O ano de 2009 foi consideravelmente bom para o cinema americano na China, além da grande bilheteria de “Transformers 2″ (US$ 60 milhões), o filme-catástrofe do diretor alemão Roland Emmerich, “2012″, quebrou todos os recordes e se tornou a maior bilheteria do país, com cerca de 460 milhões de yuans arrecadados (cerca de US$ 65 milhões), mas quem viu o filme sabe que o fato não é nada casual já que os chineses são retratados como “salvadores do mundo”.
Nos cinemas de todo o país, soam aplausos quando o mapa do país asiático aparece na tela ou quando um militar americano, apontando arcas gigantescas construídas contra o relógio para salvar a humanidade, afirma que “só os chineses são capazes de construir algo assim”.
Por lá, o filme estreou em 13 de novembro em 1,9 mil salas de cinema. Os resultados de “2012″ na China superam outros países, como a Alemanha (R$ 62 milhões), França (R$ 74,12 milhões) e Japão (R$ 61,37 milhões).
O outro filme que faturou mais de 400 milhões de yuan (40 milhões de euros) foi o chinês “Fundação de uma República”, disse também Weng Li, porta-voz do China Film Group. Trata-se de um filme de propaganda, com dezenas de vedetas do cinema chinês, e a sua estreia coincidiu com as celebrações dos 60 anos da proclamação da República Popular da China, em Outubro passado.
Para o início deste mês, está já anunciada a estreia de “Avatar”, de James Cameron, que pode destronar “2012”.


























