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Clock terça-feira, 11 de outubro, 2016 - às 16h48

RapaduraCast 483 – Nerve e a Internet

Fique a vontade para participar do nosso debate, porque aqui você sabe: "Assistir é apenas o começo"!

por RapaduraCast Team
11/10/2016 - 16:48

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ATENÇÃO: ESSE PROGRAMA NÃO TEM SPOILERS!

Nerve – Um Jogo Sem Regras” é um daqueles filmes que chegam sem muito barulho, passam algumas semanas em cartaz, geram boca a boca e atraem a atenção por causa de suas temáticas. Produzido pelos responsáveis do documentário “Catfish“, o filme traz uma discussão sobre os limites das redes sociais e até onde estamos dispostos a ir para conseguirmos a fama imediata.

Jurandir Filho, Raphael Santos e Erik Avilez discutiram sobre a vida cotidiana/tecnológica que temos nos últimos anos. É possível ficar offline? Passar o dia recebendo informações é algo negativo? Como “Nerve” pode servir de ensinamento?


|| PODCAST RELACIONADO
RapaduraCast 253 – Internet, a confiança Mascarada e Anônima


|| LINKS COMENTADOS NO PROGRAMA
[VÍDEO] Trailer de “Nerve – Um Jogo Sem Regras”
[VÍDEO] Entrevista com Emma Roberts e Dave Franco
[VÍDEO] Assista Catfish completo e legendado


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  • Presidente Exumador

    Watcher

  • Gustavo Calastro

    Caraca, achei que ia rolar um podcast sobre o Sete Homens e um Destino

  • Diogo Maia

    Tema interessante. Tenho 27 anos e acho que a minha geração foi a última a lidar diariamente com o analógico, como falaram no podcast. Lembro que ia pra biblioteca estudar até no tempo de faculdade. Hoje isso é quase impensável. Adquiri meu primeiro smartphone apenas em 2015 e de lá pra cá, tenho que ser sincero, a minha vida mudou bastante. Não sei como conseguia viver sem esse aparelho, mas é pelo lado bom. Hoje eu consigo chamar um transporte com apenas alguns toques, seja um táxi ou Uber. Até ônibus eu sei que horas vai passar através do celular. Correio? O app me manda a atualização em tempo real quando qualquer pacote rastreado sai para a entrega, por exemplo. Tem outros exemplos, mas ficaria o dia inteiro aqui escrevendo, é desnecessário. Não troco essas facilidades por nada.

    • Paloma R F

      Bate aqui migo!

      • Diogo Maia

        E ainda dava uma de turrão dizendo que não precisava de smartphone. Sabe de naaaada…

    • Eu tenho 26 e pior que eu tbm só fui adquirir meu smartphone em 2015, fiquei impressionado com o poder de acessibilidade e praticidade do aparelho. Eu cago fodamente para esses aplicativos sociais, mas coisas como
      reservar hotel, solicitar transporte, pedir comida, encontrar locais de
      interesse, cara, isso é muito foda. Ontem meu smartphone deu pau, e agora estou sentindo uma baita falta, final de semana preciso viajar e já nem sei como faria pra me virar sem ele, sorte que tem o da minha namorada.

    • Foi o que comentei, você abrir mão de um conforto adquirido é muito complicado… Sempre me pergunto como a humanidade chegava aos lugares em cidades que não conhecia antes do Google Maps.

      • DS9/BSG

        A Terra foi desbravada atraves da coragem rs antes do Google Maps existia a revista 4 rodas…. as pessoas pegavam uma MAPA e liam… observavam ou tinham muita raça.. na minha infância minha familia fez viagem do RS ao MA num fusca sem sinto de segurança… sem ar condicionado… isso seria loucura hoje…

    • Paulo Silva

      Verdade, concordo com tudo que vc disse. E esqueceu que até para o sexo ficou mais fácil. Antes era foda marcar uma putaria, hj um grupo no whats resolve tudo.

  • Realmente, fico surpreso de ver o Rapaduracast abordando esse filme pois, assim como vocês, também achei que o mesmo fosse passar batido pelos cinemas. No caso, achei que não terei nem um podcast falando sobre o mesmo, mas isso era mais uma cisma minha pois o filme acaba sendo mais bem sucedido pela sua mensagem e discussão do que como filme mesmo. Um detalhe que chame muito atenção é que vocês muito bem destacaram é como funciona essa relação jogador x observador. Aliás, sempre acho que essa relação, assim como outras, funciona melhor exatamente quando não há papeis definidos, o que ocasionaria uma espécia de separação social. Todos somos jogadores e observadores, seja interagindo na rede social, nos jogos online ou na produção de conteúdo.

    Falo isso pois vivi a década de 90 e lembro que nunca imaginava algo assim, você poder interagir dessa forma como fazemos hoje com o conteúdo postado/compartilhado. Vocês dizem que “Assistir é apenas o começo” e, no caso do podcast dá pra dizer o mesmo: Ouvir é apenas o começo. Tudo o que foi dito merece ser discutido de algum modo e ter a discussão além com o que podemos agregar com nossas ideias e opiniões.

    Dito isso e falando mais diretamente sobre o filme, acredito que o mesmo consegue ser bem sucedido ao mostrar como o virtual influencia no real, se é que hoje em ainda se pode fazer essa separação de forma tão concreta. Não sei se o motivo que levou a protagonista a entrar o jogo foi o melhor. Acredito que o roteiro poderia ter criado outros caminhos pra isso. Mesmo assim, vale ressaltar como, de forma bem interessante, vamos percebendo a forma como toda interação dos outros jogadores vai funcionando como cordas manipulando bonecos. Um dos melhores que expressa isso, inclusive, acaba ficando na cena da escada com a amiga dela. Pena que o final estragou isso de certo modo. Mesmo assim, não enfatizo tanto essa critica ao roteiro do filme, pois como disse o melhor é justamente isso: a mensagem e a discussão que o filme nos leva a fazer, seja durante ou depois dele.

    Bom, encerro este meu longo comentário empolgado parabenizando vocês pelo ótimo episódio e a ótima participação do Erik Avilez, que conheço do PontoJão e do PontoCast. Convidem ele mais vez pois esse cara acrescenta muito.

    Abraço.

  • César Lira

    Machos eu tenho só 18 anos e acho essa porra de redes sociais uma maluquice do caralho e com isso ganhei o titulo de chato da galera ou ranzinza por que eu não possuo redes sociais e muitos menos outros vícios alem de ouvir Podcasts. E sei lá quem sabe num futuro próximo quando as pessoas começaram a usar moderadamente essa porra

    • LUNATIC

      Continue sem usar, não vale a pena.

    • Paulo Silva

      ignora o lunático, usa e bastante, as pepekas estão tudo lá, ficou muito mais fácil marcar encontro assim com a vagaba da rua.

  • Isis

    Acabou o botãozinho popup? =(

  • Daniel Gasparri

    Ainda não assisti ao Nerve, mas todos os comentários sobre o filme me remete ao filme ‘Os 13 pecados’

  • Michel Melo de Souza

    Sério que não lembrar o que faziam sem Celular quando acordavam? Quando eu acordava ligava a TV e dormia assistindo TV.

  • Felipe

    Realmente a internet é só a ferramenta, mas o problema é essa impessoalidade de lidar só pela tela do computador. Ver um acidente pela televisão já nos distância do sofrimento que estamos vendo, tem alguns experimentos que acho bem válidos sobre esse assunto: um deles é o experimento de obediência de Stanley Milgram, que consiste basicamente em machucar uma pessoa atravez de um botão, tbm tem a simulação de prisão de stanford que as pessoas simplismente aceitaram submeter ou serem submetidas à situações humilhantes ou até de tortura. No caso do experimento da obediência é legal olhar como varia o resultado quando eles introduzem um ator na sala, caso o ator se negue a dar o “choque fatal” os participantes tbm se negavam e se o ator apertava o botão os participantes aceitavam facilmente o risco de matar uma pessoa.

    No fim quando tu entra em um local que tem regras estabelecidas e todos aceitam, por piores que elas sejam, possivelmente tu vai aceitar tbm..

  • Jonathan Kennedy

    Juras, vc vai fazer podcast do Aquarius SIM OU NÃO ? Por favor, responda, que eu preciso discutir e conversar sobre esse filme….

    • Paulo Silva

      Jurandir é de direita!

  • Bruno

    Como o Mau faz falta no time fixo. Gosto muito da maioria dos participantes, mas assim como David Gilmour é a alma do Pink Floyd, o Mau era a alma do Rapadura. Casts como esse com debates bem aprofundados e com o Mau como foi no 253 sobre o catfish kkk sao os melhores. Enfim, abs a todos.

  • JuniorOnline

    Muito bom!

  • Fabiola

    Estou impressionada com a profundidade da discussão. É a primeira vez que escuto o RapaduraCast e confesso que baixei só esperando sei lá, alguns comentários sobre cinema, e me vem toda uma discussão sobre tipo… a vida! HAHAHA adorei! E agradeço, realmente eu não tinha me dado conta do quanto eu me tornei “consumidora”, não só de filmes e séries, mas de tudo: textos, artigos na internet, livros, contos, momentos, passeios, experiências… Talvez esteja na hora de realmente colocar o pé no freio um pouquinho na quantidade para ter condições de aprofundar na qualidade do que quer que eu esteja “consumindo”. Vocês me fizeram perceber que não lembro a última vez em que fiquei aflita para conversar sobre um filme ou um livro ou um artigo com alguém. Acho que todas as vezes que tentei e acabei ficando no vácuo terminaram por me acostumar a andar somente pelas superfícies dos assuntos. Essa nossa geração timeline que só passa os olhos correndo por cima das coisas sem paciência nenhuma de tentar decifra-las… Obrigada, mais uma vez!

    Ps.: viajei por um ano na Europa em 2012 sem smartphone. Hoje me pergunto como foi será que voltei viva. Honestamente não sei.

  • Matheus Ogeny

    Fiquei bem surpreendido com o fato de terem lançado esse cast após ele já ter saído de cartaz após um tempo e nem ter tido um destaque por parte das pessoas.

    Ainda pararei para ouvir o cast, mas já venho a emitir a opinião de que este filme se desenvolve muito bem no quesito da edição, sendo capaz de prender o público e de subir e descer a adrenalina de uma maneira bem equilibrada., Porém o roteiro apresenta buracos com relação ao tipo de temática que ele se propõe, pois o filme em nenhum momento propõe fazer o público pensar sobre o assunto e/ou tratá-lo de forma mais profunda do que ele entrega, que é um pouco raso.

    Teve características no filme que eu não curti, mas não falarei mais para não tirar ou colocar ainda mais expectativas com relação ao filme do que isto que apresento.

    Flw

  • Arthur

    Aconteceu comigo o que aconteceu com o Juras. O trailer desse filme me chamou muito a atenção, mas fiquei naquele medo de ser mais um “filme genérico dirigido ao público adolescente”. Aí agora que vi que o Rapadura resolveu fazer um cast, corri atrás dele. Devia ter algo interessante.
    Me surpreendeu positivamente, e merecia estar fazendo muito mais barulho do que está. Os bons filmes dirigidos ao público jovem são justamente esses que conseguem levantar grandes discussões. Eu vi a geração YouTube, Instagram e Snapchat representada em tela.
    E é um filme que entretém, simples e bem dirigido, apesar de eu também ter um problema com o ato final. É bom destacar que ele é baseado em um livro, de mesmo nome.

    Nota 8/10. Não ouvi nada sobre, mas vejo um bom potencial pra uma continuação.

    • Lembrou bem do livro, acho que não mencionamos no cast. Talvez no futuro valha a pena ir atrás.

  • Renato Santos

    sério q nerve ganhou um programa?………..

  • Andre Guimaraes

    Jurandir, olha o que aconteceu em Santos. Exatamente o que voces discutiram no programa: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2016/10/menino-morre-apos-partida-de-game-online-e-amigos-notam-pela-webcam.html

  • DS9/BSG

    Nerve é importante por ser uma obra contemporânea, que fala do espírito da época e isso é maravilhoso de ver num filme.

    Ele se junta a obras como Hackers/1995 (que mostra o inicio da internet comercial), A Rede/1995 (o medo da internet) ou Matrix.

    Hoje em dia, as pessoas já estão viciadas no celular/internet/rede social.
    Antigamente ficava-se com a cara no jornal… mas durante a viagem do trem… depois o jornal era largado e a vida seguia.
    Antigamente a pessoa era viciada em games, mas jogava em casa.

    Hoje joga em todo lugar e momento.

    O problema da tecnologia hoje em dia é não saber largar a tecnologia.
    No trabalho, conheço pessoas que simplesmente não conseguem largar o celular, fica o dia inteiro mexendo no bagulho … e isso já é dependência.
    Vai chegar um momento que isso vai ter um preço pra sociedade.

    Adoro tv/filmes/series, mas vejo somente em casa, num determinado horário.

  • DS9/BSG

    Devia ter um programa pra falar de Black Mirror, que traz discussões absurdas sobre homem e tecnologia. Dependência de celular é somente a ponta do iceberg.

  • Lucas Da Silva Biava

    Até gostei do filme, mas não achei nada demais.
    O final é muito “Happy End” para o meu gosto (levando em conta o resto do filme).

  • Achei o filme muito ruim. A idéia central é boa, mas mal aproveitada. A pegada teen, as musicas FM playboyzim, o final feliz sem sentido, limitam o público alvo a jovens. Se soubesse nem teria assistido. Vou ouvir o cast agora e tentar entender, além do conceito, o que eles viram de tão legal nesse filme a ponto dele merecer um Rapaduracast.
    Receberei a próxima indicação de vcs com um pé atrás…

  • nerd natal

    Muito bom cast!
    Essa reflexão é muito importante, mas poucos fazem. A comparação de “o martelo não bate sozinho no prego” foi muito certeira. Nunca tive facebook, e quando alguém me pergunta (na maioria das vezes quase me xingando) por qual motivo eu não tenho face, eu simplesmente digo: não tenho interesse, e elas complementam: mas TODO O MUNDO tem! quase 2 bilhões de pessoas usam e você não. E eu: ok, mas vou continuar sem ter, porque esses 2 bilhões de pessoas não definem o que devo usar ou fazer na minha vida.
    Sobre dormir e acordar eu tomei duas decisões: antes de dormir desligo o wi fi do celular e vou ler, e só então deito pra dormir. E ao acordar, levanto, vou tomar banho, comer, e só depois pego no celular.

  • Henrique Munhoz Moya Gimenes

    Na época pulei o podcast por não ter assistido o filme, mas voltei aqui e ouvi. Sei que cinema é gosto mas esse filme é uma desgraça completa. É realmente triste que isso ganhando uma edição do podcast e outras obras fantásticas ficando sem.

    Adoro o trabalho de vocês, mas acredito que o filme não vale nem pela reflexão sobre o tema proposto, existem outras obras que abordam de forma muito melhor, e aqui parece apenas uma leitura burra e imbecil para adolescentes.