James Cameron é um homem que gosta de quebrar barreiras, sejam elas cinematográficas ou orçamentárias. Após mudar todo o conceito de blockbusters com “O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final” em 1991 e realizar o filme mais visto da história com “Titanic” em 1997, os cinéfilos ficaram em compasso de espera para saber qual seria o próximo passo do “Rei do Mundo”. Doze anos após seu último trabalho ficcional (Cameron comandou alguns documentários sobre o mundo submarino), o cineasta decidiu simplesmente criar o seu próprio planeta em com este “Avatar”, projeto que ele tinha em sua cabeça há quinze anos, mas apenas há quatro anos sua realização se tornou possível, graças ao empreendedorismo do diretor e a um orçamento que pode ter chegado aos US$ 500 milhões de dólares.
Voltando ao reino da ficção científica, o diretor e roteirista nos leva ao ano 2154, um futuro no qual a raça humana passou a singrar o cosmo, encontrando um verdejante mundo chamado Pandora, uma lua povoada por uma espécie humanóide nativa chamada na’vi, com costumes basicamente indígenas, pele azulada, porte altivo e feições felinas. A despeito de ser inabitável pela nossa raça, Pandora é rico em um minério extremamente caro, despertando a cobiça da humanidade, cuja economia está em crise.
É neste contexto que o fuzileiro Jake Sully (Sam Worthington) nos é apresentado. Paralisado da cintura para baixo após um incidente, ele é chamado por uma companhia privada para substituir seu irmão gêmeo no projeto Avatar, que insere a consciência de pessoas em corpos híbridos humano/na’vi. Inicialmente levado para fazer a segurança dos cientistas humanos liderados pela geniosa Grace (Sigourney Weaver), Jake é recrutado pelo violento Coronel Quaritch (Stephen Lang) para fazer o reconhecimento do terreno dos nativos, já se preparando para um possível ataque àquele povo.
Após conhecer Neytiri (Zoe Saldana), uma espécie de princesa dos na’vi, Jake começa a conhecer os costumes daquele povo e se deixar levar por sua filosofia de vida, descobrindo a real natureza de Pandora. No entanto, a companhia e os militares estão impacientes para extrair uma grande quantidade do raro minério, que se esconde justamente abaixo da árvore que serve de morada para os na’vi, o que levará Jake e seus companheiros a escolher entre suas consciências e o dever para com o seu povo.
Apesar da narrativa principal de “Avatar” ser uma releitura da premissa básica da lenda de Pochahontas, é o modo como Cameron conta sua história que realmente marca. É interessante que o cineasta se empenhou tanto no pano de fundo e na criação de um mundo novo que isto rouba toda a atenção do público, não sendo este fato algo ruim. Jake é incapaz de sentir, com os pés de seu corpo humano, o solo da Terra ou de Pandora, sendo tocante o momento em que assume o corpo de seu Avatar e experimenta com seus dedos novamente a textura da poeira. Do mesmo modo, não vemos o exterior do nosso planeta, com o longa nos apresentando apenas esse ambiente alienígena.
Magnífico o desenvolvimento do próprio mundo de Pandora, tanto na natureza da ligação entre seus habitantes (a qual não irei revelar aqui), tanto quanto pelo visual do ambiente mostrado. Cameron elaborou toda uma geografia, fauna e flora para seu mundo, bem como uma cultura toda peculiar para os na’vi. Nesse sentido, notamos que a paixão do cineasta pelo mundo submarino terrestre persiste, já que o desenho de certos elementos da floresta lembra muito algumas criaturas das nossas profundezas marítimas, com tais semelhanças sendo mais acentuadas na Árvore das Almas e nas sementes da árvore sagrada.
A despeito de ter sido totalmente criado por computação gráfica, jamais duvidamos do que nossos olhos vêem. O diretor não se furta em mostrar cada detalhe do planeta criado por ele e a equipe de efeitos especiais da Weta. Ao contrário dos mundos retratados na nova trilogia “Star Wars”, que ao primeiro olhar percebemos que são virtuais, só sabemos que Pandora não existe pelo visual exótico de sua fauna e flora.
Cada ser apresentado naquele lugar possui textura e interage com a luminosidade e com o ambiente de maneira simplesmente perfeita. A física e a fluidez dos movimentos de cada objeto virtual em cena são de um realismo incrível. Até os mais triviais elementos foram recriados de maneira perfeita, não havendo nenhum “ruído” em relação aos seres e objetos de cena reais. Não apenas o visual e a feitura dos elementos “naturais” de Pandora são feitos de maneira espetacular, como também o design e a execução das naves e do armamento dos humanos e sua interação com os atores reais e objetos digitais.
Por falar nisso, ainda há o aspecto do desempenho cênica dos atores através da captura de movimentos. Pela primeira vez, essa tecnologia é utilizada de uma maneira que realmente podemos ver cada expressão física dos atores em cena, sendo um marco para esta tecnologia e na revolução que ela representa, deixando obsoletos todos os longas que utilizaram esta ferramenta. É interessante que a Weta, que basicamente lançou tal tecnologia em “O Senhor dos Anéis” a eleva à perfeição com este filme.
Sam Worthington consegue expressar seu carisma, o qual já havia comentado no meu texto sobre “O Exterminador do Futuro – A Salvação” mesmo através de seu Avatar. É magnífico notar as diferentes reações e pensamentos que Jake passa em seus dois corpos, dando uma profundidade toda especial para o personagem e isso se deve a uma interpretação cheia de camadas realizada pelo ator.
O trabalho de Zoe Saldana como Neytiri também merece ser elogiado, mais uma heroína forte para a filmografia de James Cameron. Apesar da evolução do relacionamento entre Neytiri e Jake ser um pouco atropelado por algumas vezes, o modo como ela apresenta a seu par (e a nós) a cultura dos na’vi e como reage a um traumático evento no terceiro ato do filme simplesmente conquistam o público, principalmente pela química entre sua personagem e o de Worthington, que funciona muito bem a despeito dos clichês utilizados pelo roteiro nesse ponto.
Quem também chama bastante atenção no filme é Sigourney Weaver, cuja Grace foge muito do estereótipo clássico da cientista ambientalista, sendo mais uma das mulheres fortes de Cameron. Aliás, esse filme possui várias figuras femininas fortes de destaque, como a própria Grace, Neytiri e a piloto Trudy, vivida com bastante energia por Michelle Rodriguez que, mesmo aparecendo pouco, aparece bem.
Por falar em militares, a maior decepção que tive em relação a este filme fora com seu vilão principal, o Coronel Quaritch, vivido por Stephen Lang. Totalmente unidimensional e sem aparente motivação a não ser querer matar todos os na’vi. Em um ano em que tivemos o Coronel Hans Landa em “Bastardos Inglórios”, simplesmente é muito pouco um vilão contar apenas com um visual mais elaborado e uma macheza tão rica em testosterona que faz os heróis machões do cinema de ação dos anos 1980 parecerem a Mary Poppins.
O outro antagonista do filme, o executivo Parker vivido por Giovanni Ribisi, também é extremamente caricato, vide a cena que o introduz, de taco de golfe na mão. Aparecendo pouco e até um pouco apagado pela presença “de macho” de Quaritch, fica claro que, a despeito de suas ações desastrosas, não se trata de um homem essencialmente “maligno”, apenas de um ser humano ganancioso e ignorante.
A despeito do escorregão de Cameron em algumas cenas batidas e pouco imaginativas, vide a cena do território entre Sully e duas criaturas, o diretor aqui alcança o seu auge. Planos extremamente elaborados e plasticamente fascinantes se somam ao já citado show dado pelos efeitos digitais, devendo ser reconhecido o valor da cinematografia do longa, tanto digital quanto live-action, comandada por Mauro Fiore e pelo próprio James Cameron.
O diretor também trabalhou na edição da fita, ao lado dos experientes John Refoua e Stephen Rivkin. O trio dá um ritmo crescente bem cadenciado ao filme, algo primordial, já que a produção possui 160 minutos de duração. No entanto, é nas salas 3D que “Avatar” realmente se transforma no melhor espetáculo audiovisual na história da sétima arte, graças à profundidade dada pela tecnologia.
Não esperem elementos de cena sendo jogados a cada dois minutos na cara do espectador, mas sim um uso do 3D em prol da narrativa, levando o público para dentro de Pandora, sendo essencial para a experiência completa que o filme seja conferido em uma sala digital 3D. Tal imersão é levada às últimas consequências graças aos efeitos e a edição sonora, que são um show a parte. A trilha sonora de James Horner que, mesmo não sendo lá tão inovadora nas sequências mais prosaicas, é simplesmente magnífica nas cenas de maior escopo.
Por falar em som, a dublagem dirigida por Guilherme Briggs é bastante competente, embora algumas vozes, como a de Quaritch, não soem tão bem para o espectador. Além disso, a tradução exagera um pouco em algumas gírias (um “cai dentro” pronunciado por Jake é um destaque negativo neste ponto). No entanto, a versão nacional não compromete jamais e será bastante apreciada por aqueles que forem conferir a fita na versão 3D já que, deste modo, não há a distração das legendas, embora não seja possível apreciar a atuação dos atores em sua totalidade.
Mesmo não possuindo uma narrativa perfeita, justamente por não contar com um texto totalmente enxuto, “Avatar” é um filme para ser visto e revisto no cinema várias vezes. Seu público experimentará algo único ao conferi-lo na telona e suspeito que este filme irá inspirar uma nova geração de cineastas, tal qual George Lucas o fez em 1977 com “Guerra Nas Estrelas”. Recomendado.



























33 Comentários
“…que forem conferir a fita na versão 3D…”… Tio…O que é FITA? É de comer ? Rsrsrs. Ótima critica. Estranho o Briggs ser o diretor de tradução, ele jurou 10x de pé junto no Twitter que não era ele… []‘s !
Realmente o filme é muito bom!!!!!
Ainda vem uns babacas dizer que o filme é um lixo!!!
Paulo, pq a crítica com relação ao termo “fita”?
Ainda chamo os cds de disco, mesmo quando estão em versão digital …
Sobre a crítica, é a que mais se aproxima da minha opinião.
Vi em 3D, e vai demorar para que apareça outro filme tão grandioso.
Como sempre Thiago(o critico)fazendo criticas maravilhosas! Concordo com varias coisas q foram ditatas por ele.
O filme é totalmente encantador, a criação de um novo mundo foi fasinante, bem original. Os efeitos ficaram ótimos.
Não tenho o q reclamar do filme, totalmente perfeito *-*
PS: thiago não tem como entrar em contato com vc nõa?
Dessa vez eu discordo do Thiago!!!!!!!!
Com exceção da parte gráfica, a história do filme e a atuação dos atores principais (com exceção da Sigourney Weaver) foi bastante fraca!!!!!!!!
Ao meu ver, não será um marco no cinema (mesmo que isto implique em me rotularem de “negar o óbvio”) e, em questão de poucos anos, será um filme do qual ninguém mais falará ou, se falarem, será pela parte gráfica, mas não pela história da obra!!!!!!!!
Concordo com o amigo de cima.
O filme como um todo é bom, mas não passa disso. Tem uma ótima direção, arte e efeitos, sem dúvida. Dignos de Oscar.
Mas falta conteúdo, profundidade, dramaticidade, suspense e até um pouco de violência. A história é completamente previsível, ingênua e infantil. Parece filme da Disney.
Terá uma boa bilheteria e pagará o orçamento, mas não será um espetáculo como O Retorno do Rei ou Titanic.
No mais, um bom passatempo.
Excelente crítica. Não me conformo com quem o comparou com Bússola de Ouro… Avatar não apenas me encantou nos cinemas, como me deu vontade de morar em Pandora. É o tipo de filme que, mesmo sendo bem longo, não tem enrolação e te faz vê-lo inúmeras vezes sem cansar!
Renier, faço das suas palavras as minhas, com sua permissão, é claro!!!!!!!
Abração amigo!!!!!!!!
Bela e sensata crítica Sicas! O filme é fabuloso visualmente e eu me diverti muito.
A história é previsível, mas qual o problema nisso? Quase todos os filmes são, e isso não tira jamais o meríto da realização do projeto.
O filme é um espetáculo e merece ser visto, revisto e acima de tudo, recebido de olhos, ouvidos, mente e coração abertos. Só assim a grandiosidade de Avatar terá sentido!
“A história é previsível, mas qual o problema nisso?”
O problema é que quando se analisa uma obra artística (cinematográfica, literária, escultural, etc), sua avaliação deve ser dada na íntegra, por todos os seus aspectos, e não apenas pela beleza gráfica e fotográfica, ou sua história individualmente, ou mesmo a atuação dos artistas individualmente!!!!!!!!
As obras devem ser vistas por um todo, e não apenas pelas partes individuais!!!!!!!
Somando todos os fatores (parte estética, enredo e atuação), o filme passa de algo que poderia ser classificado como “excelente” ou “muito bom”, para algo como “bom” ou “mediano”!!!!!!!
Do contrário, até mesmo filmes pornográficos poderiam concorrer ao Oscar, se dependesse apenas da beleza das atrizes!!!!!!!!
Juro que no filme eu “previ” todos os passos da trama. Foi muito previsível. Para um filme com efeitos espetaculares como Avatar a trama deveria ser melhor desenvolvida.
Bruno,
pois é, é justamente isso que tento explicar para aquelas pessoas que deixam a emoção e a beleza gráfica tomarem conta de seus julgamentos racionais, mas muitas dessas pessoas não entendem.
Felizmente, algumas delas já estão começando a analisar a obra com mais frieza, calculismo e imparcialidade, como realmente deve ser uma análise verossimilhante de qualquer obra artística.
Abraços!!!!!!!!!
Avatar traz uma experiência diferente com o 3D ( que nem é mais uma novidade tão grande assim). Temos efeitos visuais e sequências incríveis no filme. Não quero parecer “babaca crítico”, nem pedante, mas ainda não entendi qual a REVOLUÇÃO trazida pelo filme. Se for apenas uma revolução em termos técnicos talvez ela tenha algo de verdadeira, porque o filme como um todo, é pra lá de batido. E me desculpem, mas isso incomoda muita gente, inclusive a mim. A previsibilidade da estória que está sendo contada é gritante demais, e cinema não é só imagem. Viajar, emergir, não depende apenas do que está sendo captado pelos meus olhos. Em Matrix, pra comparar com outra obra de ficção, tinhamos clichês também, mas além disso havia um conceito novo, ao menos mostrado de uma maneira nova, muito forte. Aliado a isso tinhamos efeitos visuais revolucionáios para época. Em avatar temos apenas os efeitos visuais…
No podcast, Maurício comentou sobre o “carinho” que o diretor de Avatar teve com o público. Não senti “carinho” algum. Pra mim ele decidiu, vou detonar nos efeitos visuais e montar um roteiro com todos os clichês que dão certo pra agradar o povão e arrebentar nas bilheterias. Não houve nenhum estouro de bilheteria na estréia e talvez ele não passe de mediano nas bilheterias. Até o momento os Vampiros purpurina de Lua Nova se saíram melhor (Só pra se ter uma idéia do verdadeiro significado de “Filme do Ano”) heheheheheh
Concordo com o que o Siqueira disse. A tematica é batida e o visal é lindo.
Entretanto tenho que perguntar, se a inexistencia de um roteiro é uma diminuição de um único ponto na classificação geral, filmes como Juno, Wall-E ou Bastardos Inglorioso, que são só roteiro nunca vão alcancar um 10?
Serial101,
Com certeza esses filmes que você citou são muito mais dignos de um ganhar um 10 do que o Avatar.
E eles não só roteiro. Qualquer cinéfilo, ou não, com algum entendimento ou sensibilidade para sentí-los, verá que possuem direção, interpretação, trilha sonora e toda uma estética visual, com ou sem efeitos visuais, bem original.
A questão aqui, acho que se resume na análise tendenciosa de favorecimento que alguns filmes recebem, só por serem protagonizados ou dirigidos por determinados atores ou diretores. Estes, como qualquer profissional, são passíveis de cometerem equívocos, mas parece que nunca podem ser julgados.
Leandro eu respeito sua opnião, mas Avatar, num foi todos esses pontos fracos que você citou, acho que você tem alguma coisa contra esse filme. Nota 10 pra Avatar
AVATAR É IGUAL A REVOLUÇÃO. A CRITICA ACERTA AO EXPOR O FINO ESTOPO DO FIO CONDUTOR,,, É UMA VERSÃO NA QUARTA DIMENSÃO DO GRANDE FILME “UM HOMEM CHAMADO CAVALO” SÓ QUE PARA CRIANÇAS,,, POIS FALTA, NO FILME IMPACTOS EMOCIONAIS,,, JÁ OS VISUAIS É PARA IR ASSISTIR 5 VEZES!!!
Filme bonito, mas não me surpreendeu como fez Distrito 9, Bastardos Inglórios e Star Trek (os três melhores filmes que eu vi este ano). Se fosse eu dava 8 e ponto final.
O filme é previsível e cliché, mas não possui nenhum defeito de roteiro como o Tiago falou
hum… quanto a utilização de sensores de captura de movimento, pra mim, achei que foi vem utilizada sim também em “a casa monstro”… todas aquelas expressão do DJ fazendo aquelas caretas… enfim, posso estar errado, vai saber…
hum… quanto a utilização de sensores de captura de movimento, pra mim, achei que foi também Bem utilizada sim em “a casa monstro”… todas aquelas expressões do DJ fazendo aquelas caretas… enfim, posso estar errado, vai saber… mas gostei mmuito sim, sem falar dos movimentos das câmeras virtuais… :]
Excelente portal, magnífico podcast e filme extraordinário. Assistir 2012 depois de Avatar, fora os efeitos defasados o ROTEIRO de 2012 pareceu filminho de sessão da tarde perto do épico de Cameron.
Só a batalha final do mecha contra os “mocinhos” já vale tudo que vi seja em games, animes ou outros filmes.
Guardem esta frase:
Avatar esta para o cinema assim como Akira foi para os animes. Mesmo alguns não gostem da obra-prima de Otomo todos devem concordar que este é O ANIME!
filmaço!!! nota 9.0 merecida!!!!
Filme 10, filme 10.
Querem roteiros fodas assistam 22 gramas, Amnésia e CIA. Avatar é cinema para toda família, e isto é difícil de se fazer…
Apesar de uma historia comum, ja apresntada em outros filmes…AVATAR é um marco em efeitos especiais, conceitos de fauna e flora aliengenas jamais antes vistos por nenhum outro filme, que me lembro.
Fiquei um pouco triste pela Michelle Rodriguez ela merecia mais espaço.
Este filme é lindo, o James Cameron gasta um tempo da projeção para nos fazer se apaixonar por Pandora e pelo seu povo. Uma estória simples que facilmente podemos escolher um lado.
Notas:
Direção 10
Efeitos Especiais 10
Estória 7
Atuações 9
Vilões 8
Heróis 10
Média do filme: 9
espero que avatar 2 ganhe mais emoção no roteiro e que possamos mais uma vez ser agraciados com a textura 3d do filme e que a dublagem ganhe um pouquinho mais de seriedade e respeito ao filme, tá muito boa por sinal, mas colocar colóquios e gírias nao é compatível com esta obra…abraços a todos e um parabéns para os críticos do CCR
Não vejo espaço para um segundo Avatar, a não ser que, aí sim, com a história montada, James queira nos dar, agora, um final menos previsível. Dava pra saber até que Jake iria fazer aquele transplante de cérebro assim que este apareceu no filme.
Não gostei dos vilões tbm, muito caricatos, parece um de chefão de video-game, enfrentar ele por último.
Mas com relação a efeitos..sem palavras….esqueci que estava sentado numa sala. Estava em Pandora por 150 min! SENSACIONAL!
Neste exato momento em que posto este comentário – 23:25 , ‘Avatar’ de James Cameron, acaba de ultrapassar Titanic, e se torna então a maior bilheteria da história.
Siqueira, pq vc deu 9 para Avatar e 10 pro Spiderman 3?
gostaria de saber quem é o antagonista do filme avatar !
muito bom !!!!!!!!!!
gostei muito mesmo assisti na escola!!!!!