O novo filme de Michael Moore ("Farenheit – 11 de Setembro"), "Sicko", que fala dos problemas do sistema de saúde norte-americano, acabou se tornando um bom meio de publicidade para o sistema de saúde cubano, gratuito desde a revolução de 1959. O médico Jaime Davis, que inclusive participou do documentário, afirmou que esta é a maior publicidade já feita desde então.
No filme, existe a tentativa de provar a melhor eficiência de um país pobre como Cuba, em relação à atenção que os Estados Unidos presta aos seus cidadãos quando se fala de saúde. O caso ganha ênfase porque os oito estadunidenses que Moore levou para serem tratados no outro país foram voluntários nos trabalhos de resgate da tragédia do dia 11 de setembro de 2001.
Durante as filmagens, o grupo parou em uma farmácia e comprou um medicamento contra problemas respiratórios por um peso cubano, que não chega a ser nem cinco centavos de real. "Dê mil para mim", brincou Moore. Segundo Davis, nos Estados Unidos o mesmo remédio custaria 50 dólares, cerca de 93 reais. "Moore está mostrando a realidade do sistema cubano de saúde, e essa é uma mensagem muito positiva para nós", disse o médico.


























