- Gênero:
- Fantasia
- Duração:
- 108min
- Origem:
- EUA
- Estréia:
- EUA - 5 de março de 2010
- Estréia:
- Brasil - 23 de abril de 2010
- Estúdio:
- Walt Disney Pictures
- Direção:
- Tim Burton
- Roteiro:
- Linda Woolverton
- Produção:
- Tim Burton, Joe Roth, Jennifer Todd, Suzanne Todd
- Classificação:
- 10 anos
Ao seguir um coelho branco, uma garota chamada Alice cai em um buraco que a leva para o País das Maravilhas, um lugar povoado por seres mágicos e dominado pela Rainha de Copas.





























































20 Comentários
Estou esperando anciosamente esse filme, de tudo q ja vi ouvi … esse filme promete mesmo, grande elenco, e grande cantores. Tim Burton é o cara.
Filme de Tim Burton, com Johnny Depp, Alice no País das Maravilhas não é uma adaptação estrita do amado romance de Lewis Carroll de 1865. Pelo contrário, é algo como um pós-moderno conto de auto-descoberta, embora ele funcione melhor como uma fantasia louca que como qualquer coisa com um ponto. Burton põe uma rotação exclusivamente matriarcal em histórias de Carroll, mantendo os mais fortes personagens femininos e dispensar com praticamente todos os personagens poderosos do sexo masculino. Assim, todos do sexo masculino na história ou são loucas (o Chapeleiro), os trapalhões (Tweedledee e Tweedledum), ou a serviço de uma mulher poderosa (como vemos com Crispin Glover, mas em última análise, subserviente Valete de Copas). Qualquer e todos os personagens poderosos do sexo masculino, incluindo o pai de Alice e do Rei de Copas, estão mortos. Ao contrário do clássico filme de animação da Disney, a maioria da Alice de Tim Burton apresenta uma heroína adulta, com 19 anos, (interpretada por Mia Wasikowska), mesmo que a história começa 13 anos antes, quando a criança Alice no eu primeiro encontro ou fantasia sobre “Wonderland.” Quanto mais velha Alice, que vivem em Vitoriana Inglaterra está prestes a ser noiva de um rapaz de quem ela não se importa. Distraído por um coelho em uma grande festa surpresa ao ar livre, Alice acompanha o coelho para um grande buraco no chão, e rapidamente cai dentro. Ela então chega ao País das Maravilhas, encontrando aventuras familiares para a maioria dos espectadores. Existem as poções ela bebe tanto para encolher e crescer de altura, e logo tem encontros com a lagarta sábia e com o gato flutuante, e suas relações tanto com a boa Rainha Branca e a má Rainha Vermelha. Para o registro, Helena Bonham Carter é a decapitadora Rainha Vermelha; Anne Hathaway é a bondade doce como Rainha Branca; que usa Alice para seus objetivos. Crispin Glover digitalmente senta-se sobre um cavaleiro alto e do mal chamado Stayne, p Valete de Copas, e Matt Lucas tem a sua cara transformada no poli, gêmeos idênticos Tweedledee e Tweedledum. O que mais virá a ver, fora da 3D, é o retrato de Johnny Depp, como o chapeleiro maluco, e não vão ficar desapontados. Convém mencionar que Alice no País das Maravilhas é bastante pesada em decapitações e como à violência, certamente muito intensa para as crianças mais novas. Aliás, o 3 D é efetivamente usado em todo Alice no País das Maravilhas, mas o pudim de ameixa ocorre no último segundo do filme. Pode ser um sacrilégio para comparara obra de Tim Burton (Alice no País das Maravilhas), com O Mágico de Oz (1939), mas há paralelos distintos. Ambos começam e terminam em familiares, contextos sociais. E ambos os fazê-los de um ponto de resolução. Ambas as heroínas jovens embarcam em missões de mágica, repleta de perigo e surpresa e têm personagens memoráveis e ação delirante. Nota: 8,0
Tim Burton acerta em produzir um visual espetacular, mas erra em elaborar um roteiro extremamente simplista, deixando o requisitado conteúdo de Alice mergulhado em seu mundo subterrâneo.
Confesso que fui ao cinema assistir “Alice no País das Maravilhas” como expectativas pra lá de altas. Mas conforme o filme ia se desenvolvendo fui logo entendo qual seria a intenção de Tim Burton em realizar seu filme. Todo o conteúdo existente na animação de 1951 da Disney foi extraído dessa nova versão, mesmo sendo uma releitura das duas obras literárias de Lewis Carrol, “Alice no País das Maravilhas” e “Alice Através do Espelho” toda a complexidade destes foi deixado de lado. Entretanto graças á atores carismáticos, uma ótima trilha sonora, uma direção de arte fenomenal e uma visual esplendoroso o saldo final é animador.
Talvez os fãs mais ásperos da obra de Lewis Carrol irão ficar decepcionados, toda acidez existente em sua obra é deixado de lado, talvez com o intuito de buscar uma maior acessibilidade do público, mais especificamente as crianças. Se levarmos ao pé da letra o filme de Tim Burton é mais “infantil” do que a animação de 1951. Mas é de se saber que Tim Burton não tem muito manuseio para se tratar de filmes para crianças, então aqui ele erra a mão em sua direção por que em muitos momentos e extremamente cadenciada e pelas cenas de ação não serem tão empolgantes quanto o visual ao seu redor.
Alice (Mia Wasikowska) está crescida, agora com 19 anos ela acabará de receber um pedido de casamento, um casamento arranjado, diga-se de passagem. Alice sempre sofreu com sonhos que lhe pareciam real, o incrível foi que sempre eram os mesmos sonhos, é então que Alice começa a seguir um coelho, caindo em um buraco e indo parar novamente no País das Maravilhas. A situação lá é muito preocupante, todo o fantástico mundo está tomado pela Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter) que destronou sua irmã, a Rainha Branca (Anne Hathaway). Se juntando a velhos conhecidos como o Gato Risonho, Lagarta Azul, Coelho Branco e principalmente o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), Alice terá a dura missão de tirar a Rainha Vermelha do trono e restabelecer a paz no mundo subterrâneo.
Mas a grande falha do filme, sem dúvida é o seu roteiro simplista, uma estória muito comum e que não chega à altura de um roteiro minimamente aceitável para uma obra desse porte, surpreende porque o roteiro vem das mãos de Linda Woolverton, que já roteirizou filmes como “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera”, mas aqui com a companhia de Burton eles erram a mão no roteiro.
Logo então já percebemos uma estória muito simples, principalmente se tratando da complexa obra de Lewis Carrol. Vamos definir Burton em “Alice no País das Maravilhas” como “Não Quis”. Ele não quis arriscar em colocar em tela toda a acidez do mundo de Alice, não quis se aprofundar nos personagens, e nem mesmo quis filmar com as novas câmeras 3D – exemplificando melhor foi um trabalho diferente do utilizado por James Cameron em “Avatar”, aqui Burton produziu normalmente seu filme e somente depois de pronto ele foi convertido para a tecnologia 3D – isso com certeza tirou muito a profundeza do filme, as sessões em 3D serão sim um aperitivo a mais, mas nada de fenomenal ou inovador. Esses são os pontos negativos de “Alice no País das Maravilhas”.
Mas não vamos pensar que o filme é ruim, o visual – como de costume – elaborado por Tim Burton é magnífico, show de luzes, show de maquiagem em seus personagens, uma montagem coerente e fantástica, a direção de arte já é disparada a melhor deste e do ano passado. Aliado a esse visual esplendoroso as citações ocorridas das obras anteriores são excelentes, as rosas brancas sendo pintados de vermelha, os momentos em que Alice se lembra de quando criança, a lagarta azul continua firme e forte com seu narguilé, o momento em que Alice cai no buraco, vários “Dèjá Vu” que deixam um gosto de quero mais. Vendo assim talvez fosse melhor uma adaptação do filme de 1951, e não uma releitura.
Aliando-se a esse visual fantasioso devo destacar a ótima trilha sonora composta pelo antigo parceiro de Burton, Danny Elfman, que já compôs trilhas como “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, “Batman – O Retorno” e “Homem Aranha”. Aqui novamente ele realiza um excelente trabalho, sendo um dos destaques da trama, trazendo emoções, tristezas, e inúmeros sentimentos aos personagens vazios de Burton.
Analisando as atuações o maior destaque é sem dúvida Helena Bonham Carter que interpreta a megera Rainha Vermelha, não só pela estranha aparência física de sua personagem, que possui uma cabeça enorme, mas muito pela sua ótima interpretação. A atriz quem é casada com Burton talvez tenha aqui seu melhor papel (junto com sua atuação de “Asas do Amor”), Bonham Carter se tornou um rosto conhecido para nós graças ao seu papel de Bellatrix Lestrange na saga “Harry Potter”. Anne Hathaway tem uma participação muito discreta, assim como sua personagem; Mia Wasikowska demonstrar certo carisma, mas é apagada pela falta de profundidade de sua personagem. Porém todo o foco cairá certamente sobre o astro Johnny Depp que tem sim uma excelente atuação, mas que é difícil não se lembrar do capitão Jack Sparrow da trilogia “Piratas do Caribe”, o Chapeleiro Maluco tem muitas semelhanças com o pirata da trilogia de Gore Verbinski.
Digo que o filme consegue o almejado, que é entreter o público, Burton aposta em uma estória simples, porém com um visual arrebatador. Não chega a decepcionar, mas deixa amostras que poderia ter sido mais bem conduzido, e melhor elaborado. Mesmo com todas essas ressalvas o saldo final é positivo e divertido, o tão conhecido filme pipoca.
A acidez de Alice foi diluída no design de Tim Burton.
Nota: 7,5
EXTRAORDINARIO!!!
Um filme suave, intenso, atraente e ao mesmo tempo involvente.
Tim Burton montou um expetáculo, para fãns de cinema esse acabou de se tornar um classico, como Laranja Mecânica, O Fabuloso destino de Amélie Poulain, Casablanca, E o vento levou… entre outros.
Atores de primeira.
Para queles que não assitiram a obra prima, vá conhecer o Pais das Marailhas! e tente decobrir QUAL A SEMELHANÇA ENTRE UM CORVO E UMA ESCRIVANINHA!?
Menos, meu caro!
BEEEEEM menos! hehehe
Muuuuuuuuuuito longe, mas muito longe mesmo de ser um grande filme.
Periga não ser nem mesmo um bom filme.
Tem um visual pra lá de vislumbrante. Belíssima a fotografia e figurinos (aliás, como sempre em todos os trabalhos de Tim Burton).
Mas a historinha é pra criancinha retardada. FRAQUÍSSIMA!
Eu já fui com as expectativas baixas, e ainda saí decepcionado com essa historinha horrível.
***** SPOILER *****
Vou ser sincero: A cena em que ela relembra de quando esteve no País das Maravilhas quando criança, que durou menos de 7 segundos, mexeu comigo mais do que o filme todo.
Acho que Tim Burton errou em não ter desenvolvido a obra baseado na história original de Alice. Teria sido espetacular se o tivesse feito.
Mas enfim, gosto é gosto né?
Só pesso calma.
Menos… BEM MENOS…
O filme não é absolutamente NADA perto do potencial que tinha.
É uma bomba. Uma belíssima, florida e colorida bomba! Mas ainda assim, uma bomba!
Sabe fui hj assistir,porem ja fui com akela expectativa q n seria essas coisas todas. apesar q qiz ver mais ainda era a grande atuaçao de Johnny q para mim arrazou cmo sempre. e uma das coisas incriveis e o mundo q o Tim construiu, simplesmente fantastico. apesar q discordo da ideia do amigo ai de cima apesar ser respeitoso, porem uma coisa q axei ORIGINAL no ver do Tim foi essa ideia de q tipo, q a ideia do filme era pós a velha historia qndo ela era pequena. simplesmente axei fantastico. claro no meu ver axei q akele peqeno flasback, foi o mais crucial ao entendimento do filme. apesar q realmente, poderia ser melhor certos detalhes mais e um filme gostoso e se ver. e ate sensivel em algumas partes, principalmente qndo Depp sabe sensibilizar de certa foram em algumas cenas. minha nota e 8,5
elogios ou criticas? os dois.digamos ao invés de Alice no pais das maravilhas , sim, alice no pais das louquisses . eu daria 5,5 pela maluquisse do conto 8,9 pela maquiagem 9,9 pelo elenco e 3,3 pelo conjunto. total : 4,5
Um filme lindo de se ver,tenho que adimitir que é muito bem feito,você fica louco tentando obsevar todos os detalhes,johnny depp faz uma atuação ótima como sempre falando de um astro.Agora o que não gostei mesmo foi o roteiro,errarão numa pequeno problema mas era o que chamava mais atenção,que era a garota jovem e crecendo e diminuindo umas 5 vezer em todo filme,não conceguirão fazer um roteiro com a historia de ela ser uma garota de 18,19 anos de idade naquele mundo. O resto fizerã muito bem feito.
FLW
Ótimo esse filme é demais Tim Burton é espetacular e com o jhonny depp é mais ainda
Eu particularmente não gostei muuuuito de Alice, esperava um pouco mais. Porém acho que só eu que penso assim, pois o filme está fazendo o maior sucesso, até já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão. Será que eu tenho que rever os meus conceitos? kkkkkkk
Esperava muito mais
RUIM nota 5
O filme, cheio de cores e lantejoulas, ah bonita fotografia
Mas e os clichês
Nota 5 por ter gostado da atuação da Helena
Helena Bonham a rainha vermelha, foi a melhor no filme
Mia a Alice deram traquilizante para essa menina ?????
Anne Hathaway, estava drogada ?
Johnny Depp, tem gente viajar dizendo que ele rouba a cena, muito mal
Tambem quero dar as minhas notas primeiro: nota 9,0 pelo filme; segundo, nota 1000000000000 pelo filme; terceiro, nota 10000 pelo filme.
Acredito que quem criticou tanto esse filme foi pelo fato de não ter mergulhado em seu universo simbólico. O filme toca em temas que vão desde uma análise social e psicológica do papel feminina na sociedade até ao jogo de mácaras das sociedades e de seus indivíduos.
Não há como negar que o chapeleiro tem um papel marcante em oposição a Alice. Ele é a ilusão , o desejo constante de que tudo dê certo e ao mesmo tempo o espírito romântico no filme. Por sua vez, Alice reage de maneira mais fria, mais racional e nega o que não compreende. assim como alguns negam o valor do filme por não compreender.
Ir além da estrutura superficial do filme e das atuações é bem complicado para um olhar mais pobre e de cultura menor. Para todos os que ainda não conseguiram perceber a grandiosidade desse filme, peço que reflitam sobre o seguinte ponto tocando no filme: “a relação de satisfação entre o poder, a imposição da vontade pel força, a manutenção do poder pelo medo e a supressão daquilo que os outros veem como o belo”. Ficou difícil compreender????
LINDA
O filme é simplesmente lindo….Uma graça, ficou ótimo, amei!!!!!!!!
nao gostei
Nao gostei muito do filme no inicio
mais no final do filme e muito emocionante
e o segundo melhor filme q eu ja vi,so perde para o piratas do caribe
adoro essa historia genial de Tim Bortan
Esse filme merece nota 1.000.000.000.000
nossa o filme é incrivel,e a atuaçao do JOHNNY DEPP ESTA FANTASTICA !!!!!!!!!!!!!!!quem ainda não assistiu,eu recomendo
Concordo que o filme seja espetacular em termos visuais. É realmente um show de imagens. Mas o roteiro é fraco mesmo, infantil, parece história de episódio de desenho animado. O elenco conseguiu arrancar o que pode dos personagens dentro da limitação do roteiro.