Essa semana, o CCR disponibiliza quatro críticas variadas. Entre elas estão, "Cidade dos Sonhos" (foto), do diretor David Lynch, "O Escafandro e a Borboleta", "Buffalo 66" e "Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan". Confira mais detalhes sobre os filmes.
Antes de ser assassinada dentro de sua limusine, um carro cheio de jovens bêbados salvam a vida de Rita (Laura Harring). Sem memória, a bela atriz chega à casa onde Betty (Naomi Watts) está hospedada para uns testes de elenco. Ao conversarem, tentando se lembrar do ocorrido, as duas vão encontrando pistas de algo muito maior do que o imaginável, em um mundo cheio de ilusões, fantasias e horror. "Cidade dos Sonhos" é dirigido pelo polêmico David Lynch, uma de suas histórias mais memoráveis.
Crítica 2 de "Cidade dos Sonhos", por Marina Alves
Em "O Escafandro e a Borboleta", vemos a vida de Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric), de 43 anos, editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.
Crítica de "O Escafandro e a Borboleta", por Ronaldo D'Arcadia
"Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan " se passa no século 23. A USS Entreprise, espaçonave da federação, está realizando manobras de treinamento e o almirante James T. Kirk parece conformado com o fato de que esta pode ser a última missão de sua carreira. Mas Khan está de volta. Acompanhado de seu exilado bando de super homens genéticos, Khan, brilhante renegado da Terra no século 20, tomou a Estação Espacial Regula Um, roubou um secreto dispositivo chamado Projeto Gênesis, apoderou-se de outra nave da Federação e agora planeja preparar a mais mortífera de todas as armadilhas para o seu velho inimigo Kirk… mesmo ameaçando causar um apocalipse galáctico.
Crítica de "Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan", por Thiago Siqueira
"Buffalo 66" começa com Billy, que está preso há cinco anos e acaba de sair da prisão. Depois disso, ele sequestra uma jovem estudante, chamada Layla. Ele visita os pais dele com Layla e fingi que ela não só é a sua namorada, como se casarão logo, forçando a jovem a dizer o mesmo. No decorrer do filme é impossível não ficar totalmente envolvido com o dilema de Billy, afinal, ele não tem muito a perder. Totalmente ignorado pelo pai, um maluco que vive apenas para lamentar a carreira de cantor desperdiçada e desprezado pela mãe, uma obcecada pelos insucessos do Buffalo Bills (o Santos do futebol americano, ou seja, saco de pancadas), só lhe resta recuperar a auto-estima que, pensando bem, ele nunca teve. Diante desse rol de tragédias e desencontros, não pense que o filme é um dramalhão, completamente ao contrário, é um filme super divertido, fazendo daquele humor-negro-auto-depreciativo, pérolas da tragicomédia.


























