Essa semana quatro novas críticas entram em destaque na galeria de filmes variados no Cinema com Rapadura. Os filmes "Paraíso" (foto) e "Era Uma Vez no Oeste" encabeçam os principais destaques, enquanto novas opiniões sobre as animações "Deu a Louca na Chapeuzinho" e "O Mar Não Está Prá Peixe" completam a lista.
O filme "Paraíso" é ambientado na Itália e mostra a vida de Philippa Paccard (Cate Blanchett, de "Chegadas e Partidas"), uma professora inglesa insatisfeita com a investigação sobre a morte de seu marido. Procurando justiça, Phillippa coloca uma bomba no escritório de um magnata, que usa suas empresas como fachada para disfarçar o tráfico de drogas. Entretanto, o plano não dá certo e, em vez do empresário, quatro inocentes morrem. Ela é presa e interrogada sobre seus supostamente motivos terroristas, mas inicialmente não tinha noção nenhuma que outras pessoas tinham sido mortas. O interrogatório continua e suspeita que oficiais estejam colaborando com o traficante, sendo que o fato de não existir nenhum. O policial encarregado de fazer a tradução, Filippo (Giovanni Ribisi), acredita na versão dela. Os dois começam a fazer contato secretamente e combinam um audacioso plano de fuga. "Paraíso" é o primeiro filme da trilogia a qual era intenção do diretor Krzysztof Kielowski rodar após concluir sua famosa Trilogia das Cores.
Crítica de "Paraíso", por Maíra Suspiro
Em "Era Uma Vez no Oeste", nos idos de 1870, em um povoado do Oeste americano, Brett McBain e seus filhos são mortos impiedosamente pelo bando do perverso Frank, pouco antes da chegada de Jill, uma prostituta com quem Brett se casara em New Orleans. Frank deixa indícios de que seu meio irmão Cheyenne é o autor da chacina, ao mesmo tempo que tenta obrigar a viúva a leiloar a sua propriedade recém-herdada. Mas Harmonica, um misterioso e impassível pistoleiro que viera à localidade no encalço de Frank, consegue capturar Cheyenne. Ele arremata as terras em leilão, com o dinheiro da recompensa, e as devolve à viúva. Entretanto, ela também é ameaçada pelo inescrupuloso Morton, representante dos interesses de uma ferrovia. Todo este complicado roteiro converge para o inevitável duelo entre Frank e Harmonica.
Crítica de "Era Uma Vez no Oeste", por Beatriz Diogo
"Deu a Louca na Chapeuzinho" ganha a quinta opinião sobre a animação que agitou 2006. O longa começa no fim da história e retorna ao seu início, quando uma mistura de detetives e policiais peludos e plumados chegam à casa da Vovozinha no bosque para atender a uma chamada de distúrbio doméstico. A princípio, parece apenas outro caso comum de lenhador atacando um lobo vestido de vovozinha, com uma combinação de acusações criminais que incluem invasão de domicílio, intenção de comer e o porte de machado sem licença. À medida que o educado detetive Nicky Flippers, o chefe de polícia Grizzly e o companheiro oficial de polícia Bill Stork questionam os traiçoeiros suspeitos, eles descobrem que cada um tem uma história completamente diferente, embora igualmente louca e confusa, para contar. Não apenas isso, mas parece que o crime tem relação com o infame “Goody Bandit”, que tem atacado os bosques para roubar as inestimáveis receitas que mantêm a floresta cheia de bolinhos. Ninguém no grupo é exatamente o que parece, e cada um tem seus próprios segredos e truques traiçoeiros. Os detetives logo descobrem que a aparentemente inocente Chapeuzinho tem muita experiência do mundo; que o Lobo Mau foi terrivelmente incompreendido; que a Vovozinha tem uma vida secreta que ninguém poderia ter imaginado; e que o inseguro Lenhador tem algumas ambições surpreendentes.
Crítica (5) de "Deu a Louca na Chapeuzinho", por Léo Francisco
Em "O Mar Não Está Prá Peixe", Pê é um simpático peixinho órfão que acaba de chegar ao belíssimo recife em busca de sua tia Pérola. Tão logo começa a conhecer a nova vizinhança e fazer novos amigos, ele acaba se deparando com uma visão que dispara seu coração: Cordélia. A bela peixinha rosada atrai as atenções de todos os peixes do pedaço – e também do perigoso tubarão Troy, cuja gangue apavora a cidade inteira com suas enormes presas. Agora, para acabar de vez com Troy e conquistar o coração de Cordélia, Pê terá que se encher de coragem e tentar aprender os segredos do oceano por meio dos ensinamentos do misterioso Sr.Tortuga.
Crítica (2) de "O Mar Não Está Prá Peixe", por Léo Francisco
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