Críticas   sábado, 18 de dezembro de 2010

Tron – O Legado (2012): trilha sonora de Daft Punk vale o ingresso

Vinte e oito anos após o lançamento do primeiro filme, esta continuação atualiza os conceitos vanguardistas mostrados no original e aprofunda a mitologia da franquia. Embora longe da perfeição, o espetáculo visual e seus interessantes temas devem agradar aos fãs da velha guarda e aos novatos neste universo.

Quando “Tron – Uma Odisseia Eletrônica” foi lançado, no hoje longínquo ano de 1982, o filme foi um fracasso do ponto de vista comercial. No entanto, a obra quebrou a barreira do cinema, influenciando não só cineastas, mas toda uma geração de programadores e estudantes de informática, se tornando um filme cult no meio nerd.  Assim, faz sentido que a continuação do longa saia 28 anos depois do lançamento do original, considerando que aqueles que foram tocados pelo universo digital do longa estejam em uma idade adequada como mercado consumidor e formadores de opinião.

Dito isso, este “Tron – O Legado” não se trata de um remake ou de uma sequência genérica, e é palpável a paixão dos envolvidos em relação ao projeto. Produzido pelo criador da franquia, Steven Lisberger, o longa evolui e atualiza os temas mostrados na primeira fita, dialogando diretamente com o trabalho daqueles que foram influenciados pelo primeiro filme, dando mais significado ao “Legado” do título.

Roteirizado por Edward Kitsis e Adam Horowitz (egressos da série de TV “Lost”), a trama tem como protagonista Sam Flynn (Garrett Hedlund), filho de Kevin Flynn (Jeff Bridges), herói da fita anterior. Apesar de dotado do mesmo espírito rebelde que Flynn, Sam cresceu sem a presença de seu pai, que desapareceu misteriosamente quando ele tinha apenas sete anos. Certo dia, Sam recebe a visita de Alan (Bruce Boxleitner), velho amigo de seu pai e criador do programa Tron, que lhe avisa que recebeu um bip vindo do antigo fliperama de Flynn.

Investigando o que aconteceu, Sam acaba indo parar no mundo virtual da grade, descobrindo que seu pai está preso naquele ambiente virtual, agora dominado pelo programa Clu (também vivido por Jeff Bridges, rejuvenescido digitalmente). Com a ajuda da curiosa programa Quorra (Olivia Wilde), Sam tentará derrotar Clu e levar seu pai de volta para casa. No entanto, o clone digital de Flynn tem outros planos para pai e filho.

Como não poderia deixar de ser, o visual do filme é incrível. Apostando no contraste entre preto e branco, o diretor Joseph Kosinski, escolhido a dedo por Lisberger para o projeto, mostra em sua estreia cinematográfica que tem um ótimo senso estético. Kosinski e seu desenhista de produção, Darren Gilford, apostam em linhas arredondadas e formas que remetem diretamente aos produtos da Apple para o mundo da Grade (note inclusive a presença de uma maçã cromada em dado momento).

O efeito que rejuvenesce digitalmente Bridges para que este viva Clu é impressionante. A tecnologia, versão atualizada daquela utilizada em “O Curioso Caso de Benjamim Button”, ainda não é perfeita (em alguns momentos há um aspecto um tanto borrachudo), mas já está notavelmente avançada, permitindo que o ator encarne o vilão digital de maneira bastante convincente.

Além disso, as cenas de ação do longa são arrebatadoras, extremamente bem filmadas e criativas, embora alguns momentos venham carregados de referências a diversos clássicos da ficção científica. Difícil não lembrar, por exemplo, da fuga da Millenium Falcon em “Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança” quando da luta das naves de luz. Os efeitos 3D se dão apenas nas cenas na Grade e são utilizados primariamente para dar maior profundidade de campo. Não vá esperando objetos sendo arremessados em sua direção a cada dois minutos.

O grande problema de Kosinski jaz no ritmo da história, com sua inexperiência se mostrando neste aspecto, não conseguindo dar gás aos momentos mais parados do texto do longa. A despeito de alguns ótimos momentos na montagem, como a bela elipse envolvendo Sam e seus veículos, logo no começo do filme, a narrativa demora para engrenar e, por vezes, a trama parece se arrastar até a próxima cena de ação.

A atuação de tirar o fôlego de Jeff Bridges, que chega a lembrar o clássico Dude de “O Grande Lebowski”, consegue segurar algumas das “barrigas” da película, mas quando os não muito carismáticos Garret Hedlund e Olivia Wilde são o centro dessas cenas mais paradas, estas podem se tornar bastante monótonas. Michael Sheen também se destaca no elenco vivendo o dúbio e excêntrico Castor, enquanto a presença de Bruce Boxleitner como Alan e Tron em cena fará o dia dos fãs mais saudosistas de ficção científica.

“Tron – O Legado” utiliza elementos da clássica história de Frankenstein e até mesmo da religião católica (“o filho do criador”) para dar o seu recado, com o filme ainda sendo temperado por muitas citações à década de 1980 e ao primeiro exemplar da série. Embora o texto e o ritmo da fita nem sempre estejam em sincronia e o elenco mais jovem não conquiste tanto quando os atores mais gabaritados, o visual da película e a empolgante trilha da dupla do Daft Punk fazem valer o ingresso e esperar que o universo de “Tron” seja revisitado novamente no futuro.

Thiago Siqueira
@thiagosiqueiraf

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Tron – O Legado (2012)

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Roteiro:

Elenco:

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  • HACKER616

    Acabei de assistir aqui na sala IMAX em SP 19/12/10, e vou dizer infelizmente nem os mais avançados de sistema virtual sentiram animo ao assistir esse filme, quanto ao dizer que os efeitos estão Incrivéis é pura ingenuidade, as batalhas são legais, pena ocorrerem poucas vezes, quanto ao efeito 3-D é muito fraco, paguei 32,00 em uma sala da IMAX onde poderia ter ido em um cinema normal e ter pago 17,00 e não iria mudar nada no resultado final, e quanto a continuação eu dúvido que tenha, resumindo tenha a tristeza de dizer: roteiro fraco, atuação fraca e efeito especial idem, só o rosto da linda Olivia Wilde e seu sorriso salva o filme.

    • Murilo Herik

      Concordo!!! Compare mesmo a Avatar qualquer cena no meio do mato a profundidade do 3D é muito absurda, nesse você nem sente que ta dentro do mundo virtual.
      O filme é legal e tal, mas… deixou a desejar.

      Daft Punk levou o filme nas costas!

      • Quando eu vi a cena em que o Daft Punk aparece como os dois Dj’s, engasguei com a minha pipoca! xD

        • DuduDigital3D

          Já eu quase morri de emoção.

  • Malakai

    Concordo com o HACKER616 e ainda reafirmo o quanto Olivia Wilde estava linda nesse filme. Isso foi um dos fatores que não me deixou com a senssação de dinheiro jogado fora.

  • Não gostei taaanto assim :/ Esperava mais do 3D e das cenas de ação…
    E como assim não carismática Olivia Wilde? Todos no cinema estavam suspirando por ela! Um dos melhores pontos do filme 🙂
    Mas até que valeu o ingresso.

  • KentLane-EL

    Simples, quando não se compreende as referências, as idéias que o filme causa e as reflexões referentes a sociedade, a tecnologia, religião, etc, o filme se torna ruim(alguns preferem dizer assim, para não dizer que não entenderam), quando na verdade é “bem cabeça”, bom filme mesmo, assim como o de 1982, apesar dessa sequência(Tron – Legacy) ser melhor.

    E o mesmo com Matrix, muitos dizem que a saga só tem cenas de ação e efeitos visuais, mas estão errados. O filme é carregado de idealismos e referências, gerando reflexão depois de serem assistidos.

    Fora isso o filme Tron é visualmente impecável, tem trilha sonora tbm ótima da Daft Punk e combinando perfeitamente o eletrônico com a tema do filme, digital, o filme tbm tem uma boa história que conecta as tramas de cada personagem, etc. A minha única crítica vai para a atuação do Garrett Hedlund, que começou com menos expressão, ganhando mais força quando entrou no mundo digital. Mas o ator que interpreta Kevin Flyn, é bmuito bom, ou o Clu, sendo esta uma versão rejuvenecida do mundo digital. A Olivia Wilde(Quorra) é bem carismática tbm.

    Um ponto interessante: o filme se passa todo num cenário que remete ao noturno, e no final vemos Sam na motocicleta com Quorra, observando o Sol em uma estrada, coisa inédita para o ISO do mundo digital.

    O filme vale o ingreço. É bom assistir o filme de 1982 tbm :), Tron – Uma Odisséia Eletrônica.

    • HACKER616

      Comparar esse filme com MATRIX é um sacrilégio, dizer que as tramas dos personagens estão bem ligadas isso soa irônico, dizem que á pessoas que são contratadas os quais passam o dia postando ótimos elogios de filme para que mais pessoas vão ao cinema, ou é isso ou estamos falando do filme errado (Atuação boa, História bem sincronizada [mesmo para programadores], 3-D [NO IMAX] BOA! Aff nem estagiários avançados em programação irão discutir sobre esse filme,SKY NET do Exterminador do Futuro é muito mais consistente e Matriz nem se fala (Esse sim é um filme “CABEÇA”), mas nem tudo está perdido galera, Baixem o soundtrack do Filme e coloque no seu tocador de mp3, e façam de conta que é a trilha sonora de um grande filme épico, cheio de ação, com uma história muito boa, e com uma continuação melhor ainda. (ISSO É, SE O “Daft Punk” CONTINUAR A FAZER A TRILHA SONORA, caso contrario fuuuuuuu T_T), tomara que a linda Olivia faça outro filme e logo [o\_/o].
      “VIVA AO TRON” (mais quem é ele? É um pau mandado de 2 programadores e 1 um programa.)Boa sorte a quem assistir, e por favor façam seus comentários, afinal só assim tiramos a prova real da qualidade do filme, mesmo que sejam empregados de empresas de cinemas que fazem a maioria dos posts (afinal tem que garantir o pão de cada dia, mesmo que empurrando uma “TRONLHA” goela abaixo do pessoal)Fim e um Feliz Natal para todos e que DEUS abençoe cada um de vcs!

  • Bom, eu gostei muito do filme, da história… Mas, como já comentaram, o 3D deixou a desejar. A trilha sonora é maravilhosa não tenho o que falar. E eu espero sim que tenha uma continuação. Quando acabou a sessão, a conversa entre os amigos era se iria ter outro filme e como seria… U_U

  • Renan

    Pra mim o 3D está otimo como o filme, não se preucuparão de ficarem lançando coisas na tela para dar a sensação de “aaaaaaah que legal tudo vem na minha cara” e sim um efeito para que você se sinto dentro de Tron, isto ja basta, sem falar a trilha sonora que não tinha como ser melhor e a atuação da Gata Olivia Wilde que me encantou *-*

  • KentLane-EL

    Ao contrário de alguns que andam vagando por aí, não preciso escrever “grandes” frases, em CAPS LOCK. Capiche??

    E se pessoas como eu são pagas por assistir o filme e procurar entendê-lo, comentando o que no filme causou o encanto e o que merece uma ou outra crítica, os que ficam tentando “queimar o filme”, são pagos por não entender, sendo assim só ficam topificando comparações sem abordá-las em seus comentários, de forma leiga.
    Eu disse que é o mesmo caso de outros filmes de ficção científica, que tem muitas referências a religião, sociedade/idealismos, ser humano e tolerância a perfeição/imperfeição. Quem não entende, simples, procure entender. Quem não gosta, meus pêsames.

    As lembranças do começo do filme(Sam lembrando do pai) são boas com uma bgm combinando, vemos o desenvolvimento do Sam até ele chegar ao fliperama e adentrar na Grid, vislumbrando todo o universo digital, retratado de forma noturna com direito a muitos e estilosos neons, com direito ao Jeff Bridges e a Olívia Wilde, que são bem carismáticos, no papel de Kevin Flynn/Clu e Quorra, caminhando ao longo do filme para sair da Grid, enfrentando obstáculos e recorrendo a programas daquele universo, junto com Sam, chegando no final do filme, onde dps dos desfechos, vemos uma cena à luz do dia remetendo a pergunta que Quorra fez de “…como é o Sol?”, foi legal.

    O filme é bom sim, a trilha sonora é muito boa, combinando com o filme. Somente a atuação do Sam no começo que critico, mas melhorou a medida que adentrou no universo da Grade, encontrando seu pai e tudo mais. E o 3D, é bem utilizado sim, e é um 3D mais de profundidade para imergir o espectador naquele mundo, e não de objetos a serem jogados para satisfazer a qualquer anseio nerd, sem ofenças. O filme é uma melhoria do Tron de 1982, e o terceiro que como disse o colega Renan, muitos saem comentando depois de ver Tron Legacy. Espero que tendo o terceiro, mantenham o Daft Punk, desenvolvam mais a trama do universo digital ligado ao unierso humano, voltando com Sam, Quorra e quem sabe por alguma razão, o Kevin.

    Assistam e opinem.

    • Danilo

      Então, seguindo seu raciocínio, um filme para ser bom só precisa fazer algumas referências a situação política mundial, a religião, a sociedade e abordar algumas ideologias… Então se um filme traz essas referências ele é bom? Sendo assim qualquer imbecil com internet e acesso a wikipédia é capaz de fazer um bom filme já que basta citar de forma muita rasa alguns conceitos inerentes a nossa sociedade.
      Tron pode até ter feito o que você afirmou, mas o fez sem profundidade, sem originalidade e de forma muito rasa. Além de pecar em dois pontos fundamentais para qualifica-lo como um bom filme:

      1. Boas atuações

      2. Um roteiro bem amarrado e sem tantos buracos grotescos.

      Amigo, me desculpe mas acredito que quem não está entendendo nada aqui é você.

  • Eu gostei do filme mais o 3D nananinanaum o nosso amigo ou amiga KentLane-EL bom este 3D de profundidade ninguém percebe muito e gostamos que as coisas venham na gente aai sim se sentiremos melhor dentro do filme espero que o p´roximo eu veja em 3D com orgulho e a Olivia Wilde tava uma gata aai delícia isto salvou o filme =D

  • Eduardo Araújo

    Bem, fora o visual e algumas cenas de ação eu não gostei foi de quase nada nesse filme. Acho q ele tem o problema de muitos filmes de ação atuais, ainda mais os remakes, se focando mais em explosões lances computadorizados. Que podem ser até legais, mas pra mim são apenas parte do espetaculo que é assistir o filme.

    Falaram sobre o fato do filme causar reflexões sobre assuntos “referentes a sociedade, a tecnologia, a religião”. Bem eu acho q o filme induz as pessoas a esses assuntos, porém não tem profundidade pra abordar os mesmos. Filho do criador? E ai? Pra mim o Sam, além de ser o filho do criador, não passou nenhuma super mensagem pra ninguém.

    Em outro ponto, não sei se me lembro bem, em q o personagem Kevin Flynn, tp fala pro Sam, algo como -> “e nós sabemos como nosso mundo é imperfeito, não é mesmo?”(isso falando da terra.não sei se exatamente com todas essas palavras). Mas fica por isso. Ele só toca no assunto. Algo que já é muito fácil. Falar que o mundo não tem futuro, ninguém presta e blah, blah, blah.

    Eu acho q sim, ele entra na discussão sobre o avanço tecnológico e a promessa de um mundo perfeito q o mesmo avanço nos traz. Isso pq o Clue quer transformar o mundo em algo perfeito, porém o próprio criador percebe que oq precisamos não é de perfeição.

    Bem, oq eu entendi foi isso…

    É o mesmo lance de sempre…concepção da maquina(perfeita) vs concepção humana (imperfeita). A diferença é o personagem fala claramente q o problema está nesse conceito de perfeição. De toda forma a discussão não se distribui bem ao longo do filme. A mesma mensagem podia ser contada em uns 5 minutos de filme. Diferente de Matrix q a mensagem é contada se utilizando de vários elementos, oq aprofunda o assunto.

    Pode se dizer q o personagem do Jeff Bridges, ainda sim, não perdeu a esperança de melhorar o mundo. A esperança está na personagem Quorra q é um ISO, mas isso é mais uma coisa sem profundidade. Todos sabem q ela vai ser boa pra todo mundo, mas fica por isso.

    A trilha de fato é fantástica. O 3D, independente do objetivo ser mostrar apenas a profundidade(oq pode ser legal), me da pena pagar o preço do 3D por um filme desse, mas isso apenas minha opnião. Só me questiono se certos filmes precisavam estar em 3D. Nesse filme pouca diferença fez. Isso é a vontade do mercado de transformar tudo em 3D.

    Porém não é pq eu não vi profundidade q o filme não tenha, mas se ela existe, eu quero q alguém me mostre, em vez de só citar e dizer q quem não gostou não entendeu.

  • Acho que quem assistiu ao primeiro irá se envolver muito mais nesse novo filme, pois, de fato, existem muitas referências.
    Concordo que o 3D não é muito empolgante, mas ainda assim o consideraria satisfatório, se considerarmos a imersão proporcionada e não quantas coisas pulam da tela.
    Indiscutivelmente, a crítica acerta em ressaltar que Jeff Bridges carrega o filme nas costas: atuação incrível. Porém, Olivia Wilde também fez um excelente trabalho: sua personagem é extremamente carismática.
    Por fim, creio que Tron vale o ingresso, mas não espere mais do que uma simples diversão.
    Minha crítica:
    http://dimensaocinema.blogspot.com/2010/12/tron-o-legado.html#more

  • KentLane-EL

    Pra quem recorre a citações do 3D de tron para levantar críticas, é bem explicado cientificamente que algumas pessoas tem dificuldade para captar imagens/efeitos de filmes com tal tecnologia. Tem muitos textos na internet, só procurar. O 3D no filme é mais de profundidade do que de discos, fragmentos de eplosões, ou seja, coisa a serem jogadas no rosto a cada 2 segundos.

    Se tiver o terceiro, podem abordar mais o universo da grade influenciando cada vez mais o mundo humano, e vice-versa, com os programas ganahando auto consciência, procurando formas de escapar, podem voltar com os Isos tipo a Quorra, e toda essa trama envolvendo o Sam e quem sabe, o Kevin(Jeff Bridges). Tem um monte de tramas possíveis de serem abordadas de forma inteligente e profunda. Esles podem melhorar, fazendo um terceiro. Isso tudo aliado ao fato da bela trilha sonora, mais o visual do filme.

  • augusto

    3D é fraco demais.
    Mais o filme é legal em partes..

  • O Thiago Siqueira Falou tudo, as cenas de ação forão muito bem feitas, achei os atores fracos demais, o que deu gás no filme foi quando a chapa esquentou quando Jeff Bridges chegou, ums dos principais problemas foi a variação do filme, esfriava com o tempo, mais com ums 60% o negocio foi para frente, a busca de ir para o portal foi sensacional, o melhor trecho do filme, dessa forma tirando a falta de experiência do diretor e os atores fracos(Garrett Hedlund – Olivia Wilde) o filme foi ótimo.

    OBS:Para min o 3D foi usado com a quantidade adequando…

  • Runnerba

    Acabei de assistir em 3D. Bolas, é um filme despretensioso, direcionado à todas as idades, diferente de Matrix. É como comparar vinho moscatel com espumante. Ambos tem seu valor. Olivia Wilde + 3D razoável + Daft Punk (já estou comprando a trilha sonora) já valeram por demais. =D . Dá pra “embarcar” no filme, sim. Saí contente da sala de projeção.

  • Resumindo em uma palavra com relação ao 3D desse filme- Decepção – Muita decepção mesmo, para quem tem como referência Avatar em 3D assistir TROM tem como resultado isso. Para um filme futurista e tendo como pano de fundo um mundo digital é frustrante. No começo do filme tem uma mensagem que: “diz que parte do filme é 2D”, essa mensagem já era o famoso engana bobo, pois não vi e nem tive a ilusão que estava assistindo um filme com esse recurso. Como já havia assistido a primeira versão não tinha muitas expectativas em torno da história justamente por se tratar de uma continuação.
    Como já foi comentado a melhor parte do filme é ver Olivia Wilde de resto tinha era que tirar imediataemnte essa classificação de 3D, para que outras pessoas não fosse ludibriadas também.

  • Emanuel Sodré

    Só conseguia pensar em uma coisa quando via o Jeff Bridges novo: Solid Snake .exclamation Coloca uma bandana nele e tá tudo certo hehe! Se realmente sair um filme sobre Metal Gear seria uma boa usar essa tecnologia de computação gráfica. Assim não perderiamos a marcante voz de David Hayter no personagem para a de outro ator. Não é pra falar não, mas Michael Sheen dava um belo Charada. (não pensei nisso só pela bengala viu!) Quanto ao filme, gostei. Olivia Wilde ta linda e carismática. E a trilha ta show mesmo, lembra muito a era 8-bits e 16-bits dos video games. E só pra lembrar, antes desse filme pudemos visitar o mundo de Tron no game Kingdom Hearts 2 que se passa nos vários universos dos filmes da Disney. Filme do ano? não! Filme do mês? Quem sabe…

  • Rafael

    Filme sofrivel, lento, pode até trazer um sentimento de nostalgia para os fãs do primeiro filme, mas apesar dos efeitos graficos, cenas de ação quase nulas, roteiro é uma mistura de simbolos geeks mal linkados….

    Prós, Olivia Wilde de roupa justa.Efeito grafico fazendo jeff bridges novo. e SÓ.

  • Junior

    filme horroroso, devia deixalo no passado.