- Gênero:
- Ação - Aventura
- Duração:
- 120min
- Origem:
- EUA
- Estréia:
- EUA - 28 de maio de 2010
- Estréia:
- Brasil - 4 de junho de 2010
- Estúdio:
- Walt Disney Pictures
- Direção:
- Mike Newell
- Roteiro:
- Doug Miro, Carlo Bernard, Boaz Yakin, Jordan Mechner
- Produção:
- Jerry Bruckheimer
- Classificação:
- 10 anos
Se você conhece um pouco de jogos, vai lembrar desse. "Prince of Persia" foi um grande sucesso em meados de 1989. A equipe que levou a trilogia de "Piratas do Caribe" para as telas do cinema (Disney e o produtor Jerry Bruckheimer) apresentam "Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo", um épico de ação e aventura ambientado na mística Pérsia. Um príncipe guerreiro (Jake Gyllenhaal) relutantemente une forças com uma misteriosa princesa (Gemma Arterton) e, juntos, eles lutam contra forças obscuras para salvaguardar uma antiga adaga capaz de libertar as Areias do Tempo, um dom dos deuses que dá à pessoa que o possui o poder de controlar o mundo.
- Orçamento:
- $ 200,000,000
- Faturamento local:
- $ 89,641,796
- Faturamento mundial:
- $ 237,400,000
- Site oficial:
- http://adisney.go.com/disneypictures/princeofpersia/





















































17 Comentários
Vamos ver se este filme consegue ser tão bom ou melhor do que o jogo!
Melhor do que o jogo eu acho difícil, mais tão bom quanto espero(e parece) que sim!!! Espero que façam a triologia do game!! pois os outros titulos também são muito bons!
Irado este trailer!!! Mal posso esperar pela estréia pra poder assistir!!! O ator Jake combinou muito bem o personagem, fizeram uma ótima escolha, ficou idêntico do jogo!!!
o Jake ta mais parecido com o do WW do q do SoT, mas pelo treiler ta muito bom, so espero q eseteja bom msm ^^"
Gostei muito do novo visual do site, muito ais prático do que o antigo.
O Gyllenhaal está muito parecido! Se não fosse ele eu imaginaria o Orlando Bloom no papel. Na espera pelo filme!!
Estou na maior expectativa nesse filme,espero que não me decepicione!!!
Tbm espero que seja bom, no mais, espero que seja excepcional,
porque filmes sobre games, basiados nso games tem sido de uma decepção extraordinaria,
o melhor que na minha opnião até agora saiu é o Silent Hill, por englobar todas as
informações do jogo em um filme só e contar a historia mesmo mudando uma coisa aqui
ou ali, espero mesmo que Sands of Time seja no minimo assim e espero tambem
um rapaduracast sobre Prince of Persia
abraco seres rapadurians de todo brazil.
Tato Alves
quero ver. sou fã do jake.espero que seja bom!
Este filme é o que mais espero! Só que no próximo episódio espero que coloquem o 3D pois este é o tipo de filme para se divertir e soltar a imaginação, então o 3D seria muito bom neste caso!
Pérsia – Irã atual – é a fonte esta história de aventura. Os filmes são como o alimento. Há algum que são amargos e duros de engolir, contudo, nos nutre em cada aspecto. Há aqueles que engordam saborosamente. “Príncipe Pérsia: As Areias do Tempo”, quedas na última categoria, onde o divertimento faz nos prender atenção e é agradável, onde a inteligência na seqüência do desenrolar do enredo. Com Jerry Bruckheimer produzindo momentos de grande ação, a aventura e o excitamento são prometidos. O filme, do começo ao fim, é enchida com a ação bem coreografada com lutas de espada, os efeitos especiais fantásticos, arrebatadora o cenário exótico, o projeto pródigo da produção, e uma boa, contagem arrebatadora da música por Harry Gregson-Williams. Durante as cenas da ação a câmera não agita muito, como nos filmes recentes… embora eu admita que há seqüências demais de um slow-motion, de que (embora lindo para olhar) confunde a visão demasiada. Na realidade, o filme de história excelente, oriunda de vide-game dos anos 90, com uma superprodução que nos faz imaginar os “Piratas do Caribe”, no deserto, com uma pitada de “A Múmia”, “Senhor dos Anéis” e “Herry Potter”, com relação às magias e bruxarias. Muitas cenas de “parking” sobre os telhados da cidade fazem do Príncipe Dastan (Jake Gyllenhaal), excelente saltador. As lutas com espada é de dar água na boca aos samurais japoneses. Os efeitos especiais igualmente abundam, com os templos que se desintegram na poeira, essa lava-lâmpada astuciosa de uma mostra quando o punhal inverte o tempo, para não mencionar a exótica presença de avestruzes no deserto. Há, porém nenhuma tentativa de enraizar a ação em toda a hora ou lugar estritamente histórico, e esse modo do conto de fadas é estendida à guloseima da língua (nada profano), pois é passado a época pré-Maomé, à modéstia relativa do vestido (nada que mostra que começa qualquer um prendido na rua), e ao toque claro quando vem à violência. Há uma abundância, mas com exceção de um close-up verdadeiramente assustador na boca de uma daquelas víboras. O divertimento para crianças é garantido e acoplando bastante para adultos, sai da pipoca e passa para um mergulho triunfal. Cinema é diversão. Nota 9,0
Adaptação de um dos games de maior sucesso consegue emplacar bons momentos, mesmo que não consiga atingir suas maiores pretensões.
Confesso que aqui quem fala é um leigo no assunto. Jamais joguei o jogo de origem desta produção (“Prince of Persia”, criado por Jordan Mechner), mas tenho certeza que este filme não é somente para os fãs do game, fosse assim seria mais fácil criar uma nova versão do jogo e não adaptá-lo para o cinema.
Se a história se diferencia da original? Sinceramente não saberei responder esta pergunta. Saberei apenas analisá-lo como um filme.
Também não vou me tornar repetitivo em relatar quão escassa está à criatividade em Hollywood. Mas o território escolhido por “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” ainda está abandonado. Muitos tentaram, mas poucos conseguiram trazer uma sensação no mínimo compensativa para uma adaptação de um game. “Terror em Silent Hill”, “Alone in The Dark”, “Tomb Raider” se arriscaram e tiveram resultados negativos. Então o herói persiano chegaria com a força de seus fãs e revolucionaria este campo abandonado, a própria abordagem já dizia: ”A Melhor adaptação de um game”. Concordo, é a melhor sim, não que isso signifique alguma grandiosidade.
O enredo segue Dastan (Jake Gyllenhaal), um menino de rua que mora na ‘periferia’ do histórico Império Persa, no século VI. Depois de mostrar coragem na praça do mercado, ele é adotado pelo rei. Quinze anos depois, Dastan, os filhos do rei Garsiv (Toby Kebbell) e Tus (Richard Coyle) lideram o exército persa em um ataque na cidade sagrada de Alamut, tendo como pressuposto de que a população estaria vendendo armas aos seus inimigos, como relatado por Nizam (Ben Kingsley), irmão do rei, e conselheiro do mesmo.
Dentre estas batalhas Dastan acaba encontrando a princesa Tamina (Gemma Arterton) que tem em mãos a mística Adaga do Tempo, um instrumento que tem como função dar a seu titular a possibilidade de voltar no tempo em um curto período, para que este possa corrigir um erro ou refazer determinado momento.
Os persas comemoram sua vitória, mas durante a celebração o príncipe Dastan é enganado ao presentear, com um vestido envenenado dado por Tus, o rei Sharaman (Ronald Pickup), o que acaba fatalmente matando o soberano. Sendo assim o Príncipe Dastan é tido como culpado e passa a ser caçado junto com Tamina, pelos guerreiros persas. Tentando descobrir a real morte do rei e buscando proteger a sagrada adaga, Dastan e Tamina se unem em busca de seus objetivos.
Com um orçamento de 200 milhões de dólares o filme não fica devendo em nada no quesito técnico: Uma fotografia sublime, um figurino muito bem elaborado e boas cenas de ação graças a uma montagem coesa e não muito espalhafatosa. Uma montagem boa é verdade, mas somente nas cenas de ação, isso porque o filme carece muito de um ritmo mais forte. Os 116 minutos parecem 200 minutos por certas cenas alongadas (a trama principal só é encabeçada depois de meia hora de filme) e acabam prejudicando a fita.
O diretor encarregado de “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” é o britânico Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”), tendo como seus roteiristas: Carlo Bernard e Doug Miro (“O Mistério das Duas Irmãs”), Boaz Yakin (“O Justiceiro”), por sinal bem trabalhado e claramente tentando manter ao máximo certa consciência quanto ao game. Mas sempre contrapondo um roteiro bem trabalhado com uma direção muito arrastada e com os típicos clichês presentes nestes filmes pipocas.
O erro mais grave sem sombra de dúvida foi à escolha do fraquíssimo Jake Gyllenhaal, que não consegue convencer como um ator de ponta. Junta alguns bons trabalhos como “Donnie Darko” e “O Segredo de Brokeback Mountain”, mas não consegue ter o mínimo de um carisma que um príncipe/herói deveria ter. A bela Gemma Arterton, o cômico Alfred Molina e o vingativo Bem Kingsley não comprometem o filme.
“Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” veio com o intuito de substituir a franquia “Piratas do Caribe”. A princípio dá indícios que não terá o seu êxito esperado, a Disney prometia uma revolução se tratando de adaptações de games. Não cumpriu a promessa inteiramente, mas mesmo assim produz outra boa dose de entretenimento.
Nota: 6,0
Parece mesmo que o universo prince of persia só brilha nos video games, no cinema brasileiro este filme faz sucesso, porém, nos e.u.a onde interessa ele está desapontando, sendo que não chegou nem perto dos 3 primeiros nas bilheterias, desapontante pra mim que sou fã deste jogo, se continuar desse jeito não teremos uma sequencia, infelizmente…
É o filme de adaptação de game mais bem sucedido da história do cinema. Já arrecadou 300 milhões de dólares… e vc diz que isso não é nada?
Um bom tempo
Nova aventura da Disney não surpreende, mas agrada.
Não é segredo para ninguém que os longas da Disney de aventura normalmente não conseguem se mostrar de grande nível. “Príncipe da Pérsia: As areias do tempo” (Prince of Persia: The Sands of Time,EUA, 2010) em cartaz no país há três semanas, também não escapa dessa praga. Olonga que tinha grande potencial acaba sendo prejudicada pela ausência de grandes surpresas.
Baseado em um famoso jogo, o Príncipe da Pérsia que o título se refere é Dastan (Jake Gyllenhaal), que fora adotado pelo rei da Pérsia quando era pequeno. Corajoso e leal, sempre procura agradar ao pai e aos irmãos. Contudo ele acaba sendo traído por um faliar próximo e tido como traidor. Desesperado, Dastan foge e com a ajuda da Princesa Tamina (Gemma Arterton), vão tentar mostrar a verdade. Nessa aventura, Dastan descobre o poder de uma adaga sagrada que pode voltar ao tempo e ela pode ser a causa da guerra entre duas nações.
A história já não é tão empolgante ou diferente assim, mas o diretor Mike Newell, que havia feito um ótimo trabalho em “Harry Potter e o Cálice de Fogo” dá ao filme um clima muito bom de ação, aventura e romance, fazendo com que a história ou o roteiro não pareçam fracos – o que não é muito de fato. O elenco é maravilhoso, Jake Gyllenhaal incorpora muito bem Dantan e ganha o carinho da platéia nos primeiros minutos de exibição. Jake tem um bom ritmo ao lado de Gemma Arterton, com que compartinha a maioria das cenas boas. Os coadjuvantes também merecem elogios.
O que acaba dificultando o trabalho da galera é o fato de que o filme não consegue surpreender em quase nada. Bem que poderia haver um mistério para saber quem é o verdadeiro traidor, mas não, até mesmo a divulgação do longa já joga isso de cara, fato bem Disney. As cenas de ação sim, realmente empolgam e temos tomadas excelentes, como a fuga nos telhados e os momentos finais.
Apesar de não conseguir um clima de mistério ou dúvida, “Príncipe da Pérsia: As areias do tempo” cumpre muito bem sua função de entretenimento. Espero mesmo que tenha uma continuação, pois o filme só tem a ganhar. Nota: 8.0
Cara… tudo bem eu sei q é um pouco tarde ja de dar uma opinião maass, estava eu aque em casa num belo sabado sem lhufas para fazer, resumidamente me arrumei rapido demais, sai correndo, peguei o buzão, cheguei no cinema, perdi os trailers, porem…garotos e garotas, tenho que dizer, otimo filme, nunca joguei Princi of Percia, talvez tivesse alguma critica mais reluzente a ser feita quanto a tal se tivesse jogado, porem, com toda sinceridade, se voçê não assistiu nas telonas, ou por incrivel que pareça não tem tempo de ir num cinema(seja qual for o dia da semana) pelo menos alugue, apos chegar na sua locadora mais proxima(ou baixe da internet se vc quer entupir seu pc de virus)
enfim vale muito a pena assistir o filme seje vc fã dos games, ou não.(continuem assim pessoal do cinemacomrapadura.com.br, otima equipe, otimas informações)
O filme foi muito bom, com muita ação e efeitos especiais.
Ao assistir, no começo do filme, me fez lembrar do desenho da Disney, Alladin. Foi igualzinho, uma criança fugindo dos guardas reais pelas ruelas de uma cidade.
Percebi também que o protagonista fazia muitos movimentos acrobáticos lembrando o primeiro jogo da série para PC. Nostálgico!!!!