sexta-feira, 18 de setembro de 2015

RapaduraCast 438
Forever: Clube dos Cinco

Fique a vontade para participar do nosso debate, porque aqui você sabe: "Assistir é apenas o começo"!

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Jurandir FilhoRaphael SantosThiago Siqueira Raphael Draccon se reuniram para pagar uma promessa feita há muitos anos aqui no RapaduraCast. Finalmente gravamos sobre Clube dos Cinco, um dos maiores clássicos da história do cinema e uma das melhores representações dos jovens de muitas gerações. Como o filme consegue ser tão atual até hoje? Os personagens são muitos estereotipados de forma proposital? John Hughes é o pai de uma geração?

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  • PsicoHélder Soúlima

    E eu pensando que íamos ter o Mau Saldanha.

    • Roberto Ribas Jr

      O Mau não participa mais, infelizmente! =(

      • Willian Spengler

        Ou não…

      • Renato Santos

        Mauricio é um imaturo, frágil demais emocionalmente, não sabe debater e não faz falta nenhuma ao cast, suas participações certas vezes chegavam a dar vergonha alheia.

    • Uma hora ele volta, certeza!

      • Vinicius

        Acho que não, o programa ficou machista demais, não vejo o Saldanha dentro desse novo estilo do podcast, mais zuero e menos intelectual.

        • Po, cara, esse cast mostra que o Rapadura é versátil. Não vejo como “mais zuero e menos intelectual”.

          Até pq o Mau também fazia parte da galhofada.

  • silas. silas bezerra

    Sem querer ser adepto do “The treta has been planted”, mas espero que um certo youtuber e podcaster parceiro em outro programa de um dos apresentadores do RapaduraCast ouça esse 438 e repense (um tantinho que seja) a adjetivação “Mequetrefe” que usou recentemente para Clube dos Cinco.

  • Luis Fernando Mendes

    Jurandir não to conseguindo baixar. Tem em Zip por favor?

  • Túlio Henrique

    Chega de falar em Saldanha, a galera nao supera nunca. pelo amor.

    • Gustavo Calastro

      Achava o Saldanha um saco… o podcast melhorou muito sem ele.

      • Raz

        Saco saco não diria, acho que o principal problema do mau era imaturidade, quando ele aprender que ser emotivo não tem necessariamente a ver com dar chiliques ele vai melhorar e muito.

        • Renato Santos

          falou tudo.

      • Túlio Henrique

        Eu tbm n curto ele nao, o cast sem ele ficou BEM melhor.
        Nada pessoal, so n curto o cara!

        • Gustavo Calastro

          Sim, de repente se conhecesse pessoalmente, poderia até se dar bem com ele, mas não gosto dele no podcast, os comentários dele. Mas fazer oq, quiseram trazer ele de volta.

  • Grande Jurandir. Esse certamente é forever.

  • Diego Lima

    Da pra melhorar os servidores um tantinho só? É treta baixar o programa quando é lançado. =/

    • Sorry :/// Estamos trabalhando pra melhorar isso em breve. Sempre em dia de lançamento do podcast é essa luta :T

      • Diego Lima

        Não desisti e consegui baixar. 🙂

  • Nina

    Gente, não vi esse filme ainda. Perco muito se eu ouvir o cast antes de assistir??

    • Gustavo Calastro

      Oi! Acho que perde sim, pq esse filme tem uma coisa muito interessante nos personagens, que assim, vc olha eles, e são simples esteriótipos, mas de personagens monocromáticos aos poucos eles vão se tornando cada vez mais complicados.

      • Nina

        Pior é que até pouco tempo tinha no Netflix, agora não tá mais.. 🙁

        Mas vou dar um jeito de assistir antes de escutar o cast, valeu a dica! 😉

        • Gustavo Calastro

          Tiraram? Eu assisti lá da ultima vez, faz uns dois meses. Filmaço!

          • Nina

            Pior que tiraram Gustavo :-/
            Acho que foi nessa mudança que rolou em setembro.

          • Gustavo Calastro

            O ruim do Netflix é isso, vc acha que o filme ou a série está sempre ali, ai do nada… some kkkk

    • Tenta ver, Nina. Vai ser inesquecível 😀

      • Nina

        Valeu a dica!!
        Assisti o filme e no dia seguinte, depois de assimilar bem o que eu senti sobre ele, escutei o rapaduracast.
        Definitivamente lindo, ambos.

        Claro que a experiência teria sido outra se eu tivesse assistido ainda na adolescência, porque a identificação teria sido muito maior, mas ainda assim foi possível lembrar de como eu era e onde eu me colocaria no filme. E o interessante é que realmente os estereótipos são forçados e fica difícil se identificar com um só. Me vejo como um mix daqueles adolescente:
        – sempre fui “a inteligente da sala”, tanto que acabei me formando em engenharia;
        – jogava vôlei, futebol, handebol e o que me convidasse;
        – até era conhecida na escola mas não necessariamente “popular” e odiava ficar super me produzindo pra ir pra aula. Na verdade, gostava de mostrar que “não tava nem aí pra isso” pras pessoas acharem isso legal. Coisa de adolescente.. hehehe

        Mas o que eu mais achei interessante nessa experiência de assistir Clube dos Cinco hoje é que, sendo professora agora, consegui entender MUITO o diretor. E em diversas cenas me coloquei no lugar dele pensando: o que eu faria numa situação dessas??
        Alguém aí já parou para pensar no lado do “adulto” desse filme??

  • Paulo Roberto Galliac

    Ouvindo agora! John Hughes na veia como viciado em anos 80. Hehehe!

  • Ai sim! Vi esse filme recentemente, ta fresco na memória!

    Cara é uma pena não passarem mais esses filmes na sessão da tarde.

    • Leon

      Não passa mais porque o mundo se tornou politicamente correto… :/

  • sidney oliveira

    aí sim , um dois melhores filmes que ja vi na vida|!

  • Ouvindo a conversa sobre os pais não se lembrarem da juventude, e os filhos uma hora se tornarem os pais, eu estou passando por isso hahahaha A poucos anos atrás eu fazia uma zueira no onibus com meus amigos, e hoje eu sou o cara que pensa “Caraca, esses muleques estão passando do limite”.

    • Keilla Teixeira

      Somos 2. Acho que consciência e respeito ao espaço alheio só vem com a maturidade.

      • É verdade, as vezes paro para debater sobre esse assunto com um pessoal mais novo, só que é inútil, galera mais nova sempre acha que sabe de tudo e se acha no direito de tudo.

        • Fujyama

          “Não sou jovem o suficiente para saber tudo” Oscar Wilde, 1890…

          Esse é um problema antigo, como mostra a citação do escrito do século 19.

    • Tiago Zéfiro

      Seria massa, e se fosse no lugar do PH melhor. Acho o PH muito chato, por isso que nem tomei coragem de escutar, acho os comentários dele bem idiotas.

      • phsantos

        Olá Tiago, só dizer no que tenho que melhorar aí que tentarei. Tô na escuta. 😉

        • Tiago Zéfiro

          Olha, com essa resposta tu mostrou uma humildade que, sendo sincero, achei que tu não tinhas. Confesso que faz um tempinho que não escuto o Rapadura, desde o dos vingadores 2, mas escutarei esse e irei rever os meus conceitos. Parabéns pela resposta.

          • phsantos

            Escute e se tiver alguma dica para que eu melhore, me fale por favor.

          • Alex Ferreira

            Aproveita e escuta o Iradex também que é show xD

      • mas tem que ouvir pra opinar 🙂 gostei muito dos comentários deles, até pq tomaram um lado muito pessoal, fácil de se identificar

      • Rafael Pereira

        Tinha a mesma opinião, achava o PH chato. Mas quem não é? Todos somos diferentes.

  • Felipe Cardoso

    Primeiro rapaduracast que comento hahaha, ótimos pontos colocados sobre o filme e é interessante a forma que ele continua atual nos dias de hoje.

    Uma dúvida qual música tocada durante a parte em que falam da culpa dos pais e o jovens ? não achei a música no spotify

  • rockluis

    esse é o tipo de cast que eu sinto falta do mau

  • Overthanatos

    Don’t you (forget about me)

  • Iago Luiz de Morais

    Excelente podcast! Filme fantástico, cheio de camadas e atualíssimo. Pensei na mesma analogia do Tetris conforme o PH descrevia a invisibilidade do acerto.

  • Justin Klaus

    Quem sou eu?

    Caminho milhares de caminho;
    Cada um que me vê, olha para um ser;
    Mas eu não sei que sou;
    Sou um trabalho inacabado.

    Não quero esquecer quem fui;
    O que sou agora;
    Mas me desapego dos rótulos;
    Não me importo com o que pensem de mim.

    Ninguém nunca vai me ver como eu sou;
    Mesmo que eu me esforce;
    O que você vê não será real;
    Estou em eterna mudança.

    Eu quero compreender, me expandir;
    Eu gosto do confronto;
    Pois é assim que evoluímos;
    Sou um trabalho em eterna continuidade.

  • O único conselho que lembro ter ganhado da minha mãe ao entrar na primeira série foi “Se você apanhar na escola, vai apanhar mais chegando em casa”. Isso me fez parar algumas vezes na diretoria, e me rendeu várias ocorrências.

    • kkkkkkkk meu pai dizia o mesmo usahusauhsuahsuau

    • Sua mãe + 3 Negão

      Levava surra de pica na rua e surra de cinto em casa. Por isso tem essa cara de dodói.

    • Alan Zim

      Isso aconteceu até com você?E olha que você é onipresente em Benjiro kk

  • Absolutamente espetacular o episódio!!
    Acho que o Draccon além de escritor ele tem um dom para contar histórias bonitas e fazer nossos olhos suarem, acho que realmente ele está na profissão certa, além de escrever o cara é o Storyteller da vida real, me emocionou em vários pontos da conversa.
    Clube dos 5 cinco é incrível, um filme com custo baixíssimo que a maioria aqui assistiu na sessão da tarde e que fala diretamente com aquele público jovem, mostrando um pouco de cada personagem e que atinge todo mundo, impossível não escolher um e se identificar com aquilo ali.
    A gente tem muita coisa boa saindo hoje no cinema, mas que dá uma saudade desse cinema jovem, desse cinema moleque, dessa época, isso dá.
    Juras o Bully, PH o Nerdão largado de lado, Dracon e Siqueira com entradas pontuais para ilustrar a conversa, muito bom. Esse programa além de falar do filme fala sobre a vida, sobre as escolhas e de como é chato ser adulto e ter que fazer essas escolhas.
    Me emocionei com o episódio, MUITO OBRIGADO POR ESTE CONTEÚDO SENSACIONAL! Valeu!!!

  • Keilla Teixeira

    Clube dos Cinco dos pais “existe”. É o Deus da Carnificina, do Roman Polanski.
    No mais, filme incrível e cast à altura.

  • Caraca velho, a história do Ph ficou sensacional no cast!

  • Emei Chacara Sonho Azul

    Chama O Mau de novo Jurasss

  • Perfeito o papo do vestibular. É aquilo que eu falo sempre sobre a droga dos vestibulares no país.

  • Luhan Dias

    Sensacional!!!! Filme muito marcante!

  • Raphael Brito

    Cast incrível sobre essa obra-prima incontestável e concordo com o Draccon quando ele diz que os seres rapadurianos são, na verdade, nossos amigos. Infelizmente só conheço pessoalmente os escritores: Draccon, Carol e Solano e espero conhecê-los.

    Eu vi Clube dos Cinco na sessão da tarde nos anos 90 e fiquei completamente dominado pela linguagem e pelo retrato honesto ao tratar essa fase complicada da vida.

    E não é por isso que está ali, junto com ET e Forrest Gump como meus filmes do coração.

    Esse cast está junto com o programa 300 e o do Vantagens de ser Invisível entre os meus preferidos!

    Obrigado John Hughes
    Obrigado seres rapadurianos

  • Edu

    Meu filme favorito. Experiencia incrível!

  • Temporada de “inverno” do rapaduracast >>>> temporada de “summer movies”

  • Diogo Maia

    Podcast sensacional sobre um dos meus filmes prediletos de todos os tempos. Só uma sugestão: coloquem o áudio original dos diálogos. Essa dublagem não faz jus à interpretação dos atores e das atrizes desta obra-prima do cinema.

    • Andre Mariano

      Eu também prefiro a versão original, mas no caso desses filmes clássicos q assistimos na nossa infancia e adolescência a dublagem faz parte do charme e nostalgia…

    • Danilo F

      Mas a maioria como eu cresceu assistindo esse filme com a dublagem classica, nesse caso a Dublagem é melhor;

  • João Henrique

    Obrigado, Jurandir e toda equipe!

  • Jonathan Kennedy

    Juras, quando vc vai falar sobre Cidades de Papel que também é uma ótima representação sobre os jovens.

    • Olha só li o livro e adorei que você trouxe isso para este cast. Acredito que Cidades de Papel é a releitura do Clube dos Cinco dos anos 2000.

      • Luiz Felipe

        Cara, na verdade eu acho que As Vantagens de ser Invisível é bem mais similar a Clube dos Cinco. Mas realmente Cidades de Papel merece um cast (mesmo atrasado), assim como A Culpa é das Estrelas teve um.
        Eu encontrei com o Draccon e a Carolina Munhoz na Bienal e infelizmente não lembrei de falar sobre o cast, se for acontecer os dois tem que participar.

        • Ainda não vi/assisti As Vantagens de ser invisível. Mas se é da vibe desses dois deve ser do meu gosto.
          Adicionei na lista.

  • Muitos sentimentos sobre esse cast e sobre esse filme.
    Infelizmente eu vi ele faz um ou dois anos. Imagino que seria uma pessoa diferente se tivesse visto na minha adolescência.

  • Jonathan Kennedy

    Juras vai ter cast sobre Maze Runner ?

  • NCK

    Áudio acelerado do filme postado no youtube….. rsrsrsrsrrs

  • Tairon

    Um dos melhores filmes de todos os tempos pra sempre eternamente!!!

  • carlos

    eeeeitaforrozão!! agorasim!

  • Rafa Lucia

    Adorei estava esperando por muito tempo esse podcast sobre o Clube dos cinco, pois e um filme que marcou muito a nossa geração.

  • Angriest_Kidy

    Passo.

  • Lembrei do filme nacional “Entre Nós”, que é meio um Clube dos Cinco para quem está na casa dos 30 anos.

    Não é um filme junta desconhecidos, mas de reunião de um grupo de amigos que foram se afastando na vida adulta. Em fim, o filme levanta uma série de discussões sobre essa fase da vida em que os sonhos da juventude se confrontam com o pragmatismo rumo a maturidade.

  • Grazik

    Muito bom esse cast. Acho que caiu um cisco aqui no meu olho, ouvindo a história do Draccon. Como assim tem gente que não gosta do PH? Hahaha, fiquei um tempo sem ouvir o cast, mesmo. Mas agora estou fazendo maratona de rapaduracasts… Abraço pra vocês.

    • Jaime – o agente bom de corte

      Também não entendo, sempre fui fã!!! rs

  • Francesca Abreu – Manu e Nelle

    Uma Palavra: Forever

  • Gislaine

    entre uma conversa e outra cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é!

  • Gislaine

    muito cansativo discutir sobre costumes e livrar-se de repente, preciso muita paciência, confiança e convivência.

  • Mozarotto

    Bem legal o cast. Mas eu queria mesmo era agradecer ao Jurandir, por contextualizar a questão das creches, que o Ph estava generalizando.

    Mas não é tão culpa do nosso amigo Ph, porque o pensamento comum no Brasil (e nos EUA) é que a creche é uma opção de “segunda linha” para os filhos que não podem ser educados diretamente pelos pais. Ocorre que em países como a França, as vagas em creches são disputadas ferozmente entre os cidadãos, que procuram as que formaram os maiores artistas, pensadores ou cientistas.

    Para entender a diferença de pensamento, apresento uma simples frase que ilustra bem: quando falei que iria colocar meu filho em uma creche (muito conceituada), meus pais falaram: “poxa, que pena”; uma amiga que mora na França, ao conseguir vaga em uma boa creche recebeu calorosos parabéns de toda a família.

    Enfim, só mais.um.ponto de vista. Grandes abraços, seres rapadurianos.

    • phsantos

      Você está certo. E meu recorte foi feito a partir do Brasil.

  • Nunca tinha assistindo o filme e o vi pela primeira vez mês passado, uma semana antes da Netflix tirá-lo do catálogo. E cara, que filme… Parabéns a equipe pelo excelente cast.

  • Meio impossível alguém não se identificar, muito obrigada pelas reflexões.
    ps: que história maravilhosa a do Raphael :'(

  • Raul Mendonça Siqueira

    Eu sou o nerd. ><

  • Daniel Azevedo

    Excelente cast, clube dos cinco é um dos melhores filme principalmente pra quem tem em média 30 anos para cima. Vcs comentaram sobre vários diálogos, mas esqueceram aquele do diretor com o faxineiro, onde o diretor indaga que a geração de adolescentes não o respeita da maneira que deveria, e o faxineiro diz que ele é que mudou com o tempo e que cada vez mais se importa de como os meninos pensam quem ele é. Remetendo muito ao tema da redação que ele propôs aos garotos.

  • Cesar Adr

    Programa como sempre interessante e me traz algumas reflexões sobre o que vocês comentaram.

    Acho que a década de 90 assume uma identidade com o surgimento do grunge, com Nirvana e Pearl Jam. Aquele filme do Cameron Crowe Singles é o retrato da época, 1992. Lembro de passar por uma banca em 1991 e tinha uma revista de música com a manchete: Nirvana, a banda que desbancou o Guns n Roses. Pra mim a coisa começou a mudar ali.

    Em 1993 surge a Dance Music e tudo muda na música pop e por tabela no comportamento de muitos jovens refletindo na famosa “balada” até hoje. As rádios tocavam muitas músicas dos anos 80, existia muitos programas “naftalina” e de repente no inverno de 1993 começou a tocar Master boy, Haddaway, Doubleyou…tudo mudou. Um filme que representa bem isso é Trainspotting do Danny Boyle.

    Os problemas dos jovens apresentados em Clube dos cinco pelo John Hughes vão estourar em Columbine. Uma sociedade que exige demais leva alguns a não resistir. O filme Elefante do Guns Van Saint traz um retrato dessa sociedade por um ângulo mais aberto.

    Acho que nos EUA existe uma espécie de culto a adolescência e seu sofrimento, pois basta reparar em algumas músicas destinadas a eles… na MTV fazendo vídeo de adolescentes angustiados e me lembro de algo comentado no documentário sobre Columbine, que a escola devia ensinar que esse período de angustias e sofrimentos da adolescência é somente uma fase, que a vida não é somente aquilo e um dia as coisas vão melhorar, que a vida é muito mais que os atritos entre nerds e populares.

  • Chico Limpurra

    É impressão minha ou eles já fizeram um forever desse filme antigamente?

  • Marcos Vinicius Hein Pereira

    Acabei agora o cast. Juras, no exato momento que tu falou do cara que tava pensando o que vai fazer vida, quais mudanças fazer e tal, ali tu me descreveu. Emocionado com o cast, com o relato de todos vocês, em especial do Dracon. Obrigado pelos casts e por compartilhar as experiências de vocês. E PH, tu é fera, melhores casts é contigo e com o Solano. Abraço. Marcos Vinicius, RS

  • talitafs

    Chorando com esse cast.
    Eu lembro vagamente de ter assistido Clube dos Cinco na Sessão da tarde, mas eu era bem nova e não me recordo quase nada. Depois de muitos anos ouvi a indicação do filme aqui no Rapadura e em uma noite sem nada pra fazer despretensiosamente comecei assistir o filme e NOSSAAAAAAA que filme foda demais. Era tudo aquilo que falaram e mais um pouco. E hoje como professora o filme fez ainda mais sentido ( eu JURO que não vou mandar meus alunos fazerem redações sem sentido hahah).
    Estava como muitos aqui ansiosa para um cast sobre o filme e quando ele aconteceu eu ouvi logo na estreia e é simplesmente maravilhoso. Confesso que quando ouvi um Falaa Galeraa do Draccon nossa tinha certeza que seria bom demais da conta!! Beijo Juras, Thiago e Ph vocês são maravilhosos também hahaha.
    Só gostaria de parabeniza-los sobre a escolha do tema e dizer que ouvir o Rapadura faz parte da minha rotina tem algum tempo e que fico muito feliz em perceber que vocês buscam melhorar e fazer um trabalho cada vez mais incrível.

  • claudio

    Filme

    (Alguém Muito Especial)

    Roteiro: John Hughes

    cara muito clássico

  • Wilian Arruda

    Poxa, o que eu vou fazer depois de ouvir o programa? Comentar sobre um excelente episódio, que me remete a infância (tenho 34), bom entender melhor um filme que me animou por algumas tardes!!!

  • Carol Otoni

    Podcast lindo! Assisti Clube dos Cinco há uns 3 anos, justamente porque ouvi vocês comentando sobre ele em outro programa, claro que assisti e amei! Mesmo o filme não sendo “da minha época”, consegui me identificar muito com os personagens e está na minha lista de favoritos. Me emocionei com a história do Dracon (por
    favor, entrevistem a mãe desse cara!!! Rsrsrsr). Amo o trabalho de vocês, mas a
    série Forever mexe com meus sentimentos! hahaha

  • Jaime – o agente bom de corte

    Muito bom esse cast!!! Esse filme realmente me colocou pra pensar sobre vários conceitos que eu tinha, na época em que o assisti, e a ver as pessoas de uma maneira muito diferente. Eu comecei a entender que cada pessoa era e agia de uma maneira por uma razão e não de forma aleatória, inclusive eu. E foi tão bacana ver que no fundo todos somos muito parecidos e que se eu estivesse no lugar da outra pessoa, passado pelo que ela passou, talvez estive agindo da mesma forma.

  • Curti o cast mas odeio, ODEIO, esses áudios do whatsapp no meio da conversa GRRR

  • Lucas Da Silva Biava

    Gosto muito do filme. Parabéns pelo tema.

  • BruNo Duarte

    Por quê não da pra baixar todos, nem todos, é um saco !!!

  • Érica Tamiris

    Chorei dentro do ônibus ouvindo o Siqueira falar de necessidade de mudança… Me lembrou, por exemplo, por que que Doctor Who me atinge tanto… Acho que também estou na crise dos 30 anos haha, sem mais…

  • Conde Ferreira

    Que Cast Fantástico! vocês fizeram um critica muito genial(como sempre)…. quero assistir o filme… Mas não achei no Netflix…tem certeza que tem lá? senão tenho que ir para youtube mesmo….

  • senna_4ever

    finalmente!!! baixando

  • Danilo F

    Só agora eu ouvi e achei espetuclar o cast, muito bom vcs como o filme me fez voltar a epoca da escola e refletir como eu era, muito bom; Sugiro um forever de “TE PEGO LA FORA”, Já esta na hora;

  • Rafael Pereira

    Ótimo Cast.
    E pensar que só essa história só aconteceu pq não existia internet móvel kkk

  • Lucas Pires

    Minha
    história com Fallout 4 começou quando anunciaram o jogo lá na recente E3
    deste ano. Quando a Bethesda não apenas afirmou que estava
    desenvolvendo como, também, revelou que o título chegaria às lojas ainda
    em 2015. Eu pirei total. Essa franquia sempre foi muito importante na
    minha vida gamer, pois foi uma rara série que acompanhei desde o início.
    Lembro quando um amigo de colégio (Salve, Léo) trouxe o Fallout em
    alguns disquetes e eu instalei no meu maravilhoso 486. De lá para cá foi
    uma paixão avassaladora pela descoberta de cada Valt, cada metro
    quadrado de destruição.

    No
    dia certo, a Submarino me entregou o Fallout 4 e destruiu a minha
    produtividade no trabalho. Eu só queria ir para casa pôr aquela
    maravilha no console e me deliciar com aquela pornografia digital. Tinha
    planos gloriosos de montar meu personagem másculo pós-guerra e sair,
    nu, correndo pela devastada Wasteland. Botei o jogo, montei meu
    personagem, fiquei excitado e… Botei meu pau dentro da cueca para
    dormir. Fallout não me pegou.

    E
    depois de muito raciocinar, muito bater a cabeça, eu vi que a culpa de
    Fallout não era apenas da Bethesda e seus bugs excêntricos, nem do
    mercado pós-apocalíptico saturado: a culpa era toda minha.

    Eu
    sempre gostei da ideia de um mundo (quase) sem ninguém e consumia
    compulsivamente esse tipo de material. No History Channel (antes deles
    recontarem a história dizendo que Colombo era alienígena e que o
    banheiro de Cristo era um portal para outro planeta), eu me deleitava
    com “O Mundo Sem Ninguém”. Me imaginava como um dos últimos
    sobreviventes do nosso planetinha. Adorava vasculhar na internet
    informações sobre cidades que foram abandonadas (a Rússia tem algumas
    centenas delas) e os arredores de Chernobyl era minha Disneylândia. Me
    encanta aquele ar de abandono as pressas. De um lugar que ontem era
    povoado e, como um sopro radioativo, ninguém mais vive por lá. Isso é
    Fallout, caralho! Wasteland me excita demais! É a minha Gozolândia.

    Mas
    como diria aquela professora de sexologia: “tudo que é feito em
    excesso, faz mal”. Embora não esteja aqui falando de pornografia ou
    qualquer coisa ligada a sexo ( ahhhhh), eu consumia esse tipo de assunto
    compulsivamente e encontrei no Steam um braço de jogos que nos coloca
    em situações semelhantes: seja por uma invasão zumbi, seja apenas porque
    todo mundo desapareceu. E acho que isso matou muito minha surpresa em
    Fallout 4.

    DANDO ROLÊ COM O CÃO NA GOZOLÂNDIA

    Wasteland
    é exatamente aquilo que eu amo: DESERTO. Digo, não é apenas areia e
    meia dúzia de construções como nas dunas de Mad Max (o jogo que,
    inclusive, joguei antes do Fallout 4 e ajudou a fuder a minha
    expectativa), aqui realmente houve vida um dia. É arrepiante entrar numa
    casa e dar de cara com desenhos infantis em um quarto. Ali haviam
    crianças. Ou então mexer num computador e ouvir o fim da história de
    alguém.

    Parabéns,
    Bethesda, pela ambientação foda. Nesse ponto, vocês são os picas da
    galáxia, mas antes que fiquem de pau duro: vocês cagaram o resto.

    Não
    sei por quê, caralinhos prateados, vocês me lançaram um título
    incompleto. Veja bem, eu conheço o histórico de vocês e essa mania de
    lançar as coisas nas coxas e depois sair a lá porra loka metendo patch
    até deixar o jogo num nível aceitável, no entanto, vai tomar no meio do
    cu.

    Primeiro
    tem a putaria frenética das legendas. Elas travam, somem, mudam,
    desaparecem… Cacete, bicho. Uma hora travou com o cara perguntando “Onde
    está a mãe?” e isso ficou por horas me acompanhando em todos os
    diálogos que se iniciavam. Era “Onde está a mãe?” em Sanctuary, “Onde
    está a mãe?” em Rocket sei lá que porra, “Onde está a mãe?” em Diamond
    City. Não era nem meia noite e eu já tava puto com a mãe de alguém que
    eu nem conhecia!

    Ai
    tá. Agora passou, né? Negativo. Você vai entrar numa casa qualquer e as
    texturas vão demorar uma buceta de vida para serem carregadas.
    Bethesda, vai se fude.

    FRANCISCO AGUENTA UM TANQUE NO CU

    Francisco
    é o nome do meu cachorro. Conheci ele logo de cara e vi que ele era
    especial. Não apenas porque ele é o único cachorro de verdade em uma
    terra onde todos os outros são híbridos entre cachorros e monstros, mas
    porque ele tem o poder de carregar vinte toneladas de porcarias sem usar
    nem se quer uma coleira com bolsinho. E hoje que eu entendo das coisas,
    só posso crer que o coitado do pastor guarda tudo na bunda. Coitado.

    Ele
    também é o meu tanker oficial. Vem monstro fodão? Larga na perna, pega
    distância e desce o tiro enquanto o Francisco fica lá mordendo aquele
    escorpião do tamanho de um avestruz. Na pior das hipóteses, ele fica com
    as pernas fracas e preciso esperar se recuperar um bocadinho. Coisa
    rápida mesmo e já tá de pé. Acho que para quem leva um tanque no cu,
    umas porradinhas dá para tirar de letra.

    Mas
    vou dizer que curto muito ter o cão como companheiro na Gozolândia. Ele
    me completa quando estou solitário andando pelo que antes foi uma
    fábrica de alguma coisa e hoje é apenas uma pá de maquinas velhas. Faz a
    minha vida sombria e solitária ser mais quentinha. Francisco, te amo.

    COISA QUE APRENDI SOBRE A VIDA: NÃO SEI O QUE FAZER

    Cara,
    é broxante ser um retardado funcional. Ganhei uma mega foda ultra
    armadura do caralho que fica apitando feito um micro-ondas com a comida
    pronta porque está sem bateria. Foda-se, né? Isso damos um jeito
    consertando.

    Mas como?

    Andei
    da puta que pariu até a Rocket sei lá que porra com a armadura apitando
    e se locomovendo da mesma velocidade que um maldito velho de andador
    para ir na oficina de armaduras mega foda ultra do caralho. Ai chego lá e
    não sei o que era para fazer. O jogo até me falou que tinha que fazer
    uma bateria loka, contudo eu não sei como é e tem 300 mil reatores. Nem
    sei qual é o que rola pôr na armadura. Isso me broxou demais.

    No
    início, toda a parte de craft parece distante. Eles te dão milhares de
    ferramentas para usar só que não avisam que mais para frente será fácil
    usá-las e que, no início, você não vai conseguir fazer muita coisa a não
    ser carne de barata radioativa assada. É como um amigo te dizer “velho,
    a mulher mais linda do mundo quer transar contigo. Vou trazer ela
    aqui!”. Ai você diz “Mas como ela é?” e teu amigo responde: “Vai se
    masturbando ai que ela já vem”. Porra, não rola! Então me explica e me
    oferece algo legal para fazer com todas essas máquinas.

    Na
    Steam joguei muito “Minecraft like” e o sistema de craft é foda. The
    Forrest, H1Z1… Vários. Por que ninguém da Bethesda jogou essas merdas
    antes de lançar? Fácil, caralho. Agora é ai que eu volto para o início:
    eu joguei todos esses títulos. Sei o que é possível. Ai quando volto
    para Fallout, ele me decepciona.No
    fim, divaguei sobre 300 coisas que me decepcionaram de Fallout 4. Sei
    que muita gente que ler isso aqui vai dizer que eu estou falando merda.
    Sim, estou falando muita merda e por isso estou escrevendo aqui e não na
    bunda do teu pai, troxa. Fallout 4 é um jogo sensacional e
    provavelmente eu vou me amarrar jogando ele, entretanto eu esperava um
    pouco mais e isso

  • Richardson Eduardo

    Quem sou eu? Essa semana o pai de colega que eu pedi míseros 20 reais há 3 anos atrás e infelizmente esqueci de paga veio a casa dos meus avós cobrando, cheio de argumentos me humilhou frente a familiares, um deles foi dizer que abandonei a faculdade, me taxando da vagabundo. Minha família ainda não aceitou isso, depois de mais de 3 anos de engenharia não consegui me envolver em nada. Definitivamente não nasci pra aquilo: Um sobrevivente? Um insatisfeito? Um sonhador? A vida seguirá, decidi que vou buscar o que desejei a vida inteira, me vejam como quiserem: Um atleta, um cérebro, um caso perdido, uma princesa ou um criminoso.

  • Total

    O melhor filme sem dúvida https://goo.gl/YR1jBx

  • pfnino

    nao achei esse filme na locadora, no youtube, se alguem souber algum lugar que nao seja torrent por favor me ajude.

  • Schanballa !!!

    Esse diretor John Hughes, não é essa maravilha toda que falam no programa, notem que ele nunca criou ou trabalhou com um personagem adolescente negro em nenhum dos seus filmes.

  • Breno Castro

    Excelente. Me identifico com o P.H, e nesse trecho que ele cita como pode ser frustrante pro ”bom” errar. Na escola, eu sempre tirei notas excelentes, contudo, me questionava sobre a que preço essas notas vinham. A pressão da própria pessoa sobre ela mesma é muito pior que a pressão externa.

  • JuniorOnline

    Clube dos Cinco junto com Curtindo a Vida Adoidado dois excelentes filmes de John Hughes!