FOGO SAINDO NÃO SEI DE ONDE E OS INTEDIDOS ACHANDO FORA DE SERIE….SOCORRO!!!

  • Messias

    Concordo com a Stéphanie: colega, não é porque você não conseguiu entender o filme que ele não tenha sentido. A interpretação de qualquer coisa depende do seu arcabouço. Logo, vamos julgar um pouco menos e buscar compreender um pouco mais.

    Gostei mto,mas mto mesmo do filme, e sim, eu entendi,sim,eles fez sentido para mim. É um filme para ser sentido, uma obra magnífica, e acho que as pessoas daveriam julgar um pouco menos as outras, eu gostei e o filme fez mto sentido na minha opinião,e nem por isso sou um desses intelectuais metido a sabe tudo que msm nao entendendo nd fala que entendeu.
    Concordo com o que mtas pessoas que gostaram do filme falaram…

  • Luiza

    Um filme para poucos e bons !!! Sensacional !!! Se você não pode gastar duas horas e pouco de seu precioso tempo para pensar a respeito de nossa origem,criação e sentido da vida,além das relações familiares e humanas,por favor,não assista mesmo este magnífico filme,pois é muito para você.

  • Thiago Belfort

    Não há duvidas: vai demorar muito tempo até que se consiga fazer um filme tão ruim como esse! Chega a ser trash!
    Se não, vejamos ( e duvido que descordem mesmo os que amaram o filme:
    1. o filme é enfadonho, desesperadamente lento
    2. mal tem um começo, porque meio e fim inexistem! Nos dez minutos finais qualquer cena esquizofrênica dali poderia ser dada como a última sem que fizesse diferença alguma. Aquela sensação de:” acabou?” marca registrada da idiotice em tela .( aliás só soube que tinha acabado porque um funcionário abriu a porta da saída, o que iluminou a sala do cinema)
    3. cenas misturadas da elocubração da transe de uma maconha estragada. Nada a ver com nada ( ou alguém entendeu o que porra ele quiz dizer com um dinossauro pisando na cabeça de outro dinossauro?!!).
    4. reação da platéia.90% detestou, 5% não opinou porque estava entretidos com o facebook e o restante ou dormiu ou saiu antes do fim. E quem gostou???

    Dizer que isso foi uma masturbação cerebral é eufimismo, pra mim foi uma DIARREIA cerebral mesmo!!
    Mas tem aqueles que adoraram! Os que estão ganhando dinheiro com o filme os intelectóides que escrevem críticas e estão se divertindo com a sacanagem de recomendar esse filme!

  • Laine

    Definitivamente o pior filme que já assistir! Uma viagem psicodélica!

  • Clau

    Sinceramente, e me desculpem os que disseram isso, acho que dizer que não entendeu nada do filme ou que o filme é uma m..geral, é dar atestado de ignorância total pq, por mais que o autor tenha “viajado” no excesso de imagens e simbolismos, o filme é cheio de metáforas/mensagens facilmente compreensíveis sobre a existência humana, sobre vida, relações humanas e familiares, etc, que não precisa ser intelectual nem mesmo “metido a intelectual” para captar, basta SENTIR um pouco e “entrar no espírito” do filme. Claro, se vc vai esperando ação, aventura ou qquer coisa do gênero, vai se decepcionar..tem que ir sabendo que vai ver um filme “diferente”, que aborda questões filósofico/existencialistas, psicológicas, e por aí..Decididamente, não é um filme comercial e nem é para qualquer cabeça ou para qualquer coração, tem que estar preparado e saber SENTIR O FILME! Comentários anteriores mais a ver com o filme, na minha opinião, o do Igor (claro, psicólogo!), o da Renata (tbém chorei Renata, pq senti o filme, como vc) e o da Luiza ( q deu o recado!).

  • Ana Paula

    Tbm assisti ao filme e estou totalmente de acordo com a definição citada pela Tamiíres (mais acima). Talvez o filme faça sentido para o autor, mas para o publico ficou mto cansativo e “sem pé nem cabeça”.

  • Denis

    Achei um tanto vago/cansativo o filme, nós temos que pegar umas coisas no ar mesmo. O filme fez sentido p/ mim, porém as cenas sao muito desconectadas entre si e o papel de Sean Penn está literalmente à deriva, flutuando durante todo o filme
    “ALGUEM PODERIA EXPLICAR A PARTE DO DINOSSAURO QUE PISA NA CABEÇA DO OUTRO?” Aquele outro que aparece fora d’agua eu dei uma viajada e consegui engolir

  • valdecir Luiz Cordeiro

    Ótimo…

  • Leandro Padilha

    Uma verdadeira obra de arte! Epifania e catarse ao mesmo tempo!

  • Raquel

    O que esperar de um filme com tantas críticas negativas inclusive por parte dos atores? O próprio Sean Penn não concordou com a forma como o diretor fez o filme.

  • A essência em vez da aparência!

    O difícil para alguns “amantes” de filme é: Não conseguir tirar a essência do filme! O público está acostumado com Harry Potter, Transformers e Lanterna Verde cujos enredos estão prontinhos, basta você engolir (nem precisa digerir e muito menos pensar).

    Árvore da Vida é excelente (naquilo que propõe), claro, é necessário um grau a mais de Quociente intelectual e dois graus a mais de Quociente emocional para digerir e entender o filme, aposto que essas pessoas entenderam, emocionaram-se e refletiram sobre tudo que a vida oferece e no mesmo tempo nos tira.

    O Filme definitivamente é filosófico, se você levou a filosofia a sério no Ensino Médio, sem dúvidas você entenderá mais facilmente o filme, as reflexões que o filme propõe não é para qualquer um, isso explica porque tantas pessoas abandonam a seção sem nem entender e muito menos procurar entender o filme.

    O que as pessoas querem? Filmes o mais surrealista possível, que jamais procure refletir a vida como ela é e muito menos abrir as portas do nosso cérebro para o universo de perguntas que podem ser feitas em relação a vida. As pessoas querem filmes mastigados, triturados, digeridos e se possível já defecados, filmes que você não precisa entender e muito menos pensar!

    E é assim que a sociedade vai se tornando mais individualista, egoísta e egocentrista, e é por isso que estamos pagando o preço com violência, mortes, desastres, tragédias, isso só tende a piorar!

  • Bruno

    Filme de merda.

  • Aline

    Alguns filmes exigem mais entendimento, e às vezes nossa capacidade intelectual nos limita.

  • http://cinenu.blogspot.com/ Eduardo

    É presciso ser muito tosco para dar 10 para esse filme. O filme é graficamente perfeito, de fato, mas a historia é confusa, arrastada e em partes desnecessárias.
    Para min dar 10 para esse filme, é seguir as tendencias( nao vou dar nota para filme cult, se nao eu nao sou cult) e tentar bancar de pseudointelectual

    Mas estamos falando do siqueira ne…..

    ps. siqueira assiste filme EM SILENCIO POR FAVOR qnd vi planeta dos macacos, faltei pedir para vcs calar a boca( vc e o jurandir estavam exatamente nas cadeiras atras de min)

  • Horrivel

    B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A, B-O-S-T-A,

  • Marcio T.

    Realmente trata-se de uma MERDA !
    Estelionato cultural !!!
    A cena dos dinossauros resume o filme. LASTIMÁVEL !!
    O que me impressiona é que existam críticas favoráveis a essa MERDA.
    Bando de intelectuais medíocres, bossais, que tratam o público como idiota !!!
    DEUS ME LIVRE !!! Essa é a lição desta merda.

  • http://gravatar.com Patrícia

    pense, pensei, RESUMINDO/;;;??? trata-se de um embate sobre religião no qual o autor deixa claro,o objetivo (que eh influenciar) pessoas principalmente leigas sobre teologia e filosofia ,com o espiritismo. e o sarcasmo do cristão, pensamos teologia começar com big ban?? sem chance… enfim, o ponto alvo é a influencia ao espiritismo ( que pode ate estar em off) para alguns…mas bem claro para os que possuem um bom discernimento….qto aos leigos totais creio que nao tenha influencia, ate mesmo por nao entenderem… é interessante pesquisar bem as fontes das sinospes, os conhecimentos dos mesmos que escrevem e formar sua propria opiniões mas num bom embasamento teologico cuidado!!!com influencias… um bom conhecimento sobre teologia, é essencial para discernir esse filme.

  • gisele

    mto ruim

  • Jose De Oliveira

    O filme parece uma proteção de tela!!!!!!!!!Muito chato!!!!!

  • Jose De Oliveira

    Alguem me conta o final do filme!!!Nao aguentei esperar!!!!

    • i

      No final do filme, você percebe qe perdeu 2 horas e 12 minutos de vida e nada acontece…

  • Natália

    O que me incomodou bastante nesse filme foi a curtíssima duração dos takes. Acho que isso que o faz tão enfadonho.. (e que o Odisseia no Eapaço nao tem). Tantos cortes torna a experiencia inconscientemente angustiante, pelo menos pra mim.

  • Gustavo Maia

    Po, isso é um filme feito pra críticos. Não é nem aqueles filmes que se abstem de serem comerciais para tratar mais do lado artistico.
    Esse filme foi feito para os críticos gostarem.
    Eu, que sou fã de cionema e aguento quase qualquer película até o fim… não me aguentei com A Arvore da Vida. Dormi no meio, quando apareceram uns dinossauros que eu não faço idéia de porque estavam lá.

    As falas são quase todas 100% sussurradas. Se algm falasse algo baixinho no meu ouvido depois do filme, acho que eu entrava em parafuso.
    Ele é muito longo. Muito lento. Acho que é daquelas obras clássicas, que daqui uns 20 anos estarão escrevendo livros sobre a interpretação disso.
    Como Dom Quixote. Eu não consegui ler inteiro, é enfadonho de grande e complexo e etc. Mas um clássico. Os críticos adoram.

  • Davi

    Thiago, acabei de ver o filme e fui procurar as críticas sobre este. De todas as que li a sua foi para mim a melhor. Seu poder de observação e interpretação são muito bons, porem discordo apenas em um ponto. Em minha opinião, a trindade Pai, Filho e Espiroto Santo é formada respectivamente pelo Pai de Jack, por seu irmão e por sua mãe. Entendo Jack como sendo a representação da natureza humana em meio a trindade. Vejo desta forma devido ás atitudes do irmão. O irmão não o acusa de nada, confia nele piamente e perdoa quado Jack comete um erro, mas o perdão só vem após o conhecimento do erro. Além disto o irmão morre bem jovem.

  • Alisson

    O filme não passa de um monte de imagens escolhidas aleatoriamente e colocadas uma atrás da outra, não entendi absolutamente nada. Esse filme é uma perda de tempo total, não assistam, não vale 50 centavos esse lixo.

  • http://www.cafecult.com.br Fabrício

    A análise do filme está muito interessante, parabéns pelo texto.

    Apesar disso, eu esperava muito mais deste filme, visto alguns comentários de conhecidos que assistiram e supostamente adoraram.

    O roteiro tenta ser profundo, mesclando um simples drama familiar com a origem e a evolução do planeta, mas na minha opinião é superficial. Percebemos facilmente a função de cada personagem, de forma até caricata: o pai autoritário, a mãe protetora, filhos problemáticos por causa da repressão, a morte de um deles e a tentativa de superação por cada um dos membros.

    A família nos seus momentos felizes é também extremamente caricata: crianças num belo jardim correndo do pai, que joga água em cada um deles, a mãe feliz acompanhando tudo de perto, enfim, tudo tão perfeito como uma propaganda de margarina e se repete por vezes e mais vezes.

    A trilha sonora mesclada com imagens do planeta em 3d tenta tornar tudo grandioso demais, mas é cansativo, repetitivo e embora não assuma totalmente, chega a ser religiosamente implícito. Fora isso, toda ligação da formação familiar com elementos religiosos ou simbólicos é especulação, e servem pra enriquecer o filme fora da sala de cinema, mas não se apresentam de forma conclusiva no filme em si.

    Em alguns momentos o filme tem imagens dispensáveis, como os dinossauros andando pelo planeta, por exemplo. Seria um documentário banal do canal National Geographic?

    Se o filme foge dos padrões comerciais norte-americanos? Isso é claro, mas também acredito que deveria ser uma obrigação com relação aos filmes que assistimos e consequentemente dedicamos nossa atenção.

    Mas somente isso não é mérito para que se receba elogios.

    O filme deveria ser colocado ao lado de filmes que também fogem do padrão e analisado, de forma comparativa ou não, como por exemplo ao também recente Melancholia, do Lars Von Trier, que explora personagens e história de uma forma única e muito profunda.

  • Arthur

    Pra mim o filme se resumiu em VULCÃO – GIRASSOL – ONDAS – ETC,
    na minha opinião faltou história, faltou atuação, faltou embasamento.
    minha critica seria Lixo
    não considero isso uma arte, e não gostei do filme, mas cada um na sua.

  • Elias Stein

    Quem não ler o “Livro de Jó” não vai entender o filme.

  • Fernando

    A música é maravilhosa, o filme é um dos piores e mais chatos que já vim na vida.

  • ANGELO

    Algumas pessoas esquecem que ” a arvore da vida” é cinema. Filme com fotografia belíssima, onde cada enquadramento fala por si. A trilha sonora por sua vez complementa a “sinfonia” de cores e luzes. Filme fala de uma familia de uma cidade pequena, onde o pai repressor e mae amorosa tentam educar os tres filhos. Após a morte de um deles, esse equilibrio conservador é quebrado e a busca interna por respostas a morte vem em cena atraves de imagens de visual onirico.

  • Rildo

    Baixei esse “filme” na internet e acabei de deletá-lo , após 25 minutos. Esse cineasta merece sim um oscar : O da falta do que fazer . Sugiro a quem sofre de insônia crônica : eis aí uma oportunidade de ouro para curá-la. Dormirás como um bebê.

    • Marcelo

      Porra. Com certeza esse diretor/escritor não tinha mais o que fazer.

  • dKscorpion

    A todos os pseudo-intelectuais que aconselham a ninguem ver este filme… Tudo o que é considerado “arte” tem uma mensagem… Se virem no telejornal um reporter a ser filmado com pessoas a passar por trás não passa disso mesmo, mas num filme, essas pessoas que estão a passar foram postas lá por algum motivo, ou seja, tudo o que vemos num filme, cada pormenor foi colocado lá por alguma razão, tal como na musica, ou numa pintura, resta-nos a nós desvendar o puzzle e tentar decifrar a mensagem. Tal como 2001 ou Mulholland Drive entre muitos mais, tudo tem sentido. Tudo tem vida, tudo tem significado, tudo tem sentimento, só precisamos de nos entregar totalmente à obra, seja ela musical, teatro, cinema etc. (exemplo: quantos de nós não achou as musicas romanticas lamechas mas quando estamos apaixonados ou mal de amores parece que elas todas são escritas para nós?) Pode haver 1001 criticas negativas a um filme, mas se houver uma critica positiva, normalmente essa pessoa está certa, pois certamente todos os outros ainda não chegaram lá nem descodificaram a mensagem…
    Opinião pessoal… A primeira vez que vi o filme estava com todas as expectativas no topo… adorei o filme, mas de facto tornou-se muito lento na sala de cinema, muito parado… passado 2 horas… achei que era pouco ou no fim não tenha tido aquele impacto desejado, até que cheguei a casa e aos poucos o filme começou a bater-me até começar a ficar sem palavras, surpreso porque sempre esperei sentir o impacto no momentos finais do filme e nunca depois, de facto é um monumento gigante que faz com que o cerebro entre em parafuso com tantas questões existenciais e sentimentos… Acredito que quem já perdeu pai, mãe, irmão ou um filho irá entender o filme, pois retrata na perfeição o que se sente quando isso nos acontece (o momento em que brad pitt recebe o telefonema da morte do filho é fenomenal, por mais barulho que um avião faça, naquele momento tudo muda, uma bomba de sentimentos). Hoje ao ter o filme em casa já o vi uma dezena de vezes e a cada vez que o vejo sinto que aquelas 2 longas horas passam como se fosse apenas 30 minutos, e a cada vez que o vejo há sempre uma descoberta nova, tal como the fountain, 2001, Mulholland Drive etc… portanto… se os pseudo-intelectuais que vejo aqui pensam que este filme é uma me”#$… obrigado por me fazerem sentir especial, nem sabem o que perdem. Filmes de culto tem um desafio, se não percebem não desistam e procurem entender. Já fiz isso com dezenas de filmes e acabo sempre por chegar lá, e o prémio pelo esforço vale muito mais do que possam imaginar, é isso que define um filme de culto, mostrar uma nova ideia nunca antes pensada por nós. 😉

  • Adriano

    Uma das melhores críticas que já li.

  • Jonatas

    Sicas kraaaaaa me arrepiei tdo com sua critica vei.putz q cabeçaaaaaa emmmmm.olha q sou analitico cmo vc, mas vc foi ao cumulo ehehe, parabens meu vei.filme poderoso e concerteza creio q o Terrence n qis passar um filme entendivel e sim um filme reflexivo sobre a vida.E como vc retratou, qal aventura n é mais interesssante do q a Vida? n e?!
    enfim, creio q Heathen Ledger ia ser perfeito cmo Brad Pitt foi no filme.espero q seja indicado ao Oscar

  • Ana Maria

    Acho que a árvore da vida é um filme sobre a morte, sobre a impermanência, sobre a fragilidade do ser humano e a sua insignificância diante do universo. Ninguém gosta deste assunto, não costumamos levar a sério a idéia de que não estaremos aqui qualquer dia desses…E ao mesmo tempo, este é um filme sobre a vida, sobre a beleza e a maravilha de viver. E disto todos nós gostamos…Tem gente que procura o sentido da vida e tem gente que não procura, ou por que já encontrou ou por que acha que isto não existe…são tantas as opiniões e tantas as formas de vivenciar nossa existência..acreditando em Deus, não acreditando em Deus, acreditando em muitos Deuses…Então, este filme é uma experiência absolutamente pessoal, sempre haverá quem gostará muito, sempre haverá quem deteste, sempre haverá quem não entenderá coisa alguma, e não acho que seja por maior ou menor nível de cultura ou de informação, mas pelo estágio emocional de cada um…é um filme para ser sentido, não dá para entender…como a vida, como a morte.

  • leonne

    Realmente esse filme é dificil entender, mas como disse alguem aqui, é mais para sentir do que entender. Podemos captar as coisas com o nosso mental e com a intuição, acredito eu que esse filme tem muito a dizer, mas confesso que nao consegui captar tanta coisa tmb. Assisti aqui em casa mesmo, mas a legenda era de portugues de portugal, vou baixar uma em portugues brasileiro.
    Acredito que a grande sacada do autor foi essa de nao conseguirmos compreender o filme só com a mente em ação, se ficarmos receptivos a um nivel mais espiritual (intuitivo), acredito que possamos captar mais.
    Digo isso baseado no que senti vendo o filme, pq axei genial, confuso, esclarecedor ou nao, tudo ao mesmo tempo. Aquele tipo de sensação que nao podemos explicar, mas que fica incrustado em nós.
    Acredito que merece ser visto e revisto em diferentes momentos, pois talvez possamos captar diferentes coisas por estarmos em diferentes pontos de vista.

  • luciani maciel

    concordo que o filme é longo e algumas cenas são cansativas. Mas é inegavel a reflexo da vida diante de tanta beleza e questionamentos, pensei muito nos meus pais, irmãos e minha failha que mora longe. e nas distancia que algumas vezes se encontam entre as pessoas que mesmo que morem na mesma casa. E nas despedidas da vida ue são inevitaveis! Filme maravilhoso que me fez e que ainda vai me dar muito em que pensar no futuro de acordo com os acontecimentos que estão por vir.

  • http://www.calcinhasnobox.blogspot.com cruela

    Achei uma bosta… chato, longo e sem sentido nenhum. Tá na hora de parar de bater palma só pq o nego está fazendo “cine arte”. Na minha opinião. sempre que alguém diz que o filme é profundo e bla bla bla, quer dizer que ele não entendeu.

    • ALi

      Que desgraça de nome é esse? Não entendeu nada sobre o filme, essa jumenta. Assim como vários outros aqui: Falam mal do filme por não entender, nem a narrativa, nem as mensagens, nem mesmo a estória em si. Melhor assistirem os Mercenários ou Crepúsculo que é mais o nível de vocês…

  • I

    Sobre o filme: gostei mais da sinopse…
    Parabéns ao autor! Agora fez um pouco mais de sentido…
    Esperava muito e me decepcionei… Mas respeito à opinião de quem gostou!

  • http://www.ludgeroadvogado.com.br francisco ludgero

    Amigos. O filme a Árvore da Vida coloca em xeque a existência de Deus. Retira de Deus a criação do universo e de tudo que nele há. O Pai não é um ditador, não é um Ser amargurado, terrível, pelo contrário, é bom, amável, querido, respeitador, Ele é Deus. O filme realça a falta de fé de Brad Pitt em Deus. Nada mais. O filme tenta levar as pessoas a desacreditar de Deus e a acreditar que vale tudo. No filme são usadas imagens iluminattis que não representar Deus mas sim os ateus, o mal e seus seguidores. Aparecem o deserto, a noiva, a dúvida, a morte, o encontro com quem morreu, o big bang, o amor é distorcido, o poder de Deus é distorcido. A verdade é distorcida. Há símbolos que atacam a Deus, a fé, as boas obras, o bem e a vida eterna. O filme é terrível e busca mostrar que Deus nunca está presente, que Ele é mau, que mata, que faz as pessoas sofrerem, perderem o emprego, mesmo quem paga o dízimo na igreja. O filme confunde a fé com a incredulidade. Não há nada de religioso no filme, apenas do mal.

    • fernander

      Ola Francisco.
      Sou alguem temente a Deus e à Biblia. Mas nao vejo dessa forma o filme, pois so pelo fato do autor colocar em evidencia a Biblia, demonstra que tem respeito pela palavra de Deus ou que esta merece crédito, o que é muito dificil para a maioria das pessoas e principalmente por aqueles que estao em evidencia na midia.
      O filme mostra seres humanos cheios de duvidas e odio, mas no final do fime eu entendi que o autor quis nos mostrar que todas as dores do mundo (ou a proposta de Deus para o homem) teem um proposito e um sentido maior que é nos tornar pessoas ou espiritos melhores e com anseios morais mais elevados. Quando a carne se vai (que é a situacao que entendi no fim do filme, qdo os personagens se encontram na praia) o que fica é um espirito nu em suas mazelas, miserias ou doçuras contruidas durante a nossa vida carnal. Acho que apesar das duvidas que o filme suscita, ele nos deixa a mensagem que a vida tem um proposito bom, apesar de todo o amargor que ela nos obriga a experimentar.
      Assim como o pai do filme (brad pitt) era duro com seus filhos mas tinha amor a eles, assim é tambem Deus para com o homem. Assim como Jó, Adão e Eva, Caim, entre outros, tinham duvidas com relação ao amor de Deus para com o homem, assim é com a maioria de nos. O filme nos deixa em confronto direto com a sinceridade do nosso amor a Deus.

  • Thiago

    Não gostei do filme, não me prendeu…
    Concordo que o filme tenha um propósito muito bonito, muito artistico também.
    Imagens muito fodas, bem bonitas mesmo.
    A menssagem que ele passa da família é bem realista… Divertida, triste

    Mas, acho que para um filme direcionado ao público em geral, essa menssagem foi passada de um jeito errado… Sem uma narrativa que poderia prender o público e assim mesmo, passar a mesma menssagem… De que, pelo que eu entendi, na vida nem tudo são flores e é assim que a vida é, desde sempre(dinossauros, etc), resumindo bem hehe.

    Acho que esse filme é aquele tipo de poema muito bom e ao mesmo tempo “confuso” que só com ajuda de alguém “especializado na área para repassar o significado.

    Como disse, não é um filme para o público em geral.

  • André Coutinho

    Não vou ficar tentando ser político com quem gostou do filme, até porque as opiniões aqui postadas são completamente pessoais, assim como a minha e mesmo a do crítico em questão. Filme completamente desnecessário. “Cochilei” em diversos pontos e sinceramente isso não me afetou como afetaria em outros longas, pois senti que não fazia nenhuma diferença para a narrativa. Óbivia (e equivocada) comparação com 2001. Se “Cannes” gostou, não é problema meu. Não me atenho muito a premiações e sim a histórias. Não consegui enxergar o que o Sicas enchergou, e sinceramente, achei muito forçada toda essa elocubração mental para chegar a crítica acima, mas enfim. Sr. Malick fazendo filme para ele mesmo. Duvido muito que os atores,ao ver o longa editado tenham entendido o que o diretor tentou passar. Deus me livre uma versão extendida!!! Não bastam 2h e 18 minutos de tortura visual? Gostaria de entender por que tudo que vem desse senhor (T. Malick) tem que ser bom, genial? Na minha opinião (redundâncias a parte) não é que seja um filme para qualquer público, mas um filme para público nenhum.

  • http://cemoutros.tumblr.com Artur Castilho

    Ótimo pra quem sofre de insônia

    • leandro

      Deveriam mudar o nome do filme para a “Árvore da Insônia” ..

      Eu gosto de filmes assim… que nos fazem pensar e refletir; que terminamos de ver e ficamos ainda sem saber o que vimos…

      Porém acho que o filme foi muito vago, a fotografia é excelente, mas abusou disso… Existem poucos diálogos no longa e a sequência de imagens sem fala… dá um sono danado!

      Eu dou uma nota 7 pro filme, mas não vou assistir denovo.
      E se não fosse o elenco de estrelas, o filme passaria desapercebido.

      Abs

  • Lu

    Antes de assistir ao filme, já tinha lido todas as críticas.
    Acredito que entendi o filme em sua essência, o surgimento da vida, o questionamento da intervenção divina nesta criação (abordado de uma forma que me lembrou um pouco os documentários de Stephen Hawking), o questionamento permanente que fazemos sobre Deus em nossas vidas, em nosso mundo, diante de tantos acontecimentos catastróficos.
    E diante disto, aceitar.
    Porém a minha decepção foi chegar ao final sem a catarse.
    Se faz uma longa reflexão durante o filme ( e aí mais uma vez é algo muito pessoal e interpretativo de cada um), porém não se chega a purificação, somente uma extensão reflexiva sem fim.

  • Wendy

    E também houve cenas em que o menino apresentou complexo de édipo, um amor excessivo por sua mãe e via o pai como uma pessoa que não deveria estar ali, atrapalhando suas vidas e que não merecia ela. Inclusive teve uma cena que ele disse: “Ela ama mais a mim” (mais ou menos isso), para seu pai.

    É um filme muito interessante.

  • cassio

    Me desculpem os entendidos, mas quem fez esse filme merecia CADEIA, é horrivel. Cinema tem que ser divertido e nao chato.

  • Franciel

    filme horrivel…e tem gente que se acha intelectual pra faser ondinha de que entendeu o filme e tals…eu praticamente entendi…mas isso não deixa de ser horrivel…quando o filme começa voce ja está com sono depois de 40 min de national geographi….pessimo

  • Nazareno Santos

    Será que a massa, quer realmente este tipinho. Lamentável, lamentável!!!

  • http://www.supra-sumo.org Mário Yanase

    Sinceramente, fui com a mente aberta, pronto para gostar do filme, mas não deu.

    Se há uma interpretação razoável do filme, seria a de que tudo o que se passou na tela foi uma viagem ao interior do personagem, mostrando os conflitos e perguntas com as quais ele, enquanto ser humano, tinha de conviver. E isso foi pretensão demais.

    O filme tentou, de maneira rasa, explorar algo profundo no expectador, mas falhou miseravelmente. No fim, criou questões absurdas, cujas respostas não seriam encontradas em nada do que foi apresentado no filme.

    Filme terrível.

  • keite albino

    eu não entendi muito bem o filme, talvez por não ser filósofa ou algo do tipo, mais respeito a moral que ele quer passar principalmente a moral piscicológica pelo qual eu entendi o pai era muito austero talvez pelo fato do pai dele ter sido pior com ele não sei, a mãe por outro lado se mostra muito passiva pois assistindo ao filme me perguntei porque ela não deixava o personagem do Brad pitt, isso causou um problema no personagem do sean penn pois desde pequeno ele não sabia se amava ou odiava o pai, enquanto a fotógrafia o filme é belíssimo vai ser uma boa briga entre ele e melancolia no oscar se forem indicados. no entanto as passagens mais simbólicas como aquelas passagens dos canions ou aquela da praia não entendi patavinas fiquei voando. mais o filme é belo visualmente e mostra uma boa tuação dos atores até do sean penn que mesmo não falando nada marca presença.

  • http://@mmsyanni Marcelo Mendes da Silva

    Comentário um pouco atrasado, mas vamos lá!
    Acho difícil comentar “A Árvore da Vida”, mas não posso negar que é um filme que nos faz refletir. Será que não sou capaz de identificar uma obra prima? Ou será que, o que eu vejo, não precisa ser necessariamente o que os outros vêem? Sem Dúvida, tanto o filme como a crítica do Sicas, são excelentes, porém não acho que verei esse filme novamente, não porque não tenha gostado, mas porque acho que consegui absorver para mim o que realmente me serviria como expectador, como ser humano e como autocrítico. Não tenho a metade do conhecimento que o Sicas tem, porém não achei o filme uma trama cinematográfica como a grande maioria, que te leva a querer revê-lo como um entretenimento, mas sim como uma aula de filosofia da qual cada aluno absorve um aprendizado diferente.
    É como ir ao Louvre, olhar para a Monalisa e não ver nada de extraordinário a não ser uma mulher com feições estranhas e as mãos sobrepostas, enquanto outro olha a obra e vê a mais espetacular mulher que os seus olhos poderiam ver ilustrada numa tela. Cada pessoa vai captar algo diferente e entender o que o autor quis mostrar de uma forma diferente, e a partir daí uns vão achar uma maravilha e outros, uma perca de tempo como vemos nos comentários anteriores. De qualquer forma, acredito que Terrence tenha feito algo em que acredita, e isso torna a sua obra espetacular, e com certeza nenhum de nós conseguiremos entender 100% do que ele realmente quis dizer, porque não é necessário, porém o que entendemos nos faz acreditarmos que a vida tem dois caminhos e cabe a nós mesmos escolhermos qual deles seguir.

  • Anderson

    Sabem aquela historia do rei nú? que ele encomendou uma roupa com tecido magico que só os inteligentes podiam ver… esse filme é o caso em que só os inteligentes podem achar que é bom, na minha opinião foi assim, vamos fazer um filme bem louco totalmente sem sentido, colocamos o brad pitt e vamos arrecadar milhões, sinceramente pessoal, a gente não vai para o cinema para ver poesia filmada, quem quer ver poesia compra um livro!!!, as pessoas vão ao cinema para se entreter e diversão. Os críticos que acham este filme ótimo são os mesmos que desceram o pau em avatar que é o filme de maior bilheteria da história, claro né, é que eles são inteligentes e nós somos burros…

  • eu

    Teria sido melhor ver o filme do Pelé

  • Fabricio

    Odeio pseudo intelectuais. Esse filme é uma merda, muito ruim. Existem muitos filmes populares que nos fazem refletir mais que esse lixo, como por exemplo “Um sonho de liberdade”, já que se tratando de reflexão existencialista ainda não tive a oportunidade de ver algo que realmente me fizesse sentir algo a mais.
    Para quem se gaba só porque viu o filme 2001 uma odisséia no espaço e dizem que isso sim é obra-prima, saibam que é apenas outra merda, pois os livros são mais completos e não deixam perguntas sem respostas como no filme, culminando em uma resposta ridícula no último livro (Sim existem continuações). Um filme que já passou muito na sessão da tarde e que me fez pensar um pouco mais nessa origem da vida e nos mistérios que nos envolvem foi “Contato” com Jodie Foster. Se não assistiram, assistam e vejam o que acham.

  • Alex

    Este filme me causou sono na 1a vez que assisti (risos) mas fui até o final e assisti uma segunda vez (desta vez com o ponto de vista de quem ja tinha ido ate o final) e fiquei simplesmente chocado com a quantidade de informacao e sentimento que esse filme entrega. Ainda estou traumatizado com a tristeza que ele passa e com a overdose de sentimentos que consegue impor a quem assiste. Ele nos devolve uma forma de ver a vida e o mundo que nos é tirada pelo amadurecimento. Recomendadíssimo.

  • João Bosco de Melo

    Excelente. Fiquei boquiaberto de ver filme tão belo, tão profundo. A atriz Jessica Chastain e os atore Brad Pitt e Sean Penn, além dos mirins dão aulas de interpretações, onde as palavras são apenas acasos textuais, pois as emoções afloram, através dos gestos e expressões. A fotografia nos remetem a uma infância, através dos nossos sonhos, de lembranças não distinguidas, de desejos não vividos. Realmente a imagem do Pai Maior nos lembra o amor que nos fascina e nos aterroriza, em contraponto à imagem da Mãe Santíssima que vela carinhosamente pelos nossos possíveis tropeços. A amargura de Sean Penn nos remetem à dura realidade, feitas de desencantos. Perfeito! Bravo! Bravo! Bravo!

  • Thiago Xavier

    Sério que o filme é tudo isso? Até agora não sei como o irmão dele morreu. Aliás, não sei nem qual irmão morreu!!

    • Jonas

      O irmão que morreu é aquele que tem maior destaque no filme, ao lado do jack… que toca (muito bem) violou, e o perdoa, num determinado momento do filme… posso estar enganado, mas pelo fato do menino ter morrido aos 19, e a mãe ser notificada por carta, suponho que o menino tenha morrido na guerra (o pai dele era militar)…

      • Jonas

        corrigindo: o irmão que morre é o que toca violão.

  • MMie

    Não sou cineasta, nem ator , muito menos intelectual. Mas eu fiquei simplismente em abismado com a profundidade com a qual o filme consegue penetrar nos nossos conceitos sobre a vida e seu significado. Eu estou extasiado com tamanha obra prima, é uma pena mesmo que poucas pessoas consigam sentir isso. Minha mãe e minha prima enquanto eu assistia o filme, passavam pela sala e falavam “Que filme tosco.. bobo..” :/

  • Jonas

    Bom, gostei da critica, e o filme é muito profundo sim, muito bonito!

    Contudo, pra ver e gostar, é necessário ter uma noção, antes, de como o filme é, e do que ele fala… acho que quem vai ver unica e exclusivamente pelo pézinho bonitinho no banner tende a se decepcionar mesmo…

    mas o filme é ótimo, é diferente, mas é fantástico!

  • Leiliane Simeão Duque

    Olha esperei meses para assistir este filme. Não me considero uma pessoa de mente fechada nem para religião, nem pela parte filosófica. Foi frustrante; porque me senti sem em uma história para seguir. Esse filme se perde divagando numa história que poderia ter sido bem contada em no máximo 30 minutos…. Confesso que terminei achando que ñ tinha entendido NADA. Até vir para a internet pesquisar críticas sobre o filme.
    O filme é complexo e ñ deixa pistas, e durante um bom tempo do filme é vc com imagens e sons…. para no fim se ver o que o filme mostra nos primeiros 10 minutos. Uma mãe recebendo a noticia da morte de um filho que ñ se mostra e não se sabe como morreu. Um pai opressor e frustrado. Um filho revoltado… o resto do filme pra mim ñ foi conclusivo.

  • jose joao

    muito bom

  • Andson Gomes

    Filme sem pé nem cabeça, sem conclusão… uma merda. Só as belas imagens compensam passar duas horas assistindo essa droga.

  • marcio passos ferreira

    nem pense em assistir ruim demais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Diego Carvalho

    Peço desculpas para quem gostou, mas quanta paciência é preciso para assistir esse filme longo e chato… Eu diria que muita, muita paciência. Apesar de ter algumas cenas emocionantes, proporcionar boas reflexões, uma trilha sonora agradável e ter uma peculiar fotografia repleta de belas cenas, é muito pouco já que uma das magias do cinema é saber transmitir para os espectadores a emoção desejada pelo diretor e para isso não bastam lindas imagens. Terrence Malick quis se inspirar em Stanley Kubrick com sua obra “2001: Uma Odisséia no espaço”, mas faltou muito para isso.

    Minha crítica não é por não entender o que é mostrado, longe disso… percebi boa parte da idéia do diretor e todas as questões existencialistas presentes no filme. A evolução do ser humano, a existência de um Deus, as escolhas que precisam ser tomadas, o complexo de édipo, as diferenças entre pessoas, o amar e o ódio, crenças e descrenças, pecado e redenção, felicidade e tristeza, etc …

    Mas para fazer isso, não é preciso ser chato. Não é atoa que em boa parte dos cinemas metade da platéia ia embora antes do fim e outros tantos sofreram até o final e pouco compreenderam. Lutei para não desligar a tv antes da hora, e fiquei feliz quando terminou. Colocam Brad Pitt e Sean Penn para chamar o povão e depois esquecem deles e buscam uma complexidade feita só para agradar aos críticos pseudo-intelectuais… no final das contas eu acho que esse filme é mais uma satisfação pessoal do próprio diretor, algo que ele queria fazer para somente ele se divertir.

    O mais absurdo é a quantidade de cenas soltas e o intuito de preencher as lacunas existentes com as experiências pessoais de cada um que assistiu a película. Aí alguns dizem que é um filme para SENTIR, todos os filmes são e infelizmente alguns apelam para isso com imagens, filosofia, efeitos e Brad Pitt.

    Quem sabe em alguns anos será um daqueles filmes que serão mostrados em aulas de colégios ou faculdades e que o professor irá adorar e passar para os alunos realizarem uma resenha valendo nota. Antecipo então tal situação… caso seu professor realmente passe isso, elogie bastante, destaque a fotografia e trilha sonora (realmente são bons), busque algumas coisas sobre origem das espécies e questões religiosas, destaque o turbulento momento histórico dos anos 50 nos Estados Unidos, aprendizado, alegrias e tristezas e finja que gostou do filme. Te garanto que você irá tirar uma nota 10 em seu trabalho, para um filme no máximo nota 6.

  • Paulo

    Decepcionante.

  • samantha se sousa ferreira

    loucas eu amei.