segunda-feira, 23 de outubro de 2017

RapaduraCast 520
Duplex: Blade Runner (1982) e Blade Runner 2049 (2017)

Fique a vontade para participar do nosso debate, porque aqui você sabe: "Assistir é apenas o começo"!

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Parte 1:

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Parte 2:

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Blade Runner – O Caçador de Andróides” é um dos mais clássicos da cultura pop e influenciou gerações de cineastas e cinéfilos. Com todo esse título, por que muita gente parece não conhecer o filme? Será que ele é supervalorizado? Quais os maiores méritos da obra de 1982 dirigida por Ridley Scott? Nessa PARTE 1 do Duplex nós falamos exclusivamente sobre a produção do longa original, a história, as interpretações sobre a trama e todo o legado do filme. Já a PARTE 2 é dedicada exclusivamente para “Blade Runner 2049“, continuação lançada 35 anos depois. E aí, valeu a pena a espera?

ATENÇÃO: ESSE PROGRAMA TEM SPOILERS.

|| PARTICIPANTES
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Wilker Medeiros, Rogério Montanare e Alexandre Luiz

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Participantes

Alexandre Luiz
Alexandre Luiz
@alexluizbr
Jurandir Filho
Jurandir Filho
@jurandirfilho
Rogério Montanare
Rogério Montanare
@rmontanare
Thiago Siqueira
Thiago Siqueira
@ThiagoSiQueiraF
Wilker Medeiros
Wilker Medeiros
@willtage

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  • jorge_lito

    Caramba Juras! DUPLEX! Tem 3 anos desde o último.
    Correndo pra escutar…

  • PsicoHélder Soúlima

    Escutando agora!

  • Rafael Guimaraes

    Aí sim, tava com saudade do Rapaduracast

  • Ítalo Dos A. Santos

    Eu demorei para ver o primeiro Blade Runner. Assisti meio não esperando nada, mas me surpreendi positivamente. As coisas que me chamaram atenção foi conceito de futuro e o personagens.. A história e interessante, mas e meio arrastada.. A versão dentre as milhares ( sete) que eu vi foi a final cult ( que é a oficial realmente). Não o considero o melhor filme que vi, mas intendo o porque de todo o ar cult dele. Ele tem tudo o que um filme transgressor tem.. Acho que tem 2 cenas que melhor traduzem, o que é esse filme. A cena final do Deckard com a Racheal, é o monologo do Roy Batty chamado ” Tears in the Rain” . Acho que nunca vi um discurso tão interessante, simples e a o mesmo tempo poderoso. Não sei, talvez o do Chaplin vem a minha mente em o Grande Ditador. Mas aquela cena dele salvando o Deckard de ultima hora.. é depois todo aquele discurso apoteótico para enfim relatar que iria morrer.. E simplesmente incrível. Claro, tem os questionamentos se o Deckard é replicante ( Ele é, logico) .. Enfim, Blade Runner é um clássico.

  • Edson Francisco

    Essa brincadeira com os nomes dos personagens é bem interessante. Luv (amor), que pode nos levar à morte, Joi (alegria) que nos faz gostar de viver e Sapper (ceia, janta) que nos alimenta.

  • Presidente Exumador

    UFA. Ainda bem q esses casts estão com o ritmo infinitamente melhor q dos filmes supervalorizados aí

    • Rafael Lima

      O que seria “ritmo melhor”?

    • raphaelmuniz

      O que seria “supervalorizado”?

  • Rafael Lima

    Caramba o Rogério tá insuportável no cast do 2049, falou besteira e ficou caçando pelo em ovo em todo ponto que discutiam, só falou mal o cast inteiro… Sobre como foi feita a cena da Rachel, não foi a Sean Young, o Entertainment Weekly fez um artigo sobre: http://ew.com/movies/blade-runner-2049-rachael-sean-young-cameo/the-original-rachael-from-blade-runner-sean-young/

    • Wilker Medeiros

      Pô, matéria interessante. Valeu pelo toque, dude!

  • LUNATIC

    Acordei do meu sono eterno para ver Blade Runner 2049. Filme muito bom, mas não supera o original. 8/10.
    Melhor cena do filme:
    https://i.imgur.com/a1iOSuz.jpg
    Adieu.

    • Rafael Poggi

      Na boa? Supera E MUITO.

      • Leandro Rocha

        Supera demais!

  • Que legal, eu curto o Rapaduracast e o Cine Alerta 🙂

  • Gp

    Finalmente hein má!

  • Erick Ravane

    Esse Rogério Montanare queria que o filme fosse pior pra ele gostar mais… vai entender.

    • mherik

      Poisé cara… “achei tudo bonitinho e perfeitinho demais” ele queria o que? algo mal feito e artificial como Ghost In The Shell ? Os caras acham ruim beleza, mas se não tem argumento só diz que nao gostou.

  • raphaelmuniz

    O Rogério criticando a atuação do Harrison Ford no original é uma das críticas mais vergonhosas que eu já vi alguém fazer num rapaduracast.

    • Sauro

      Cara a atuação dele estava horrível, dava desânimo de ver ele na tela, vê ele no segundo agora, totalmente diferente

  • Diogo Maia

    Blade Runner é a minha segunda ficção científica favorita de todos os tempos, só perde para 2001. Achei o 2049 espetacular, o melhor do ano até o momento, mas está longe de estar no mesmo nível do original, nem o melhor filme da década é (Mad Max, estou pensando em você).

    • Officer K

      Não está longe não, é necessário mais tempo pra discutir isso, o único aspecto realmente abaixo do original é a trilha sonora, todos os outros estão no mesmo nível ou até melhor… É muito cedo ainda pra ficar fazendo comparação, é um filme que precisa ser revisto várias vezes e analisado com calma… E de ficção científica é a melhor da década e até do século junto com Arrival, com certeza.

      • Diogo Maia

        Acho que os vilões do primeiro filme, se é que posso chamá-los assim, são infinitamente superiores em todos os aspectos aos desse 2049.

        • Luiz Victor

          Me pareceu que no 2049 os vilões estavam mais ali para conduzir a trama, eles não eram o centro das discussões como no primeiro. Mas ainda assim eles cumpriram muito bem o seu papel dentro do filme.

      • Mackenzie Melo

        Concordo, K. Para mim, a única coisa que ficou devendo foi a trilha.

      • DS9/BSG

        De Matrix até hoje, pra mim, a melhor FC é Interestelar, pois acho mais original que 2049, inovou muito nossa visão sobre o cosmos, é a FC mais embasada na ciência talvez desde 2001 e resolve melhor a questão temporal que A Chegada.

        • Officer K

          Cara pra mim Interestelar tem alguns problemas e não vejo essa originalidade toda não. Discordo em relação a questão temporal, no Arrival eles seguem a ideia do determinismo que é o que mais se aproxima da realidade e é muito bem colocado no filme, usando a própria narrativa através da montagem. Já no Interestelar eles viajam muito nessa ideia do amor transcender o espaço-tempo, acho que tem umas coisas meio “piegas”, e o final é bem mais ou menos.

    • Luiz Victor

      Cara, eu achei que esse filme superou em muito o original. Não só em visual, mas mesmo nos temas que são discutidos e nas reflexões que ele nos leva a fazer. E achei que esse trouxe mais discussões filosóficas do que o primeiro. Isso porque o primeiro ainda é um filme espetacular.

  • luiz

    na minha opinião o Decard é um replicante sim porque uma coisa que eu raramente vejo alguem comentar: porquê que o Roy chama o Decard pelo nome na casa do to Sebastian? o Roy já conhecia o Decard antes?

  • Gp

    O Dangerous Days (documentário de produção do BR) é praticamente obrigatório.
    Não é lenda que o Ford fez a dublagem puto. No próprio doc. tem alguns áudios dele xingando horrores enquanto gravava a narração lol.
    Tem varias cenas que não aparecem nas versões que aparecem no DD. Inclusive uma explicação melhor para aquela cena que o Deckard “violenta” a Rachel.
    A narração veio com o intuito de simplesmente explicar o que o Deckard sentia no filme e deixar mais acessível para o publico. A verdade é que ela acaba com as nuances e o caráter interpretativo do filme. Junta isso com aquele final no carro…

    • Inquietante Rival

      Não tenha dúvida que muitas das informações passadas pelos participantes do podcast vieram deste documentário.

    • DS9/BSG

      Melhor extra de DVD que ja vi na vida.

  • Paulo Machado

    Tenho uma dúvida: vcs chamam gente chata (Rogério) pra participar do cast só pra absorver o ódio né? rsrs… O cara é mó perdido, se enrola nos próprios argumentos, mala pra cara****…. rsrsrs…. Mas é de propósito pra todos ficarem com raiva dele né – pra mim é a única explicação rsrsrs…. retardadão o cara….

  • Pedro Matheus

    O Rogério hoje ta insano, mds :V

    • Rômulo Mendes

      Muito chato, gente, sempre é muito chato.

      • Rômulo Mendes

        O Rogério no caso, o cara vê defeito em tudo.

  • Olecram7xy

    Quero entender uma coisa sobre o primeiro filme. Decard tem um sonho/memoria de um unicórnio. E o cara dos origamis deixa justamente um unicórnio pra ele… Como ele iria saber disso se decard n fosse um replicante com memórias implantadas?

    Sobre o 2049. O “k” mostra a memória dele pra menina q cria as memórias falsas. Mas a memória sendo dela, pq ela n diz nada? E outra pq ela fez isso se ela sabe q é proibido? Aaa não ser q ela criou aquela memória com o intuito de armazenar, e alguém(um outro criador de memoria, ou a resistência*) sabe se la pq implantou em vários replicantes afim de que algum pudesse um dia trazer o resultado q foi mostrado no filme!! Ainda
    assim essa cena fica mal contada ou cortada.

    • Rafael Lima

      Não tinha necessidade de falar, ela diz apenas que é real por que é o que ele queria saber. E o filme deixa subtendido que foi algo espontâneo dela, mas é algo meio interpretativo e não importa muito.

    • Luiz Victor

      Algo que não ficou claro no filme, é se aquelas memórias eram dela, e se ela sabia que era filha de um replicante. Porque ela parecia acreditar na história que conta pro K. E as memórias que ele tinha podiam ser de outro garoto que viveu naquele lugar.

  • Lou Bloom

    Foi triste ouvir o nitpicking do Rogério. Assista o original com os mesmos olhos que assistiu ao novo, você vai perceber tantas falhas de roteiro (a Pris poupando o Deckard no primeiro filme chega a ser ridículo)… E dizer que o Deakins se preocupa muito em deixar o mais filme bonito possível chega perto de ser uma blasfêmia, a principal “regra” dele como cinematógrafo é “sempre em prol da narrativa”.

  • Gyselle P. Teixeira Correia Li

    Duplex! Já tem anos que não tinha um 😀
    Bora ouvir!

  • Não consigo ouvir nem baixar pelo site, tampouco pelo meu agregador de podcast e menos ainda pelo youtuner. =/ Só eu?

  • JON TALBAIN

    Não assisti o filme novo….mas faz todo sentido o protagonista ser um replicante…!!

  • Lucasbp

    Poxa, nenhuma menção ao Vangelis?

  • Rafael Poggi

    Deker não é replicante e isso fica claro no primeiro filme – e por um motivo muito simples. TODOS os replicantes, TODOS, tinham “olho-de-gato” (suas pupilas dilatadas refletiam o fundo do olho). Deker em nenhum momento tem esse “efeito”. Além do que, os replicantes daquele filme têm data de validade. Deker claramente envelhece, como vimos no segundo filme, né?

    • Inquietante Rival
      • Rafael Poggi

        Um frame não significa muita coisa num filme de 120 minutos…

        • Inquietante Rival

          Concordo, mas desconstrói o argumento de que em “nenhum” momento o olho do Deckard brilha como o de um replicante. Como foi debatido no podcast a cena surge como acidente mas a decisão de deixá-la como está foi consciente, até porque o Ridley Scott inseriu tantas cenas novas digitalmente na versão final cut que poderia ter apagado esse brilho facilmente.

          Mas acho que o legal do filme não é firmar posição se Deckard é ou não replicante, mas justamente a possibilidade do público interpretar como achar melhor. Não cabem verdades absolutas e na minha opinião a dúvida vale mas que a certeza.

          Mais duas frases que deixam o tema em aberto. 1. Deckard para Bryant: “E se a máquina não funcionar?” 2. Rachael para Deckard: “Você já se submeteu a ele [teste voight-kampff]?” Questões que são deixadas sem respostas justamente para alimentar a dúvida.

          • Rafael Poggi

            Sim, sim. Mas e o fato de Deker envelhecer quando os replicantes têm vida programada de 4 anos?

          • Leandro Marchiori Ferreira

            Mas uma coisa eh fato, ver o Deckard como replicante é mais algo que as pessoas se esforçam para ver. Todo mundo que eu mostro o filme e assiste acha que ele é humano, quando alguém comenta a possibilidade e pensa nisso ai acredita que pode ser

            Claro que tem os diferentes, mas ate hj todo mundo que conheço que viu o filme pela primeira vez trata o Deckard como humano e nem cogita ser um replicante

          • Inquietante Rival

            Se tomarmos só o primeiro filme (Final Cut) como foi deixado o filme termina em aberto, sem sabermos o que aconteceria dali e cabendo a nós imaginarmos… Com o 2049 novas informações são trazidas, como o fato de ser revelado que a Rachael era de um modelo que não tinha sido mencionado no primeiro filme. Isso não confirma que Deckard é replicante mas deixa em aberto se ele não seira do mesmo modelo que descobrimos ser a Rachael (sem data de validade).

            Essa era uma das minhas preocupações quando o projeto foi anunciado, o fato de que o filme poderia revelar se Deckard era humano ou replicante, quando achava que o mais interessante era deixar em aberto. Fique satisfeito com a forma como o filme foi produzido, ampliaram a mitologia sem responder a questão o que tiraria de nós a possibilidade de enxergarmos a obra de diferentes maneiras.

          • Renato Martins Chaves

            A verdade é a seguinte:

            Ridley Scott fez o filme considerando Deckard um replicante.

            Os roteiristas e o Harrison Ford, não.

    • Officer K

      Ele poderia ser do Nexus 7 assim como a Rachel, que provavelmente tem o tempo de vida semelhante ao dos humanos, tanto que ela morre no parto.

      • Leandro Marchiori Ferreira

        Eu acho que não pois o filme te fala que os modelos novos e mais avançados são os Nexus-6. E Rachel e Deckard já estavam vivos antes do inicio dos créditos, pelo menos o Deckard podemos ter certeza que sim.

        Seria estranho pensar que o primeiro elemento que o filme de dá é uma mentira. O Deckard para ser um replicante teria que ser um Nexus-5 já que ele não é mais rápido nem tem super força.

        Quanto a vida prolongada não da para saber se a Rachel viveria muito mais tempo, não sabemos a data de criação dela. No filme de 82 a trama se passa em 2019, já no filme novo ela morreu em 2021, ela poderia ter sido construída em 2019 e teria mais um ano de vida apenas

        • Officer K

          Na ossada dela o início do número de série é N7F ou seja Nexus 7 Female, subentende-se que ela foi criada como um experimento do Tyrell, e no filme original fica bem claro que ela é bem mais avançada do que os outros, o Deckard faz um número de perguntas muito superior pra descobrir que ela é replicante. O fato deles já começarem vivos não quer dizer nada, por que os Nexus 6 foram criados à uns anos antes, o Roy Batty é de 2016 por exemplo…

          • Leandro Marchiori Ferreira

            Segundo o filme clássico os nexus-6 são. Levando em conta o filme novo sim ela é uma Nexus 7 realmente, e como é canônico faz sentido, agora se levar em conta o filme clássico apenas ela ser um Nexus 7 desmente o inicio do filme

          • Officer K

            Não desmente nada não cara, ela era é um experimento, não foi lançada a linha Nexus 7, tanto que pula pro Nexus 8 a próxima geração… Sim, era só os Nexus 6, todos os outros modelos tem o tempo de vida normal.

          • Leandro Marchiori Ferreira

            Eu ate acho que ela pode ser considerada um experimento e ok. Aceito ela como experimento e unico fator divergente, ai não alteraria a regra.

            Porem assim o Deckard nao poderia ser um Nexus-7 também pq ai sim seria um furo, ok dizer que ela era um experimento mas ele ja estava na rua, ai teria que se firmar demais a informações extras, abrir exceções demais ao que o filme te diz

            E outra coisa, não é sõ a mulher que gera o filho, então teriamos que imagiar que os nexus-5 masculinos ja podiam gerar crianças. Tem que justificar muito para o Deckard ser um Replicante, por isso como foi dito no Cast, era algo só do Ridley, os roteiristas não queriam, o Harrison Ford discordava, apesar se ser uma adaptação e ter mudanças mas mudaria tb o que é o personagem no livro

          • Officer K

            Sim era algo bem pessoal do Ridley mesmo, mas acho que daria pra encaixar ele como um Nexus 7 também, assim como a Rachel era de 2018 ele também poderia ser. Seriam os dois experimentos programados para se relacionarem como o Wallace sugere? o Adão e Eva do Tyrell?..

          • Officer K

            Aí vem a questão de que os Replicantes eram mais fortes e ágeis… Mas temos que lembrar que os Nexus 6 que estavam sendo caçados eram usados como mão de obra escrava, então era necessário, mas o Deckard como um experimento e sendo um Blade Runner não precisava ter o mesmo nível de força e agilidade que os Nexus 6 tinham. No filme novo por exemplo, o K (Nexus 9) apanha bastante do Sapper (Nexus 8), mas você vê que ele é bem resistente assim como Deckard era no priimeiro filme.

          • Leandro Marchiori Ferreira

            Não acho que caberia pq a Rachel ainda estava sobre o olhar do Tyrell. O Deckard já trabalha na polícia a um tempo. Ele conhecia o Bryant e o Bryant ele.

            Seria uma conspiração muito grande para fundamentar ele como Replicante. Teríamos que imaginar que tá todo mundo fingindo.

            Fora que volto a dizer o filme começa dizendo que os mais avançados são os N6. Aceito o argumento de que a Rachel eram um N7 experimental pós ela vivia na Tyrell Corporation. Mas o Deckard seria um N7 que está “lançado” trabalhando para a polícia iria contra o que diz no início do filme

          • Officer K

            Ele poderia estar trabalhando à um ano mais ou menos, e eles poderiam ter conhecimento de que ele era, tanto que o Gaff ficava fazendo um origami representando cada sentimento que o Deckard sentia durante o filme… Entendo o que você quer dizer apesar de achar que dê pra aceitar, mas por isso que pensando melhor eu acho que faz mais sentido ele ser humano mesmo, a jornada dele e a temática principal do filme acabam fazendo muito mais sentido.

  • Lucasbp

    Duplex é sempre bom!!

    Senti falta no primeiro cast sobre a trilha sonora do Vangelis.

  • DS9/BSG

    Somente como dica, pra quem gosta desse universo de Blade Runner, tem que assistir a serie Batllestar Galáctica (2004/2009) .. sem exagero, todas essas questões filosóficas dos filmes, estão espalhadas em 4 temporadas incríveis.

    Estou revendo a serie e dois cylons (uma máquina idêntica ao homem, inspirada nos replicantes de Blade Runner), estão discutindo as emoções humanas, e um comenta que ele é tão humano quanto um dos seus criadores, e o outro pergunta:

    Os seus antepassados saíram se arrastando de um pântano lamacento?

    A resposta: É claro que não.
    Então você é uma máquina. Sinto muito.

    Isso serve claramente aos replicantes.
    Pessoa sintética é somente um nome bonitinho.

    • Leandro Marchiori Ferreira

      Serie muito boa mesmo, pena o que fizeram no final… Mas fora isso é fantástica

    • Gp

      Seria muito boa. Olmos na melhor fase e um dos melhores episódio piloto que já vi. Mas achei que ela da uma barrigada no meio.

      Mesmo assim recomendadíssima.

  • Inquietante Rival

    Syd Mead, esse é o cara. Vamos lembrar o nome dele que é muito pouco falado em qualquer debate sobre cinema no Brasil que em geral tem uma atenção muito pequena para a concept art e design de produção.

    Essa menção ao Moebius foi meio no automático. Ele é gênio e é justo mencioná-lo como referência, mas falar mais dele que nem está na produção e não dar créditos a um artista essencial para esse filme, como Syd Mead é negligenciar uma parte fundamental da obra. Quem viu Dangerous Days ou ouviu a faixa de comentários pôde ter contato com o trabalho dele e entender como sua visão influenciou a forma como o Ridley Scott desenvolveu o filme. Então cabe uma atenção maior porque ele também já produziu concepts para outros filmes grandes como Tron, Aliens, Elysium…

    Abraço.

  • Elvis Kleber

    Gostei muito do podcast,Ótimas participações do Rogério e Wilker.
    E surpreso pela participação do Alexandre,que conseguiu não ficar repetitivo nos assuntos e argumentos,mesmo tendo gravado 15 milhões de podcasts de Blade Runner [na verdade foi 3].
    Gosto desse crossover podcastal!

  • Gabriel Bueno

    Fico chateado quando a pessoa quer detestar por detestar. O Rogério por exemplo, ao criticar algumas coisas, se perde nas próprias críticas: a crítica quanto à explosão do carro (que não faz a MÍNIMA diferença, pois K é resgatado e não precisa do carro) e para sustentar o argumento diz que as cenas de San Diego e Los Angeles são diretamente conectadas (quando acontece uma infinidade de coisas entre elas, como a visita à “fábrica” de mémorias e o rastreamento da madeira do cavalo); diz que o personagem do Jared Leto só está ali pra explicar as coisas (na verdade o personagem tem um arco próprio que dá ao filme um senso de urgência e faz a trama se desenrolar); reclama do K nunca ter matado um ser humano e matar vários na cena seguinte (necessidade óbvia?). Reclamar da fotografia da Roger Deakins por ser “perfeita demais” é mais fundamentado, mas ela é extremamente holística e nos transmite sensações e informações que o roteiro escolhe não nos externalizar através de diálogos, então me parece ser uma crítica por ter faltado um pouco mais de empatia e boa vontade com o filme. Por fim, entendo mais a crítica à trilha do Hans Zimmer (que foi feita em 1 mês, não chega nem perto da trilha do Vangelis nem das melhores do próprio Hans Zimmer, mas cumpre lá seu papel), mas continuo achando que essa crítica veio num pacote de detestar por detestar, onde a gente abre mão da nossa capacidade de estar incerto e rever nossas opiniões pra manter uma postura que nem sempre é tão fundamentada.

    Fazer o que né

    • Officer K

      Ele simplesmente não gostou do filme e ficou procurando o que falar mal sem base nenhuma, as críticas dele não fizeram o menor, nenhuma se quer.

    • Gabriel Bueno

      E assim, Rogério assume que o filme não o tocou. Isso sim é honesto e legítimo. Existem filmes ótimos por aí que não nos tocam, assim como filmes ruins que acabam nos tocando. O difícil é tentar argumentar tecnicamente algo que se deu apenas pela emoção.

      • Officer K

        Pois é, o problema é que ele ficou procurando o que falar mal sem base nenhuma, e os “argumentos” dele não fizeram o menor sentido.

      • Luis de Vaz Lobo

        Sinceramente, acho que ele fez isso só pra sair como o diferentão. Não colou.

  • Leandro Marchiori Ferreira

    Parabéns a todos pelo cast, tem algumas coisas que não concordei mais muitas delas foi falada pelo Gabriel Bueno então não irei ficar repetitivo. Porém existem coisas que concordo como o pq de não matar o K e a fotografia deixar aquele mundo bonito.

    Vale ressaltar duas coisas o cenário de Las Vegas parece uma clara referencia ao livro, pois no livro temos a terra coberta por uma poeira radioativa

    E agora vai uma correção, em um determinado momento do cast do segundo filme foi falado que no livro eles compravam animais mecânicos, que isso era um status e inclusive tinha um catálogo de animais mecânicos e tal. Assim não é bem assim, na verdade no livro eles compravam animais reais, os animais elétricos eram meio que “pirataria” tipo você ter um hiphone. As pessoas que não conseguiam comprar um animal real, e esse sim dava status, compravam animais elétricos e se sentiam inferiores por isso, inclusive viviam com medo dos vizinhos descobrirem. Isso é importante pois é o que motiva o Deckard no livro, ele tinha uma ovelha que morreu e por falta de grana substituiu por uma ovelha elétrica, porem o motivo de ele se dedicar tanto na caçada dos 6 androides (no livro é androide mesmo, apesar de serem orgânicos como no filme, são chamados de Androides ou Andys) é porque queria comprar um animal de verdade, que eram extremamente caros e vinham com os valores descritos nos catálogos.

    Inclusive a coruja no primeiro filme é uma referencia ao livro, pois no livro alguns animais estão extintos e a coruja é uma delas, então as pessoas daquele mundo ou nunca viram uma coruja real ou viram quando eram muito jovens. Claro que isso não esta no filme, é´somente uma referencia para quem leu

  • Gente, alguém me envia o podscast por e-mail? Já tentei de todo o jeito, mas não vai aqui. Desde já agradeço. renatoklebersouza@gmail.com

  • Sebastião Nunez

    Caramba! como o Rogério foi se perdendo em seus próprios argumentos.
    O filme não ter emocionado ou ter tocado ele tudo bem, mas procurar defeito em tudo já é demais.
    Iria comentar sobre vários pontos que ele disse, mas nos outros comentários já falaram bastante. Vou comentar apenas o mais óbvio: quando ele fala sobre o K dizer que não matou/aposentou ninguém, o K está falando do passado e depois quando acontece o confronto já é o futuro, então o Rogério queria o quê? que o por “princípios” o K não reagisse àquela situação?

  • Luis de Vaz Lobo

    Gostei do podcast, apesar de um chatonildo que queria desgostar de tudo.

    Referente a inteligência artificial que acompanha o protagonista, aconteceu num determinado momento o mesmo que explica o bom relacionamento existe em “Ela”…Na hora que aparece uma propaganda gigante no final, entre os escritos do marketing está dizendo algo como “te entende e sabe o que vc quer ouvir” (ou algo semelhante), naquele momento deixa claro que todas as ações da inteligência artifical seguiam o entendimento do que pareceria mais crível para o protagonista.

  • Renato Martins Chaves

    Só pra adicionar mais diversidade rs o filme que nunca me tocou foi o original de 82.
    Acho um filme frio, com um protagonista desinteressante mas que se salva pelos ótimos visuais e design de produção.

    E o Rutger Hauer que basicamente FEZ o personagem rs

    É um filme que respeito, mas acho menos profundo do que pregam.
    Consigo enxergar questionamentos mais interessantes em Total Recall do Verhoeven, por exemplo.

    Por isso tudo, não me surpreendi por gostar mais desse novo.
    Villeneuve está numa fase inacreditável !!

    PS: faltou vcs falarem daquela incrível “cena de amor”

  • Ricardo

    Eu assisti so o primeiro e li o livro.. O primeiro filme é uma das maiores merdas que eu já vi adaptadas .. o livro é excelente! .. o filme é imbecil, sem graça.. o novo eu quero ver, VIlleneuve é foda.

    • Tyrell

      Que blasfêmia hahaha…O primeiro filme não é uma adaptação, só usa de inspiração mesmo. E é um filmaço pô, não é perfeito mas ainda é uma obra prima.

      • Ricardo

        Então, esse papo de “inspiração” não é uma desculpa boa né? Porque eles usam muita coisa do livro jogada de forma lixo. A história é uma porcaria se você olha apenas o filme. Por exemplo, não há empatia com os “androids”. Já no livro, a Rachel e a parte da aranha é fantástica.. A parte dos animais .. a motivação do Rick .. o final… tudo .. já o filme com essa desculpa “inspiração” é ruim e ai por ser porcaria sai um “é .. não é adaptação” .. desculpa isso ai .. mas.. é uma bosta.. analisando só o filme é sem pé e nem cabeça, roteiro fraco e sem levar em conta o livro, eu assisti esse filme por volta de 2000 e achei uma bosta, ai agora eu li o livro para ver o novo filme e pensei “vou rever o antigo, eu devia estar em um mau dia” cara, eu xinguei mais ainda. hhehe .

        Fico pensando em 1982, como foi para a galera naquela época .. pode ser que justifique sua fala “obra prima”.. mas eu ainda acho que o “HIPE” veio do diretor de Alien.

        mas assim .. gosto é gosto, se você curtiu, bom! eu tenho meus filmes que a galera odeia .. Só não falo que esses sejam “obras primas” e sei das suas limitações 🙂

        • Tyrell

          Mas cara toda a parte técnica do filme é perfeita, a ambientação e construção do universo são incríveis. Você tem que considerar tudo, o roteiro não é das melhores coisas, mas também não é uma bosta, e todo o sub-texto do filme é excelente, cada vez que você assiste vai pegando mais detalhes, e pensando mais sobre. A estória básica é bem simples mas não por isso é uma merda, o filme é muito profundo, tem muita gente que acha até bem melhor que o livro… E você também tem que levar em conta toda a influência e importância da obra, não é a toa que é um clássico.

          • Ricardo

            Então, ai vem de novo o ano 1982.. Vendo na perspectiva do ano pode até ser “perfeita” pensando como filme. E essa construção de mundo que você fala é Neuromance na cara dura.
            Mas, sei lá. Acho esse “HIPE” e esse fanatismo tosco d+ e por isso eu fico como o idiota falando “MERDA, LIXO”. extremos. É o mesmo caso de Avatar. Uma porcaria que só por causa de “efeitos” é considerado “obra prima”. Nesse caso qualquer jogo de PS4 também deveria ser. 30 Anos depois. 3d,carros voadores e monitores tortos se tornam datados porcos.. puff foi o argumento pro saco.

            Isso também “sub-texto” . “ai referencia. foi tirado isso porque dai fui o inteligentão que entendeu” é tosco pra kcte. similar de “Não é adaptação”. Fica procurando coisas pra explica outras furadas de bala. Desse jeito velozes e furiosos é fantástico, porque se você analisa ele usa um nitro tal com um carro tal – comparação imbecil, mas -. pufff. De novo, em 1982 e seus méritos.
            Um tiozão falando que viu no cinema em 1982, que explodiu sua cabeça! Eu respeito. Agora moleque de 14 anos querendo ser hipster e pagando de “cool”. puff x2. – não estou falando de você –
            De novo. 1982. nem vou entrar de novo no “Avatar” que daqui 30 anos vai ser praticamente a mesma coisa.

            Sei lá. Eu queria ter gostado. Melhor gênero pra mim. O melhor filme já feito na minha opinião é Inception/Arrival/Matrix – não consigo falar só um – e livro são Dune e 2001.
            Foda. Eu queria muito ter curtido. Quem achou melhor que o livro. Ótimo pra eles, nada melhor que assistir um filme excelente. Até hoje os únicos filmes que eu consegui achar melhor que o livro foram Arrival e Fight club.

            Espero muito do novo, já que o Villeneuve foda. Na minha opinião de merda.

          • Luciano Moratori

            Arrogante pra cacete você é

        • Wilker Medeiros
  • Tyrell

    Rogério bostejou aos montes hein, todo o conteúdo apresentado nos curtas está no filme, tanto no letreiro inicial quanto através de menções… Os curtas apenas detalham esse eventos, mostrando como aconteceu, é um conteúdo extra pros fãs, não tem nada ali que faz falta no filme. Sem falar que não teria como colocar pois são eventos que ocorrem entre os 30 anos, e o filme se passa em 2049. Vamos usar um pouquinho o cérebro né…

  • Matheus Bonfim

    O Rogério estragou o podcast,tudo bem não gostar,mas ela tava só sendo chato ek vez de mostrar argumentos fortes

  • jardel

    Muito bom este podcast , até revi novamente Blade Runner e a participação do Alexandre acrescentou demais , ele é muito bom nos comentários e conhece muito de cinema sem ser pedante,o podecast cine alerta dele é muito bom.
    Bora colocar ele mais vezes nos podcasts Jurandir.

    • Lou Bloom

      Concordo, o Alex é um dos meus podcasters preferidos, assim como o CineAlerta é um dos melhores podcasts brasileiros

  • Tiago Farias

    Ótimos programas! Estava com saudade do formato Duplex, e ficou excelente ouvir em duas partes bem divididas e contextualizadas. Uma das coisas boas desses remakes ou reboots é a possibilidade do Rapaduracast poder falar de filmes de antes de sua criação, em 2006. Alguns dos programas que mais gosto são da franquia Duro de Matar, Antologia Rocky, Caça Fantasmas, Blade Runner, Planeta dos Macacos, entre outros que resgatam o passado do Cinema. Esse ano até o momento os podcasts que mais gostei são Blade Runner, Mãe, Planeta dos Macacos, Dunkirk e a biografia do Shyamalan, com destaque para o Fragmentado. Foram programas riquíssimos de conteúdo e com ótimas discussões.
    E sobre isso queria levantar uma questão, excetuando o Fragmentado, que teve um custo benefício positivo, em razão do baixo custo de produção, todos os outros não tiveram resultados satisfatórios, e o Fragmentado, apesar do resultado positivo, não teve uma bilheteria muito alta comparado com outras obras. E sobre todos esses filmes citados surge a mesma crítica do público, de que o filme carece de ritmo, que é muito lento, que tem barriga, etc. Enquanto filmes que não é necessário muita reflexão, com temática que envolve mais sensações e emoções, casos de filmes de terror, de heróis, ou de comédia, estão com bilheterias altas e com rentabilidade.
    Minha dúvida é que ocasiona essa situação, a postura e a conduta atual da sociedade? E o que as grandes produtoras de cinema podem fazer diante disso? Terão que mirar apenas nesses filmes mais “simples” e genéricos, sem muito aprofundamento dos temas, já que os que envolvem uma análise e estudo mais complexo não estão encontrando sucesso diante dos consumidores? Esse direcionamento das grandes produções me preocupa bastante.
    Valeu! Como é bom existir o Cinema com Rapadura. O melhor programa sobre cinema, e por que não dizer, sobre a vida.

  • João Ricardo Mesquita

    gostei muito!

  • Acrisio

    Excelente trabalho da turma do rapaduracast. O filme pra mim esta entre os melhores do ano. O universo Blade runner foi expandido e pode ser ser explorado sob vários aspectos. Pena que a bilheteria foi pífia.

    • Tyrell

      Pois é, uma pena, o publico médio é muito impaciente e ignorante pra filmes desse genêro… Mas com certeza vai ser honrado no Oscar, pra mim é o melhor do ano e uma obra-prima de ficção científica.

  • Felipe Miranda

    Fala Galera. Só eu achei que a atuação do Ryan Gosling no Blade Runner foi bem parecida com Drive (2011) ? Aquele abraço

  • Felipe Miranda

    Rogério o novo Ricardo Rente?

    • Tyrell

      O Ricardo pelo menos tem argumentos e base pro que ele fala, pelo menos as vezes…