
Gary Barber e Roger Birnbaum, atuais chefões da Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), anunciaram que o estúdio conseguiu levantar US$500 milhões de dólares em financiamento e assim resolveu parte dos problemas que assolaram a casa do leão por anos. Esse dinheiro será investido nos filmes que estão parados dentro do estúdio e em novas produções.
O pedido de concordata do estúdio foi feito em novembro para reestruturar sua situação após anos de problemas financeiros. A proposta da MGM, que tem dívidas avaliadas em US$4 bilhões, se baseia em acordo com a produtora Spyglass Entertainment, cujos executivos passarão a dirigir o estúdio assim que este sair da situação de quebra. A negociação só foi possível porque os credores abriram mão da cobrança em nome de participação nos lucros do estúdio.
Em declaração no site oficial, os representantes dizem:
“A MGM está saindo de um dos períodos mais difíceis em sua história. Nós estamos honrados e inspirados pela oportunidade de dirigir um dos estúdios mais icônicos de Hollywood em mais uma geração de filmes inesquecíveis”.
Desta forma, a MGM já injetará imediatamente dinheiro nas suas duas franquias mais valiosas e com perspectivas de retorno alto: “O Hobbit” e “007”. Devido aos vários problemas, o estúdio interrompeu suas atividades, em 2009, de produções como “RoboCop” e “Poltergeist”.
Vida longa a Metro.


























