Esta semana, cinco novas críticas entraram para o acervo de análises do Cinema com Rapadura. Na lista estão a adaptação "Street Fighter: A Lenda de Chun-Li" (foto), o drama "Gia – Fama e Destruição", a comédia "A Garota Ideal", o suspense "Efeito Borboleta 3: Revelação" e o documentário "Sympathy For The Devil". Confira mais sobre os filmes abaixo:

"Street Fighter: A Lenda de Chun-Li" é uma nova adaptação para o cinema da franquia de games homônima "Street Fighter". A trama é focada na jornada de Chun-Li (Kristin Kreuk) que busca justiça, mas encontrará várias lutas em seu caminho. A protagonista é uma das lutadoras mais populares da franquia e uma das primeiras figuras fortes femininas da história dos games, tendo feito sua estreia na cultura pop em "Street Fighter 2", game lançado em 1991 e que marcou toda uma geração, elevando a série a seu status de lenda do mundo dos games.

Crítica de "Street Fighter – A Lenda de Chun-Li", por Thiago Siqueira
Em "Gia – Fama e Destruição", o diretor Michael Christofer, que trabalhou novamente com Angelina Jolie em 2001 através de "Pecado Original", conta a história como se fosse um documentário de Gia Marie Carangi (Jolie), uma jovem da Filadélfia que tenta a sorte grande como modelo em Nova York. Ela rapidamente alcança o sucesso, tornando-se um dos rostos mais requisitados de todo o mundo – e um dos mais valorizados também. Sua vida vai do céu ao inferno por causa de seu caso homossexual com Linda (Elizabeth Mitchell), que poderia ser sua grande companheira para toda a vida, mas devido à relação instável das duas, um escândalo vem atrás do outro. Isso a leva a uma dependência descontrolada de heroína, afundando de vez a promissora carreira daquela que poderia ser uma das mais inesquecíveis modelos de todos os tempos.

Crítica de "Gia – Fama e Destruição", por Debora Melo
"A Garota Ideal" é centrado na vida de Lars Lindstorm, um rapaz tímido e introvertido que vive na garagem vizinha a seu irmão mais velho, Gus, e de sua cunhada, Karen. Lars vê sua vida passar passivamente, até que recebe a visita de Bianca: uma linda missionária religiosa, meio dinamarquesa, meio brasileira. O problema é que Bianca não é uma garota real, mas uma substituta inanimada, uma réplica de uma mulher comprada pela Internet, em uma empresa chamada Real Girl. Todos sabem para que serve uma boneca com Bianca, mas para Lars, que realmente acredita que Bianca é um ser humano, ela torna-se um apoio emocional. Seguindo os conselhos de uma psicóloga, sua família concorda a entrar no jogo de Lars, enquanto ele lida com seus problemas pessoais.

Crítica de "A Garota Ideal", por Thiago Siqueira
Em "Efeito Borboleta 3: Revelação", a habilidade de Sam (Chris Carmack) de ir e voltar no tempo tem sido ao mesmo tempo uma bênção e uma maldição. Por um lado, ele pode usar as suas habilidades para ajudar a polícia a resolver os crimes mais horríveis, mas, por outro, ele não pode interferir no que presencia. Ele sabe que fazer isso pode alterar o presente de maneiras terríveis. Porém, quando uma mulher, Elizabeth Brown (Sarah Habel), da sua infância implora por sua ajuda para encontrar o assassino da sua irmã, os demônios do próprio Sam fazem com que ele quebre essa regra de ouro… É uma regra por um motivo… Quando Sam volta da sua viagem no tempo, ele descobre que as suas ações “criaram” um assassino em série desenfreado que não havia antes. Conforme o número de mortos aumenta, Sam precisa continuar voltando no tempo para descobrir quem é o assassino antes que ele faça uma próxima vítima.

Crítica de "Efeito Borboleta 3: Revelação", por Marcus Vinicius
Em "Sympathy For The Devil", o diretor francês Godard coloca os britânicos The Rolling Stones em evidência na capa de seu filme, mas o documentário é muito mais do que um registro da banda que despontou nos anos de 1960 como ícone da contra-cultura. Godard examina, aqui, os Black Panthers, referindo aos trabalhos de LeRoi Jones e Eldridge Cleaver; discute o papel da mídia, o imediatismo da imagem, a sociedade tecnocrata, a liberação feminina, a revolta de maio na França e o poder da linguagem. Assuntos importantes que marcaram toda uma geração. Mas Godard deixa explicita uma tese que causa discussão: ele acredita que a cultura ocidental deve ser destruída, e isso só pode ser feito rejeitando-se a intelectualização.

Crítica de "Sympathy For The Devil", por Thiago Siqueira