- Gênero:
- Aventura
- Duração:
- 101min
- Origem:
- EUA
- Estréia:
- EUA - 16 de outubro de 2009
- Estréia:
- Brasil - 15 de janeiro de 2010
- Estúdio:
- Warner Bros.
- Direção:
- Spike Jonze
- Roteiro:
- Spike Jonze, Dave Eggers
- Produção:
- Tom Hanks, Vincent Landay, Maurice Sendak
- Classificação:
- 10 anos
A produção infantil é uma adaptação de Where The Wild Things Are, de Maurice Sendak. Publicado originalmente em 1963, o livro acompanha Max, um garoto malcriado mandado para a cama sem jantar. No quarto, ele começa a imaginar um mundo exótico, a terra de Wild Things, povoado por criaturas selvagens estranhas, que recebem o menino como seu regente.
- Orçamento:
- $ 100,000,000
- Faturamento local:
- $ 77,233,467
- Faturamento mundial:
- $ 22,853,326
- Site oficial:
- http://wherethewildthingsare.warnerbros.com/






































































9 Comentários
O filme que eu mais tenho expectativas esse ano, no caso agora para o ano que vem, mas quem sabe consigo ver antes do ano que vem.
A historia desse filme é otima e to louco pra assistir.
Nossa, me identifiquei muito com a história do livro, e coisas assim sobre a infância me tocam muito… mal posso esperar!!
Sem dúvidas um dos melhores filmes do ano,
e melhor do gênero.
É uma pena que chegue atrasado no Brasil…
Essas imagens estão ótimas, a cada vez que as vejo sinto-me agoniado pela distância da estreia.
- Dia 15 de janeiro, cadê você?
Muito bom, esse filme!! =D Efeitos lindos. Fotografia fantástica. História tocante. Recomendadíssimo!!
Depois de história sem fim nenhum filme conseguiu demonstrar essa sensibilidade que nos remete a nossa infancia, esse filme é 10, filmes assim são raros e merecem um destaque maior.
Ficou abaixo da minha expectativa, esperava mais….
Trilha sonora sensacional.
Um filme que poderia ter sido mais. Com uma resolução fraca e péssimo desenvolvimento dos monstros, fica devendo. Detalhe para uma trilha sonora que é de arrepiar.
Tratar de pensamentos, fantasias ou imaginações já é complicado, se tratando de crianças então a dificuldade aumenta. “Onde Vivem os Montros” foi falhou nesse quesito. Com uma boa idéia baseada no livro de Maurice Sendak o diretor Spike Jonze falha em sua execução.
Spike Jonze é considerado por muitos como um dos grandes produtores dessa nova geração, apesar de ter dirigido apenas três filmes o diretor conseguiu agradar boa parte do público. Spike foi indicado ao Oscar pelo roteiro nada tradicional de “Quem quer ser John Malkovich” e dirigiu também “Adaptação” filme que rendeu Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Chris Cooper. Porém em seu terceiro filme Spike não conseguiu transmitir o que ele desejava. Sabendo-se que obviamente o público alvo de “Onde Vivem os Monstros” são as crianças o diretor acabou deslizando em alguns detalhes, por horas minuciosos, mas certas vezes gritantes.
Max (Max Records) é um menino extremamente solitário, ao mesmo tempo bagunceiro e com uma imaginação muito fértil. O menino sofre com a falta de atenção de sua irmã mais velha, Gracie (Pepita Emmerichs), e principalmente de sua mãe (Catherine Keener) atolada com seu emprego e com seu namorado (Mark Ruffalo) – que não sei porque literalmente nesse filme não pronunciou uma palavra – . Depois de uma discussão com sua mãe, Max foge correndo de sua casa. É aí que ele vai parar em um local desconhecido habitado por monstros nada cativantes, sendo considerado por eles um Rei.
A primeira parte do filme é extremamente interessante, se adentrando no mundo dos monstros, viajamos junto com Max nesse novo universo. Com uma trilha sonora magistral na qual vou resenhar posteriormente, conseguimos sim embarcar e acreditar no mundo criado por Max – esse talvez fosse o maior desafio de Spike, fazer o mundo criado por ele parecer crível – . Entretanto a segunda parte do filme é um desastre. O monstro Carol parece ter dupla personalidade, a personagem no começo extremamente simpática, amorosa começa a ficar rancorosa, raivosa com uma explicação totalmente sem nexo dada por Spike Jonze. O diretor deixa no ar algumas perguntas que só lendo o livro mesmo para saber. Ele não deixou claro o porque da briga entre Carol e KW? Porque Carol odeia tanto as corujas? Porque os monstros comeram os reis anteriores? E mais algumas arestas deixadas ou por descuido, ou imaginando que não iriam atrapalhar em nada. Atrapalhou.
Outro ponto que pode atrapalhar a recepção do filme é o fato dos monstros não serem nada cativantes ou no mínimo atraentes, uma criança olhar um bode com cabelos vermelhos e chifre talvez não seja a figura de seus sonhos. A parte o roteiro fraco, é fundamental destacar a parte técnica do filme. Uma fotografia espetacular, talvez a melhor cena do filme seja a tomada em que os monstros e Max estão em uma rocha observando o pôr-do-sol, fantástica. A própria imagem do pôster onde Max e Carol estão no deserto é simplesmente linda.
Mas o que merece um parágrafo a parte é a trilha sonora brilhante, o trabalho realizado por Carter Burwell e Karen Orzolek é sem sombra de dúvida a melhor parte do filme e sinceramente poucas trilhas sonoras conseguem atingir tanto no quesito emoção, mas em “Onde Vivem os Monstros” é completamente diferente. Carter Burwel que teve sempre uma carreira muito ligada aos irmãos Coen – Burwell já trabalho em filmes como “Teoria da Conspiração” e “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto”. Recentemente Burwell compôs as musicas instrumentais de “Crepúsculo”. Porém essa pode ser a consagração de Burwell, com músicas fantásticas ele realizou seu trabalho mais perfeito. Burwell teve a parceria de Karen Orzolek, que já participou da trilha de “Não Estou Lá” filme sobre o cantor Bob Dylan, e compôs a música de tema de “Onde Vivem os Monstros”, chamada de All is Love – ótima por sinal.
Partes técnicas a parte, faltou um pouco mais de cuidado para Spike Jonze, se o filme sobrou na edição e na composição do som, faltou muito no roteiro. O filme não é ruim – existem cenas lindas e comoventes, basta ver a beleza quando Carol e Max rolam na areia – porém pelas pretensões que eu imagino que Spike tinha, acabou pecando nesses aspectos.
“Onde Vivem os Monstros” deve ser acompanhado por todos, uma trilha sonora de arrepiar e uma lição vida – mesmo que mal contada – sempre caem bem.
Nota: 5,5
http://cinemmaster.blogspot.com/2010/01/onde-vivem-os-monstros.html
A recepção ao filme foi geralmente favorável por vários críticos conceituados. Mas, por onde começar. Resposta curta, evitar essa situação e salvar seu dinheiro. Assisti com grande esperança de ser um grande filme com base no trailer e, utilizando vários termos, visto os valores utilizados nas livrarias que assumiram que a fama era justificada. Fiquei surpreso ao descobrir que o livro é tão frágil em relação à história que nunca deveria a ser filmado. Mesmo com as extensões que a equipe de produção introduziu. Infelizmente, o trailer foi melhor do que o próprio filme. A entrega inútil tedioso de um livro clássico. Dark ameaça e criaturas idiotas e um menino rebelde que o comportamento deve ser fundamentado por um ano. O filme não é exatamente de ir a lugar algum, exceto decepcionar. Qualquer tentativa de fazer um filme de Maurice Sendak filhos delgado do clássico – particularmente um que tem 10 vezes mais tempo para assistir do que ler o livro – não vai agradar a todos. Não importa o quão fiel experiência à tela é a da página impressa – uma mistura cativante de sentimentos e impulsos que podem colorida conversar com qualquer criança interior – não há como contornar o fato de que mais será menor no momento do fechamento do rolo de créditos. Você pode perceber enquanto assistiar Onde Vivem os Monstros, que o diretor Spike Jonze sabe que ele é finalmente condenado ao fracasso. Mas ele não colocar um inferno de uma briga antes do conquistador, a economia eclética de ganhos Sendak é a visão do lado superior. O cartão de visita do filme é a facilidade com que ele entra na cabeça de seus nove anos de feisty-protagonista de idade. O tema é sobre Max (Max Records) está se sentindo sozinho no mundo. O mundo real, isso é. Os personagens são: Carol, o mais impulsivo e carismático dos Monstros. Ira e Judith uma tarefa simples, delicado de falar e seu infortúnio “agressivo” namorada. Alexander um cabra-como coisa selvagem, que é constantemente ignorado, menosprezado e maltratado. Douglas um pássaro-como guardião da paz que é a melhor amiga de Carol. Bernard, um animal calmo e intimidante que a maioria guarda para si mesmo e doesnt mesmo falar até o fim do filme. KW o solitário do grupo cujas partidas constantes irritam Carol muito como ele quer que todos eles para ficar juntos. Filme bonito visualmente, mas séria falta de enredo e de substância. Pensei que esse era um pouco assustador e ameaçador para as crianças. É difícil adivinhar se muitas crianças irão desfrutar do filme. Pesada, às vezes, ele provavelmente poderia ser de 15 minutos mais curto e não possui um senso real de perigo mortal. Há também, por vezes, uma tentativa de valer-se de para sentir a correspondências entre a ilha e a aventura da vida real de Max com sua mãe e sua irmã, como previsto nas cenas de abertura. Mas Onde Vivem os Monstros procura destacar sua evocação potente do timbre da infância imaginando, com sua combinação de outré e o banal, grandes esquemas confundidos com sentimentos delicados e ao desejo de quebrar as coisas. A história simplesmente não faz sentido. Nota: 4,0