Em 1987, a CBS lançou na TV uma versão “atual” de “A Bela e a Fera”, com Linda Hamilton e Ron Pearlman nos papéis principais, onde a donzela era uma promotora durona de Nova York e a natureza nobre do feral Vincent a conquistava. Era uma série interessante e que fez algum sucesso durante suas três temporadas. Aproveitando a moda de releitura dos contos de fadas que assola o cinema, o braço fílmico da CBS resolveu produzir uma nova versão moderna para essa clássica história, voltada para a geração “Crepúsculo”, se baseando no livro homônimo de Alex Flinn. Esta é a gênese da abominação cinematográfica chamada “A Fera”.
Aqui, acompanhamos as desventuras do jovem Kyle (Alex Pettyfer), um vaidoso, rico e popular rapaz de um colégio de elite de Nova York que, após humilhar Kendra (Mary-Kate Olsen), uma garota emo que todos pensam ser uma bruxa, acaba descobrindo que a menina é mesmo uma bruxa. Transformado em uma figura “horrenda”, Kyle tem um ano para fazer com que alguém se apaixone por ele, caso contrário, a maldição será permanente.
Abandonado pelo pai (Peter Krause), Kyle fica sob os cuidados de um tutor cego (Neil Patrick Harris) e uma governanta (Lisagay Hamilton). O rapaz acaba se apaixonando por Lindy (Vanessa Hudgens), uma politizada ex-colega de colégio, passando a adotar o nome de Hunter ao assediar a jovem para que esta não saiba sua verdadeira identidade.
É difícil precisar onde as coisas começaram a dar errado aqui. Mas, vamos nos ater ao básico nesse tipo de filme, que é o romance. O fato é que a história de amor dos dois envolve Kyle basicamente sequestrando Lindy, chantageando o pai da menina para que esta vá morar com ele em sua mansão. Isso já destrói qualquer premissa de romantismo que o longa poderia ter. O que se desenvolve entre os dois não é amor, é Síndrome de Estocolmo!
O casal principal é chato, desinteressante e sem química. Pettyfer simplesmente espera que seu visual (com ou sem maquiagem) faça o trabalho cênico por ele, enquanto Hudgens está tão forçada que mais parece estar em uma peça (ruim) de alguma High School estadunidense, com ambos estando ali claramente apenas pelo pagamento, sem nenhum investimento emocional na história e, francamente, não posso culpá-los.
Os diálogos expositivos são outra coisa que ultrapassam a barreira do aceitável. Exemplos disso são o discurso inicial de Kyle, as cenas do garoto falando com o pai relapso, o momento em que um traficante ameaça Lindy (“Sua filha pelo meu irmão!“), a cena em que a mocinha tem de dizer em alto e bom som o quão gosta de fazer trabalho voluntário em um abrigo depois de vermos a moça fazendo isso… Parece que o roteirista e diretor Daniel Barnz precisa mastigar absolutamente tudo para que o público compreenda o que acontece na trama, subestimando a inteligência da audiência. Só lembrando ao Sr. Barnz a regra de ouro do cinema: Mostre, não diga!
Por falar em mostrar, o visual “fera” de Kyle é fichinha perto de figuras como Marilyn Manson, por exemplo, longe de ser exatamente uma criatura repulsiva. Acho que é a primeira fera punk na história da cultura pop, com direito a scars, tatuagens (inclusive uma dizendo “suck“) e cabelo raspado. E mesmo a bruxa que é humilhada por Kyle no começo da projeção jamais chega a ser “feia” como o roteiro (aparentemente) pedia. E chamar a vaidosíssima Mary-Kate Olsen para o papel de uma garota que apronta o diabo para mostrar que vaidade é algo ruim só pode ter sido uma piada por parte dos produtores.
A única coisa que torna a experiência de assistir “A Fera” menos dolorosa é a presença de Neil Patrick Harris, cujo senso de humor traz alguma luz aos intermináveis 86 minutos desta produção. Atuando como o cego menos convincente do cinema desde Ben Affleck em “Demolidor – O Homem Sem Medo”, Harris deve ter percebido a bomba na qual se enfiou e, em todas as suas cenas, resolve fazer piadas com o filme. E, acredite, Harris teve muito material para trabalhar.
Chutando o público para fora da sala de cinema com dois pequenos epílogos mal costurados dentro da narrativa e absolutamente falsos, “A Fera” consegue a proeza de tornar os filmes da série “Crepúsculo” mais toleráveis por comparação, estando para aquela franquia como “Os Carrinhos” está para “Carros” .
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Thiago Siqueira é crítico de cinema do CCR e participante fixo do RapaduraCast. Advogado por profissão e cinéfilo por natureza, é membro do CCR desde 2007. Formou-se em cursos de Crítica Cinematográfica e História e Estética do Cinema.



























43 Comentários
Esquece a p(*) do Crepúsculo, c(*)!!!!!!!!!!
Em toda crítica negativa tu cita o raio dessa série, que coisa mais chata!
Parece um haterzinho adolescente!
Esse comportamento não é em nada melhor que o dos fanboys dos vampirinhos brilhosos.
Parece uma criança com raiva pq mexeram em seu brinquedinho favorito.
Eu, hein!
É fã de Crepúsculo?
Não, acho Crepúsculo um porre.
Mas essa birrinha do Siqueira com a série também é um porre!
O que raios esse filme tem a ver com Crepúsculo? Qual a necessidade de citá-lo aqui?
Parece que o cara quer aproveitar qualquer oportunidade para falar mal da série.
Coisa mais infantil!
essa birrinha com a saga crepusculo é apenas incenação de critico que nao sabe o que escrever tbem ja estou cansado com essas comparações com crepusculo, que isso qualquer filme de romance que obtenha um tipo de fantasia esses criticos caem em cima e comparam com crepusculo. Isso e comportamento de quem é fã da saga dos vampiros mais nao tem coragem de dizer, pronto falei
Bom eu já tinha assistido o filme no começo desse ano, e sabia que a crítica não ia gostar.
nada mais coerente do q comparar aos “filmes” da “saga” crepusculo, ja q se trata, dscaradamente, de uma tentativa d se aproveitar do sucesso alcançado por ela.
Olha, o filme é uma releitura teen de uma história fantástica. A comparação aqui serve como uma luva.
Ok, agora volte pra sua pokebola
Não tem como evitar a comparação se o autor da historia à escreveu justamente inspirado em crepúsculo.
Thiago, é bem isso mesmo. Como escrevi em meu texto, quando Kyle propõe que Lindy seja recolhida para sua mansão, o pai da garota fala “É muito confuso!”, ressaltando o absurdo da ideia. Enquanto o rapaz ignora as ligações da garota após ter lhe entregado uma extensa carta de amor, ela diz “Eu não entendo”.
Isto é: até os próprios personagens parecem incrédulos com as incoerências. E quando chega a ESSE ponto, o melhor a fazer é mesmo correr para as montanhas.
Dá uma dor no coração ver esse tipo de adaptação de uma das mais lindas histórias da Disney (e meu conto preferido), sendo feito com tanto descaso. Só assisti o trailer e sem dúvidas não vou passar disso.
Antes de me responderem pelo que falei acima eu digo sempre gostava de ler as criticas do ccr principalmente as do siqueira, mais agora estaum perdendo o gosto pocha nao tem um filme em que vc nao comparam com o outro, um conselho de quem era fã do portal, esqueçam as comparações irritantes e foquem apenas na resenha do filme em sí
Cara, aprendee a escrever para depois criticar o que os outros escrevem! Uma boa cartilha de português ajuda…
“Estaum” foi fod*.
Eu esperava um bom filme, após ver repetidas vezes o trailer no cinema, e ver o filme ser adiado cada vez mais no Brasil, isso me deu uma expectativa pro filme.
Mais depois dessas criticas ao filme, vou esperar na locadora. rs
Bela critica Sicas, liga pra galera daê de cima não. rs
O livro é bom.O filme concordo q é péssimo.
Já passei por várias críticas do Siqueira e já vi ele falar muita merda também. Não acho que comparar esse filme com Crepúsculo seja o caso. O filme é do mesmo gênero e visa o mesmo público-alvo. Se você discorda ou concorda com a opinião dele é outra história. Agora, ficar querendo bater boca agredindo ele diretamente é muita babaquice. Eu já vi falarem de tudo pra ele aqui e ele nunca nem se quer respondeu. Duvido que ele fique lendo os comentários sobre as críticas.
Citando o Igor aí em cima: “O livro é bom.O filme concordo q é péssimo.”
Concordo em numero, genero e grau =___=
Até pq mudaram toda a historia do livro, desde o jeito que eles se conhecem até o final da transformação.
Enfim, de igual ao livro só tem mesmo o nome do filme e a alegação de que foi baseado no livro.
Eu não assistir ao filme por isso não posso criticar
Mais de um tempo pra cá toda critica negativa do Siqueira envolve Crepúsculo.
Há um tempo atrás ele criticou a Garota da capa vermelha.
Disse que era parecido com crepúsculo.
Por não gostar de crepúsculo não quis assistir ao filme.
Minha irmã ia assistir a garota da capa vermelha.
Minha irmã também não gosta de crepúsculo.
Daí falei da critica, ela ficou meio com o pé atrás mesmo assim decidiu assistir.
E pra minha surpresa ele gostou do filme e disse que não tinha nada a ver com crepúsculo
Resolvi também assistir ao filme e achei a mesma coisa dela.
O filme não lembrava nada crepúsculo e era um bom filme.
Acho que o Siqueira ta meio paranoico com o Crepúsculo.
E isso ta prejudicando as criticas dele.
Critico tem que criticar um filme por seus atributos e não usar outro filme como base.
é exatamente o que quiz dizer
Disse tudo Thiago. Mas não é só o Thiago Siqueira que está paranóico com Crepusculo, mas vários criticos, parece que acabaram os bons criticos de cinema, eu vi uma critica também sobre a “Garota da capa vermelha” – depois de ter assistido ao filme e ter gostado muito – e na critica, que não era do Siqueira, dizia a mesma coisa, que o filme era parecido com Crepusculo, que ia para o mesmo segmento, eu pensei: ah tenha dó, me poupe vá, não tem nada a ver!
Foi o filme mais caro do mundo!! (1/0=infinito) sofrivel
É preciso saber interpretar texto aqui… Quando o crítico diz que determinado filme se assemelha a outro, nao quer dizer que seja igual, mas que tem elementos semelhantes. Nesse caso aqui, um conto fantástico, um amor proibido, e muito bla bla bla teen…
Só me responda uma coisa: Porque o amor deles é proibido? Porque o de Bella e Edward é bem lógico o porque, mas aqui não consigo ver… Só porque ele é feio? Isso é motivo para que seja perigoso o amor entre os dois? Ah faça-me o favor!
“É difícil precisar onde as coisas começaram a dar errado aqui. Mas, vamos nos ater ao básico nesse tipo de filme, que é o romance. O fato é que a história de amor dos dois envolve Kyle basicamente sequestrando Lindy, chantageando o pai da menina para que esta vá morar com ele em sua mansão. Isso já destrói qualquer premissa de romantismo que o longa poderia ter. O que se desenvolve entre os dois não é amor, é Síndrome de Estocolmo!”
Nunca li o livro original que envolve a Bela e a Fera, mas pelo menos no clássico filme da Disney, ela é obrigada a viver com ele também.
Mas nesse caso o certo mesmo é uma Sindrome de Estocolmo, todas as versões apontam isso, mesmo a da Disney ‘-’
uma Sindrome de Estocolmo associada com Simdrome de Lima, formando um dos casais mais adorados dos contos de fadas. XD
Sendo assim, levando-se em conta no que foi baseado, não há o que reclamar neste detalhe do filme
exacto, nesse ponto não pode haver critica porque todas as versões de baseiam nisso. mas o resto do filme acaba com td ‘-’
Exato, pelo menos alguém aqui também já asistiu “A bela e a fera”! kkkkkk
- Nossa que critica horrivel, não entedi nada e filme nem assim tão ruim (é meio chato)
mais da pra assistir de boa!! E pelo amor de DEUs, para de citar Crpúsculo…
E é assim que se diz critico… (piedade)
pois é se crepusculo é ruim deixa pra la mais para de citar
Cinema com Rapadura, curto muito o site, mas vamos mudar esses críticos que tem aqui no site, esta crítica sobre o filme “A Fera” ta parecendo muito com a que fizeram um tempo desse sobre o porque “Thor” é melhor do que “Homem de Ferro”… Francamente acho que o correto é não ficar comparando um filme com outro, acho que para ser crítico em algo tem que ser imparcial, e não ficar detonando algo para poder “endeusar” o que ele gosta. Thiago Squeira, vamos mudar isso se você quer ser Crítico mesmo, pois existem Críticos e “críticos”.
HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHA
Amei a crítica!!! Ri horrores com a parte em que diz que a escolha de Mary Kate foi uma piada por parte dos produtores! Foi exatamente o q pensei qnd no filme ela partiu para um discurso sobre como vaidade é ridículo, q deve pensar no interior… bitch, please… é a mesma coisa q aconteceria se escalassem Nicole Kidman e Meg Ryan para interpretarem mulheres ativistas contra o uso do Botox… exqueeeze me?
E a parte do Partick harris sendo o cego menos convincente desde Demolidor? kkkkkkkkkk quase me urinei….
Nossa, realmente adorei essa crítica… espero q venham mais críticas engraçadas como essa!
Tschüss!
Pessoal que tá reclamando porque o Siqueira comparou com Crepúsculo não deve ter visto o filme, nem mesmo o trailer. O filme é sim uma tentativa descarada de fazer a “versão crepúsculo” da história da Bela e a Fera po, nem fazem questão de esconder isso, é tudo muito semelhante só que piorado.
E sim, o filme é tão ruim, mas tão ruim, que me fez ter saudades de Crepúsculo.
O único ponto legalzinho foi realmente o Neil Patrick Harris que fez simplesmente um Barney (seu personagem em How I Met Your Mother) cego.
Só.
Concordo.Infelizmente todos esses filmes voltados para o público teen e que flertam com algo “sobrenatural” estão andando pelo mesmo caminho desastroso de Crepúsculo.
Avaliação 1 de 10? Duvido que o filme seja tão ruim assim.
Realmente não é!
Eu acho ridiculo fazerem uma comparação de Crepusculo e A Fera e mais se voce não gosta do filme tudo bem.
Mais não critica os filmes que falam de um amor proibido e de como duas pessoas completamente diferentes podem se paixonar ou melhor se amar.
Como sempre, ótima crítica. E sim, o filme é tão ruim assim. Na verdade 1 em 10 é até muito!
Eu até gostaria de dar uma olhada nesse filme. O detalhe do seqüestro e da chantagem, me lembra algumas taras de certos (shoujo) mangás ruins… Vou procurar para dar uma olhada. E concordo, parece ser o típico produto para a “geração Crepúsculo” que é conduzida a acreditar que um stalker é o namorado ideal.
Se consegue ser pior que a série Crepúsculo, realmente não deveria ter ganhando nem a única estrela…
Minha Nossa Thiago Siqueira, mais uma vez você me decepciona! kkkkkk
O que posso dizer sobre esta critica? Sabe, eu assisti ao filme, não vou dizer que foi ótimo, e emocionante, não, não foi, mas não é nem de longe um filme tão ruim quanto você faz parecer, você usa mais uma vez, como fez em seu citado “crepusculo”, argumentos vazios, como quem não sabe mesmo do que está falando.
Sabe o que me perguntei quando lia sua critica, se você alguma vez na vida já tinha assistido, àquele clássico da Disney, chamado “A bela e a fera”, você já assistiu? Porque parece que não! kkkk Você diz exatamente o seguinte em sua crtica, mal construida devo dizer: “O fato é que a história de amor dos dois envolve Kyle basicamente sequestrando Lindy, chantageando o pai da menina para que esta vá morar com ele em sua mansão. Isso já destrói qualquer premissa de romantismo que o longa poderia ter. O que se desenvolve entre os dois não é amor, é Síndrome de Estocolmo!”
Se você assistiu A BELA E A FERA, sabe que está parte do filme, tenta caracterizar a verdadeira história, onde o pai de Bela é colocado como prisioneiro no castelo da fera, por ter invadido sua propriedade, e então Bela chega e encontra seu pai naquele castelo gigantesco tranqueafeado por uma grade, e então se oferece para ficar no lugar do pai e a fera lógicamente aceita, como você pode perceber, o filme tenta refazer esta parte de “A Bela e fera” de maneira diferente, onde a fera salva a donzela e disso usa para leva-la para casa para tentar conquista-la, o que você diz ser um suposto “sequestro”, eu vou falar a verdade, eu nunca vi um sequestro onde o pai leva a filha para ficar sequestrada, mas ok, enfim, novamente você usa argumentos de conhecimento juridico em sua critica para caracterizar o que acontece no filme, o que para mim significa falta de argumentos, dizer que a moça está sofrendo de Síndrome de Estocolmo, vamos dizer… É o fim da picada, mas tudo bem.
Como se isso não bastasse, você diz que o filme vai para o mesmo seguimento de Crepusculo, quando eu não vejo semelhança alguma, em a “A Fera” o que existe é basicamente a oposição a beleza, mostrar que a beleza não é tudo, e que o que existe por dentro é mais importante, quando em Crepusculo o que vemos é a Bella se apaixonando por quem? Por basicamente o garoto mais gato que ela já viu, realmente igualzinho. Você acha mesmo que o publico de Crepuculo vai gostar de “A fera”? Eu vou lhe dizer quem vai gostar de “A fera”, pessoas como que eram crianças quando a “Bela e a fera” fooi lançado e que viram esse desenho refazer a história dos desenhos, mostrando que eles podiam sim ser mais bonitos e profundos, o público de crepuculo, gosta de homens bonitos que encantam moças nem tão bonitas assim e que mesmo assim os belos também retribuem o amor, com “A fera” o que existe é uma bela moça se apaixonando porum homem “horrivel”, sinceramente não me parece um filme que conquistará as fãs de crepusculo, “A fera” não é nem aqui nem na China um filme para jovens.
Agora concordo com você sobre as atuações, sobre a fera não ser tão fera assim,. quanto a todo o resto, só acho que da próxima vez você poderia usar argumentos mais coerentes para criticar um filme supostamente ruim, e parar de achar que dar notas baixas a um filme, é ser um bom critico. Desculpe minha sinceridade, mas assim como você critica os filmes, eu critico você, por uma critica em minha opinião ruim!
Pelo amor de Deus, quantos ano você tem? 15? hahahahaha “A Fera não é nem aqui nem na China um filme para jovens” dificil ler uma coisa dessas e não responder!!
O filme é lamentável,roteiro,atuaçoes,tudo! Concordo plenamente com a crítica do Siqueira