- Gênero:
- Ação - Policial
- Duração:
- 122min
- Origem:
- EUA
- Estréia:
- EUA - 20 de novembro de 2009
- Estréia:
- Brasil - 15 de janeiro de 2010
- Estúdio:
- Imagem Filmes
- Direção:
- Werner Herzog
- Roteiro:
- William M. Finkelstein
- Produção:
- Nicolas Cage, Randall Emmett, Alan Polsky, John Thompson
- Classificação:
- 18 anos
Após salvar um prisioneiro de afogamento em decorrência do furacão Katrina, o detetive Terence McDonagh é promovido a tenente. Com as costas seriamente contundidas, passa a depender de analgésicos para aguentar a dor. Um ano depois, está viciado em Vicodin e cocaína, mas continua trabalhando em nome da lei. Quando uma família de imigrantes africanos é assassinada, ele é nomeado para o caso, e sai à procura do assassino. Mas seu próprio envolvimento em atividades ilegais compromete seus padrões morais e ameaça colocar sua missão em risco.
- Orçamento:
- $ 25,000,000
- Faturamento local:
- $ 1,702,112
- Faturamento mundial:
- $ 8,762,522
- Site oficial:
- http://www.badlieutenantportofcallneworleans.com/










































10 Comentários
Espero realmente que Nicolas Cage volte ao círculo de melhores produções cinematográficas, ele é um ótimo ator.
Espero realmente que Nicolas Cage volte ao círculo de grandes produções cinematográficas, ele é um ótimo ator.
Respondendo a pergunta: Seria a volta do ator aos filmes bons? R: Não.
O Filme é horrivel, cansativo, chato, nicolas não faz um bom papel, a eva mendes é razoavel, mas o filme é uma droga.
Posso me arrepender, mas estou confiando em sua volta a belas atuações. E filmes bons como “Senhor das Armas” e “Vivendo no Limite”.
Vamos la EU ACREDITO!
Na minha opinião, Nicolas Cage é um ótimo ator, sou super fã dele.
Torço para ele continuar fazendo filmes que correspondam ao talento dele e tenho certeza que 2010 vai ser o ano dele.
Eu curti.
O filme é irado, não achei chato como nosso amigo Caio falou. E sobre o Cage…
talvez seja porque ele estava muuuito ruim ultimamente, mas achei ele bem nesse filme. Conseguiu fazer caras e bocas, nao ficou só no estilo stalonne de mecher a boca. Não vai ser o N. Cage de antigamente, mas já deu gosto de ver ele atuar.
Abrass cambada.
Eu naõ acredito que com ESSE filme em especial o Nick volte a ser o grande ator que sempre foi. Muitos abem que ele é o meu ator do coração, sou fã desse cara, meu ídolo mesmo. Já fez muita coisa com gente de altíssimo, exemplos como David Linch, Scorsecese, Irmãos Coehn, Mike Figgs, Brian De Palma, Breet Retener, Fancis Ford Coppola e cia…
Tô torcendo muito pela volta desse cara, fico aqui no aguardo!
Tirem a parte policiam e coloquem um médico e seria House
Roteiro ruim, mal conduzido e pessimamente elaborado, “Vício Frenético” é uma completa decepção que só é minimamente atraente bela pela interpretação de Nicolas Cage.
O alemão Werner Herzog ganhou apreço da crítica norte-americana quando realizou um excelente trabalho com “Aguirre, A Cólera dos Deuses” um filme independente com um teor histórico/dramático surpreendente. Herzog ainda continuou produzindo bons filmes na década de 70 e 80, como “Nosferatu: O Vampiro da Noite”, “Fitzcarraldo” e recentemente “O Sobrevivente” estrelado por Christian Bale. Mas foi em 2009 que Herzog teve a idéia de produzir um filme norte-americano, o chamado “hollywoodiano”. Difícil entender o porquê dessa escolha. Em “Vício Frenético” ele realiza sem sombra de dúvida seu pior filme.
Herner Herzog decidiu refilmar o ótimo Vício Frenético de 1992 dirigido por Abel Ferrara. Não chega nem aos pés da obra-prima que foi o original “Vício Frenético”.
O filme é estrelado por Nicolas Cage que vive uma de suas piores fases de sua carreira, onde não consegue acertar um filme razoavelmente bom, vide seus últimos papéis nos péssimos “Presságio” e “Perigo em Bangkok”. Surpreendentemente o ator é a única coisa que pode levar alguém a pensar em assistir esse filme. Com uma caracterização muito boa aonde o ator vai aos poucos sofrendo as conseqüências de seu personagem. A cada momento Nicolas Cage vai ficando mais “corcunda”, dando risadas por nada. O artista consegue embarcar no filme e interpretar com muita qualidade o viciado Tenente McDonagh.
“Vício Frenético” começa com um prisioneiro quase se afogando graças ao furacão Katrina. É então que o detetive McDonagh (Nicolas Cage) o salva. Graças a esse ato heróico McDonagh é promovido a Tenente em seu departamento. Em função de uma dor nas costas, McDonagh passa a depender de analgésicos para aliviar sua dor. Após um ano de vício em Vicodin e cocaína uma família de imigrantes africanos é assassinada e ele irá comandar o caso em busca dos assassinos. Porém seu envolvimento com traficantes e conseqüentemente com as drogas acabam lhe prejudicando profissionalmente e particularmente.
Um dos principais erros de Herzog foi focar excessivamente em Nicolas Cage, com um elenco bem qualificado – sem sombra de dúvida o melhor elenco de seus filmes – ele pouco aproveita. Val Kilmer que interpreta Stevie Pruitt, um colega de trabalho de McDonagh, quase não entra em cena. O ator que já realizou bons trabalhos em “Fogo contra Fogo” e “The Doors” parecia estar nos ostracismo em “Vício Frenético”, totalmente esquecido na trama. O elenco ainda conta com Michael Shannon indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Foi Apenas um Sonho”, Shawn Hatosy (“Alpha Dog”), Brad Dourif (“O Senhor dos Anéis: As Duas Torres”), Jennifer Coolidge (“Click”) e Eva Mendes (“Um Dia de Treinamento”). Todos completamente desperdiçados com seus papéis pífios dados por Herzog.
O filme contém uma fotografia confusa, por vezes parece exercer um brilho excessivo e por horas parece faltar. A idéia de focalizar as iguanas para demonstrar a alucinação vivida por Nicolas Cage por horas é risível, parecendo uma comédia. Um final completamente sem nexo, onde em um passe de mágica tudo se acerta. Se Herzog chega a irritar de não querer ser nada clichê o seu final é completamente clichê, mostrando dualidade.
Assistindo “Vício Frenético” você não consegue acreditar que isso seja real, apesar de saber que existem muitos policiais que se envolvem com drogas e traficantes, Herzog consegue fazer você esquecer que isso existe, forçando demais as cenas onde Nicolas Cage está se drogando. Outro ponto negativo para o filme.
Difícil entender que o diretor de “Fitzcarraldo” realizou um filme tão fraco tecnicamente, parecendo ser dirigido por um amador se adentrando no mundo cinematográfico. Com conteúdos e diálogos risíveis só mesmo os fãs de Nicolas Cage poderão apreciar essa péssima refilmagem.
Nota: 2,5
http://cinemmaster.blogspot.com/2010/01/vicio-frenetico.html
Bem…Depois da “Critica espontânea” do nosso amigo Felipe Ferraz, me resta dizer muito pouco!!!
Vi o filme ha alguns dias atras, e já tinha visto o original com Harvey Keytel, sim Claro confesso que o original é melhor, mas tambem, “confesso” que gostei de vicio Fernético, não achei um filme cansativo, muito pelo contrario achei até mais dinâmico que o original, o roteiro é muito bom, até porque é uma refilmagem de uma filme classico. Penso que um bom roteiro pode ser filmado em qualquer lugar e mesmo assim ter um bom resultado, vimos isso com Os infiltrados e seu original Conflitos Internos, filmados em ambientes completamente diferentes. sobre a direção, achei muito boa, não é um Herzog dos melhores, mas mesmo assim já ta melhor que muitos filmes que vi rescentemente, gostei muito da camera distorcida e fora de foco em cima dos lagartos(lembrou Aguirre), deu a impressão de loucura e agonia, sentimentos vividos pelo protagonista.
Sobre Nicolas, já conhecemos suas caras e bocas é verdade, mas qual ator hoje não possue, não esta carregado trejeitos e tiks na hora de interpretar e isso Herzog sabe muito bem explorar. Nicolas eu aindaaaaaaa, acredito em você, rsrs(pelo menos um né).
O elenco é bom, isso é verdade, mas como disse o Saldanha “poderia ser melhor utilizado”.
Enfin, vi muita porcaria ano passado, e alguns filmes superestimados, se tem uma coisa que Vicio Fernético merece, é pelo menos ser chamado de Filme MEDIANO, mas ruin não né?
Abraços