- Gênero:
- Comédia
- Duração:
- 109min
- Origem:
- EUA
- Estréia:
- EUA - 25 de dezembro de 2009
- Estréia:
- Brasil - 22 de janeiro de 2010
- Estúdio:
- Paramount Pictures
- Direção:
- Jason Reitman
- Roteiro:
- Sheldon Turner , Jason Reitman
- Produção:
- Ivan Reitman, Daniel Dubiecki, Jeffrey Clifford
- Classificação:
- 12 anos
Ryan Bigham, um especialista em redução de pessoal corporativo cuja adorada vida repleta de viagens é ameaçada justamente quando ele está perto de atingir dez milhões de milhas como viajante frequente e logo depois que ele conhece a mulher de seus sonhos, que também é viajante frequente.











Top 10 Brasil
Top 10 EUA
11 Comentários
Como sempre, vai demorar pra chegar no Brasil ¬¬
Esperando chegar no Brasil ¬¬
Creio eu que esse filme vai ser um dos melhores filmes desse ano, Jason Reitman já mostrou que é o cara e sabe fazer filmes. Tem estilo assim como o pai.
george clooney é sempre tudo de bom ,em todos os sentidos!
Ontem fui conferir a estréia “Up in the Air”. Em resumo: Ótimo filme! Muito bom mesmo!!
Apesar de ser divertido, ele é um drama que consegue te faz refletir sobre valores, família, relacionamentos, vida profissional…
Em alguns momentos fiquei realmente envolvido com a trama, e o filme conseguiu me fazer sentir a angustia e sofrimento de alguns personages. Sai do cinema pensando na vida =)
Destaque para a atriz Vera Farmiga. Ela com seus 37 anos está exuberante no filme.
PS.: Max, não fique triste. Bastardos Inglórios não perdeu para um filme qualquer não =)
Pois é. Concordo, meu amigo. Como te disse na saída do cinema: ainda bem que Bastardos Inglórios perdeu o prêmio pra um filme espetacular e de roteiro muito bom.
Concordo, é bom para refletir sobre os relacionamentos em geral, familia, amigos…
Bem produzido e roteirizado, filme consegue ser crítico e prazeroso de se assistir. Um ótimo programa.
A crise que assolou o mundo em 2008/2009 deixou milhões de pessoas desempregadas, um índice extremamente alto, até mesmo nos Estados Unidos, um dos grandes pólos industriais. Tomando como principio este argumento é que “Amor sem Escalas” se torna um grandioso e agradável filme.
Que trabalho primoroso realizou o jovem Jason Reitman, o diretor que já havia produzido os excelentes “Juno” e “Obrigado por Fumar” mostra ter um futuro muito promissor, com um talento fora do comum o cineasta de apenas 33 anos realiza sem dúvida um dos melhores filmes do ano. Apostando em diálogos com um conteúdo refinado e um roteiro carinhosamente detalhado Reitman vai seguindo os passos de seu pai, o também diretor Ivan Reitman.
Ryan Bingham (George Clooney) tem como função demitir pessoas, com o país assolado pela crise Ryan tem seu trabalho redobrado, chegando até mesmo a passar boa parte de sua vida entre aeroportos e hotéis, tendo uma casa que ele pouco visita. O mais incrível é que Ryan se diz gostar desse hábito. Em meio á essas inúmeras viagens Ryan encontra uma também grande “habitadora” de aeroportos, Alex Goran (Vera Farmiga). Os dois começam uma relação nada comum entre inúmeras viagens. Paralelamente a isso o chefe de Ryan, Craig Gregory (Jason Bateman) contrata a inteligente, porém inexperiente Natalie Keener (Anna Kendrick), que desenvolveu um sistema para que as demissões realizadas pela empresa não tenham tantos custos com viagens e hotéis. As demissões agora passariam a ser por videoconferências, esse novo método não agrada Ryan que parte em uma viagem junto com Natalie para demonstrar o quão difícil é se trabalhar com demissões.
Um tema complicado de se trabalhar e proporcionalmente tão atual. Mas a sutileza e criatividade de Jason Reitman conseguem dar a cadencia necessária para que o filme tenha um resultado agradável. É de se destacar os diálogos primorosos existentes no filme, além de reflexivos são de um conteúdo pouco se visto nos diretores ultimamente. Mas nem por isso o filme passa a ser confuso ou extremamente complexo, pelo contrário. Com um ritmo tranqüilo sendo balanceado com cenas divertidas e ótimas atuações a trama tem um desfecho satisfatório e eficiente. A trilha sonora também ajuda na cadência, apesar de por horas passar totalmente despercebida do público.
George Clooney além de ser uma atração tanto para a mídia como para o público, é de se reconhecer que o galã é um excelente ator. Colocando em cena todo seu charme e todo seu tom sarcástico presente em “Queime Depois de Ler” Clooney realiza um de seus melhores papéis. Com sua experiência comanda todo o resto do elenco. Clooney foi indicado como melhor ator no Globo de Ouro.
Vera Farmiga que já havia realizado ótimos trabalhos em “A Órfã” e “Os Infiltrados” realiza um papel forte e convincente. Na pele da ocupada Alex que sem tempo de sua família busca uma fuga em meio aos intervalos entre hotéis e aeroportos, a atriz consegue realizar um ótimo trabalho, justificando sua indicação ao Globo de Ouro.
Mas sem sombra de dúvida a grande surpresa – e uma agradável surpresa – é a jovem Anna Kendrick. A atriz norte-americana depois desse papel deve ter deixado Catherine Hardwicke arrependida de ter escolhido a fraquíssima Kristen Stewart para protagonizar a saga “Crepúsculo”, tendo Anna Kendrick na pele da mera coadjuvante Jessica no filme vampiresco. Kendrick é o grande destaque do filme por ser engraçada em várias cenas e deixar bem claro que assim como sua personagem ela possui pouca experiência em seu trabalho. Com dificuldades amorosas e sonhos não realizados Kendrick demonstra necessitar de ajuda. Uma atuação primorosa dessa jovem atriz que também foi indicada a melhor atriz coadjuvante no Globo de Ouro.
Um filme prazeroso e ao mesmo tempo crítico: Questionando essa vida de inúmeras pessoas que mal vivem em suas casas sendo praticamente exploradas em seus trabalhos. Mas o filme não é depreciativo quanto a isso, apenas mostra de uma forma diferente e por vezes cômica. Mostrando uma válvula de escape que essas pessoas tentam alcançar (vide a relação entre Ryan e Alex).
Jason Reitman e Sheldon Turner foram vencedores do Globo de Ouro 2010, no gênero de Melhor Roteiro. Merecido.
Uma produção exemplar: Correta, crítica, com conteúdo, bem elaborada e principalmente bem executada.
Receitas que devem ser seguidas futuramente para se realizar um ótimo filme.
Nota: 8,0
http://cinemmaster.blogspot.com/2010/01/amor-sem-escalas.html
Assisti no final de semana.
É um filme simples, mas tão lindo. Tão familiar. Tão próximo de mim.
É divertido. É dramático. É gostoso de se ver.
Os diálogos muito bem escritos (o que me deixou mais conformado por Bastardos ter perdido o prêmio de melhor roteiro no Globo de Ouro).
Enfim, um filme muito humano e que pegou, e tenho certeza que vai pegar muita gente que for ao cinema prestigiar essa belíssima obra.
O filme liderou as indicações freqüentes ao Globo de Ouro, com seis indicações, premio que funciona como um termômetro do Oscar. O diretor Jason Reitman proporciona uma mistura inteligente de humor e emoção com margem suficiente apenas para o público. Ryan Bingham (George Clooney) é um homem que ganha à vida a viajar para locais de trabalho em torno dos Estados Unidos e realização de demissão de funcionários, pois os chefes são covardes demais para fazer isso sozinho. Ryan também oferece palestras motivacionais, usando a analogia “O que está em sua mochila?” Exalta uma vida livre de relacionamentos com pessoas e coisas. Ele aprecia o conforto do anonimato durante suas viagens constantes. Clooney é dono do seu papel na forma como primeira-estrelas de cinema podem votar, para infundir o personagem com sua própria pessoa que tudo o que não parece natural e direito. Há um forte sentido de humor, bem como a profundidade emocional, mas o âmbito do filme, por vezes, limita estes sentimentos. Como espectador, o filme proporciona uma experiência satisfatória, onde um pode dar um passo voltando para refletir sobre alguns dos pontos mais finos em nossas vidas diárias. Ao viajar, ele conhece outro passageiro freqüente chamado Alex (Vera Farmiga) e eles começam uma relação casual. Com Alex e a chegada de Natalie na vida de Ryan, proporcionam um desafio a sua filosofia de relacionamento de vida livre durante todo o curso do filme (Natalie com seu namorado e a crescente atração de Ryan com Alex). Como um retrato de uma recessão-era América, e um exame rotineiro de nossas vidas trabalhando, eu acho que é inigualável na sua inteligência, sua autenticidade e sua aspereza. O ladino simpático cuja alma é resgatável é um personagem eternamente útil cinematográfico, e George Clooney é o ator ideal para interpretá-lo. Clooney é freqüentemente subestimado como ator (se não um objeto sexual), e ainda brilha o seu desempenho neste irônico filme, e o drama do personagem é provavelmente o seu melhor trabalho. Nota: 9,0
muito bom msm,
akbei de ver
exelente roteiro
nota: 9,0