- Gênero:
- Terror
- Duração:
- 95min
- Origem:
- EUA
- Estréia:
- EUA - 30 de abril de 2010
- Estréia:
- Brasil - 7 de maio de 2010
- Estúdio:
- Warner Bros.
- Direção:
- Samuel Bayer
- Roteiro:
- Wesley Strick
- Produção:
- Michael Bay, Andrew Form
- Classificação:
- 16 anos
A história acontece com quatro adolescentes. Todos são atormentados por horríveis pesadelos com o maligno e desfigurado maníaco Freddy Krueger, um assassino de crianças e adolescentes que morrera queimado. Enquanto esteve vivo, Freddy matou pelo menos vinte moradores da Rua Elm, utilizando-se de mortais garras de aço que construíra e acoplara em uma de suas mãos. Descoberto pelos pais, ele foi acuado e queimado vivo em seu antigo local de trabalho, uma caldeira abandonada. Mas seu espírito vingativo retorna e se manifesta nos pesadelos dos filhos de quem o matou. No ambiente dos sonhos, Freddy ataca os adolescentes, que só conseguirão sobreviver se acordarem a tempo. Se morrerem nos sonhos, acontecerá o mesmo na vida real. Nancy descobre a verdade sobre Freddy e tenta matá-lo novamente. Freddy Krueger foi criado por Wes Craven para ser mais um serial killer silencioso, no estilo de Jason Voorhess e Michael Myers. Nos filmes seguintes da série o personagem passou a ganhar mais humor negro.

















































9 Comentários
com certeza vo ver esse filme .
to louca pra ver o filme
só espero q nao seja uma comédia cm foi o ultimo sexta-feira 13.
vai ser d +
Eu nunca na minha vida botaria fé nesse filme, a série de filmes do mesmo me fazia acreditar nisso. Só que desta vez é diferente, o filme parece envolver pessoas série para esse trabalho e também parece ter potencial.
deve ser muito bom.
Tudo que se pode esperar de um filme bom, uma história boa e atores bons.
Depois de ler a critica do Thiago Siqueira, com quem eu me guio sobre
as estréias ou não; meu comentário ali perdeu todo o animo como minha vontade
de ver esse filme; porém a maneira como ele falou do antigo freddy
me animou pra ir buscar os antigos e provar o carisma daquele serial killer
um tanto inusitado em comparação aos outros.
Como um toque adolescente rebelde al-kaeda esse filme pela nota 3, parece mesmo
ser uma bomba, mais pra quem é cinéfilo não deixe de ver, vai ver alguém goste
pois os filmes geram opiniões controversas e se eu não gostar e você também não
o Zé lá da esquina pode achar o filme da vida dele.
E sobre ser um filme pra garotos de 14 anos é mentira, o certo é pra garotos de 14 anos alienados. Eu tenho 14 anos e já sei discernir coisas boas do ruim, porém,
nesse mundo de jovens loucos influenciados por coisas ainda piores eu parece ser
uma exceção, por isso o Siqueira pode até estar certo em dizer que esses filme
sejam para garotos dessa idade; que chegam em uma locadora e você pergunta pra
ele sobre um filme bom
eai a falta de cultura me responde, Jogos mortais é daora mano; ou mesmo uns titulos
bem obscuros de terror pro infeliz provar que é macho.
Como minha professora de história Marcia natal dizia, “-Isso é Brasil”.
Eu particularmente gostei do filme, uma regra básica dos remakes é que você não deve ir querendo comparar com o original, se fosse para manter as mesmas premissas não necessitaria o remake.
Achei sim um bom filme, que vale pelos sustos e um Freddy Krueger mais série, com um espírito de vingança mais apurado.
Não chega a ser uma obra-prima, mas com certeza vale ser assistido
Os melhores momentos de “A Hora do Pesadelo” são os plano-sequencias idênticos ao original de 1984, de resto o filme contém uma direção quadrada, sustos inexistentes e um propósito difícil de entender.
Para quem leu meu comentário sobre “A Hora do Pesadelo” de 1984 (clique aqui) sabe do meu carinho quanto a esta obra. Alguns diretores parecem ter um devaneio de querer mexer com o que está quieto. E essas palavras não são minhas, são de Wes Craven criador da franquia e do mito do terror Freddy Krueger.
Já devo adiantar que as cenas de susto são mínimas para não dizer nulas, sinal da direção esquizofrênica do estreante Samuel Bayer, um dos diretores de videoclipes mais requisitados no mercado, para se ter idéia Samuel Bayer está por trás de clipes como Smells Like Teen Spirit (Nirvana) entre outros clipes de bandas como Green Day, Ramones e My Chemical Romance. Mas ele estréia dirigindo um longa-metragem pessimamente, principalmente por seu propósito principal: Desvendar a estória e as origens de Freddy Krueger, mas o que ele deveria saber e o que nós todos devemos saber é que Freddy não é um serial-killer qualquer, nós não queremos que ele nos pareça real e muito menos saber de suas origens. Com isso Samuel Bayer tira toda a mística de Freddy Krueger em “A Hora do Pesadelo”, mais um remake de que deveria ser queimado e esquecido de nossos pensamentos.
Encarregados do roteiro estão no mesmo barco que Samuel Bayer o também inexperiente Eric Heisserer, entretanto Wesley Strick que já roteirizou filmes como o clássico de Scorsese “Cabo do Medo” também está presente e encarregado do argumento final. Os personagens são dedicados á Wes Craven criador da série e totalmente contra o lançamento desta nova empreitada.
“A Hora do Pesadelo” é produzido por Michael Bay (“Transformers”) que junto com Brad Fuller e Andrew Form criaram o estúdio Platinum Danes que tem em seu propósito assassinar tudo e qualquer obra memorável que o cinema já tenha criado. A produtora de Bay (um diretor limitado á efeitos visuais deslumbrantes) está por trás de remake como “Sexta-Feira 13”, “A Morte Pede Carona”, “O Massacre da Serra Elétrica – O Início” e “Horror em Amityville”, refilmagens medíocres de típicos pseudo-apaixonados por cinema. Não. Eu me recuso a acreditar que Michael Bay e sua trupe amem o trabalho que eles realizam. Nós sempre reclamamos e discutimos por onde anda a criatividade dos cineastas, a Platinum Danes é a prova física do momento delicado que vivemos.
Bom a sinopse da fita já é conhecido por muitos: Um grupo de adolescentes compartilha um vínculo: todos estão sendo perseguidos por Freddy Krueger (Jackie Earle Haley), um assassino horrivelmente desfigurado que os caça durante seus sonhos. Quando acordados, eles tentam proteger uns aos outros, mas quando estão dormindo, não há escapatória…. Se o propósito em mostrar a estória de Freddy com uma visão diferente é furada, pelo menos a escolha de manter a estrutura da obra original é louvável. O filme começa com acontecimentos que são descritos no começo da produção de 1984, com cenas (as melhores do filme) praticamente remasterizadas da primeira obra, só mudaram os atores e a qualidade técnica destas cenas, entretanto as jogadas de câmeras são idênticas (a personagem de Nancy na banheira e a morte de Kriss são provas concretas desta afirmação).
Apesar da minha negativa quanto ao contexto do filme nem tudo é ruim, me surpreende positivamente a maquiagem utilizada em Jackie Earle Haley que por sinal tem uma ótima atuação. O ator já foi indicado ao Oscar por “Pecados Íntimos” e também teve destaque em “Watchmen – O Filme”, aqui ele consegue substituir a altura Roland Englund. Para os que já estão acostumados com Englund será difícil digerir qualquer outro ator, mas o resultado nesse quesito é excelente. Obviamente os efeitos são superiores ao original, mas nada surpreendente na atualidade.
O público geral não quer saber de contexto, muito menos se é uma refilmagem e muito menos se foi o cara de Trasnformers que produziu, ele quer saber de sustos, boas cenas de ação, uma estória convincente e atores carismáticos. “A Hora do Pesadelo” não tem nada disso, nada mesmo. A produção não te deixa tenso na cadeira do cinema, não te prega bons sustos, a trilha-sonora é inexistente e tudo isso graças a uma montagem confusa, condecorada com a direção pífia de Samuel Bayer.
No quesito de atores carismáticos, a escolha não foi correta, Kyle Gallner, Rooney Mara, Thomas Dekker e Katie Cassidy não conseguem segurar a direção quadrada e superficial, eles até mostram esforço, mas o roteiro também não ajuda em nada.
“A Hora do Pesadelo” é uma decepção quase que completa praticamente tudo é um erro, desde sua premissa mais básica até seu resultado final. Ninguém quer saber as origens de Freddy Krueger, a escolha dos flashbacks é uma roleta russa com todas as balas carregadas.
Prefiro apagar este filme de minha mente e continuar com a imagem que o clássico de 1984 me deixou, a imagem de um mito, com um suéter vermelho e verde, e não vestido de jardineiro.
Fãs e não fãs, passar longe.
Nota: 3,5
http://cinemmaster.wordpress.com/2010/05/07/a-hora-do-pesadelo-2010/
O filme até q foi bom…
Só não foi como eu esperava!!!
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Todos os filmes “A Hora do Pesadelo” o Freddy é engraçado quando mata as pessoas… isso é o q eu + gostava! Ele brincava com suas vítimas nos pesadelos!
Mas nesse ele fikou mto sério!!! Putzzz! fikou mto palha assim!!!
Bem sérião! não gostei! Quem fica sério é o Jason!!! O Freddy não é assim!!!
Se fizerem outro espero q melhorem!