Esta semana, mais quatro filmes ganharam crítica rapaduriana. O drama "Margot e o Casamento" (foto), do diretor Noah Baumbach ("A Lula e a Baleia") aparece ao lado do romance vencedor do Oscar de Melhor Canção, "Apenas Uma Vez". Ainda se destacam na seleção de opiniões a cinebiografia "Controle – A História de Ian Curtis" e o clássico "Roma, Cidade Aberta", de Roberto Rosselini.
"Margot e o Casamento" conta a história das irmãs Margot (Nicole Kidman) e Pauline (Jennifer Jason Leigh). Elas estão afastadas por um tempo por conta da incompatibilidade de suas personalidades. No entanto, Pauline – que mora na casa na qual as irmãs foram criadas – vai casar com Malcom (Jack Black) e Margot resolve viajar com seu filho Claude (Zane Pais) para a comemoração. O reencontro das irmãs traz à tona uma série de questões mal-resolvidas não somente no relacionamento das duas, mas, principalmente, em outros quesitos de suas vidas.
Crítica de "Margot e o Casamento", por Diego Benevides
Em "Apenas Uma Vez", Ele é um talentoso músico, que ganha a vida com seu violão nas ruas de Dublin e ajuda o pai em uma loja de aspiradores de pó. Ela é tcheca que anda pelas mesmas ruas, vendendo rosas para sustentar sua família e tem como hobby o piano. O acaso fez com eles se encontrassem e a paixão pela música fará com que eles vivam uma experiência inesquecível. Uma linda história de amor embalada por músicas que traduzem os caminhos do coração.
Crítica de "Apenas Uma Vez", por Beatriz Diogo
"Controle – A História de Ian Curtis" traz os últimos anos da vida do músico e poeta Ian Curtis, que liderou uma das bandas mais influentes no cenário musical da década de 80, a pós-punk Joy Division. A película vai apresentando a vida de Curtis, da formação do grupo em Manchester, Inglaterra, e de seus problemas com a epilepsia ao triste desfecho do poeta: Curtis cometeu suicídio em 18 de maio de 1980, aos 23 anos de idade, um dia antes da viagem do Joy Division para os Estados Unidos, onde fariam sua primeira turnê internacional.
Crítica de "Controle – A História de Ian Curtis", por Leandro Barfly
"Roma, Cidade Aberta" é considerado um dos maiores da história do cinema pela crítica mundial. Entre 1943 e 44, Roma, sob ocupação nazista, é declarada "cidade aberta", para evitar bombardeios aéreos. Nas ruas, comunistas e católicos deixam suas diferenças de lado para combater os alemães e as tropas fascistas. Filmado logo após a libertação da Itália, em locações reais e com atores amadores, "Roma, Cidade Aberta" tornou-se o marco inicial do neo-realismo italiano, que mostrou ao mundo que era possível se fazer cinema mesmo sob as condições mais precárias.


























