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Olá, Rapadura. Hoje é terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bastardos Inglórios

Inglourious Basterds, 2009

Gênero:
Ação
Duração:
135min
Origem:
EUA
Estréia:
EUA - 21 de agosto de 2009
Estréia:
Brasil - 9 de outubro de 2009
Estúdio:
Paramount Pictures
Direção:
Quentin Tarantino
Roteiro:
Quentin Tarantino
Produção:
Lawrence Bender, Quentin Tarantino
Classificação:
16 anos

Nos primeiros anos da ocupação alemã na França, Shosanna Dreyfus testemunha a execução da sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. Shosanna consegue escapar e foge para Paris, onde muda de nome e assume a identidade de uma dona de um pequeno cinema. Em outro lugar da Europa, o tenente Aldo Raine orgazina um grupo de soldados judeus americanos para colocar em prática uma vingança. Posteriormente conhecido pelos alemães como os "Os Bastardos", o grupo de Raine junta-se à atriz alemã e agente secreta Bridget Von Hammersmark em uma missão para eliminar os líderes do Terceiro Reich. E o destino junta todos no mesmo cinema, onde Shosanna tramou um plano de vingança próprio.

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11 Comentários

  1. Se é ou não é a obra-prima do Tarantino eu não sei, na minha opinião a obra-prima dele é e sempre será Pulp Fiction, apesar de gostar de Cães de Aluguel mais do que de Pulp Fiction, agora em relação a esse novo filme Bastardos Inglórios, eu acredito que seja sim uma obra-prima do cinema, pode não ser do Tarantino, mas no cinema esse filme já deixou sua marca, viva a mais filmes como esse…!!!, viva ao Tarantino…!!!

    PS: Gostei do novo visual do CCR, ficou espetacular como diz o Jurandir…rsrsrs

  2. Thiago Sato disse:

    Muito legal o novo desing, muito moderno!

    Pessoal, eu sou graduando de história, e certo dia meu professor me contava como a segunda guerra é esteriotipada no cinema. Os Americanos são herois e os judeus meras vítimas. Depois o professor disse “vocês não verão americanos com uma imagem de assassinos na guerra, mas na verdade, eles mataram muito na guerra também” TOMA ESSA.
    Tarantino brinca com nossos conceitos históricos, bota americanos (judeus) matando pra valer e com fúria nos olhos. Eu considero este o melhor filme de tarantino. Abraço.

  3. Rodrigo (RaTu) disse:

    é e não é, Bastardos Inglórios se faz diferente, se nota o aprimoramento dos conceitos que fazem o Tarantino ser o Tarantino.

    Porém, acredito eu que é mais um filme, e não se pode dizer que é obra prima, pois virão mais filmes excelentes que apenas nosso querido Diretor preferido sabe fazer.

  4. Indiana Jones disse:

    Não gostei, quase dormi no filme. O único que curti mesmo foi o nazista.

  5. A última frase do filme diz tudo: “Essa é a sua obra-prima”. Dos filmes que eu assisti de Tarantino, essa sim é a sua masterpiece.

  6. Murilo Herik disse:

    É bem dificil dizer, até pq sou fan do cinema de Tarantino…
    Pulp Fiction é bom demais. Cães de Aluguel é um tiro na cara! Espetacular.
    Bastardos Inglorios é um epico distocendo o que é epico, é um epico a Tarantino…

  7. WILLIS DE FARIA (Cinefilomaniacos) disse:

    Quando tudo é dito e feito, Inglorious Bastardos é um drama magnífico, bem escrito. Bravo, Sr. Tarantino. Esta pode até não ser a sua obra-prima, mas andará lá bem perto… O filme já garantiu a Tarantino uma indicação à Palma de Ouro em Cannes (França) e prêmio de melhor ator para Christoph Waltz. Há quem aposte que o filme renda mais indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar e outros prêmios da indústria cinematográfica. Nota: 9,0

  8. Jax disse:

    Bastardos Inglórios não passa de um filme divertido (impactante, engraçado e gore) com personagens com a superficialidade de um píres (exceto o nazista Landa de Christoph Waltz), uma trilha sonora equivocada (Western mexicano? David Bowie?), diálogos excessivamente longos, que na sua grande maioria (como excessão da sequência inicial), só atrapalham a narrativa de uma película que jamais se leva a sério (legendas identificatórias e metalinguística?), e sendo assim, incapaz de fazer que o público também o faça.

    Se existe alguma obra-prima na carreira de Tarantino, é Pulp Fiction, um trabalho seu que ele parece ser incapaz de superar. Pena!

  9. Danilo Ramos disse:

    Que Tarantino é um exímeo realizador, todo mundo já sabe, agora queria o ver em uma franquia, testá-lo além do cinema autoral, dirigir filmes que não são dele, como os dos boatos que já apareceram, Superman e 007, para ver se o seu talento é capaz de se adequar a outros formatos, como Tim Burtton já fez e como Shyamallan está fazendo.

  10. Augusto Terto disse:

    Guerra de loucos
    Filme sobre segunda guerra é uma visão muito engraçada e mortal

    Em cartaz no Brasil há algumas semanas, “Bastardos inglórios” (Inglourious Barsterds, EUA, 2009) é uma visão muito diferente sobre a Segunda Guerra Mundial que estamos acostumados. E uma vez dirigido por Quentin Tarantino, é inquestionável uma nova e interessante roupagem do assunto.
    Os Bastardos Inglórios é um grupo de soldados norte-americanos que aterrorizam e torturam soldados alemães liderados por Aldo reine (Brad Pitt).Mas o roteiro começa a se desenvolver antes da apresentação desses homens. A história se inicia com a fuga de Shosanna Dreyfus (Métanie Laurent), que acabara de ver o assassinato de sua família por m conceituado coronel nazista Hans Landa (Christoph Waltz). Ele acaba deixando que ela fuja e isso terá grandes proporções no futuro.
    O longa se divide e capítulos e não quero entrar em detalhes sobra eles por motivos óbvios. Quentin Tarantino nos dá mais uma vez uma obra deliciosa, charmosa e única. O visual e os personagens são todos interessantes e explorados de maneira mais engraçada, nem mesmo Adolf Hitler escapou disso. Esse lado comediante apenas pôde ser encaixado direito na trama por causa do excelente elenco. Brad Pitt está bem mais uma vez, arranca gargalhadas da platéia ao mesmo tempo em que impõe sua autoridade. Diane Kruger faz uma participação importante e deu um charme a mais ao filme. Christoph Waltz também está fantástico na pele do nazista psicopata. Também gostei bastante da atuação de Daniel Brühl, que divide com Métanie Laurent boas cenas.
    A direção de arte e a fotografia terminam por fechar sequências fabulosas. Tudo isso em 153 minutos de projeção faz co que nem se perceba que o longa é tão grande. Trata-se então de um filme divertido, mas série. Sábio, mas bastardo. Nota: 8.5

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