Cerca de 400 pessoas fizeram uma passeata na capital de Fiji, Suva, na sexta-feira, pedindo que o governo recentemente reeleito do premiê Laisenia Qarase proibisse que O Código Da Vinci, que é baseado no best-seller de Dan Brown, fosse passado nos cinemas de lá. Porém, operadores de cinemas locais anunciaram na sexta-feira que o filme será exibido no país, mesmo depois dos protestos de centenas de cristãos.
Os protestantes não se cansam de lutar por sua causa. Outro protesto, este patrocinado pela Igreja Metodista de Fiji, está sendo planejado para o sábado na cidade de Lautoka, situada no cinturão do açúcar, na costa noroeste da ilha principal de Fiji, Viti Levu. "Este é um país democrático, e as pessoas têm o direito de expressar suas opiniões", disse Dev Damodar, executivo-chefe da Village Six, subsidiária da Village Roadshow em Fiji.
Mesmo os cinemas estando anunciando, o que parece mais certo é que o filme não será rodado por lá. Cerca de 52% dos 906 mil habitantes da ex-colônia britânica são cristãos, a maioria deles metodista, ou seja, contra o filme.


























