quinta-feira, 05 de fevereiro de 2015

RapaduraCast 410
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

Fique a vontade para participar do nosso debate, porque aqui você sabe: "Assistir é apenas o começo"!

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ATENÇÃO: Esse programa tem SPOILERS do filme.

Alejandro González Iñárritu trouxe aos cinemas um filme que discute a própria indústria do entretenimento. Qual o objetivo do diretor ao trazer Michael Keaton como protagonista? O fato dele ter interpretado o Batman teve relevância? O que quer dizer essa bateria descompassada que toca durante todo o filme? Por que alguns críticos não estão gostando? Hollywood é um lugar vazio em relação a arte? Ouça e opine!

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Jurandir FilhoThiago SiqueiraErinaldo Dantas e Wilker Medeiros

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[VÍDEO] Cenas de bastidores de Birdman
[LINK] Leia o conto “O que falamos quando falamos de amor”

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  • Opa

  • Matheus

    Nao estou reclamando mais não iria ser outra Trinca???

  • DrunkCharmander

    Vou aproveitar e deixar aqui minha interpretação sobre o final (e início) do filme:

    SPOILERS

    Reparem algumas coisas antes:

    O filme somente sai do plano sequência em duas ocasiões, bem no início e no fim (em algum momento citaram o fim, mas notem que no início o filme também sai desse plano);
    No início e no fim também vemos um sinal no céu semelhante a uma ave em chamas caindo;
    E finalmente no início temos uma praia com várias águas vivas mortas sendo devoradas por pássaros, no decorrer do filme descobrimos por meio de um diálogo dele com a ex-esposa que o protagonista tentou o suicídio numa praia e supostamente se salvou pois percebeu que a água estava cheia de águas-vivas;

    O que eu acho destas construções:

    Ele teria conseguido “se matar” nas duas vezes, e nestes momentos onde ele teoricamente não estaria no “filme” são exatamente os dois momentos em que o mesmo perde seu plano sequência (que representaria a vida do protagonista, ou também como apontaram, sua pressão constante, suas expectativas, etc.).

    Entendo também que aquele sinal no céu simboliza o simples da imagem, uma ave em chamas, que é uma simbologia clara da fênix, ou se preferirem ele voltando ao nosso mundo.

    O filme então se passaria no intervalo de duas “mortes” do protagonista, e as inserções de realismo como o quarto, o quadro, o baterista e o taxista por exemplo seriam para dar a ambiguidade que o diretor queria nutrir, mas que não tinha a intenção de fazer durar, onde chegamos na cena final, na qual pelo que citei acima, discordo da leitura que fizeram.

    Não concordo com a ideia que levantaram que ela poderia estar em choque ou simplesmente não ter visto nada no céu, a construção da dinâmica da Emma (cena espetacular por sinal) simplesmente não encaixa nessa ambiguidade, ou na ideia do pião como citaram.

    Eu lembro claramente dessa cena e reparem bem que a expressão dela não deixa essa abertura, ela procura no chão por ele, tensa, preocupada, e não fixa o olhar num ponto no chão (o que seria essencial para chamar nossa atenção para algo na rua pois naquele momento, ela é o espectador) e sobe o olhar vagarosamente ainda procurando (o que é importante), e já no céu, ai sim ela fixa o olhar num ponto, relaxa a face e sorri, o diretor pediria uma troca diferente da Emma para construir ambiguidade (mesmo a de um choque), e não essa.

    Vocês podem argumentar que ele morreu no palco, ai sim, faz mais sentido, vai contra o que pontuei sobre o plano sequência e os seus cortes “reais”, a praia, a tentativa de suicídio no início e a fênix, mas concordo que existe essa abertura, agora para o que foi entregue na cena da Emma, realmente acredito que a leram já com uma predisposição a rejeitar o fantástico caso ele acenasse no final.

    • Júlio Santa Rosa

      Vou ter que rever o filme para observar por essa tua ótica, mas excelente comentário.

    • Thagor M

      Tinha uma opinião semelhante, durante o filme eu considerava aquela “fênix” como a carreira dele ressurgindo das cinzas. Porém com o final achei que a fênix era ele ressurgindo após sua morte. Fui meio que esclarecido com sua opinião, excelente comentário. Parabéns.

    • Thiago de Melo Costa

      Excelente argumentação parabéns.

      Gosto do filme pois é daqueles, como Matrix, A Origem, Ela, que a cada discussão ou cada vez que o revemos nos levanta novas ideias e pontos de vista.

  • Iago Luiz de Morais

    Tecnicamente perfeito, mas em minha opinião faltou algo que me prendesse na história do protagonista, já que em determinados momentos parecia mais interessante acompanhar o personagem do Norton do que o de Keaton. Pareceu-me uma história clichê com diversos recortes de séries de bastidores, salvando-se pelo bom uso da metalinguagem e a técnica já citada.

    Sinto-me até um pouco mal por achar o filme um pouco superestimado, mas recomendo que vejam e tirem suas próprias conclusões.

    Cenas favoritas: Emma Stone destruindo o Keaton, Keaton destruindo a crítica.

    Minha nota é 7/10

    • Júlio Santa Rosa

      Emma tem um olhar de travar a respiração em?

      • Iago Luiz de Morais

        Ela está ótima no filme.

  • M_Tulio

    Muito bom o cast!! Excelente papo!! Pena não ter o Barretão.

    Gostei demais do filme.

  • 5 comentários??? bhauhauhuuhahauhuahuahuaha

    • Fadlo

      É que a galera ta mt emocionada pra comentar

  • Alexandre de Paula

    Parabéns pelo ÓTIMO cast!
    Também dou nota 10 pra Birdman, pois é um filme fantástico e que te faz se importar com o drama de cada personagem!

    Pra mim a cena que mais me deixou pensativo foi realmente a cena do Riggan debatendo com a crítica no bar, onde ele esfrega na cara dela sobre a entrega e dedicação de um ator a um trabalho, enquanto do outro lado a crítica às vezes faz análises de forma rasa e superficial, desmerecendo tudo que foi feito por aquele ator.

    • Thiago de Moura

      Massa msm. Mas acho q a galera se apegou mt a esse cacete na crítica (salve Nelson Rodrigues). Só q o mais legal, pra mim, foi q no final ela ainda estava certa. Ele não era um ator, era apenas uma celebriade. E como tal, estava fazendo todo aquele circo não pela arte, mas pelo ego. E foi justamente quando ele aceitou isso e se entregou a isso (se entregou ao Birdman) que ele enfim conseguiu relaxar e se entregar ao “personagem” e a peça. A virtude dele como ator, foi consequência de sua ignorância e ego. Uma inesperada virtude da ignorância, diga-se de passagem 😉

      • Capitão Nascimento

        Críticos são uma praga e devem ser eliminados.

  • Fadlo

    Edward Norton.

  • Luan Alves Neves

    Muito bom ver um filme e saber que vocês em breve falarão dele. Aumenta a experiência cinematográfica como um todo!

  • Júlio Santa Rosa

    Ainda vou escutar o cast, mas apos assistir Birdman, deixou aqui minha impressão.
    Um filme para todo ator assistir e refletir. Como a crítica as vezes pode ser uma desgraça na vida de alguem que realmente se importa com um trabalho e o que passa na cabeça de cada ator ao realizar um filme. Em diversos momentos me veio a cabeça pessoas como o Nicolas Cage e o Adam Sandler cujo personas malhamos tantos e no fim das contas devem pensar ” f***, o que me importam são as câmeras” .

    Realmente embarquei na história, lamento apenas o filme não ter terminado no teatro e seguir por um caminho mais “imaginativo”, o tom esquizofrênico que o Michael Keaton nos deu sobre o Birdman talvez tenha se perdido no final.

    Ps: Norton é um puta ator em? pela madrugada, roubou literalmente a cena.

  • Achei interessante o cast, para adicionar mais ao programa gostaria de falar sobre uma discussão recente que tive aqui nos comentários. O ponto que eu acho interessante é que, muitas vezes os apreciadores do cinema “arte”, do cinema cult, em defesa dos filmes que eles gostam acabam querendo impor o seu gosto para as outras pessoas. Eu tenho preferência pelo cinema blockbuster, mas em nenhuma conversa com amigos e conhecidos, eu imponho que eles gostem do mesmo filme que eu. Muitas vezes a imposição ocorre quando dizem: “Você não gostou do filme porque não entendeu; Você nunca viu, por isso tem preconceito;” entre outras frases, ou seja, tratam os demais como inferiores por suas decisões, quando na verdade trata-se simplesmente de uma questão de escolha individual, que em geral não é respeitada.

    • LUNATIC

      Em outras palavras, são chamados de babacas.

    • Thiago de Moura

      MAAAAS convenhamos que “vc não viu, por isso tem preconceito” é um bom argumento kkkk

      • Não acho que seja um bom argumento, afinal esse argumento abre margem para outras interpretações, por exemplo, eu não sou homossexual, porém seguindo esse argumento eu só poderia afirmar que eu não gosto de homens se eu experimentar o contato com outro homem? Não faz sentido!

        • Thiago de Moura

          Kkk. Nada a ver! Estamos falando de um produto. Como vc pode escrever uma critica dizendo que não gostou de um filme/livro/música/comida se vc nunca o assistiu/leu/ouviu/comeu?

          • Pedro

            uhumm ..Georges

          • Capitão Nascimento

            Que cara de bicha pqp.

          • Thiago de Moura

            Falou o cara com a foto do Capitão Nascimento de perfil… Huahua

          • Nesse caso eu entendo e concordo, eu não posso tecer uma crítica bem embasada e fundamentada sem ter visto algo, mas essa obrigação deve ficar com os profissionais da área, mesmo que alguns sejam maus profissionais. Porém acho que cabe a quem está ouvindo/lendo a crítica pare e pense, “será que o que esse cara está falando é certo ou errado?”. Lógico que eu estou falando dentro do pensamento dos pseudo-críticos, que defendem o cinema de “arte” como algo puro e que quem assiste ao cinema pipoca são infiéis.

        • Thiago de Moura

          Seguindo o MEU raciocínio (como vc disse), vc não teria que “experimentar” um homem pra ter certeza de que não é gay. Assim como vc não precisa ser São Paulino antes de ser Corinthiano, nem precisa ter sido mulher pra saber que vc é homem, e nem precisa ter passado fome pra saber que está cheio… Mas com certeza teria que ter transado com um cara antes de poder dizer que NÃO é gostoso…

          Fez mais sentido? Kkk

          • Na verdade eu não disse que esse era seu argumento, eu disse que o argumento que essas pessoas propoem não faz sentido, pois o fato de eu não querer experimentar algo não anula minha visão do fato. Eu posso criar minhas opiniões baseadas em outras experiências ou até em experiências de outras pessoas, eu não preciso atirar em mim mesmo para definir se a experiência é boa ou ruim, eu posso ter uma definição através de uma experiência indireta, o ponto é isso é uma escolha individual, que pode variar de acordo com a pessoa, o que me incomoda é a mania das pessoas em quererem impor que algo que é bom para você necessariamente será bom para os demais.

          • Thiago de Moura

            Hum… Tendi. Podicrê

  • Leandro Marchiori Ferreira

    Vou comentar o que achei sobre o final do filme

    Spoilers

    O Birdman era o como o Riggan se via, ele se achava algo maior, algo
    especial, e ele queria passar isso para o mundo e principalmente para a filha
    dele. (vemos isso em alguns momentos, como quando ele fala para a ex-mulher que
    se ele morresse, não apareceria na primeira pagina).

    Tem um dialogo da Emma Stone com o Norton muito interessante, quando ela
    conta sobre a infância dela, e o Norton não vê o problema

    No final o Keaton consegue o auge novamente, a cena final nada mais é do
    que a filha vendo o pai como ele sempre se viu. Por isso o sorriso, ele estava
    metaforicamente voando.

    • Luis Fernando Mendes

      eu entendi assim também man. Não a toa, ele aparece com o curativo bem aprecido com a mascara do Birdman.

    • Leandro alves

      show de bola cara, foi mais ou menos que entendi no final do filme também.

  • Bunitinho mas Ordinário

    Quero muito assistir esse filme!

  • Enderson Araújo

    O Filme traz uma profundidade e uma imersão introspectiva única. Você sente as angústias decorrentes de toda pressão que o personalgem de Michael Keaton carrega. Cara, e que ator que ele é. Sempre curti a tamanha expressividade dele, e nesse filme, está demais! A cena da última atuação no teatro, como ele vive o diálogo da peça, “Então, eu não existo” Visceral e foda demais! Tecnicamente perfeito, para mim, é o ganhador do oscar esse ano.

  • Thiago de Moura

    Poxa, na hora que o assunto estava enfrentando… acabou o cast! Kkk.
    Grata presença de Wilker Medeiros, acrescentou mt nesse episódio (pra não falar que SALVOU, hehe).
    Filme foda. 09/10

    • Wilker Medeiros

      Obrigado, Thiago, legal que curtiu. 😀

      • Thiago de Moura

        Curti sim. Mt bacana os pontos de vistas divergentes, mas eu curto quando o cast entra nos meandres mais técnicos da coisa. Falando sobre a linguagem, etc. Se não fica parecendo bando de amigos trocando ideia. Não q isso não seja legal tb né, mas é mais legal ainda quando esse bando de amigos são caras com conhecimento! Por isso ouvimos o rapadura 😉

  • André Lucas Paes

    Oi pessoal! Não ouvi o cast ainda, mas gostaria de comentar minhas impressões sobre o filme:

    Eu achei fantástica a oportunidade de usar o Michael Keaton no filme, utilizando a bagagem da maioria dos espectadores pra criar uma relação metalinguística entre ator-personagem, mas o que mais me “tocou” ao ver o filme não foi exatamente isso, ou os planos sequência, ou a trilha sonora (apesar de achar muito foda!). O que eu mais gostei foram alguns diálogos específicos e como o filme te dá um questionamento de “Quem determina o valor de uma obra ou de uma pessoa?” ou “Qual é o equilíbrio entre estarmos felizes com aceitação alheia e a aceitação própria?”:

    Riggan (Michal Keaton) é um personagem que, em determinado momento da carreira, há muitas décadas, “bombou” muito com seu filme e acabou sendo o tipo de ator que só é lembrado por um filme específico. Ele não considera isso uma carreira satisfatória para um ator, e quando conhecemos o personagem, ele já é atormentado por esses pensamentos de que ele não é “tão bom quanto poderia ser”, é um ator menor, ou sequer é considerado um ator, mas sim uma celebridade (coisa que é reforçada pelo personagem do Edawrd Norton e pela crítica da Broadway). Riggan passa o filme tentando provar para a filha que ele é um bom pai, provar pra outros atores que ele é competente e pro público no geral, sendo relevante na mídia e vendendo muitos ingressos na sua peça. Ele quer provar para todos o seu valor. Ele tem medo de ser só “mais um”, comum (naquele diálogo foda com a filha isso fica explícito).

    Quantos de nós não temos esse medo? Em nossas carreiras (o filme mostra através da atuação) ou mesmo em um nível pessoal (o filme mostra na forma da relação familiar), de não nos tornarmos aquilo que gostaríamos, de não termos alcançado todo nosso potencial, na sensação de que algo está faltando?

    Isso é reforçado em outra cena onde a atriz que participa da peça, Lesley (Naomi Watts) diz que passou a vida toda sonhando em atuar na Broadway, mas na véspera da sua estreia, diz não se sentir contente, não se sentir completa. Talvez por se sentir muito velha por estar realizando seu sonho, talvez por não se sentir uma atriz competente o suficiente, mas ela diz precisar “que alguém lhe diga que finalmente chegou lá” (ou algo assim).

    O quanto nós precisamos da aceitação alheia (da família, da crítica, de profissionais do mesmo ramo)? Será que Riggan não poderia viver com certa tranquilidade, sendo um ator que alcançou grande fama e muito dinheiro? A maioria dos atores sequer goza desse prestígio.

    Acredito que o filme fale muito disso.. De medo, de falha, de arrependimento sobre escolhas. Até por isso acho que o filme mostre sempre Riggan se questionando sobre a qualidade de sua peça, querendo desistir umas 2 vezes ali no meio, brigando com todo mundo, querendo fugir. É um retrato de todos nós, confusos o que diabos estamos fazendo e ao mesmo tempo lutando contra nosso ego (nosso Birdman interior) poderoso, invencível, que nos quer no mais alto patamar de admiração entre os semelhantes.

    Ah, e também acho que o filme não faça uma crítica direta aos blockbusters ou aos críticos.. mas levante questionamentos e peça o equilíbrio entre as forças. É possível a coexistência.

    O que vocês acham? Desculpem o texto longo. Grande abraço!

    • André Lucas Paes

      Ah, e esqueci de comentar como a peça faz um ótimo diálogo com esses questionamentos. Ele diz que viveu pelo amor da mulher, mas ela não o ama mais. Ele fez pelos outros, não por ele, e diz: “Então, eu não existo mais”. Muito foda! 🙂

    • Capitão Nascimento

      O que eu acho é que tu devia trocar essa tua foto parecê um retardado.

  • Mateus Morais

    A crítica do team rapadura para a crítica de algum portal, seria sobre a crítica de 2 ovos do Omelete? 😀

    • Até agora to tentando entender aqueles 2 ovos do Omelete, se fosse uma crítica do Hessel eu até entenderia.

      • Mateus Morais

        Pois é, creio que foi birra do Borgo e até bem pessoal com o diretor. Bem, sabemos como o filme fala sobre esse tipo de crítica “pessoal”.

        • Onemaster

          Caramba cara, mas é como se todo mundo tivesse que ter a mesma opinião ? A galera do Rapadura gostou, a do Omelete não, não é necessário que todos concordem pra validar as nossas próprias opiniões.

    • Na verdade, eu vi outras críticas. Um cara de R7, que fiz questão de esquecer seu nome. Nem tinha visto a crítica do Omelete.

      • Tauan

        E agora já viu? O que achou?

  • Monique Américo

    Que rapaduracast excelente!

  • Francesca Abreu – Manu e Nelle

    Eu assisti Batman, o Retorno 7 vezes no Cine São Luis de Fortaleza só por causa do meu amor de criança pelo Michael Keaton.
    Fico feliz que hoje em dia ele tenha voltado a ser assunto na mídia. Bem ou mal. Incomodando ou não.
    Excelente Cast. Convidados Excelentes. Deu vontade de assistir ao filme por conta de todos os posicionamentos dos participantes.
    Cast que fluiu e que os convidados tiveram condições de expor suas ideias.
    Obrigada!!!

  • Thiago de Moura

    Acho q a galera se apegou mt a esse cacete na crítica (salve Nelson Rodrigues). Só q o mais legal, pra mim, foi q no final ela ainda estava certa. Ele não era um ator, era apenas uma celebriade. E como tal, estava fazendo todo aquele circo não pela arte, mas pelo ego. E foi justamente quando ele aceitou isso e se entregou a isso (se entregou ao Birdman) que ele enfim conseguiu relaxar e se entregar ao “personagem” e a peça. A virtude dele como ator, foi consequência de sua ignorância e ego. Uma inesperada virtude da ignorância, diga-se de passagem 😉

  • AAAAAAAAH QUE DELICIA DE RAPADURA CARA!

  • Gostei muito desse filme, achei diferente, e foi bem diferente do que eu estava esperando, não tem nada melhor do que quando um filme te surpreende de uma forma positiva.

  • Kenny Nogueira@arquitetogourmt

    Muito boa a trilha sonora… me supreendeu mt o filme…. valeu a pena a indicação

  • Pedrito Aires

    Mr. DeMille, would you mind if I say a few words, thank you.

    Swanson/Desmond e Keaton/Thomson.
    Ela desce a escada e os jornalistas são estátuas. Ele atravessa a Time Square de cueca e aturdido pela multidão.
    Birdman é Sunset Boulevard, 64 anos depois.

    All right Mr. DeMille, I’m ready for my close-up.

  • RickyIII

    Vocês viram as criticas do IMDB?
    Ou é dez ou é zero, não tem nenhuma com meio termo.
    E eu acho isso fascinante, considerando as criticas que o filme faz, até parece que o filme sabia a repercussão que ele ia fazer.

  • Luis Fernando Mendes

    Excelente Cast. O filme merece memso essa atenção, a critica do filme para com os filmes de Hollywood foram as metalinguagens no filme mereciam sim ser discutidas em um cast único. Pra min é um filme nota 10. Do começo ao fim me prendeu, me surpreendeu e me fez refletir muito sobre os filmes de Hoje, principalmente os Blockbusters. Na minha torcida do Oscar.

  • Cássio Passos

    Bacana o programa, parabéns! Mas, se o Wilker continuar narrando o programa e interrompendo os demais sem nenhum propósito a não ser gaguejar enquanto recupera a linha de raciocínio, melhor fazer um podcast só para ele.

  • Luis Felipe

    Eu acho a inesperada virtude da ignorancia se refere aos blockbusters

  • José Ricardo

    Acho que a cena do final é só piração do diretor, realmente ali foi uma imitação de um origins, não que eu não tenha gostado, mas foi um fim meio equivocado porque quebra todo o senso do filme, mas mesmo assim não deixa de ser legal, só que aquilo ali não faz sentido num geral, por isso acredito que aquilo foi só piração do diretor memo, sem significados escondidos nem nada do tipo

  • Capitão Nascimento

    Cinema não é arte.

  • Capitão Nascimento

    Só o cinema porno é arte.

  • Capitão Nascimento

    Cinema é só entretenimento.

    • Johnny Winter

      Espero que você possa provar isso .

      • Capitão Nascimento

        Pra mim é seu merda.

  • Arthur

    É um ótimo filme que eu gostaria de ter gostado mais! Queria ter me simpatizado mais com a história…

    Por todas as questões que ele levanta, como “a crítica à crítica”, será interessante se for o vencedor do Oscar de melhor filme.

    • Frozzzt

      Concordo.. queria ter gostado mais – mas a narrativa anda muito pouco, pouca estória e muitos conflitos. Ainda prefiro “O Abutre” dessa leva.

  • Capitão Nascimento

    Pronto agora querem me obrigar a gostar de cinema de arte pseudo intelectual.

    • Tu nem é obrigado. E nem o filme te obriga. Nem a gente. O fato é que o filme é bom, independente de qualquer coisa. 😀

  • Guest

    Não sou cinéfilo, pois ninguém que gosta dos filmes do Steven Seagal pode se considerar cinéfilo. Mas a primeira vez que assisti um filme do Godard eu dormi mais que com dopação pra endoscopia. O culto à chatice cinematográfica é uma das marcas indeléveis do culturete, e uma das que eu mais abomino. Nem falo daquele filme iraniano com um mudo, um cavalo e um violino que nem história tem (a menos que o mudo mate o cavalo com o violino), até porque quase todo filme pra culturete tem história… o que ele não tem é clímax. Ele é um seqüência de coisas que acontecem sem um começo, não se desenvolvem e acabam de repente. Mas eles vêm da França, do oriente médio ou de algum país sem tradição cinematográfica… então é um filmaço.

  • jean juan

    Entre os filmes concorrendo ao Oscar de Melhor Filme, este é o meu terceiro melhor, com o Whiplash em primeiro( aliás, meu favorito de 2014) e Nightcrawler em segundo. Talvez a força atrativa de Birdman diminua um pouco em relação aos outros dois porque ele não prende a audiência em uma narrativa de tensão, onde você fica querendo saber, cada vez mais, os próximos passos da trama. É mais uma obra cinematográfica para apreciar seu visual e destreza técnica, além de nos entregar um belo estudo de dinâmica entre seus personagens.

    Além da ótima análise do time do Rapaduracast, indico outra crítica em vídeo do sensacional Redlettermedia( apenas em inglês, infelizmente):

    http://redlettermedia.com/half-in-the-bag-nightcrawler-and-birdman/

  • Onemaster

    Muito bom o episódio.

  • Jean Baldaia

    queria ouvir.. mas nao quero spoiler… comofas?

    • M_Tulio

      Assiste o filme ué

      • Jean Baldaia

        ainda não saiu no cinema aqui ><

    • Não tem como. A não ser que você não se importe com spoilers. Não tinha como falar desse filme sem spoilers. :T

      • Jean Baldaia

        caralho o Jurandir me respondeu! Puta que pariu #semprefuifã hahahahah.. vou assistir e guardo essa rapadura pra depois..

  • Frozzzt

    A cena do Times Square – achei muito inferior à cena do Norton X Keaton ou Norton X Emma no telhado ou ainda e excelente Keaton X Crítica com cara de múmia. Essa “improvisação” no times square não exigiu uma grande atuação. Simplesmente foi “fica de cueca e ande rápido ate o teatro. ” Não é tudo isso não.

    • A cara de desesperado dele é muito foda. Na boa. E a conclusão dela é animal, com ele entrando no teatro.

  • Celso R. Costa

    Quanto ao título do filme eu interpretei que ele quis colocar os dois lados da moeda sobre a própria questão de títulos de filmes, como uma metalinguagem. Pois “Birdman” apenas remete a títulos de filmes blockbusters, bem diretos e principalmente de super-heróis, que representa o passado do personagem, já o “A Inesperada Virtude da Ignorância”, remete aqueles títulos do cinema mais independente, de arte, com títulos com significados mais complexos buscando um público mais diferenciado, que é o que o personagem de Keaton busca no seu atual momento da carreira. Por isso mesmo, na minha opinião o título possui o “ou” entre um e outro lado da moeda que o filme aborda…

    • Excelente 😉

      • Celso R. Costa

        Hehe, valeu Juras…

    • Wilker Medeiros

      Pô, que sacada, Celso! Realmente, talvez a ideia exata seja essa mês, dude.

    • Ronaldo Ferreira

      Concordo plenamente e creio que o titulo alternativo seja uma homenagem ao Buñuel ja que estrutura do nome parece muito com “O Discreto Charme da Burguesia”.

  • andrecatapan

    Primeiramente, obrigado ao time do Rapadura por fazer um programa solo dedicado a esse filme.

    Pois bem, eu achei um filmaço. Fiquei muitas vezes sem fôlego e bastante nervoso. Concordo com o que o Siqueira falou no final, a cena do beijo foi desnecessária (também não consigo acreditar que estou dizendo isso).
    Espero que o Michael Keaton ganhe o Oscar, ele está simplesmente sensacional. Quanto ao Edward Norton, embora esteja igualmente fantástico, não acho que mereça mais que J.K. Simmons.

    Mais uma vez, obrigado!

  • Gabriel Carvalho

    Eu gosto muito de vocês, e os ouço a algum tempo, e nunca mandei mensagem mas depois que ouvi vcs dizerem que o final ficou em aberto ate doeu, po, sempre que falam da filha dele no filme eles voltam ao tema de drogas, ele acha maconha com ela, e no “fade” final do filme, da pra ouvir claramente risada dela, olhando pra cima…ela ta chapada. E outro ponto que não sei se ficou tao claro, apesar d filha dele dar um esporro nele por ele não ter redes sociais e não ligar pra isso, o filme todo mostra que ele é conhecido pelas pessoas, sem nem ligar pra internet, e fica mais claro ainda quando ele corre de cueca na rua…e terceiro, tem muita gente que no ta vendo s transições de cenas, tem cenas que alguém abre um porta ou qndo bate o sol na lente facilmente se percebe um recurso pro corte de cena. O filme é ótimo, nota 9 mas do mesmo jeito que tem gente que no vê genialidade dessa direção, acho que vcs viram demais. E sobre o titulo, a ignorância é o tiro no nariz e a inesperada virtude, é o resultado do tiro. Ótimo cast, vlw

  • Guest

    apenas dei que é um dos melhores filmes que já vi na minha existência. mostra o que os atores que fazem sucesso temem que um personagem os engula e nos ensina a não deixar o passado nos dominar. adorei o filme

  • Leandro alves

    apenas sei que é um dos melhores filmes que já vi na minha existência. mostra o que os atores que fazem sucesso temem que um personagem os engula e nos ensina a não deixar o passado nos dominar. adorei o filme

  • Ronaldo Ferreira

    Birdman realmente surpreendeu – uma aula de cinema, de teatro, de fotografia e de atuacoes. Uma homenagem a arte e a literatura – Borges muito presente, Buñuel até no título. A melhor atuacao do Keaton na carreira, Norton voltando ao nivel de Fight Club e Primal Fear. Um filme que pode ser interpretado por varios angulos e que tem algumas cenas antologicas: a do ensaio Keaton/Norton, a cena do bar com a critica, a cena de Times Square, a cena de Emma com Norton na marquise e a cena final. Um filme sobre redencao, sobre escolhas, sobre orgulho proprio, familia. A cena final, para mim apenas representa mais um dos devaneios do Keaton, imaginando a reacao admirada de sua filha, mesmo apos sua morte, ao ver sua vitoria como artista e ser humano, se tornando seu verdadeiro heroi. Depois de fracassos como pai, como ator e marido, seu desespero em acertar sua peça era muito mais do que algo profissional. Um filme sobre amor. Afinal, o que dizemos quando queremos falar de amor? Excelente e parabens pelo podcast!

  • Luis Fernando Mendes

    Pra min é de longe o Maior merecedor do Oscar. Nota 10/10

  • Rossini Silva

    Pessoal, discussão ótima aí de vocês. Entendo também que o Iñarritu quis “ferir” geral as pessoas envolvidas com cinema, provocá-las, especialmente, mas não exclusivamente, quando elas destroem a arte, popular ou mais cabeçuda, pra atender alguma espécie de capricho.
    * Um ator com seu ego machucado, mas ralando pra voltar à relevância – não percebi juízo de valor ao texto teatral escolhido pelo Riggan, o que poderia indicar que ele queria a redenção com algo de qualidade duvidosa.
    * Um ator coadjuvante com ego super inflado.
    * A crítica de teatro, incapaz de transitar para o cinema, caricaturada no lema “não vi e não gostei”
    * O público que se acomoda, esperando ver o mais do mesmo, exemplificado pelo personagem do Edward Norton pedindo pra eles pararem de contemplar a vida pela tela do celular e terem experiência com coisas reais.

    Apesar disso, acho que houve uma exaltação do ator como a pessoa que tira a arte da inércia.O Riggan era o único inquieto do filme, o único que procurava fazer algo diferente. Ele é o cara que arrisca. Tá certo que ele tava na merda, quase sem nada a perder, mas ele arrisca tudo. Apesar de puto pelo ostracismo, buscou o destaque fazendo outra coisa, se reinventando como ator, se rebelando contra o Birdman de sua cabeça. A crítica teatral, o ator coadjuvante, o cara lá interpretado pelo Zach Galifianakis, as duas atrizes fazem sua trabalho. O Riggan se reinventa. A manchete do jornal no final vem coroar um cara que se fudeu pra dar o melhor, inclusive ficando subentendido que a crítica deu o braço a torcer.

    O final pra mim significa o vôo do ator/atriz para o destaque, independente de sua trajetória de trabalhos. O Riggan/ator voa não porque se vê com super poderes, mas voa porque o ator se redime e faz algo foda. Aliás, o filme não nos deixa saber da qualidade da peça, justamente pelo foco no ator. Emma Stone fica maravilhada, seu rosto se enche de luz, pois o pai já velho, ferrado, que ela própria desacreditava, alça voo como profissional. Uma alegoria maravilhosa para concluir o filme.

  • Rossini Silva

    Pessoal, discussão ótima aí de vocês. Entendo também que o Iñarritu quis “ferir” geral as pessoas envolvidas com cinema, provocá-las, especialmente, mas não exclusivamente, quando elas destroem a arte, popular ou mais cabeçuda, pra atender alguma espécie de capricho.
    * Um ator com seu ego machucado, mas ralando pra voltar à relevância – não percebi juízo de valor ao texto teatral escolhido pelo Riggan, o que poderia indicar que ele queria a redenção com algo de qualidade duvidosa.
    * Um ator coadjuvante com ego super inflado.
    * A crítica de teatro, incapaz de transitar para o cinema, caricaturada no lema “não vi e não gostei”
    * O público que se acomoda, esperando ver o mais do mesmo, exemplificado pelo personagem do Edward Norton pedindo pra eles pararem de contemplar a vida pela tela do celular e terem experiência com coisas reais.

    Apesar disso, acho que houve uma exaltação do ator como a pessoa que tira a arte da inércia.O Riggan era o único inquieto do filme, o único que procurava fazer algo diferente. Ele é o cara que arrisca. Tá certo que ele tava na merda, quase sem nada a perder, mas ele arrisca tudo. Apesar de puto pelo ostracismo, buscou o destaque fazendo outra coisa, se reinventando como ator, se rebelando contra o Birdman de sua cabeça. A crítica teatral, o ator coadjuvante, o cara lá interpretado pelo Zach Galifianakis, as duas atrizes fazem sua trabalho. O Riggan se reinventa. A manchete do jornal no final vem coroar um cara que se fudeu pra dar o melhor, inclusive ficando subentendido que a crítica deu o braço a torcer.

    O final pra mim significa o vôo do ator/atriz para o destaque, independente de sua trajetória de trabalhos. O Riggan/ator voa não porque se vê com super poderes, mas voa porque o ator se redime e faz algo foda. Aliás, o filme não nos deixa saber da qualidade da peça, justamente pelo foco no ator. Emma Stone fica maravilhada, seu rosto se enche de luz, pois o pai já velho, ferrado, que ela própria desacreditava, alça voo como profissional. Uma alegoria maravilhosa para concluir o filme.

  • sem nome

    Zach Galifianakis me surpreendeu !

  • Viny Oliveira Machado

    Ainda não sei o que o pessoal viu nesse filme de tão especial….

  • Paulinho Lemos

    Honestamente achei um filme muito “gourmetizado”, para mim não foi tudo isso, ate entendi as criticas que foi apresentada na historia, mas a narrativa lenta do filme me incomodou em alguns momentos ate me deu sono. Minha nota para o Podcast é 10/10 apesar de não ter gostado do filme, mas achei os pontos de vista de todos muito interessante e satisfatorio.

  • Vinícius Costa

    Thiagão e Juras não acredito que vcs não pescaram essa! Todos atores representam versões de si mesmo ou papeis significativos na vida da carreira. O beijo da Naomi Watts com a morena de camisola azul é uma referência do Inarritu a Cidade dos Sonhos de David Lynch! Ouso dizer que a personagem dela é que explica o fim do filme. A Naomi Watts representa a mesma personagem – atriz carente que quer sucesso e reconhecimento externo. A Naomi Watts é a dica de como interpretar o final do filme, pois o final é uma homenagem a Cidade dos Sonhos. Assim como no final do filme de Lyncy saimos da caixa azul (representante do mundo onírico) e vemos a realidade daquela atriz fracassada, em Birdman, quando acontece o tiro, o Innaritu joga a câmera pro alto sobre a luz – indicando que vamos entrar na mente do personagem, o mundo dos sonhos. A referencia a cidade dos sonhos é tão clara que assim como lynch coloca personagens dançando indicando que aquilo é a projeção da mente, o Inarritu coloca a mesma dança só que com os super heróis que povoam o imaginário nosso e do personagem principal. Dessa forma os 10 minutos finais de Birdman é o “Cidade dos sonhos” ao contrário. Alí estamos vendo apenas o mundo onírico do personagem de Keaton, onde ele se torna tão grande quanto queria ser, sua fillha o reconhece, a crítica o reconhece, e onde ele pode finalmente voar e ser grande. Nada disso é o mundo real como no filme de Lynch! Nada daquilo acontece na linha temporal do filme, mas apenas na imaginação do protagonista. Ele realmente se mata no teatro e vemos as suas projeções mentais. E a dica pra entender isso é entender pq a Naomi watts foi escalada, pra “reprisar” seu papel em cidade dos sonhos. O beijo lesbico entre a loira carente atriz e a sex morena de camisola azul, que foi o que mais a mídia divulgou no filme do Lyncy de 2001, é a cena mais importante em Birdman – pela referencia que ela carrega – pra simbolizar Cidade dos Sonhos e entender o final onírico do filme! De jeito nenhum é gordura! É genialidade mesmo! E infelizmente os críticos que esquecem ou desprezam o papel da Naomi Watts caem na armadilha que o Inarritu criou: achar que as referencias são somente aos grandes filmes de heróis da indústria e não aos jovens clássicos que ninguém vê – como na metáfora sobre a morte do MJ, mas que definem e concluem o filme. Não, o final não é relativo, nem aberto. É no máximo ambíguo. Mas pra quem ver além do cinema de indústria e prestar atenção nos personagens secundários ( olha a sacada metalinguística) e não somente em protagonistas, o final é absolutamente claro…..rsrsrsrs Maldade o que o Inarritu fez.

  • Thiago de Melo Costa

    São tanto pontos excelentes que o filme aborda que é até difiícil enumerá-los.

    Mas para mim ele trata sobre ambiguidades. Sobre como tentamos rivalizar dois lados da moeda, quando eles são apenas lados distintos, não obrigatoriamente ruins.

    Quem disse que Birdman tem que ser menos profundo que ( a Inesperada virtude da Ignorância) ?

    Obrigado pela lista no Spotify, iniciativa EXCELENTE. mostrando que não é apenas de sessão de e-mails que se pode relacionar com o público, parabéns Rapadurianos

    Recomendo os questionamentos e vídeos de bastidores em

    http://pipocologia.blogspot.com.br/2015/02/birdman-ou-inesperada-virtude-da.html

  • Vinicius Siviero

    Estou ouvindo e farei o download para ter mais casts sobre filmes alternativos.

  • Vinicius Siviero

    Minha nota é 8, queria que não tivesse me lembrado um pouco o Cisne Negro. Valeu Rapadura, sem vocês eu dificilmente teria visto este filme.

  • Regina

    Eu fiquei um pouco confusa, mas ao meu ver não é nada disso que todos falaram por aqui… A filha dele por várias vezes aparecia sentada no alto de um prédio, também tentada a se jogar. E ela deixou claro para o pai que ele não era importante, que ele “já era”, e arremata dizendo que nem facebook ele tinha. Ele se apegou mais a essa ideia de não existir, de não ser amado, e foi se tornando cada vez mais convincente em seu papel (creio que ele se referia a ele próprio na cena final da peça) Quando ele apareceu correndo de cuecas e esse vídeo te tornou viral, sua filha disse que isso era “poder”. Ao meu ver ficou claro que ele de fato se suicidou no hospital. E sua filha, de certa forma ficou feliz e sentiu a liberdade dele (a liberdade que de certa forma ela também queria experimentar???), ele mostrou poder e coragem (fama??) e o que ela conseguiu ver foi o suicidio dele pelos olhos dela… Viajei demais talvez… Hehe

    • Eduardo Bawer

      Interessante, quanto a ela sentir felicidade pela liberdade dele.
      Não havia pensado desta forma, é bem possível mesmo.

  • Eduardo Bawer

    Gostaria de acrescentar um ponto referente ao final do filme ao amigo DrunkCharmander.
    Durante todo o filme o ego dele se apresenta na voz do Birdman, dizendo para os espectadores um pouco dos sentimentos dele e como ele se sentia frente algumas situações, ele sempre se considerou talentoso e sempre se viu em uma posição de reconhecimento inferior a sua capacidade, onde todos a sua volta, inclusive a sua filha não enxergariam seu verdadeiro talento, assim como não enxergavam os seus “superpoderes”, no final do filme a filha vê o pai de forma diferente, enfim ela enxerga o gênio que ele era, a metáfora dos superpoderes seria a respeito disto, naquele momento ela o teria visto voar, naquele momento ela passou a admirar e reconhecer a importância do pai.

  • Gabriela Rocha

    Erinaldo Dantas é a inesperada virtude desse podcast. HAHAHA Os programas com ele são mito!

    • Erinaldo Dantas

      Obrigado, Gabriela! Para mim é muito divertido participar dos casts!

  • Alexandre

    Eu vi três finais no filme.

    1º) Ele morre na cena que ele se joga do prédio.
    2º) Ele morre com o tiro.
    3º) Ele morre quando se joga da janela do hospital.

    Ou seja, não morrem em nenhuma das vezes.

  • Bruno

    Pelo que entendi, no final ele se suicidou. A parte do hospital onde ele termina voando pela janela, foi uma alucinação que ele teve momentos antes de morrer.

  • SmokeE3 .

    Filme que chama muitos de seus expectadores de trouxas. Seria como lançar um filme com a logo em dourado da Pepsi, então as pessoas que gostam da Pepsi chegam lá e além de não ser sobre a pepsi, ainda é uma crítica á quem gosta desse refri.
    Mas isso nem é um problema real do filme, é só uma crítica. Problemas mesmo são vários, não de produção, mas de conclusão geral. O filme não apresenta uma aventura, não há comédia, ação ou romance. só há a história de um homem depressivo e esquecido, que tenta se suicidar e ainda erra. Ou seja, no tempo que você vê, o filme até que é um pouco bom, já que há bons diálogos e uma trilha sonora bem feita. Mas com o tempo você percebe que esse filme é totalmente desnecessário, não há algo á se aprender, uma moral da história ou algo memorável, então o que faz esse filme ser tudo isso?