Esta semana, o CCR libera mais críticas diversas para satisfazer os leitores. O primeiro filme de Quentin Tarantino, "Cães de Aluguel", ganha uma nova opinião. Outros filmes de conhecidos diretores também são contemplados, como é o caso de "A Rosa Púrpura do Cairo", de Woody Allen, e "Grandes Esperanças", de Alfonso Cuarón. Além dos reconhecidos pela crítica, chega aqui também um dos longas mais famosos da década de oitenta, "Mestres do Universo".
Dirigido por Quentin Tarantino (da franquia "Kill Bill"), "Cães de Aluguel" marca o filme de estréia do cineasta que tornou-se um símbolo cult. Na trama, seis criminosos tentam assaltar uma joalheria em um dia comum. Mas tudo acaba dando errado, e os comparsas resolvem reunir-se para repassar passo a passo da operação que deu errado. Em meio à conversa, muitas coisas serão reveladas, máscaras cairão e nada voltará a ser como antes. Tudo isso, claro, recheado com o bom humor e a ironia que fizeram Tarantino famoso.
Crítica (2) de "Cães de Aluguel", por Amenar Neto
"Mestres do Universo" é uma adaptação para os cinemas estrelada por Dolph Lundgren ("Rocky IV"), Courtney Cox ("Friends") e Frank Langella ("Boa Noite e Boa Sorte"), como Esqueleto. Saindo da série animada para as telas de cinema, o longa-metragem foi sensação na década de oitenta, e manteve-se fiel à sua história original. Na história, He-Man fazia o possível para não deixar Esqueleto dominar a Etérnia, com a ajuda de Sheera e uns amigos que acabam envolvidos por acaso na confusão.
Crítica de "Mestres do Universo", por Douglas Lobo
Em um de seus mais influentes trabalhos, Woody Allen trouxe em "A Rosa Púrpura do Cairo" sua, até então, musa Mia Farrow ("O Ex-namorado da Minha Mulher") como uma pacata mulher que residia em uma pequena cidade. Para fugir da rotina, ela costumava assistir a um filme que tem o mesmo título do longa que falamos, e era obcecada pela protagonista. Um belo dia, em uma sessão comum, o galã da película simplesmente sai das telas e dá uma virada na vida dessa personagem. O filme chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
Crítica de "A Rosa Púrpura do Cairo", por Amenar Neto
A releitura do clássico de Charles Dickens é comandada pelo criativo Alfonso Cuarón, que trouxe a história para os dias atuais. Nela, Finn (interpretado por Ethan Hawke, de "Gattaca – A Experiência Genética") é eternamente apaixonado por Estella (Gwyneth Paltrow, de "Shakespeare Apaixonado"), uma mulher que aprendeu a nunca deixar-se envolver por ninguém. No meio de uma sociedade hipócrita e cheia de receios, os dois aprenderão a ver as coisas de uma maneira diferente, e aprenderão suas lições.
Crítica de "Grandes Esperanças", por Beatriz Diogo
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