segunda-feira, 26 de outubro de 2009

RapaduraCast 153
Acessibilidade no Cinema

Fique a vontade para participar do nosso debate, porque aqui você sabe: "Assistir é apenas o começo"!

Aperte o Play para começar o RapaduraCast Aperte o para começar o RapaduraCast

1x 1.5x 2x
0:00:00

Acessibilidade no cinema é um tema bastante complexo. Nós começamos falando sobre os motivos das pessoas não estarem indo ao cinema, em seguida falamos sobre os portadores deficiências que não PODEM ir ao cinema. A falta de estrutura das salas é responsável pelo aumento da pirataria? Cinema para esse público faria sucesso? Você consegue enxergar alguma solução?

Jurandir Filho (Juras), Maurício Saldanha (Mau), Thiago Siqueira (Siqueira) e Fábio Barreto (Barreto) conversaram sobre as principais dificuldades que as pessoas encontram para ir aos cinemas. Por que os cadeirantes só possuem um espaço bastante incomodo reservado para eles nos cinemas? Existe lugar para cegos e surdos nos cinemas comerciais? Qual a seria uma solução inicial para o problema das pessoas que não podem ou não querer ir aos cinemas?

Faça parte dessa discussão e diga a sua experiência. Não precisa ser deficiente para estar dentro do conceito da acessibilidade. Compartilhe aqui nos comentários e e-mails, fazendo parte dessa corrente.

NOVO CINEMA COM RAPADURA
Acesse agora o portal totalmente reformulado
Visite TROPUS.com.br, referência em criação de sites

PODCASTS RECOMENDADOS
RapaduraCast sobre o Self-service no Cinema
RapaduraCast sobre Pirataria

LINKS IMPORTANTES SOBRE O PROGRAMA
Conheça o Blindtube
Materia sobre a Autodescrição e Legendas adaptadas
Materia sobre a Autodescrição e Legendas adaptadas 2
Entrevista sobre o Audiodescrição no Jô 1
Entrevista sobre o Audiodescrição no Jô 2
Exemplo de um filme com Audiodescrição
Campanha de acessibilidade

Duração: 86 min

ENDEREÇO DIRETO DO PODCAST
Acesse aqui: www.rapaduracast.com.br

SUGESTÕES, CRÍTICAS, DÚVIDAS E CHUTES NO SACO
Envie e-mails para: rapaduracast@cinemacomrapadura.com.br

RSS e iTunes
Adicione o feed do RapaduraCast no seu iTunes ou no seu agregador.

INFORMAÇÕES
Aperte o botão PLAY abaixo ou clique em DOWNLOAD (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 na MELHOR QUALIDADE para o seu PC. Desfrute! 😉

Compartilhe

Participantes

Fabio Barreto
Fabio Barreto
@fabiombarreto
Jurandir Filho
Jurandir Filho
@jurandirfilho
Thiago Siqueira
Thiago Siqueira
@ThiagoSiQueiraF

Ouça Também


  • Opa, que bom! Ja estava pensando que a semana de trabalho iria começar sem o rapaduracast. Vlw Jurandir!
    Vo ouvir agora msm antes de dormir!
    Depois comento o cast!

  • Átila dos Santos

    Importantíssimo!

  • Ainda bem que a informação passada a mim estava errada…
    Esse cast eu acho que já estava pra ser lançado a tempos, não?
    Self-service, esse ai, são importantes demais pra quem tem o cinema como mais um lar…

    • Já sim. Fazia um tempo que queriamos lançar. Se você é reparar, é quase um continuação do papo dos produtores.

  • Nossa..Aqui na minha cidade ( São Bernardo do Campo) , nós temos apenas 3 salas de cinema, e elas tem boas condições de acessibilidade. Assim como os cinemas em geral da região do grande ABC. Só os pornôs que achoq ue não tem rsrs.

    Baixando o podcast mais esperado do final de semana, graças à twittada do @jurandirfilho E vendo o show do u2 ao vivo, amanhã cedo ouço a Rapadura e comento. Abraço!

    • A boa parte dos Multiplex tem uma estrutura legal para cadeirantes. Mas a maioria foi obrigada a fazer isso. Porém, é normal ver latas de lixo nas rampas e etc.

  • Evandro de Freitas

    caraca, tema muito bom. Parabéns desde já! 🙂

  • Good One :p

  • Tema importante, baixando para comentar depois… 😀

  • Guilherme0212

    tema importante e atual

    baxando

  • Humberto Pereira

    Valeu, mas pô, tem que ter mais respeito conosco, ouvintes, não tem como sair cada podcast um dia.

    • Cicero, 26 anos – Carapicuiba, São Paulo

      Pô Humberto…os caras fazem outra coisa além de podcast. Se algum dia o Juras se encher de tanta cobrança é parar com o rapaduracast ai quero ver .boring

    • A data de lançamento do cast é de sexta para sabado, na madrugada. Atrasou muito por causa do novo CCR. Queremos estabilizar a data quando estiver tudo ok com o portal. Podcast é uma seção importante do portal, mas não é a mais importante. Temos que conciliar tudo para fazer tudo acontecer ao mesmo tempo.

    • Respeito com os ouvintes? Por que? Você pagou para ouvir?

      É por conta de pessoas como você que não faz nada e gosta de cobrar de quem faz coisas de graça! Com todo respeito à sua pessoa mas se você não faz, não sabe o trabalho que dá, você que devera mostrar respeito a estas pessoas que proporcionam estes podcasts!

      • Humberto Pereira

        Ta, e ai? ‘-‘

  • Daniel Komarchevski Filho

    enfim cheguei cedo pra comentar hauehau
    vou ouvir assim que acabar o show do u2 no youtube 😀

  • Fala Galera
    Realmente um cast que vai entrar pra historia por incentivar a discussao.
    Um detalhe triste é que nao conseguir ver o video
    Exemplo de um filme com Audiodescrição

    O copyright do youtube nao permite ele ser exibido aqui na Suiça… Pena, mais tarde vou tentar conseguir achar um mirror pois fiquei interessado no projeto.
    Abraços

  • Flavius Júnior

    Sou ouvinte a uns dois anos e espero ansiosamente por cada cast lançado. obrigado por mais um!!!

  • Murilo Herik

    Muito bom o conteudo do cast.
    Sou Operador de projeção, trabalho há um ano na Cinemark e posso dizer que a acessibilidade de lá é muito boa, não perfeita, mas dentro daquilo que se encaixa na lei como dito pelo Juras, já vi muitos cadeirantes lá inclusive um que sempre está por lá, há corrimão nos dois lados da rampa na entrada da sala e os banheiros são perfeitamente acessiveis, inclusive o shopping é 100% acessivel para cadeirantes e com elevador para o cinema. No que diz em respeito ao que o Barreto citou sobre os funcionarios do cinema, ele tem razão e não falou nenhuma bobagem, a maioria deles são desistimulados e são despreparados (muitos por desinteresse proprio).
    A questão do streaming eu acho bem complicada, no caso de colocar o streaming na mesma epoca que nos cinemas, até pela questão da demanda de downloads mal intencionados serem extremamente maiores do que os bem intencionados que vão pagar pelo streaming, dificilmente haverá proteção para uma ripagem do filme, pode até haver mas quem não é leigo sabe que na internet tudo é possivel… Então como uma forma poderiam até lançar esse ‘produto’ mas com uma data de lançamento posterior ao cinema ou junto com o dvd, já que na maioria das vezes o dvd é lançado primeiro la fora

    • Eu ainda acho que streaming vai tirar publico do cinema. Um filme é muito diferente de uma partida de futebol. Primeiro, futebol tem toda semana. Depois que acaba o jogo e todos sabem o resultado, 98% das pessoas perdem o interesse em ver. Um filme demora 3/4 anos para ser feito. Facilmente cairia na rede, seria copia e distribuido. É muito complicado isso. Talvez funcione mais para filmes FORA do cinema. Tipo DVD. Sky ja faz isso muito bem.

      • Murilo Herik

        Pois é Juras, na minha opnião exibir no cinema é prioridade. Pra falar a verdade mesmo com a pirataria, o cinema não perdeu tanto quanto a musica por exemplo perdeu.

      • Z3hr0_C00l

        Nem acho Juras, eu so pagaria Stream para filmes de comédia, drama e talz, aqueles que não tem muitos efeitos, coisa que eu ja faço normalmente! A diferença é que eu demoro mais para assistir um filme desses pq eu espero sair no Sr. Torrent e com Stream eu pagaria.

        Dependendo da facada logicamente. Fui tentar comprar Fortaleza x Ceara e so um jogo cobravam mais de 40 conto, sem condições.

  • Malcon Bauer (Fpólis -SC)

    Tema interessante e importante…

    Baixando!

  • Parabéns, Juras!
    Programa corajoso, interessante, trilha belíssima, enfim, o padrão rapadura de qualidade.
    É por isso que o Rapaduracast é o que é.
    É assim que se faz podcast.

    Marcelo Salgado

  • Roy Mustang

    O Mal Saldanha parecia um político padrão, que fala, fala e não deixa os outros desenvolverem sua tese.

  • Junior

    O Mal pra variar não debateu ,não discutiu, não falou nada mais que clichês, dinovo Mal? .eokiko PS: nem terminei de ouvir esse cast, não deu 🙁

  • Aos 62 minutos o Barreto disse tudo.
    … realmente o Mal transmutouce prum Sarney. 😉

  • Que legal esse tema! Me surpreenderam. 😀

  • Primeiramente parabéns pelo novo portal, ficou espetacular, assim como este podcast. Achei válida a discussão e somente discordo numa questão: Como o tema é acessibilidade concordo em parte que o streaming poderar dar maior acesso a quem por alguma razão não pode ir a uma sala de cinma e gostaria de assistir determinado filme, no entanto, creio que neste caso é tratado como uma mídia alternativa. A grande questão é como tratar a todos de forma satisfatória e proporcionar a sensação insubstituível de ir ao cinema e compartilhar este momento com outros apaixonados, mesmo privado de algum sentido ou qualquer outra deficiência que possua.

    De qualquer forma, parabéns! 😉

  • MarceloNeves, 26, Brasilia

    Muito bom o cast, como sempre… bla… bla… bla…

    Realmente o MAU parece não entender o que uma discussão, dias desse tentei mostrar o Cabine celular pra um amigo meu de Guaíba/RS, daí o cara disse, “quem e esse Gritando frente o celular” rsrsrs….. pensei que ele ia gostar, afinal são Gaúchos.

    Mas o cast apesar de não ter ido a lugar nenhum, foi Otimo. digo, pra ter resultado mesmo, depende de quem estiver ouvindo….

    hm… última vez que fui no cinema, foi no Batman…. sei lá, não gosto de multidões.

    Sobre o streaming, seria Otimo mesmo, ainda mais sé fosse algo já incluso na taxa de internet, seria bacana… claro, não tirando opção de ninguém, pois veja bem, antes eu é meus amigos alugávamos VHS e então ficávamos emprestando um ao outro e tal, hoje isso e um pouco diferente, compartilhamos com o mundo.

    Enfim, quem liga mesmo, esse pais de merda brazil, qualquer coisa aqui pelo menos por agora esta fadada a malandragem, talvez quando essa concepção mudar, as coisas sejam diferentes.

    Mais uma coisa, sim faço downloand de filmes e jogos pra meu consumo, agora nunca, nunca comprei pirataria. ( sou um bastardo, mas tenho meus princípios) algo a lá Dexter.

    Enfim. Parabéns pelo cast, e MAU não liga nos te adoramos mesmo assim.

    Barretão Tu é o cara!

  • Olá seres rapadurianos!!!Achei fantástico o tema.A escolha desse tema só prova a seriedade com que são tratados os temas do cinema com rapadura. a importância de se discutir o tema aqui no rapadura, mora justamente no fato de ser uma discursão de fã para fã(de cinema) e não um punhado de intelectuais de merd#.Obrigado Jurandir, Mauricio,Siqueira e Barreto.Vocês e o meu blog(propaganda kkkk)são um dos poucos espaços de discursão livre de coarção e censura.Thank you!!!

  • Miranda

    Assunto chato
    Mas tá valendo 😀 sempre bom ouvir o rc

  • flex

    Desculpe, mas esse cast eu não vou nem baixar!

    Assunto chato pacas!.

    Quem sabe no próximo tema, vcs acertam 🙂

    • Acho que o tema foi mais que acertado!!! Você deveria baixar e escutar algo que faz você pensar e não fugir do assunto, pense nisso, ok?

    • Chato? Espera tu perder uma perna, daí tua opinião muda. 😉

      • Graciene Vitória de Santo Antão-PE

        EXATAMENTE “PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO”, PESSOAS COM MENTALIDADE PEQUENA

    • dino

      Realmente:
      se tu perder a perna vai ficar CHATO PRO TEU LADO!!!

  • Thiago_RT

    Realmente o novo estilo do CCR ta sensacional.

  • Galera do RapaduraCast,
    Parabéns pelo podcast, excelente discussão!
    1h não é suficiente para levantar todos os pontos de vista mas é, sem dúvida, um excelente ‘start’.

  • Achei o tema muito bom.
    O rapaduracast de fato é diferencial já que explora tudo relacionado com cinema.

    E não apenas sobre assuntos de filme.

  • Gostei bastante mesmo do tema, muit oválido e algo que ninguém parou pra pensar. Poucos cinemas (aqui no Rio, que eu conheça, nenhum)preocupam-se com pessoas com necessidades especiais, cadeiras de rodas ficam naquelas cadeiras lá na frente, onde mal pode-se enxergar a tela…
    Tô gostando bastante que o Barreto agora tá sempre fazendo um cast. Ele é ótimo. Mas sinto falta do Bruno Mendonça, Juras! Quando será o próximo cast dele?

    Barreto, só discordo com você em um ponto: não é que algumas pessoas (visto eu), tenha preferência com animais, só acho que cada um tenha sua prioridade e a minha é defender os animais. Mas isso não quer dizer que eu tenha preconceito com pessoas com necessidades especiais, longe de mim.
    Mas da mesma maneira que essas pessoas podem (e devem ser defendidas), os animais também, visto que as leis que temos no Brasil não possuem nenhuma punição a seus mal tratos.

    Desculpe o desabafo! rs Meio que fugi ao tema.

    Beijos e parabéns novamente.
    Cast digno de ser enviado para todas as redes de cinema do Brasil.

    • Oi Jennifer,

      Não era a intenção ofender ninguém. Foi meio que um desabafo meu também, saber que há tanta disposição para cuidar dos animais e, às vezes, pouca para cuidar de nós mesmos. Já ouvi gente dizendo “gente não vale a pena”. Aí eu penso: se for assim, Jim Jones estava certo e é bom todo mundo se matar logo.
      Acho que, seja em direitos humanos ou animais, os extremos nunca são bons. Toda vida deve ser levada em conta. =D

      bjs,
      Fábio

  • O lado empresario do Juras ta certo, se for do jeito que o Mau quer os cinemas ( INFELIZMENTE )vão a falencia. É negocio, dinheiro, lucro.

    Tem também as pessoas gordas (odesidade é doença tb ) que não vão pq não cabem na cadeira, ou ficam apertadas. Solução seria aumentar TODAS as cadeiras, diminuindo o numero de assentos ? Mas vale a pena esses investimentos ( pensando em dinheiro ) ?

    Acho que não, e é bem provavel que as empresas de cinema tenham pesquisa sobre isso. O gasto para as mudanças deve ser maior do que o retorno, então não fazem nada.

    Se o Mau construir um cinema do jeito que ele quer, vai Falir, não vai sobrar dinheiro nem pra comprar a pipoca !

    A ideia é boa, mas na pratica não funciona.

    * Estou falando do lado do empresario visando o lucro, se é certo ou errado é outra estoria.

  • thiguinho

    é sem duvida um tem amuito importante. e com certeza tem solução

  • Sobre quem só para pra pensar quando pisam no seu calo, resumo nesse comentário.
    “Choram pela morte de um pássaro, mas não pela morte de um peixe. Felizes aqueles que têm voz” Adaptado de Saito Ryokuu

  • Bruno Dolabela

    Maurício é romântico demais. Não existe retorno financeiro para ações de acessibilidade. Isso é responsabilidade social, mas não investimento para gerar lucro.

  • Bruno Dolabela

    Imagina fazer uma sala para deficientes visuais, auditivos, com paralisia cerebral, hemofílico, diabético, com pé chato, gordo, e com alergia a ar condicionado!

  • Pois é, a maioria dos cinemas da cidade de São Paulo que frequento tem rampas, elevadores e espaços para cadeirantes, tem alguns espaços até bem longe da tela, em um excelente local. Já peguei uam sessão com 3 cadeirantes. Outra coisa, o Shopping Tatuapé tem muitos surdo-mudos, mas eles também vão ao cinema, afinal, dá para ler legendas.
    Outra coisa que os cinemas fazem é não ligar o som DTS ou Dolby Digital, é uma vergonha!!! Eu compro um monte de filme em DVD e assisto alguns pelo Terra, e considero aceitável, apesar da qualidade pelo micro não ser muito boa, dá para assistir sem problema.
    Mas com o streaming com qualidade, você pode ligar pela placa de vídeo no cabo S-Vídeo ou HDMI e assisti em uma TV, mas isso não substitui uma ida ao cinema, valeu!!! ^^v

  • Realmente esse negócio é complicado, nosso país não consegue cuidar dos não-portadores de deficiência, quanto mais dos deficientes, realmente a verdade é essa, se a lei não manda, os empresários não fazem mesmo! Já não sabem tratar o espectador comum com respeito em muitas salas desse país. Mas parabéns pelo cast, queria deixar a minha opinião que realmente cinema é uma esperiência que não tem tela em casa que duplica, pelo menos, ainda não tem. Mas a internet criou um modo de ver filmes diferente e tirar esse hábito de algumas pessoas é complicado, mas também não dá pra ficar esperando a televisão ou o cinema passar aquele filme específico de arte que só você curte. Eu gostaria de ver na telona, uns dez filmes que nunca passaram no cinema aqui e com certeza não vão passar. Mas lembrem-se que de todas as pessoas do Brasil, um percentual menor ouve rádio, um percentual menor ainda vê tv, um percentual muito menor ainda acessa internet…

  • Ricardo Borgers

    Tá explicado pq o pessoal do RC não faz sempre programas importantes como esse: nao dão retorno, nao comentam aqui. Q pena mesmo. É capaz de nada semana que vem vir um tema mais popular e todo mundo adorar.

    Realmente o pessoal n se preocupa com os deficientes. Apoio zero do public.

    Parabens pelo programa, foi muito bom velos discutindo um tema tao importante.

  • Excelente. Um dos melhores debates do Rapadura de todos os tempos! Tudo dosado, equilibrado e com ótimas conclusões! É o cinema visto de forma mais ampla (e necessária) como nunca. Melhor ainda: as questões levantadas falam de coisas que vão muito além da paixão pela sétima arte.Sem bitolações ou vícios de ideias. Isso é gostar e entender o ser humano. Seus prós e contras…Parabéns a todos!

  • E aproveitando o momento, o SOS Cast 10 está no ar. confiram em http://uiop.me/qd8

    =D

    @Ricardo Borges
    Você disse tudo, mas o importante é ter a certeza de que o fundamental aqui é debater os aspectos do cinema e não, necessariamente, só apostar no óbvio e popular. O simples fato do Juras ter abraçado esse tema e feito um programa já diz muito sobre a finalidade do RC.
    =D

  • iniciativa muito legal , pena q as pessoas ñ dão o devido valor a esse tipo de atitude …
    a mentalidade da maioria é: “afinal se eu ñ preciso que se dane” as pessoas precisam deixar de ser egoístas .raiva

  • tema MUITO importante
    parabéns por tocarem nesse assunto

  • Ótimo cast!!!

    Importantíssimo!!

    Fiz um post alguns dias atrás no meu blog, lá tem um vídeo, pode ser que vocês já o tenham visto, mas passe lá e confiram.

    http://nobreakpramente.blogspot.com/2009/09/acessibilidade-web-custo-ou-beneficio.html

  • Na minha opinião o maior problema no que diz respeito ao tema somos nós mesmo, que em 99,99% dos casos somos falsos moralistas (e não me excluo não). Sempre que o assunto vem a toda o discurso é muito bonito, muito comovente e sempre concordamos, mas na prática mesmo, pouco ou geralmente nada fazemos.
    Por que é muito fácil criticar o dono do cinema ou o distribuidor do filme, porque que ele não faz isso ou aquilo, quando nós mesmo não fazemos nossa parte.
    Um exemplo muito simples disso eu posso citar, o próprio MauSaldanha, que me pareceu ser o mais revoltado com a situação. O próprio site dele, o cabine de celular (que eu adoro, por sinal) não é acessível a todos, quem é surdo não extrai nada do site, ou pelo menos não extrai o principal, que são as opiniões dele. Coisa que uma simples legenda resolveria, não existe. Ou seja, pessoas surdas são excluídas do site.
    Não estou aqui dizendo que o Mau seja falso moralista ou algo do tipo, quem sou eu pra julgar, so quer deixar claro o quanto é fácil demais criticar os outros e jogar a bomba pros outros, quando o que deveria acontecer é cada um ajudar, mesmo que sendo com pequenas atitudes.
    Esse falso moralista acontece em qualquer lugar, com questões ambientais, raciais e tudo mais e enquanto isso não mudar, nada ou muito pouco vai ser feito!

    • Ia até fazer um comentário mais completo, mas depois dessa, o Tiago matou a pau. Clap, clap, clap! Parabéns, cara… comentário excelente!

      Foi um ótimo cast. Como em outras ocasiões, o Mau parecia estar fora de si, com somente uma visão um pouco mais estreita, mas dessa vez acabou aos poucos entendendo que nem sempre só de visão vive o capitalismo.

      Parabenizo o Juras pela sua seriedade e sinceridade ao falar coisas que muitos pensam, mas que não têm coragem de dizer em voz alta: realmente, se não vai dar retorno, não é para fazer mesmo… ponto!

      Barretão como sempre fazendo ótima participação e o Sicas um pouco mais apagado do que em participações anteriores, mas ainda com alguns momentos de brilhantismo.

      Parabenizo a turma do CCR por levantar um assunto delicado e que muitas vezes e negligenciado no cinema. Sempre quis que os cinemas tivessem um simples conector P2 para fones de ouvido, para que pudéssemos ouvir com melhor qualidade… mas isso acaba gerando custo… e aí…

  • Jackson

    Excelente discussão. Infelizmente, vcs tem razão quando dizem que o dinheiro é que move tudo. Ninguém vai oferecer acessibilidade e perder lucro. Por mais que o Mau defenda, todas as idéias citadas fatalmente acarretariam em prejuízo. É muito bonito e politicamente correto defender deficientes de qualquer tipo, mas eles são uma minoria MUITO pequena. Isso não dá pra negar. Quem é que vai pensar neles, se não for obrigado? A lei é mesmo a única solução, mas como fazer a lei surgir e pegar? Pressão popular sobre os políticos? Aí concordo novamente que manifestações, passeatas, não mudam nada. Na política, o jogo de interesses e lobbys é muito mais complicado.

    Ou seja, não dá pra ter muita esperança nesse cenário… pelo menos eu, cínico e pessimista por natureza.

  • Rapaduracast Cidadão! =D
    Moro no interior do ES, e o cinema da minha cidade não é preparado para receber deficientes. Não tem rampas, muito menos lugares reservados.

  • Z3hr0_C00l

    Quando eu ouço um rapaduracast com um tema de tamanha importancia para o social e me deparo com um premio podcast2008 que premia “Podcast de Cinema Mtv” como o melhor podcast de cinema daquele ano, eu fico pensando – “Essa votação foi bairrismo puro ou apenas por eles pertencerem a um portal MTV da vida que traz mais visibilidade?”

    Parabens Jurandir por propor esse tema e acho que PH fez falta com os levantamentos pertinentes que ele costuma fazer.

    Parabens Mau por essa sua utopica vontade de fazer um cinema para todos, mas para haver esse tipo de coisa a mudança teria que ser geral, começando pelo sistema de economia que nos rege atualmente, Capitalismo e segundo no coração das pessoas. Mundo anda muito banal, as pessoas vibram perante um cadaver nesses programas policiais.

    Concordo com o Juras quando ele afirma que cinema é questão de STATUS, acho que todos deveriam ter acesso ao cinema por que é algo mágico, não tem Stream nenhum que me faça mudar de ideia em relaçao a assistir um filme em casa somente pelo conforto ou porque o cinema não é capaz de me receber. O cinema tem SIM que me dar possibilidade, seja eu cadeirante, cego ou surdo de poder assistir um filme e isso não é so culpa dos donos de cinemas e tambem dos produtores de filme que não pensam nessa parcela da população.

    Normalmente quando se fala em acessibilidade so pensamos nos cadeirantes e essa visão tambem tem que mudar, pois um cego ou um surdo tem o direito de poder assistir o filme. Problema do surdo é menor pois basicamente ele fica restrito em assistir apenas filmes estrangeiros.

    No mais eu reintero minha revolta com certas votações que acontecem nesse meio estupido da internet e dou os parabens para todos os seres rapadurianos que fazem esse Cast.

    PS: Fiz cadeiras com esse amigo do Siqueira e notei que era um pessoa normal, apesar da dificuldade de locomoção, sem preconceitos por favor.

    Abraço Mau, Juras, Barretão, Sicas.

  • leandro

    muito bom esse cast parabens.
    eu acho que deficientes no cinema sao so aqueles pivetes que vao ao cinema fazer piadinhas o filme todo, e que sabem da historia e ficam contando o filme todo. EX: no ultimo HP o cara ficava falando todo o filme e o cara estava logo na minha frente.

  • Tema interessante e importante.

    Acho que todos concordam que deve haver mais acessibilidade, mas não vejo de forma concreta uma solução.

    Acho que o que seria mais próximo da realidade seriam poltronas reservadas a deficientes em vários pontos do cinema, não só na frente. Mas a idéia do Maurício de colocar assentos especiais em TODAS as poltronas, acho que seria muito difícil de acontecer.

    Também temos que levar em conta que por mais que existam muitos deficientes, eles não são a maioria da população. Não estou dizendo que concordo com o que vou falar, mas infelizmente no mundo atual tudo é feito para agradar a maioria e conseguir lucro. É a velha história: cada um só quer ver o “seu lado”.

    Nos cinemas onde vou, tem assentos reservados e rampas. Mas para começar, esses funcionários tinham que começar respeitando o cinéfilo em geral, seja ele: gordo, magro, rico, pobre, deficiente ou não.

    Como não tenho rabo preso com ninguém, posso citar nomes à vontade (até que me censurem): É Cinemark, Severiano Ribeiro (Kinoplex)… tudo a mesma coisa: Fico querendo ver os créditos até o fim e sempre ficam funcionários lá embaixo olhando para mim com impaciência… fazendo gestos irônicos, etc… Sendo que há tempo de sobra entre uma sessão e outra, para limpar e fazer vistoria na sala. Lamentável, lamentável… E não venham dizer que não reclamo, já mandei VÁRIOS e-mails e perguntem se responderam algum… VERGONHA!

    • dino

      aconteceu comigo em homem de ferro… só vi depois no youtube o fim depois dos créditos… cambada de chatos estes caras do cinema. Consideração zero…

      Agora eu defendo os tempos em que a gente pagava o ingresso e chegava a hora que fosse e saísse quando bem entendesse… .eokiko

    • Cicero, 26 anos – Carapicuiba, São Paulo

      Concordo contigo Frank. Adoro discutir o filme enquanto rolam os créditos, e aproveito para ouvir a trilha sonora, que por sinal adoro musica instrumental.
      Mas tenho que aturar os funcionários do cinema que ficam lá reclamando da minha presença na sala. Já chegou ao cumulo de virem até mim e perguntar se eu não ia sair. Isso quando não cortam os créditos e acendem as luzes.
      Acho que se eu estou pagando (e caro) pelo filme, e sou obrigado a ver propaganda do shopping antes dos trailers (viu Kinoplex) também tenho o direito de ver os créditos.

      • Ultimamente tenho chegado em cima da hora nas sessões, graças aos ingressos numerados. Mas eu também detesto ver propagandas antes da sessão começar!

        Lembro que antes passavam até propagandas da Globo! Pô, se eu saio de minha caso e vou ao cinema, vou em busca de entretenimento mais inteligente, uma que nem assisto TV, daí ter que aguentar essas besteiras, é triste!

        Quanto a funcionários inconvenientes, no Cinemark quando fui assistir Gamer, estava vendo os créditos, pois talvez pudesse aparecer alguma cena adicional ou algo do tipo, sem contar que também gosto da trilha sonora nos créditos. Uma funcionário ficou andando de um lado para o outro, ficou fazendo barulho balançando uma chave e ficou fazendo gestos irônicos.

        Sempre mando e-mails reclamando, mas até agora nenhum deles foi respondido. Não sei se existe algum gerente responsável nesses cinemas aí, acho que o único jeito seria reclamar pessoalmente, mas é um baita transtorno e aposto que o nível cultural do gerente não deva ser muito diferente.

        Só vou nesses Cinemas Multiplex por falta de opção mesmo, meu sonho era que abrissem cinemas de rua na minha cidade… mas o único que existe é pornô, fazer o que né.

  • Parabéns aos rapaduras pela iniciativa. Discutir acessibilidade tanto no aspecto clássico, no sentido de alguma deficiência, como no sentido daqueles que não podem por razões financeiras, físicas ou temporais ir ao cinema.
    Mau, em São Paulo as condições para deficientes são bem razoáveis. Sei que no interior de SP onde moram meus pais é bem ruim, e não sei dizer muito no restante do país. Mas um cinema inteiramente acessível não é apenas inviável do ponto de vista financeiro como do estatístico. Os deficientes devem ser tratados obviamente com todo o respeito, dignidade e igualdade que se pode, mas eles são minoria. Como disse o Barreto, nunca vi uma sala com mais de 2 cadeirantes. Ademais, como disse o Siqueira, no capitalismo dependemos de ações do legislativo para enforçar a igualdade de acesso a todos.
    Abs

  • Átila dos Santos, 16 anos

    Muito boa a discussão! Às vezes é importante esquecer os blockbusters, os astros, as grandes estréias e focar nas pessoas. Moro em São José dos Campos, e aqui nos cinemas que eu freqüento, até existem um pequeno espaço para os deficientes. Mesmo assim, dificilmente quase nunca, eu vejo um deficiente nesses cinemas. Uma das poucas vezes que eu vi, foi na sessão do Cavaleiro das Trevas. Concordo com o que o Siqueira disse sobre os empresários, eles só pensam no lucro, é por isso que a pipoca nos cinemas nunca acaba e é por isso que essas pessoas com deficiência tem tão pouco espaço. Isso tá errado, todo cidadão tem direito a ir ao cinema e ver o seu filminho lá, numa boa,. O Mau disse tudo. Ninguém pensa nessas pessoas até o dia que um de nós se torna um deficiente e passa a sentir na pele tudo isso.

  • Emocionante essa discursão calorosa levantada no cast! Parabéns aos participartes.
    Sobres alguns pontos discutídos:

    1-Acredito que para o amante do cinema que não pode ou mesmo não quer sair de casa o streaming seria uma solução ideal, mas realmente temo o que as mentes maléficas e vazias podem vir a fazer para fomentar a pirataria. Fora isso, em se falando de brasil, não há uma parcela brasileira com uma banda considerável para aproveitar um stream de alta definição. A pirataria realmente é uma problema seríssimo, mas a grande parte da população não entende que isso é uma contravenção. Deveriam, por exemplos todos os funcionários públicos, ou mesmo a população comum, denunciar, por exemplo, um vendador que oferece dvds piratas. O que já vi foi exatemente o contrário. Funcionários do governo, que deveriam fiscalizar e coibir essa prática, tranquilamente escolhendo o filme que vai levar, dos recentes lançamentos do cinema. Sei que o foco não é pirataria, mas quando penso em streaming não tenho como desassociar.

    2- Em toda minha vida indo a cinema eu observei cadeirantes em pouquíssimas seções. Não sei se é a total falta de acesso ou a total falta de informação das pessoas em relação aos acessos, mas acredito mesmo que a maior dificuldade seja mesmo chegar no cinema e não dentro do cinema. Shoppings tem que oferecer uma acessibilidade maior. Muitos já tem, mas são só medidas protocolares.

    Enfim, é facil falar quando você tem duas pernas saudáveis, olhos que por mais que precisem de óculos, enxergam e ouvidos que escutam perfeitamente. Como disso o Maurício, só sabe mesmo que sofre de alguma deficiência!!!

    Parabéns ao CCR e ao rapadura cast fazendo hitória. E que esse cast seja ouvido pelas pessoas que podem fazer bem mais do que nós, espectadores!!!

  • rodrigo herder poa

    pra mim que tenho minha irmã que e caderante o problema não esta nos cinemas mais sim como chegar ate eles
    minha irmã tem duas formas de ver filmes pela internet ou televisão
    obrigado pelo tema.

  • neto cardoso sc criciuma

    Parabens pelo tema excelente!
    Concordo com a opinião de todos vocês, a mesclagem disto tudo seria ideal. penssando em (lucro mas tendo um pouco de sensibilidade).

  • Lucas da Silva Biava

    ouvirei

  • Lunatic Poet

    Tema chatoo 🙁
    Vou passar.

    • Graciene Vitória de Santo Antão-PE

      QUE PENA QUE VC ACHOU

      • Lunatic Poet

        Só digo isto: “Um lobo nasce cego, sua mãe o amamenta enquanto filhote, mas quando crescer, o que acontecerá? Quando precisar de carne para sobreviver, como vai caçar? Simplesmente, não caça, morre de fome”

        • Gabriel

          É triste ver q algumas pessoas pensam assim> .cry

        • Lunatic Poet

          è a verdade do mundo. Esses tipos de problemas jamais se resolverão. Por isso nem coloco texto gigante para formular minha opinião. O conto já está mais que bom.

    • dino

      é e pelo visto você deve ser esse filhote, pois pelo pouco que passou você está cego com a vida… tudo pra você deve ser tanto faz como tanto fez… realmente é uma pena…

      Então se depender de você as crianças que nascem com problemas devem ser “largadas na floresta” logo que nascem…

      Você pensa assim, mas duvido que a mãe ficaria mais feliz com este tipo de atitude…

      • Lunatic Poet

        Opa, sem ofender ninguem, foi o resumo de um conto de meu tio que é cadeirante. (Até tentou suicidio, muito louco @@.) Mas na verdade, ninguem realmente se importa com o outro. se importa-se, não teriamos mendigos.

  • Pessoal do Rapaduracast Parabéns pelo tema, muito bom o “cast”. Sobre acessibilidade melhor nos cinemas como transporte gratuito para pessoas com necessidades especiais e poltronas com acessórios necessários para cada caso seria ótimo e iria atrair um público que hoje eles não atingem.
    Mas ha também um público que não vai no cinema por outros motivos, mas que não querem deixar de assistir um filme. Por exemplo no Brasil exitem mais ou menos 5600 cidade e temos menos de 3000 salas de cinema no país. Se formos pensar em um serviço de download ou streamming que for assinado por 0,1% das pessoas que utilizam internet banda larga no mundo a um preço de US$ 30,00 por mês para assistir quantos filmes quiser, com uma semana de atraso do lançamento nas salas de cinema, que talvez atrairia um público maior ainda, poderia trazer uma arrecadação de mais ou menos 15 milhões de dólares por mês para a indústria do cinema contando que somente as pessoas que tem banda larga no mundo e que provavelmente não querem ir ao cinema e hoje em dia não vão ao cinema.
    Isso não é satisfatório!!!! Baixar filme, pegar legenda, rippar um DVD, com qualidade de imagem e audio ruim é para poucos acho que exitem mais pessoas interessadas em pagar para ter uma qualidade melhor e facilidade para assistir um filme do que pessoas tentando assistir filmes de graça na internet.
    E quem gosta de cinema não vai deixar de ir ao Cinema NUNCA !!! concorda comigo Jurandir???

    Valeu Parabéns pelo programa. Sou Fã de carteirinha de vcs, Abraço para todos.

  • Waldo Júnior, Teresina/PI

    Tema muito bom e bem oportuno como sempre, realmente empresário nenhum pensa com o coração e sim com o bolso, acho a opção da disponibilização do filme pela internet uma faca de dois gumes pois dará acesso a todos e isso pode acarreta na diminuição no número de pessoas que vão ao cinema.

  • Nenhum cast me fez pensar tanto como este. Justamente por não me atingir diretamente, nem ninguém que conheço. Mas que de alguma maneira me fez refletir.

    A discussão sobre streaming foi bastante interessante (ri quando falaram da net discada, que é a que uso em casa .eokiko )!

    Quero saber se tem mais gente interessada em retomar o projeto de transcrever os casts, se tiver alguém interessado em ajudar, estou pensando em fazer esse trabalho. Caso alguém queira me ajudar nessa empreitada, entre em contato via twitter ou responda esse post.

    Mais uma vez, CCR, obrigado por me fazer refletir!!

    • dino

      oi, pelo visto o blog sobre as transcrições se perdeu, tentei entrar pela busca do google e não achou o link… comecei a fazer uma transcrição do cast sobre o homem de ferro e parei no meio do caminho. Sugiro que você o continue, pois se bobear tem um monte pela metade. E fico feliz por alguém relembrar das transcrições, pois nunca mais falaram a respeito…
      Enviei minha transcrição pro moderador Fábio Wiegraf. Cheguei a mandar antes pro Jurandir, veja com ele se ainda tem no email dele… um abraço!!

  • Olá, rapadurianos.

    Primeiro: Parabenizo vocês por trazer tema tão importante pra este cast. Este é com certeza o melhor podcast de cinema do país, com o maior e melhor e mais rico conteúdo que inclui a experiência de vocês sobre cinema. Meu pai é deficiente visual, e minha irmã já falecida de câncer, passou um ano em cadeiras de roda e sem poder enxergar. Eu estava no Japão nesta época, mas a minha mãe me conta o quanto era dolorido para ela assistir tv enquanto minha irmã não podia ver. Minha mãe contava o que acontecia na novela para a minha irmã.

    Achei muito interessante tudo que todos falaram, mas principalmente erguer e dar visibilidade a essa discussão. Eu moro no Japão e uma das coisas que me chamava muito a atenção, era a diferença de tratamento de um lugar e de outro. A primeira coisa a se dizer é que acessibilidade não é utopia, é algo POSSÍVEL. Talvez não a acessibilidade paradisíaca do Maurício, mas uma acessibilidade concreta e viável. Acessibilidade é ter um lugar apto a receber todo o tipo de pessoa. Talvez nem todos na mesma sessão, mas saber que em algum momento este deficiente poderá ir ao cinema e desfrutar do melhor dele. Creio que muita coisa tem sido feita, seja por consciência social ou imposto pela lei. E creio que coisas poderiam ser melhoradas sem que você precise falir o empresário, que eu discordo ser sem coração. Talvez alguns, mas não acho que devasse colocar todos no mesmo saco. Na mente do empresário, o que escolher? Montar um cinema com 3 salas super equipada mas que me permite passar apenas 3 filmes, ou montar um cinema com 6 salas, que permitirá dar acesso ao dobro de pessoas, ao dobro de escolhas para os meus clientes? E a empresa que dá prejuízo deixa de existir. Isso não é ser sem coração, isso é sobreviver. E estatisticamente falando não existem deficientes suficientes que justifiquem o investimento. Se existisse, seria um novo nicho de mercado e teria alguém faturando com ele.

    No entanto, essa parcela da população quer ser integrada na sociedade, e é extremamente excluída por um mundo não feito para elas. Não ficar no melhor lugar do cinema, é só a ponta do Iceberg. Como o garoto falou aí em cima, muitos não vão por que não tem como chegar até ao shopping. A acessibilidade dos shoppings/cinemas é infinitamente superior a acessibilidade das cidades e locais públicos. Calçadas de pedras de granito é a coisa mais desgraçada para um deficiente. Uma vez voltei para Curitiba, e ficava horrorizada quando via a rua 15 coberta de pedras, difícil até para pessoas normais transitarem. Rampas ingrimes e estúpidas, separadas por meio kilômetro de calçadas de pedras com meio fio. E quando eu falo que é possível é por que eu moro em uma cidade que isso tudo existe. Não é perfeito, mas é muito além do que eu imaginaria que existisse se estivesse no Brasil. Para deficientes físicos: Calçadas ásperas apenas o suficiente para não derrapar, escadas rolantes, elevadores, rampas de acesso. Para deficientes visuais: linhas em relevo nas calçadas demarcando uma linha reta, um cruzamento, marcas em braile em corrimãos das estações para que ele possa se localizar, e em guichês para compra de bilhete, e em todo o tipo de lugar que se possa imaginar, sons em semáforos diferenciando os momentos de parar ou seguir. Banheiros para pessoas especiais, a maioria dos banheiros comuns com barras de segurança para idosos. Espaço físico para essas pessoas caminharem. Enfim, acesso. Então eu digo que é possível. E teoricamente arrecadasse dinheiro para essas melhorias, o chamado IPTU que deveria servir também para isso. As leis obrigam os empresários, e os fiscais do governo cobram, mas quando é o governo, quem deve cobrar? Somos nós. Também deveríamos ser educados a seguir as regras. Não atravessar no sinal vermelho, respeitar faixas de pedestres, e vagas de estacionamento especial para deficientes. Aqui as pessoas respeitam a sinalização.

    Quanto ao específico cinema: Já existe lugar para cadeirante, mas porque não existir um Bom lugar para cadeirante? É possível sem falir uma empresa? Sim. Por que não ter um espaço na parte de cima do cinema? E não só lá na frente? Para deficientes visuais seria necessário que a indústria cinematográfica se preocupasse em fabricar esse áudio-relato dos filmes, e os cinemas, algumas cadeiras adaptadas com sistema de fones para isto fosse possível. Para pessoas obesas, em alguns cinemas daqui, há lugares em que o braço do banco é removível e assim a pessoa obesa pode usar os dois bancos caso seja necessário. Também é usado para casaisinhos apaixonados… é uma opção, não é? E tudo isso pode ser viável. Outra coisa é os próprios deficientes se manifestarem e mostrarem ser clientes potenciais, se unirem e dizerem: somos tantos e temos capacidade de ter uma sessão especial para nós. Pessoas fazem isso com filmes antigos. Estava vendo o Moviemobs, que eles se mobilizam para ter uma seção no cinema de um filme antigo, por exemplo. Juntam um número X de pessoas, conversam com o cinema e o cinema faz uma sessão com este filme para este público. Por que não com deficientes visuais? Acho também que poderia ter um treinamento para os funcionários em relação aos deficientes e como tratá-los. Não sei se aí tem, mas aqui existem almofadas para crianças, de espessuras diferentes para tamanhos diferentes. Elas podem ficar na altura certa nos bancos para assistir ao filme.

    Quanto ao rapaz que reclamou de ser expulso nos créditos, no Brasil existe uma má-educação, de sair antes de acabar o filme, coisa que eu estranhei quando vim para cá. Aqui grande parte das pessoas assiste aos créditos e a luz não acende. Só quando realmente termina o filme. E uma vez quando eu estava no Brasil, estava saindo no final de Shrek 2 ao ver as pessoas saindo ao final do filme avisou as pessoas para ficarem, pois ainda havia uma cena no final do filme, que é a dos filhos do burro com a draga.

    Quanto a acesso pela internet: Eu acho um pouco arriscada a idéia, mas é interessante. Eu moro aqui no Japão, e por mais que eu adore assistir filme no cinema, infelizmente por não estar no meu país, e não saber a língua que se passa no cinema, eu não tenho sensação completa do cinema. Posso entender mais ou menos em inglês, mas não é como se eu estivesse lendo a legenda que eu entendo perfeitamente. DVDs são feitos por região e mesmo que eu pegasse na locadora terei um filme pela metade. Só me resta baixar pela internet. Mas e se existisse um lugar em que eu pudesse pegar pagando? Só no Japão são 300.000 brasileiros. Outro exemplo: minha prima mora em Paranaguá, e lá não tem cinema. Pra ela ir ao cinema, é preciso fazer uma excursão pra Curitiba, um evento planejado, com ela e a família, é quase que ir a Disney. Quantas pessoas não estão nesta situação? Multiplique isso pelas milhares de cidades que tem no Brasil e não tem cinema, mas tem internet? Isso não tira a paixão de ir ao cinema. O que tirou o Jurandir do estádio não foi o Pay-per-view, foi a violência. Nada tira aquela sensação do cinema, que deve voltar mais forte com o 3D. Assim como nada tira a vibração de assistir um show ao vivo, torcer no estádio, ou aquela tela gigante. O que acontece é que a indústria cinematográfica demorou para se adaptar as novas tecnologias e as novas mídias e essa indecisão criou na população mundial a cultura da pirataria. Se logo que tivesse sido criada a internet você tivesse acesso a produtos de qualidade pagos, hoje a cultura da internet não seria a do mundo virtual gratuito. E quanto mais eles adiam e se prendem ao material, ao físico, mais demorado e difícil será essa transição e essa legalização dos conteúdos da internet.

    Eu comecei um pequeno blog de cinema, (www.cinesense.wordpress.com) e já tive vontade de fazer um áudio das minhas pequenas críticas amadoras, e talvez esse tenha sido mais um passo para que isso aconteça.

    Enfim, Talvez não consigamos ser perfeitos, mas acho que podemos fazer melhor.

    • Kkkkkkkkkkkkk…
      Isso é que é dar uma atenção especial ao CCR. Toma ai Jurandir, aprendi, rsrs…
      Show de bola grazi-k!

  • Desculpem a bíblia do post anterior, mas é um assunto tão importante e tão interessante que não consegui deixar de escrever. Espero que leiam.

    • dino

      não foi em vão: pois EU LI!!!

  • Outra coisa, por que demora tanto pra chegar no Brasil um episódio de série com legenda? As pessoas fazem as legendas em questão de horas. Se existisse isso de uma forma legalizada e oficial, derrubaria pirataria. Eu concordo com o Barreto em muitas dessas idéias.

  • Aprofundando um pouco mais numa das soluções propostas, que é o streaming, caímos num outro problema de acessibilidade. Para implementar o streaming, teremos que ter compatibilidade com todos os sistemas operacionais e com todos os navegadores.

    Quem possui conhecimentos em informática, consegue lidar com este obstáculo, mas os demais terão dificuldades.

    Outra questão, é o preço da internet banda larga no Brasil. Para que este sistema funcione bem, uma boa velocidade é desejável e aqui no país, boas velocidade são muito caras. Em média, o custo por cada 1Mbps é de R$74,70, enquanto no Japão, por exemplo, é US$0,27. Estes dados foram dados pelo Gizmodo (http://migre.me/a1RB).

  • Robson

    Comecei a ouvir mas nao consegui ir mto alem… esse mauricio eh mto chato.. acha que sabe de tudo, nao sabe ouvir os outros.. alem de ser muito ignorante/incoerente… interrompe todo mundo, nao tem educacao.. eh uma vergonha para o rapaduracast… uma pena…

  • Caio.

    eu sempre gostei dos comentários do Mauricio Saldanha mas ele tem um problema que incomoda e MUITO , ele é cheio de afetações na hora de falar , algo que eu vinha reparando a um certo tempo e nesse rapaduracast o cara chegou ao cúmulo de ficar gritando durante um tempão no ouvindo da gente , isso foi uma puta sacanagem com os ouvintes…

    Por favor Sr. Saldanha fale normalmente.

  • grazi-k

    espero que o foco do cast nao seja direcionado para amaneira do Mauricio falar. Acho que sim, o mauricio estava inflamado em sua opinioes, mas que isso não seja desculpa para descaso com o assunto. Se for pra comparar o que é pior? ser utópico e insuportavelmente revolucionário ou ser acomodado e conformista? Ou talvez apressado, desinteressado e preocupado apenas com seus proprios problemas? Fica a questao.

    Nao que eu nao concorde que hum… Ele exagerou um pouco e tava dificil de ver a conclusao das outras pessoas… Mas o assunto é tão interessante .-.

    • Robson

      uma coisa eh ser utópico e insuportavelmente revolucionário (essa do revolucionário nao captei).. outra coisa eh ser coerente, saber argumentar, saber aceitar a opiniao dos outros e saber discutir se nao concordar… sem menosprezar os outros, sem precisar interromper, sem gritar que nem louco… nao eh soh porque os outros participantes do podcast tiveram uma opiniao diferente que eles sao acomodados e conformistas… muito pelo contrario, o tempo inteiro tentaram entender o que o mauricio queria dizer entre os gritos.. mas nao fazia sentido… e a muitos podcasts jah esta ficando assim… ele esta cada vez mais chato… isso me desencoraja a ouvir os podcasts.. estou ouvindo muito mais os que ele nao participa… ele eh mto chato…

  • grazi-k

    nao falei de forma nenhuma dos outros participantes, estava me referindo a pessoas que deixaram de ouvir um cast importante por comta disso, ou deixaram de dar suas opinioes sobre o assunto principal do cast pra falar do jeito do mauricio.

  • Ah se todos os jovens do Brasil tivessem a mesma consciência dos Rapaduras, a preocupação com os problemas do próximo, mas só o que vemos são jovens alienados, assistindo Pânico na Tv, em que o legal é tirar sarro dos outros e repetir frases e bordões sem nexo com nomes de jogadores decadentes.

  • Revolucionário porque maurício parece aqueles caras dos movimentos estudantis/políticos falando. Viva la revolucion.

    Com o Lula no poder não se tem mais partido de esquerda. Pessoas se rebelando contra o governo, apenas acomodados, rebeldes de twitter…

    • Robson

      Parece ou quer parecer?

      Pra mim ele eh poser de sabetudo e nao aceita a opiniao dos outros… apenas um pseudo-intelectual que se acha melhor que os outros… se acha inteligente mas soh fala besteira e nao tem a minima capacidade de argumentar.. alem de ser muito teimoso, o que soh acaba por limitar ele… se chegar a ler isso (provavelmente apagarao os comentarios antes…) que encare como uma critica construtiva e mude… cara chato, meu deus…

      • grazi-k

        Debater e querer impor a opinião nao é se achar melhor que os outros, é defender um conceito, que sem graça seria se sempre chegassemos a um acordo. Eu acho que o país precisa de mais gente insatisfeita com fome de fazer as coisas mudarem no Brasil e que não seja sempre inclinado a fazer um acordo. Por isso que sempre concordamos com a situação do país, por que nos omitimos, porque nos preocupamos só com nós mesmos.Querer parecer é muito mais perto de ser do que simplesmente não ser nada. E o que mais tem no Brasil é pacifista. E por mais que a minha razão diga ser inviável, concordo que se existisse um cinema dos sonhos do mauricio seria fodastico. Por outro lado também acho teimoso…enfim…

        Eu gosto de casts polêmicos… 🙂

      • dino

        Eu gosto do Mau, mas realmente ele está ficando incoveniente durante os comentários de outros participantes do cast…

        Cuidado Mau, vê se melhora, pois do contrário, vai ficar que nem o Jô Soares: SE entrevistando e esquecendo dos demais…
        abraços!!

  • Filipe Cortelletti

    Acho que voces estao muito focados na participaçao individual do cast e nao estao focando o tema!
    Eu concordo que deveria ter salas com todas as poltronas adequadas para deficientes, ninguem nunca fez isso para ver se haveria lucro ou nao!

    Sou grande fã do Rapaduracast!
    As muudanças no portal ficaram geniais!
    Continuem o ótimo trabalho 😉

  • Esse cast realmente foi incrível. Eu adorei, achei que todos os participantes foram essenciais para ponderar cada lado e cada opinião.
    O Maurício como defensor, fez seu papel e acabou entendendo que a mobilização terá que ser geral e não apenas a vontade de um determinado grupo, achei muito proveitoso o tema e abrir os olhos das pessoas á algumas ações que já estão em acontecimento é bom para a população carente do serviço ver que está sendo valorizada.
    Aqui em minha cidade foi feito um grande projeto, uma mobilização geral e se conseguiu que toda cidade fosse alterada, ruas, vias, praças, entradas de empresas e muito mais, para facilitar a vida do deficientes, a faculdade onde estudo foi pioneira aqui tb em implantar uma sala de aula para um surdomudo, detalhe para apenas 1 pessoa… e proximo semestre deve chhegar mais pessoas, porque preços especiais e condições estão sendo feitas para eles, conheço o cara em questão e acreditem ele é o estudante de educação física mais empolgado com o curso que eu já ví.
    Um grande abraço a todos e parabéns.

  • Graciene Vitória de Santo Antão-PE

    OH GALERINHA MUITO LEGAL OU MELHOR ESPETACULAR ESSE CAST, OLHA AI O RAPADURA DANDO UM SHOW 😀 , MORO EM VITÓRIA DE SANTO ANTÃO-PE E TENHO VARIOS AMIGOS ESPECIAIS, E POXA SE TU VE A DIFICULDADE DELES PARA IR AO CINEMA, COMECANDO PELA CIDADE QUE NÃO TEM CINEMA AI TEM QUE IR PRA RECIFE, SEM CONTAR QUE MUITOS CINEMAS Ñ TEM CONDICOES PARA ELES, AI COMO FICAM? UM ABSURDO!
    PARABENIZO VOCÊS PELO CAST, SENCASIONAL

  • Graciene Vitória de Santo Antão-PE

    HA SIM MAURICIO PQP, VC FOI BRILHANTE EM SEUS COMENTARIOS

  • Que vergonha, ainda não escutei ao o podcast, vou ouvir sem falta amanhã. Tenho andado meio ocupado…
    Só queria enfatizar aqui que espero muito desse cast, pois ele serve até como uma prestação de serviço a assuntos que nunca seriam citados por ninguem. E aqui nesse podcast, desde o começo essa galera introduziu coisas desse tipo. E com a chegada do Mau “meu idolo” Saldanha, as opiniôes mais… como eu poderia dizer… mais “emocionadas”, surgiram. Reparem no Self-service, como ele tem uma briga especial por isso. E nesse ai, como o Jurandir é um cara que sempre será fã do avô dele, e também é bem sensível a esse tipo de coisa, pode comentar e passar como se deve.
    Vou baixar, ecuto amanhã e comento logo depois…
    Abs!!!

  • Os vídeos do Youtube são impressionantes.

  • Danny Maia, São J. Campos/SP

    É realmente gratificante poder participar de um podcast como este e ver uma iniciativa tão válida. Como vocês sempre disseram, através do cinema podemos levantar e discutir vários temas.
    Acessibilidade acaba sendo um tema difícil de por em pauta, porque de certa forma mexe com um medo humano, o de ficar incapacitado de fazer suas funções mais básicas. É como se falar sobre este tema, fosse atraí-lo ou se colocar no lugar dessas pessoas é tão difícil, que é melhor ignorar o tema.
    Aqui em São José, as salas tem espaço para cadeirantes, mas como em todos os outros cinemas, apenas o exigido por lei. Vocês não comentaram sobre pessoas obesas, mas elas também sofrem com a falta de acessibilidade. Quando fui assistir a X-Men: O Confronto Final, um senhor obeso não conseguindo sentar nas cadeiras para cadeirantes (que são mais espaçosas e por isso poderíam acomodá-lo), porque estavam ocupadas por pessoas ditas “normais” e tendo vergonha ou se sentindo constrangido de pedir que alguém cedesse o lugar, foi de sentar na fileira em que eu estava. Depois de se esforçar muito para sentar na cadeira tradicional, ele passou metade do filme tentando achar uma posição melhor e não conseguindo, foi embora. Pois é, além da falta de lugares acessivéis, ainda temos a falta de respeito, de entendimento e de até gentileza dos outros. Isso inclusive é algo que acontece muito em ônibus, onde sem cerimônia nenhuma, os lugares para deficiêntes, grávidas e idosos são ocupados por quem não precisa deles.
    É complicado mudar as coisas quando se está em minoria, mas aos poucos quem sabe, afinal é nossa única esperança. Volto a citar a minha cidade, aqui existe um projeto chamado Calçada Segura, onde as principais calçadas foram reformuladas, com rampas e calçamento antiderrapante. É muito pouco, mas é um filete de luz no fim do túnel.
    Talvez toda esta discussão que vocês começaram não mude nada agora, mas a semente do porque e do como mudar, já foi plantada. Parabéns mais uma vez pelo cast!

    PS: Parabéns meninos pelo novo visual do Portal CCR. Conteúdo é tudo, e isso vocês sempre tiveram, mas um shape valorizado também é muito bom.

  • Olá Rapaduras!

    Há muito tempo não comento por aqui, mas com uma temática como essa não podia deixar de expor minha opinião.

    Sou estudante de arquitetura, e desde quando comecei o meu curso, há 2 anos, em todos os projetos os nossos professores nos obrigam a pensar na acessibilidade. No começo sempre fazíamos projetos que não pensavam na população total, deixando de fora as pessoas com defiência, hoje é impossível se fazer um projeto sem que ele tenha resolução para a acessibilidade.
    Quando fazemos um projeto pensamos em como as pessoas podem circular e usar um espaço sem dificuldades, muitas vezes criamos projetos que atendem à todas as necessidades físicas das pessoas, mas infelizmente o capital sempre fala mais alto. Quando um cliente olha o projeto e vê que terá de desembolsar mais dinheiro do que pensava ele acaba vetando alguns elementos do projeto e deixando apenas aqueles que são obrigatórios pela legislação. Sendo assim as salas de cinema, e teatros também, acabam tendo essa configuração atual, que não é muito aceitável.

    Meu lado humano se indigna com isso, é horrível pessoas serem privadas de lazer por não possuir acessibilidade, mas o profissional tem que atender às necesidades do cliente e isso é a causa de tanta injustiça.

  • OLha no banner lá em cima o que o Thiago Sampaio ta fazendo na “calça” do Bruno medonça… “Denovo”
    Esse Jurandir é maaaaaaaaaaal!!! :p

  • No Cinemark do Carioca Shopping, não há placas indicativas. Foi preciso na primeira vez, eu perguntar como chegaria onde ficam as Salas de Cinema. Já que visualmente só se vê as escadas rolantes.
    .
    Então, é assim o acesso:
    .
    No hall das escadas rolantes, à direita, entre no Fraldário. Ai, logo no início há um elevador. Pegue-o. Ao sair dele, à esquerda, há uma porta fechada. Avise pelo interfone. Como existe uma câmera, eles verão de fato que há ali uma cadeirante. Acompanhante também é permitido. Não demoram muito a vir um funcionário abrir essa porta. Que o levará até o hall das Salas.
    .
    Se por acaso, à saída da Sala que foi assistir o filme, tiver degraus. Não se preocupe! Pois tão logo termina o filme, um funcionário se posiciona para que possa sair pela rampa de entrada.
    .
    Eu adoro ver filmes. E podendo vê-lo na Telona do Cinema é muito melhor!
    Gosto também de escrever sobre eles:
    http://cinemaeaminhapraia.com.br/
    .
    Turma! Vamos ao Cinema!

    • O que me deixa fula! É que colocam os locais para nós, cadeirantes, na “ala do gargarejo”. Eu que sempre odiei sentar nas primeiras filas 🙁 agora tenho que sentar.

  • Ouvi 33 minutos deste Cast e sabem o que escutei até agora?

    O mesmo Maurício radical que insistia em dizer que não existe diferença de qualidade entre uma fita VHS e um Blu-ray!
    Todos os lugares de um cinema devem ser adequados a cadeirantes? Por quê? Qual a porcentagem de pessoas com necessidades especiais em relação à população em geral?

    Pior que o Siqueira entrou na onda:
    “empresas comparadas a psicopatas”?!?!
    Caramba…nunca vi qualquer uma que se mantivesse sem lucro.
    ………………………..
    Vou ouvir até o fim pra ver se melhora.
    Abraço.

    • Robson

      Ih cara, nem perde seu tempo… o cara eh mto limitado…

      E essa de nao ter diferenca entre VHS e Bluray, meu deus do ceu… nem me lembra por favor…!!!

      Eu nao acredito ateh hj que alguem pode pensar assim… .question .question .question

      Sehrio, nao faz sentido… gera ateh um sentimento de revolta por tamanha ignorancia… .lol

      De duas uma:

      – Ele tah de brinks ca galere
      – Dorgas mano

      Abraco.

      • Filipe Cortelletti

        Robson o que você tem contra o Mauricio???Ele apenas defende sua opiniao e cada um tem uma opiniao!!

        Eu gosto do Mau e sua participaçao é super importante nos casts!

  • luis fernando

    Mais um cast polêmico,parabéns rapaduras.

    a falta de estrutura favoresse sim a pirataria.

    Não é a toa que um colega meu cadeirante vive comprando filmes piratas por causa da falta de lugares vagos para deficiente nas salas de cinema.

    Acho que esse cast não so revela como e porque a pirataria vem crescendo cada vez mais,como também uma reflexão,porque infelizmente não é so nos cinemas que os deficientes vem tendo problemnas no dia dia.

    mas nas ruas,na sociedade, e em todos os lugares ainda á o maldito preconceito contra deficientes.

    ótimo cast.

  • luis fernando

    Já leram o livro Longo Caminho De Volta???

    fala muito sobre esse problema que vem acontecendo com os deficientes.

    ao mesmo tempo uma ótima lição de vida.

    recomendavel á todos.

  • luis fernando

    Não existe um meio de nós fazermos com que a sociedade veja que cinema também é para TODOS??

    Fazermos um abaixo assinado sobre esse problema ou coisa parecida???

    Será que pessoas de respeito como a LELLA teram que esperar até a copa de 2014 para resolver esse problema???

    • Oi Luis!

      Eu até ri, por terem colocado o elevador de acesso no Fraldário 🙂 até pelo meu espírito esportivo.
      🙁 Mas por outro lado, com tanto espaço, e sendo uma construção recente, já poderiam tê-lo colocado num local visível, e já sinalizado para ser usado por cadeirantes, e outras pessoas que não podem usar as escadas rolantes.
      Sou recém cadeirantes. Gosto de sair. Fui na caminhada que teve na Atlantica, para mais Acessibilidade no Rio de Janeiro. Levei um mini cartaz, onde plagiei os Titãs… “A gente não quer só cimida. Queremos também, Diversão, e muita, mais muita Artes!”.
      Da Rua 1º de Março ao Paço Imperial, há bastante Centros Culturais, além de mostrar um pouco do Rio Antigo. Mas quase não há rampas.
      Lastimável!
      Por querer ver outros Cadeirantes saindo mais de casa, é que abri um blog, http://cadeiranteemprimeirasviagens.wordpress.com/ Onde vou contando dos meus percalços… E pelos termos de buscas, já vi que ajudei alguns. Como por exemplo, com o embarque da cadeira de rodas na hora do vôo.
      E como citaram já ai… que outros sites mais tragam à Acessibilidade à mesa de debate. Quem sabe acorda os governantes e empresários! Para mais rampas, mais ônibus…
      Também temos o direito de curtir a vida!

      • Mais sites serios, como esse, trazendo o tema em discussão, já é um grande passo!
        Até por sair dos que ficam restritos à Acessibilidade.

        Valeu gente!

  • luis fernando

    se tiver copa né.

    2012 tá chegando ai!!!! 😀 😀 😀

  • Então acabei de ouvir o Rapaduracast 153, e…
    Acho assim que ambos os lados estiveram certos.
    O Mauricio que tendo dentro de si essa magoa, sonha e desejo, de ver cinemas com a aplindade total pra deficientes. E também o Jurandir em falar que o lucro pra esse meio é muito pouco gente. Realmente são pouquissimas pessoas que são deficientes e vão pra cinemas, teatros, jogos, enfim… Elas acham que isso é “besteira”, se é que vcs me entendem. A população de dificiente é um pouco grande, mas os difciêntes que se despõem a ir a um cinema, são pouquissimos gente.
    Então realmente. NUNCA ISSO VAI ACONTECER, MAURICIO!
    Muito foda tu levantar isso, opinião linda demais cara, mereceria uma tese mais forte em cima do abrir espaço pra todos os dificiêntes nas áreas de lazer.
    O Bé denovo de extrema importância pra esse programa, tendo uma opinião formada e sem ter aquela de precisar que alguém concorde, ta lgd.
    Sicas, nesses ultimos 2 podcasts falou muito pouco, mas o que falou enriqueceu muito o programa. E o Juras…. O Juras foi simplesmente a peça fundamental desse programa que pra mim é top 5. O cara mostrou a verdade, falou o que sente e pensa. Teses muito bem montadas, ele tá fazendo um show de edição, um podcast importantissimo pra o cinefilos brasileiros.
    E é isso aew, vou continuar a espera de mais um podcast, pra absorver mais informação e também poder dá minhas opiniões.
    Abs!!!

  • Olá seres rapadurianos, sou ouvinte antigo do Rapadraast, já comentei algumas vezes e até ganhei ingressos, inclusive tem aqui no meu computador um adesivo do Rapaduracast com o Chapplin, do Forest Gump e outro do Wall-E. Não comento muito mas me viobrigado a comentar neste por um fato inerente à minha vida,; eu sou parcialmente um deficiente visual!

    Eu não sou totalmente cego, enxergo de um dos olhs mas não o suficiente para ler legendas no cinema, o que me faz preferir as famigeradas sessões dubladas, mas acredito que não precise de sessões dubladas.

    Aou meu ponto de vista o ideal seria que os cinemas oferecessem uma forma de acoplar fones de ouvidos (seja via plug PS2 nas poltronas ou via bluetouth) com o audio dublado e até com o audio-descitivo.

    Ah, e para fazer virar de vez o audio-descritivo é muitofácil; muitos voluntários gravam audio-livros então, se é oferecido a estas pessoas de fazer estetrabalho e ainda a oferecer a oportunidade dela ver um filme antes de todo mundo, você acha que não haveria voluntários para isso?

    Se o cinema está em crise então está na hora de enovar não é mesmo? Imagina se uma rede de cinemas é pineira neste tipo de serviço, o quanto de público não iria aumentar e ainda ganha de brinde um markting social fortíssimo pois não só beneficiaria as pessoas com baixa visão como eu mas também os idosos e pessos com baixa audição!

    Agora, sem olhar parao meu umbigo …

    E se as poltronas fossem móveis? E se um cadeirante ou obeso pudesse escolher aonde quer sentar na sala na hora de comprar o ingresso e os funcionários pudesse desacoplar duas ou 3 cadeiras de qualquer lugar na sala para o cadeirante ocupar o lugar ou colocar a poltrona maior? Isso fará com que a sala tenha condições de ser uma sala só de cadeirantes ou sem cadeirante nenhum, pois ao meu modo de ver não adianta criar lugares exclusivos para deficientes e tirar o direito do não-deficiente de estar lá, o direito tem que ser igual a todos!

    enfim, idéias existem mas falta quem queira coloca-las em prática

    • Francisco,

      a grande questão é que para aproveitarem espaço, colocam degraus em vez de rampas.
      Eu, que vou acompanhada, com ajuda dessa pessoa, passo para a poltrona. E como a minha cadeira é dobrável, não entrava a passagem.
      Dai, se tivesse rampas por toda a Sala, eu com certeza não sentaria na fila do gargarejo.

  • No cinema da minha cidade quase sempre eu vejo um rapaz, que usa cadeira de rodas, entrar no cinema, o cinema daqui tem a facilidade de entrada por ser no andar térreo, ele entra pela porta de saída que fica quase ao lado da porta de entrada. Indo pela porta de entrada tem uns três degraus para pode chegar às poltronas, mas entrado pela porta de saída no lugar dos degraus tem rampas, que facilitam a locomoção dele. Só que não tem nenhum poltrona especial, ou ele fica no corredor lateral para assistir, ou sai de alguma maneira de sua cadeira e se senta na poltrona.
    E tenho um amigo deficiente auditivo que de vez em quando vai ao cinema comigo e assiste um filme legendado sem problemas… só quando é dublado é que ele fica sem entender, então espera sair em DVD para poder assistir com as legendas.

  • Roldão

    Tenho familiares cadeirantes e realmente é horrível o lugar onde os espaços reservados se encontram, dor no pescoço e desconforto extremo.

  • Marcel Souza -Brasólia,DF

    Legal o podcast. Um assunto recorrente porém sem muitas soluções práticas.Da próxima, deveriam convidar um deficiente para participar do episódio para contar e colocar situações vividas.

    Nada melhor do que quem sente na pele as dificuldades para trocar informações.

    E Siqueira, chamar as empresas de psicopatas foi de um exagero facista e de esquerda. As empresas geram lucros mas dão empregos, movimentam economias, ajudam ou têm institutos sociais para somar as comunidades próximas a elas..etc..

    Mas esse foi um cast que não poderia faltar. Parabéns!!!

  • Concordo com quem fala que o tema é chato… é charo pq isso seria um tema que não precisaria ser discutido se tomassem as devidas providências.

    Vamos começar pelos guiches, a altura que eles ficam já dificulta um cadeirante de comprar os ingressos, sómente no cinemark do Central Plaza em São Caetano/SP que vi um guiche especial para cadeirantes. E como já foi citado os cadeirante em pelo menos 99% da vezes só tem o lugar no “gargalo”, que isso já me afastaria de ir no cinema.

    Pessoas com muletas não ficam muito longe disso, já que a acessibilidade até para pessoas sem deficiência física é afetada por causa do espaço ínfimo dos corredores.

    Quanto a existência de plugues PS2 em cada acento não seria um grande problema e nem um gasto tão grande para as grandes empresas. Acredito que se fizessemos uma boa campanha isso seria facil de se conseguir.

    Quanto ao streaming poderá ocorrer o problema de diminuir a quantidade de pessoas que vão ao cinema por não concordar com a pirataria e começarão a ver pelo computador, gerando um aumento significativo no preço dos ingressos. E quem já compra filme pirata ou baixa da internet não irá querer pagar pelo serviço.

  • Marcel Souza -Brasólia,DF

    Coincidentemente ao assunto do podcast, a Sony e a Netflix formaram uma parceria pela qual vão disponibilizar filmes do acervo da empresa online para visualizar na console Playstation 3. É mais um canal de vendas.

  • Gravei esse video faz um tempo, e até hoje acho válido o view:

    http://www.youtube.com/watch?v=kTN8tpcN94w

    Parabéns pela coragem. De todos.

  • Gustavo Silveira

    Gostei muito da coragem de vocês em trazer um tema polemico que trás junto muitos questionamentos sócias, políticos, técnicos, económicos e e também individuais.
    Porém não senti preparo e reflexão previa por parte do Mauricio, que sistematicamente defendia pontos antagônicos entre si, faltando com coerência e com dados substanciados na realidade, neste cast ele se excedeu os achismos e num discurso idealista que não encontra espaço no mundo real, salários, impostos, e toda a sorte de limitações praticas, isso não melhora em nada o assunto e se parece muito com os eco-chatos que ficam pregando que deveríamos todos viver em cavernas, isso não melhora em nada a vida de ninguém com algum tipo de limitação.
    Parabéns ao Juras e Barreto pelos pés no chão, enxergando a vida como é, e considerando proposicoes realistas que podem realmente encontrar espaço no mundo real, melhorando um pouco a vida das pessoas.

    Abraços

    Gustavo

  • Poxa, por incrível que pareça, boa parte dos ouvintes acham interessante esse tipo de cast. Ou seja, temos um pouco de sensibilidade com algumas coisas e além de tudo, pessamos sempre no melhoramento dos cinema.
    Abs!!!

  • Mago

    Esse rapaduracast foi chato…

  • Marcel Souza -Brasólia,DF

    Não foi chato não. Foi uma conversa de bar, muita coisa legal vindo do Barreto e Juras…já o Maurício e o Siqueira falaram algumas bobagens mas é natural de uma conversa.

    O mais importante nisso tudo foi o tema. Participantes preparados ou não, geraram a discussão, debateram e levantaram um tema que está sempre em segundo plano.

    Nota 7.

  • Lunatic Poet

    Será que teremos cast especial de Halloween ? .capetarindo … E ainda na sexta? .capetamau … E com PH? .assustado … E sem o Mau? ( só brincando…o Mau deveria se controlar as vezes, o cara é demais )

  • Será que teremos Cast sobre This is it? .assustado opa, tô sonhando aki….

    • gui

      tomara que não

  • Desculpa Mau, mas creio que nessa discussão você estava muito exaltado, os cinemas tem que gerar acessibilidade, mas eles não podem mudar o negocio deles para poder previlegiar uma minoria.
    Concordo com sua opinião, mas não podemos radicalizar, se você ter um cinema que possibilita o deficiente aproveitar o filme, mas se a cultura, até mesmo dos deficiente não for de ir ao cinema, eles não vão. E é por isso que muitas vezes são poucos os deficiente que vao ao cinema, ou andam de transporte publico, ou convivem normalmente.

    Voces comentaram que no Brasil o publico nao se mobiliza, grande geopoliticos falam, o Brasil não tem povo, Tem publico. E nós somos todos parte disso.

    Ótimo cast, assunto polemico, mauricio com opinioes fortes. Fiquei até tenso apos ouvir o programa.

    Abraços!

    • Marcelo,

      hábitos culturais não são de poucos, não. Pois o fato de termos ficado cadeirantes, não o perdemos no “pacote”.

      O que dificulta, e MUITO, são a falta de acessos. Até por preconceito!
      Os ônibus, ainda são muito poucos. Assim, além do ingresso + pipoca/refrigerante, temos que ir de táxi.

      Os Centros Culturais, são poucos os que têm rampas de acesso. O CCBB do Rio, tem, pelo prédio anexo. O Paço Imperial, também no Rio de Janeiro, coloca uma rampa metálica, mas só na entrada. Cruzando o portal, há um degrau. O casarão do Parque das Ruínas, eu não pude ver porque não há rampas. Pretendo retornar lá, mas mais em cima, no Museu da Chacará do Céu. O Museu da República, tem rampas.
      Quando estive em Sampa, fui na Pinacoteca e no Museu da Língua Portuguesa. Por terem acessibilidade.

      Queremos, e MUITO, acesso à cultura!

      • Na minha cidade, pelo menos, eu sinto que a acessibilidade melhorou muito.
        Há uns 2 anos atras, ouve uma reforma na maoir parte das calçadas da cidade, com rampas para acesso de cadeirantes e todos os onibus foram trocados para terem acesso por tras para os mesmo, com direito a “elevadores” traseiros e locais abertos com cinto de segurança para prender a cadeira de rodas, inclusive com botões mais baixos para solicitar a parada dos onibus. O sesc de São José dos Campos (minha cidade) passou por uma reforma GIGANTE, se tornando totalmente acessivel a qualquer público.
        Quando eu critiquei a cultura, é que existem cadeirantes, não todos que fique bem claro, que muitas vezes não buscam o acesso, e as vezes preferem se privar destes espaços.
        Eu mesmo, após um acidente, fiquei 2 meses sem poder andar. E não tive problemas para poder ir ao cinema, lanchonetes, entre outros. Claro que existem alguns lugares, cretinos na minha opinião, que não modificam suas instalações ainda.
        Vou fazer um post no meu blog com relação a acessibilidade, tomando como exemplo a minha cidade, que eu considero otima nesse sentido 🙂

        Abraço!

  • John

    Tem que ser Cast, especial Halloween!!!!
    ia ser muito demais..

  • Lucas da Silva Biava

    Creio que esse podcast é muito bem intencionado, porém esbarra em conceitos impossíveis. Os dialogos de vocês pressupõem que se você der uma oportunidade a mais para as pessoas (como o caso do streaming) as coisas vão melhorar, as pessoas vão pagar mais e será a nova alternativa pra essa geração que não vai ao cinema. Eu digo que a realidade é outra: se tu da a mão para um ser humano ele come teu braço. Se tu der a oportunidade de ter streaming, ai aumentar e melhorar a pirataria por que, mesmo que não tenha como piratear (apesar de eu achar que tem), no minimo, os caras que vão ao cinema com uma câmera, poderão fazer isso melhor no aconchego das suas casas (tenho um monitor de LCD e fiz um teste agora, tem como gravar sim).

    Lucas da Silva Biava
    Marmeleiro Paraná

  • Lucas da Silva Biava

    AHHH …. EXCELENTE PODCAST… O MELHOR DOS ULTIMOS MESES …

    Lucas da Silva Biava
    Marmeleiro Paraná

  • Victor Hugo – 24 anos

    Pra ser sincero esperava que não ia ser um podcast muito bom, mas me surpreendeu pela discussão gerada.
    Concordo com o Fábio que tudo depende do público a que se destina. Tem caras que não se importam na qualidade do filme, se ele conseguir ver 3 filmes piratas por 10 reais, é bem mais compensador que pgar 20 pra ver no cinema.
    Mas os verdadeiros cinéfilos e aqueles que consideram a qualidade se importam e muito. Por isso tenho pena dos paraplégicosque não podem sempre ir ao cinema e tem que se contentar com 2 ou 3 meses de lançamento do DVD ou apressar as coisas na internet ou no camelô. Nesse ponto ele tem razão!
    Excelente cast!

  • Sei que hum…. inviável, irreal, impossível… mas como eu queria ter tipo um lugar pra colocar o fone de ouvido, e escolher o áudio… 🙂 Imagino até aqueles controles remotos no descanso da poltrona com audio-português. -comentários do diretor.

    Hahaha, como é bom sonhar. 🙂 Quem sabe em 2050.

  • acesso para Iphone talvez? Tipo, você conecta o Iphone no banco ai aparece: seleção de áudio.

    😀

  • Rapaz, o Mauricio viaja demais vei…

  • grazi-k

    O atraso é devido a reformulação do site! Ridiculo ficar falando desse jeito. E tem que ser bem alienado mesmo dizer que acessibilidade é assunto irrelevante. Eu acho que pra um podcast de cinema o da mtv é um otimo podcast de humor. Porque é muito engraçado mas não tem a metade do conteúdo do rapaduracast. E é só quem não entende lhufas de cinema pra achar o contrário.

  • Marcel Souza -Brasólia,DF

    Toda espera aqui é válida. Deve vir coisa boa.

    Juras, vou para Fortaleza..gostaria de conhecer meus amigos do RC, pode ser?Enviei um email semana passada falando sobre minha ida a tua cidade.

    Abrs

  • Fábio de Oliveira Matos

    Sou voluntário do Instituto dos Cegos em Fortaleza e levei para os professores do instituto ouvirem o cast. Gerou muito debate, e muitas críticas aos comentários de vocês.
    Vocês precisavam terem convidado algum deficiente para o a conversa no cast, pois contribuiria para melhores informações sobre a realidade da acessibilidade dos deficientes a 7ª arte…

    • Fábio, você poderia compartilhar as críticas feitas pelo pessoal do Instituto?

      O objetivo aqui é gerar esse tipo de debate mesmo e tentar ver maneiras de ajudar. Cada participante tinha seu modo de ver problema, cada um partindo de um ponto específico, mas, nenhum de nós sofre diretamente com esse problema. Ouvir esses comentários pode ser muito válido para avaliarmos nossos conceitos também.

      Abraço,
      Barreto

  • Só ouvi este RC hoje e queria deixar os meus imensos parabéns pelo belíssimo programa.

    Cá em Portugal a situação é semelhante, os cinemas têm apenas alguns lugares para as pessoas com cadeiras-de-rodas mas eu em tantos anos nunca vi uma pessoa a ocupá-lo.

    Adorei a discussão e os argumentos de todos, grandes participações de todos os integrantes. Todos conseguiram surpreender-me, principalmente o Jurandir. Parabéns! Espero por mais programas deste de debate, foi MUITO BOM!

  • ótimo tema.
    é meio absurdo como todo mundo faz a maior propaganda sobre fazer coisas para facilitar a vida dos deficientes físicos, faz alguma coisinha aqui e ali, mas deixa falhas grandes como essa.
    e o site ficou lindo!

    Beeijos. =*

  • Tá rolando censura aqui no Rapaduracast?
    Não estão mais aprendendo a lidar com críticas?
    Tive um comentário apagado.

    • Censura? NUNCA. Apenas estamos seguindo as regras. Se os comentários são fora do assunto do cast, ofendem alguem ou tentam desvirtuar para outro lado, são deletados sem aviso prévio.

      Para isso existe o e-mail do podcast.

      • Não deixa de ser uma forma de censura, Juras.
        Confesso que fiquei bastante chateado.
        Ainda que não critiquei o Mau.
        Critiquei, sim, uma postura negativa que ele tem. E não sou o único a enxergar isso.

        Em tempo, não tenho birra, me entristeço quando ele não participa de algum cast, pois ele é o coração do programa, enquanto tu, PH e Siqueira são a razão.
        Gosto muito da turma toda do RC, só acho que críticas têm de ser bem-vindas, sempre.

        Grande abraço!

  • Vocês estão ficando cada vez melhores, expetacular o cast, não sou portador de nenhuma necessidade especial, e espero que isso continue assim até o fim da minha vida. é impressionante como o pessoal não pensa em todas as pessoas. infelizmente nossa realidade, e até nossa cultura(pode ver até pelos comentários) os brasileiros só pensam em melhorar as coisas quando realmente precisarmos. Ridiculo isso, mas verdade 🙁

  • Fabiano

    ei pessoal.

    nota 10 para o cast, ótimo assunto. é bom quando o papo flui assim com assuntos interessantes.

    MAS, alguem falou que brasileirão sem finais criou o problema de publico e isso não é verdade.

    a média de publico no campeonato por pontos corridos tem aumentado ano a ano e é bem maior que a do campeonato mata-mata, afinal, de nada adianta levar 100 mil na final e 1000 nos jogos que nada valem antes das finais …

    abraços

  • Gabriel Valente

    Olha, esse programa foi realmente irritante em vários momentos pelos ataques e gritos do Mauricio Saldanha.

    Enquanto todos os outros integrantes tentaram discutir o tema ancorados na realidade, ele insistia com um ponto de vista que é simplesmente impossivel de acontecer com os grandes cinemas.

    Se da forma que estão, já não ganham dinheiro como gostaria, ainda vão gastar mais para colocar lugares totais para deficientes, cerca de 350 aproximadamente por sala? Isso é impossivel.

    Eu acho que o Streaming é boa solução sim, apesar de que para a realidade da internet no Brasil ele ainda é inviável, pois não exite qualidade de conexão aqui para a maioria das pessoas, ainda.

    Obs: Jurandir, não sei como está a situação ai no Ceará, mas aqui no Rio a Lei Seca está sendo executada sim, e melhor do que se esperava.

  • Dandalo Gabrielli

    O Barreto comentou de streaming de vídeo como forma de democratizar o acesso.

    Porém um coisa chama atenção em um modelo existente atualmente. O da Loja da Apple de aluguel de filmes.
    Apenas 200 filmes tem closed caption.
    O acervo conta com cerca de 2500 filmes aproximadamente.
    Menos de 10%, péssimo para um meio todo digital.
    E bastante surpreendente para um país que os clientes brigam por seus direitos.

  • ja comentei minha opinião, mas se me permitem, saindo do cinema e chegando ao futebol, eu sou torcedor do Cruzeiro de BH, frequento ao estadio em todos os jogos que o cruzeiro está no Mineirão(exeto Cruzeiro X Atletico MG, já vi muitos problemas nesse jogo e prefiro assistir em casa) no final do ano passado, assisti ao jogo do lado dos torcedores portadores de necessidades especiais(sim, eles também vão ao estadio :D)foi fantástico, me mostrou ainda mais que a minha paixão pelo meu time vai comigo aonde eu for e como eu for. Segue uma foto dos cadeirantes no mineirão, coincidentemente, esta semana foi criada uma torcida organizada do cruzeiro composta somente por pessoas com necessidades especiais http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/galeria_foto_superesportes/2009/11/04/galeria_mostrar/id_galeria=123/galeria_mostrar.shtml

    Ps.: o Atletico também possui uma torcida composta só por pessoas com necessidades especiais.

  • Sancionada lei federal que desonera produtos para pessoas com deficiência

    O deputado Otavio Leite (PSDB-RJ) conseguiu aprovar na Lei 12.058/09, pubicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (14/10), uma emenda reduzindo a zero a alíquota do PIS/PASEP e da Cofins incidente na importação ou na venda no mercado interno de cadeiras de rodas, próteses, almofadas para prevenir escaras (usadas em hospitais) e plataformas elevatórias (para facilitar o acesso de cadeiras de rodas).
    O objetivo é reduzir o preço dos artigos para o consumidor final, que normalmente já arca com outras despesas médicas. Para o deputado, a redução nos impostos e tributos representa uma melhora na qualidade de vida dos brasileiros que possuem algum tipo de deficiência.
    “Por linhas tortas vamos escrever direito uma decisão da maior relevância em relação a um conjunto de brasileiros e brasileiras com algum tipo de deficiência física, auditiva, visual e/ou intelectual, que somam 15% da população. É um avanço e nós vamos fazer com que milhares de deficientes possam comprar produtos mais baratos para o bem de suas vidas”, afirmou.

    Veja trecho da redação oficial da Lei 12.058/09:

    Art. 42. Os arts. 8o e 28 da Lei no 10.865, de 30 de abril de 2004, passam a vigorar com a seguinte redação:
    “Art. 8º …………………………………………………..
    § 12. …………………………………………………..
    XVIII – produtos classificados na posição 87.13 da Nomenclatura Comum do Mercosul – NCM;
    XIX – artigos e aparelhos ortopédicos ou para fraturas classificados no código 90.21.10 da NCM;
    XX – artigos e aparelhos de próteses classificados no código 90.21.3 da NCM;
    XXI – almofadas antiescaras classificadas nos Capítulos 39, 40, 63 e 94 da NCM.
    § 13. O Poder Executivo poderá regulamentar:
    …………………………………………………………………………………
    II – a utilização do benefício da alíquota 0 (zero) de que tratam os incisos I a VII e XVIII a XXI do § 12 deste artigo.
    ………………………………………………………………………..” (NR)
    “Art. 28. …………………………………………………..
    XV – artigos e aparelhos ortopédicos ou para fraturas classificados no código 90.21.10 da NCM;
    XVI – artigos e aparelhos de próteses classificados no código 90.21.3 da NCM;
    XVII – almofadas antiescaras classificadas nos Capítulos 39, 40, 63 e 94 da NCM.
    Parágrafo único. O Poder Executivo poderá regulamentar o disposto nos incisos IV, X, XIII e XIV a XVII do caput deste artigo.”
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12058.htm

  • Paulo Linhares 18 anos – Recife/PE

    a ideia do streaming é boa e hoje em dia como ja tem TV que acessa o youtube, da pra até assitir um filme na tv usando o mesmo processo.

  • Motoko-fan , 28 anos – Teresina

    Eu acho esse tema importante, pois meu irmão é cego e tem dificuldade de fala sempre convivi com pessoas com necessidades especiais e sei que meus pais já estão sentindo as dificuldades ao se aproximarem da melhor idade.
    A minha profissão de Arquiteta e urbanista tenho obrigação de pensar na acessibilidade e durante o curso inteiro exige essa preocupação em todas as disciplinas de projeto. E a atitude de achar o tema chato só reflete que não vão envelhecer como todos, inclusive eu.

  • Motoko-fan , 28 anos – Teresina

    Corrigindo a última frase, e a atitude de achar o tema chato só mostra que não pensam, pois todos vão encelhecer inclusive eu.

  • mister_satam

    Bom não sei se já escreveram o que eu vou escrever pq não li tudo, e espero não estar atrasado, sempre ouso o podcast com no mínimo uma semana de diferença.

    Acho que streaming seria uma boa idéia, eu por exemplo não vou ao cinema, tenho um equipamento de áudio e vídeo muito bom em casa ( lógico q não se compara com um cinema), mais não tenho saco de ir para cinema, pegar fila, ficar com gente estranha que faz maior zona. Eu sou o tipo do cara que vou para ver o filme, evento social pra mim é no bar. Eu certamente eu pagaria para ver o filme em streaming, que fosse um pouco mais caro não teria problema.
    Agora o maior empecilho eu acho que seriam as grandes distribuidoras mesmo. Esse pessoal da indústria de entretenimento parece que é burro. Eles viram o que aconteceu com o mercado de música,que tentou controlar as vendas e o mercado com as idéias mais idiotas possíveis e ai veio a Apple e mostrou que se pode ganhar dinheiro, muito dinheiro com música, com internet.
    Esse pessoal tem que olhar para o mundo como um todo pq pra mim eles vivem no mundinho deles e vão acabar perdendo o passo e com isso vão perder muito dinheiro.

  • Victor F.K.S.

    Grande ideia a desse programa.Na maioria das vezes,precisamos ser lembrados de certas coisas que acontecem à nossa volta,as quais não percebemos por não as vivenciarmos.É preciso buscar a acessibilidade e é injusto privar portadores de deficiência de algo tão bom quanto o cinema.

  • Olha primeiramente parabéns pelo tema, essa é uma questão muito pouco abordada e apenas aqueles que precisam sabem como isso é necessário.

    Aqui na minha cidade é muito difícil ver um cadeirante, as calçadas não ajudam e até mesmo os ginásios mais recentes não possuem um acesso fácil, pra falar a verdade apenas os ônibus são equipados com aquele elevador, mas não são todos. Nos shoppings o acesso é ainda mais difícil, em um deles você precisa entrar em um centro comercial e pagar pelo estacionamento para ter acesso a segunda porta onde existe as rampas, em um outro o piso é nivelado mas tanto no cinema quando no shopping é dificil ver algum lugar realmente adaptado. Existem rampas sim, mas logo no inicio delas existem algumas bolinhas de cimento, impossibilitando que o cadeirante consiga subir sozinho, alguns seguranças ficar perto dessas entradas, mas já teve momentos onde eu precisei ajudar porque eles não tomaram o primeiro passo.

    Acho que todas as cidades precisam melhorar muito, talvez esse dia nunca chegue, o numero de pessoas “normais” é e sempre será maior, nesse caso a maioria tem a força …Infelizmente.

    Abraços.

  • Marcos Araujo,SP,Guarulhos

    Muito bom esse cast,com certeza é um Rapaducast forever!!!E quem não quis ouvir é porque nunca precisou de acessibilidade no cinema .assustado .

  • Ednaldo

    Na minha humilde opinião esse foi um dos melhores podcasts que vocês já fizeram, o pior de tudo é que tem gente que fala que nem se dá ao trabalho de baixar por conta do tema. Como vocês disseram essas esperamos que essas pessoas não necessitem de uma cadeira especial no cinema, calçadas rebaixadas, porque se precisarem ai vão se lembrar desse cast e passarão a gostar muito dele.
    Deus conserve nossa saúde para que nunca precisemos da acessibilidade porque no nosso país isso não é muito difundido.
    Abraços.

  • oi! de quem é a ilustração do banner do post?

  • Sergio Viana

    Parabéns, pessoal!
    Excelente a escolha do assunto. Como vocês falaram, as pessoas não dão conta da necessidade ou falta da acessibilidade até que começam a precisar dela. Felizmente não é meu caso, nem de ninguém da minha família, mas fazendo uma ponte com a novela “Viver a Vida”, que trouxe a luta e o dia-a-dia de uma pessoa com necessidades especiais para dentro de nossas casas. Vale refletir!
    Abraços!
    SV

  • Eve Silva

    Salve Seres Rapadurianos,

    Acessibilidade, uma palavra bonita, com significado importante.
    A questão é que está mais na teoria que na prática. Se nas cidades não vimos essa prática, imagine no cinema.
    Creio que projetos como este somente são vistos em duas situações: pela lei ou por uma pessoa de bom coração [e dinheiro] que possa bancar o projeto, tendo ajuda de outros e auxílio do governo. Neste caso, sendo mais um visionário, que pensa no lado social e acredita que tenha um retorno financeiro.
    Sei que empresários pensam apenas no Lucro, mas gente pensa aí, o quanto é dificil criar e gerir um negócio. Quantos não quebram na tentativa. E os que conseguem, temem em apostar em projetos assim.
    Acredito que poderiam reformar uma sala em cada cinema [de tal forma que permitisse pessoas com deficiencia e não], determinar o filme que será exibido tlz por votação e com a tecnologia necessária. Sei lá…idéias sempre podem aparecer, mas enquanto não tivermos quem apostar nelas fica dificil.
    Não tenho noção do quanto custa e das tecnologias que serão utilizadas, mas acho que público não vai faltar. Mas além de dar acessibilidade no cine, vamos dar acesso pra que estas pessoas possam chegar no dito local.
    Onde estão estes visionários [empresários/administradores de cinemas] e os auxílios governamentais???
    Acessibilidade é fundamental!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Lícia

    Puts, escrevi um texto enorme e a internet caiu. Ao invés de reescrever tudo vou só dizer que faço minhas as palavras do Maurício.

    E é triste ver as pessoas que vivem tão focadas no mundo virtual, individual que acham um cast como esse chato e nem se importam em baixar.

  • Calliban

    Vou falar sobre um problema que muitos aqui vão considerar “bobagem” ou mesmo “ridículo” de ser comparado com o que outros passam.

    Pessoas altas, principalmente aquelas acima de 1,90m-2m, também sofrem com a falta de acessibilidade.

    Na maior parte dos cinemas que freqüento, as cadeiras são baixas, sem encosto para a cabeça, ou com a lombada do encosto em lugar totalmente incomodo (como no pescoço ou nas costas) para pessoas mais altas.

    As poltronas são muito próximas umas das outras; minhas pernas normalmente não cabem no espaço das fileiras, e acabo tendo que sentar quase que abraçado nos joelhos.

    Além disso, muitos cinemas não possuem diferença de altura significativa entre as fileiras, ou seja, a pessoa que senta atrás dos altos acaba ficando com parte da tela barrada por uma cabeça :).

    Nós, altos, acabamos tendo que nos sentar nas poucas cadeiras de “beira de corredor” da última fileira, pois é o único lugar que não atrapalhamos quem está atrás, e um dos poucos onde nossas pernas podem ficar confortáveis.

    Obviamente, NINGUÉM aceita que precisamos desses lugares. Ser muito alto não é considerado deficiência; somos nós que andamos abaixados em ônibus e não podemos nos sentar pois nossas pernas não cabem nos espaços minúsculos. Somos nós que nos abaixamos para passar por qualquer porta, nós que temos que quase nos ajoelhar para lavar a mão nos banheiros…

    Quem aqui é um pouco mais alto sabe como é isso. Diferente de outras pessoas que precisam de acessibilidade, o mundo de forma alguma considera todas essas limitações que os altos sofrem – altura é considerada quase que totalmente uma vantagem, e não um problema; pra que vão se preocupar com alguém em vantagem?

    Devo dizer que por isso, nos últimos anos tenho ido cada vez menos no cinema. Nos últimos 10 anos, não fui mais que 15 vezes na sala grande; como 2 horas de desconforto destroem a experiência do filme, muitas vezes é mais fácil assistir em casa, independente da origem.

    Deixo aqui minha mensagem então. Abraços.

  • Vejam essa tirinha: http://migre.me/qR1l

  • Acessibilidade é o tipo de tema que não pode ser deixado de lado jamais. O acesso de pessoas com algum tipo de deficiência física, auditiva, visual, permanente ou não, é inexistente na esmagadora maioria dos estabelecimentos que oferecem lazer, e o cinema encontra-se nessa categoria, infelizmente. Tais empresas têm por obrigação oferecer tratamento IGUAL para todos.

    O tratamento desigual começa desde a bilheteria. Por exemplo, alguém surdo-mudo não consegue se fazer entender pela empresa, porque essa não possue atendentes preparados. E esse é só um exemplo diante do conjunto de injustiças cometidas.Isso só vai mudar quando a população fizer pressão social sobre os empresários, que só agem quando sentem no bolso, infelizmente. Mas nós ficamos apáticos diante de problemas como esse e na maioria das vezes só enxergamos a dimensão da questão, quando somos nós os prejudicados. Falta consciência social.

    Excelente edição do rapaduracast!Quem ama o cinema, deseja que ele possa ser apreciado por todos aqueles interessados em encartar-se com essa magia!

  • Parabens pelo cast. Um dos mais importantes que ouvi ate agora. Parabens e que o cinema melhore para todos

  • Galera parabéns pelo ótimo trabalho!!!

  • Matheus B. Ortler

    Ouvi o novo cast e vim nesse escutar também. E esse tema necessita mesmo ser bastante difundido. Procurar soluções, não se acomodar é um ótimo inicio. Me fez repensar muito

  • Sempre ouvi o Jurandir falar em vários cast para não deixar de comentar. E Mesmo depois de quase 100 cast publicados depois deste, aqui vai o meu comentário:

    Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo e sempre ouço os meus professores dizerem q a organização, programa de necessidades, distribuição de elementos na edificação, etc… não depende só do que o meu cliente quer; eu como profissional devo intervir sempre que necessário e discutir sobre o que for preciso e dar novas soluções.

    Cabe ao profissional que irá planejar o ambiente do cinema (Arquiteto ou Engenheiro) tomar os devidos cuidados ao projetar para fazer rampas de acordo com as Normas (Cuidados com a inclinação, não adianta ter rampas se estas forem impossíveis para um cadeirante utiliza-la).

    Ter em mente o posicionamento das lixeiras (não ficar no meio das rampas). etc. etc. etc.

    Quanto a questão de streaming. a BANDA LARGA no brasil é uma vergonha, e nem deveria ser chamada de banda larga. Conexão falha, e insuficiente para se assistir um filme em 1080p. (Resolução da maioria das TV`s atuais) sem que o filme pause e fique no buffering.

    Streaming pode ser um realidade, mas para o Brasil agora é praticamente uma Utopia.

  • A cada Cast feito vocês conseguem se superar, tanto em conteudo, tema e discussão, esse Cast foi pra mim um dos melhores, ele foi de uma seriedade impressionante, infelizmente a nossa realidade é essa, o preconceito impera em diversas partes da nossa sociedade, acho de um absurdo enorme não investir em acessibilidade, afinal não somos todos iguais… Espero que em breve a mentalidade de todos mude quanto a esse assunto!!! Acessibilidade já!!!

  • Podcast fantástico! Coisa linda como o Maurício colocou o coração nele! Como arquiteta e ex-estagiária de acessibilidade, essa questão é uma grande preocupação pra mim. Espero que um dia os donos de redes de cinema se conscientizem a respeito.

  • Gleyson Cardoso

    PARABÉNS POR ESSE EXCELENTE CAST, É UM DOS MEUS PREFERIDOS JUNTAMENTE COM O 39 SELF-SERVICE NO CINEMA, ADOREI ESSES TEMAS.

  • Filipe Dos Santos

    Ta ai um cast que volta e meia volto a escutar

  • Wandré Nunes de Pinho Veloso