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	<title>Cinema com Rapadura &#187; Séries/TV</title>
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		<title>Séries/TV: Bates Motel pretende explorar as origens do clássico Psicose</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 04:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Hitchcock]]></category>
		<category><![CDATA[Bates Motel]]></category>
		<category><![CDATA[Carlton Cuse]]></category>
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		<category><![CDATA[Hitchcock [2012]]]></category>
		<category><![CDATA[Kerry Ehrin]]></category>
		<category><![CDATA[Psicose]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Farmiga]]></category>

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		<description><![CDATA[O canal americano A&#38;E estreou no último dia 18 nos EUA a série "Bates Motel", que mostrará a juventude do assassino Norman Bates]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-293538 aligncenter" alt="bates-motel5" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/03/bates-motel5.jpg" width="600" height="364" /></p>
<p>Mexer com clássicos é uma coisa perigosa. Não é à toa que em uma época em que vemos uma enxurrada de <em>remakes</em>, <em>reboots</em>, prelúdios e derivados seja difícil garimpar alguma coisa realmente boa sendo produzida. Nesse ensejo, o canal americano <em>A&amp;E</em> resolveu produzir a série “<strong>Bates Motel</strong>”, que contará a história da juventude de Norman Bates, um dos maiores psicopatas do cinema imortalizado no clássico <em>“Psicose”</em>, que por sua vez foi baseado no livro homônimo.</p>
<p>Logo de cara temos uma abordagem interessante sobre a obra e seus personagens, já que a história da série se passa nos dias atuais (vemos iPhones!), apesar de estar povoada por um ar retrô, que pode ser observado em objetos e figurinos e que fazem referência à época do filme e do livro. Nesse contexto de época nós enxergamos também o comportamento do próprio Norman Bates, em uma composição competente do ator Freddie Highmore. Bates tem um ar meio inocente, ainda que curioso pela idade. Mas ali já vemos pontos de uma preocupação exagerada com a mãe, que vai ser a base de toda a psicopatia com elementos de incesto e travestismo que comporão o personagem com dupla personalidade já adulto.</p>
<p>Aliás, o ponto principal que a série pretende explorar é justamente a relação entre Norman e sua mãe Norma, interpretada pela ótima (e linda!) Vera Farmiga. Sua atuação precisa dá o tom da personagem, que passa pela frieza calculista (reparem um leve sorriso ao constatar o “acidente” do marido) e o amor possessivo e manipulador por Norman. A química entre os dois funciona muito bem, tornando o elenco principal o melhor elemento do episódio piloto.</p>
<p>A montagem parece problemática, dando a impressão de lentidão no episódio e causando sono em alguns momentos. Também não tivemos muito desenvolvimento dos personagens secundários, com alguns parecendo bem estereotipados, mas isso deverá ser corrigido ao longo dos outros nove episódios dessa temporada. O piloto também deixou algumas pontas soltas a serem exploradas, como o irmão de Norman e a própria natureza estranha da morte do pai.</p>
<p>Apesar de alguns problemas, o saldo do piloto foi positivo. Tenho certeza que se os produtores Carlton Cuse (<em>“Lost”</em>) e Kerry Ehrin (<em>“Friday Night Lights”</em>) manterem o tom e a estética do piloto teremos uma série curiosa e que poderá acrescentar algo às obras originais já citadas. A produção estreou no último dia 18 nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Nkn5aEadrX4">http://www.youtube.com/watch?v=Nkn5aEadrX4</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: O que tem acontecido com as comédias na TV em 2013?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 19:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Californication]]></category>
		<category><![CDATA[Community]]></category>
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		<category><![CDATA[The Office]]></category>
		<category><![CDATA[Two and a Half Men]]></category>

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		<description><![CDATA[Séries como "Community", "The Office" e "Parks and Recreation" perderam a graça de vez ou é só uma fase ruim das comédias americanas?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-291323 aligncenter" alt="Community-Hunger-Games-Parody-e1360382367609" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/03/Community-Hunger-Games-Parody-e1360382367609.jpeg" width="600" height="399" /></p>
<p>Os americanos são conhecidos por exportar algumas das comédias mais memoráveis da história da televisão mundial. Só para citar alguns exemplos, temos clássicos como “<em>Friends</em>” e “<em>Seinfeld</em>”, que foram grandes sucessos de público e de crítica. Pensando nisso, parei para avaliar o retorno das principais comédias nesses primeiros meses de 2013 e considerei o resultado um pouco preocupante.</p>
<p>Sucessos de público, comédias como “<strong>The Big Bang Theory</strong>” e “<strong>Two and a Half Men</strong>” apostam em um humor mais simples e de situação, o que eu não aprecio muito, especialmente a segunda, que na minha opinião beira o ridículo. Por isso esperava mais de comédias consagradas e que têm boas temporadas passadas. O problema é que na maioria dos casos isso não tem acontecido.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-291324" alt="Raising-Hope-poster-hi-res1" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/03/Raising-Hope-poster-hi-res1.jpg" width="300" height="401" />Para começar, cito o exemplo de uma das minhas favoritas, “<strong>Community</strong>”. Os primeiros três episódios da quarta temporada não chegaram nem perto dos anos anteriores. De um primeiro episódio apenas regular que fazia referencia a<em> “Jogos Vorazes”</em>,  a série está indo ladeira abaixo. A demissão do criador e <i>showrunner</i>, Dan Harmon, está afetando a produção, que ainda perdeu o ator Chevy Chase.  O futuro aqui é preocupante.</p>
<p>Outra produção que se acomodou foi “<strong>Happy Endings</strong>”, com roteiros preguiçosos e episódios pouco inspirados. Já “<strong>New Girl</strong>” tem preferido focar mais em romances, o que tem afetado a regularidade da série. Também já achei mais engraçada. Sem contar que, apesar de linda, continuo achando Zooey Deschanel um vácuo de risadas. Todos os personagens são interessantes de alguma forma, mas não consigo achar ela engraçada.</p>
<p>E por falar em irregularidade, “<strong>Parks and Recreation</strong>” tem sofrido do mesmo mal. A impressão que dá é que os roteiristas acham que o carisma dos personagens são o suficiente pra fazer rir, o que não é. Vejo esse mesmo problema em “<strong>Californication</strong>”, que tem um bom protagonista que está sendo prejudicado pelos roteiros fracos.</p>
<p>Outra série que tem apresentado altos e baixos é “<strong>Modern Family</strong>”. A vantagem é que aqui o elenco é muito bom e acaba compensando alguns episódios fracos. E o que aconteceu com “<strong>The Office</strong>”? Meu deus, está horrível! Principalmente desde a saída de Steve Carrel. E nessa temporada o ator Ed Helms está ausente em quase todos os episódios, o que só fez piorar as coisas.</p>
<p>A única comédia que tenho achado realmente engraçada é “<strong>Raising Hope</strong>” (foto à esquerda). A série equilibra bem situações engraçadas com referências pop. E o elenco está afiadíssimo. Também aprecio “<strong>Girls</strong>”, mas não a considero uma comédia. Acho que a série tem ido mais para o drama, apesar de ainda me fazer rir.</p>
<p>O que vocês acham?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: The Following é uma das gratas surpresas de 2013</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 19:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Bacon]]></category>
		<category><![CDATA[The Following]]></category>

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		<description><![CDATA[A produção mostra como funciona a mente de um psicopata. O ator Kevin Bacon estrela a série ao lado de James Purefoy]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-290036 aligncenter" alt="following_dudes" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/02/following_dudes.jpg" width="600" height="300" /></p>
<p>Séries de serial killers não são novidades na televisão mundial. Temos alguns ótimos exemplos, que vão da brasileira “<em>As Noivas de Copacabana</em>” até o hit mundial “Dexter”. Então fui com o pé atrás assistir a estreia de “<strong>The Following</strong>”, produção estrelada pelo ator <strong>Kevin Bacon</strong> (“<em>Footloose</em>” e “<em>Sobre Meninos e Lobos</em>”) e criada por Kevin Williamson (“<em>The Vampire Diaries</em>” e os quatro filmes “<em>Pânico</em>”). E a série se mostrou uma boa surpresa, com muito suspense e cenas interessantes acerca de como funciona a mente de um psicopata.</p>
<p>A história apresenta o personagem de Bacon, Ryan Hardy, ex-agente alcoólatra e depressivo que é trazido de volta após o serial killer (e responsável por seu inferno astral) Joe Carrol (vivido por <strong>James Purefoy</strong>, de “<em>Roma</em>”) escapar da cadeia. A partir daí começa o jogo de gato e rato para evitar que mais assassinatos aconteçam. Um dos destaques do piloto é não cair em armadilhas como fazer a busca do mocinho  pelo vilão uma coisa simples.</p>
<p>O roteiro  expande o arco da série para uma história mais complexa, atestando como o surgimento de um culto pode ser formado nos dias de hoje, com influência da literatura e ajuda de ferramentas que vão desde mídias sociais até uso de vídeos no youtube (como vemos em episódios posteriores). A história também não fica presa ao “caso da semana”, trazendo desmembramentos interessantes e criando o suspense de não sabermos quem faz parte daquela seita.</p>
<p>Os personagens são bem apresentados e suas motivações ficam logo claras. O elenco também está muito bem, com destaque para Purefoy. Ele vive o assassino de maneira tranquila, sem histrionismos, sempre sorrindo e tentando passar charme, como uma espécie de Ted Bundy. A dinâmica entre seu personagem e o de Bacon é interessante, e o jogo mental que eles disputam renderam bons momentos no piloto, apesar do clichê envolvendo o caso amoroso entre Hardy e a esposa de Carrol.</p>
<p>Falando em coisas que me incomodaram, o excesso de flashbacks é um problema sério nessa produção. Além de não trazer nada de interessante, acabam soando artificiais e gratuitamente expositivos. Um exemplo acontece quando é comentado o já citado caso de amor de Hardy e a esposa de Carrol, apenas para entrar um flashback mostrando o primeiro beijo dos dois.</p>
<p>Tecnicamente a produção da série é muito boa, e a direção não poupou imagens chocantes, o que é raro na TV aberta americana. A série já tem uma audiência consolidada nos EUA e provavelmente terá vida longa. E apesar de alguns problemas, a série está no caminho certo e parece ser promissora.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F_c3PNs1eV8">http://www.youtube.com/watch?v=F_c3PNs1eV8</a></p>
<p>Alguém aí já assistiu?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Fringe chega ao final após cinco temporadas e 100 episódios</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 11:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais séries de ficção científica exibiu recentemente seu finale.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>D<img class="size-full wp-image-289544 alignright" alt="fringe512_6" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/fringe512_6.jpg" width="300" height="445" />epois de cinco anos e 100 episódios de Olivia, Peter e Walter, uma das séries mais queridas pelos aficionados por <em>sci-fi</em> chega ao seu final. <strong>“Fringe”</strong> completou sua bela saga lutando contra dificuldades impostas pela baixa audiência e se ancorando no apoio dos fãs mais devotos para se manter no ar. Tudo isso sem nunca abrir mão da criatividade, conseguindo cumprir seu objetivo e marcando um lugar na história da televisão mundial. E que belo final! <strong><span style="color: #ff0000">(CUIDADO: O texto a seguir contém spoilers!!) </span></strong></p>
<p>Uma das maiores virtudes de “Fringe” foi nunca ter tido medo de dar uma guinada radical na sua narrativa. No início, a série tinha uma proposta de procedural com casos de semana amparados por uma trama principal sobre conspirações de grandes empresas. Mas “Fringe” foi além disso e estabeleceu uma mitologia respeitável e, apesar de mudar sua narrativa a cada temporada, sempre manteve sua essência e fidelidade aos personagens. Não é à toa que vemos Walter ingerindo LSD nos últimos episódios ou  a relação e a origem dos Observadores.  Tudo foi plantado e estava lá desde a primeira temporada.</p>
<p>Falando sobre a última temporada, confesso que já estava sem paciência com o andamento da história. A trama estava muito arrastada, o que tornou o desenvolvimento bem irregular. O arco de descobrir o plano para derrotar os Observadores pouco a pouco se tornou bem chato e as coisas não saíam do lugar. Olívia ficou completamente avulsa nesse período e, mesmo após a perda da filha, acabou apagando mais ainda a atuação de Anna Torv. Em contrapartida, Peter cresceu mais na história, fazendo bom uso do dispositivo que quase o tornou um Observador. O problema é que até o melhor personagem da série. Walter, estava um pouco redundante. Mas os quatro últimos episódios retomaram o brilho, a ação e o drama característicos da série, entregando um <i>series finale</i> emocionante e bem-amarrado.</p>
<p><img class=" wp-image-289546 alignleft" alt="Fringe_zpsc0556951" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/Fringe_zpsc0556951.jpg" width="291" height="258" /></p>
<p>O episódio apresentou uma resolução interessante, além de trazer todos os personagens marcantes (até os do universo alternativo) para uma última aparição. Outro fator que vale destacar são as boas atuações do elenco e o fenomenal John Noble. Ainda fico abismado quando vejo que o cara não foi indicado a um prêmio sequer. Também vale citar a origem dos Observadores apresentada e o fato de eles terem suprimido a emoção ao substituí-la por inteligência, tornando-se quase robôs. Ao constatar o erro em suas fundações, o personagem Setembro entende a importância da emoção para a humanidade, fazendo no episódio um reflexo da nossa sociedade, onde as relações se mostram cada vez mais distantes e mecanizadas.</p>
<p>E tudo nos leva aos primórdios da série e seu principal gancho. O amor de um pai pelo filho, fazendo com que o primeiro seja capaz de atravessar universos e reconfigurar histórias apenas para que o último tenha a oportunidade de rever a própria filha e dar continuidade à família. E ao vermos a cena em que Peter, Olivia e Etta estão juntos no parque, é impossível não lembrar de Walter e tudo o que foi sacrificado para aquele momento acontecer. Sei que algumas pontas ainda ficaram soltas, mas ao vermos tudo isso, digo sem medo: não há como não amar &#8220;Fringe&#8221;!</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Os retornos de Girls, Californication e Shameless</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jan 2013 22:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Californication]]></category>
		<category><![CDATA[Girls]]></category>
		<category><![CDATA[Shameless]]></category>

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		<description><![CDATA[As comédias da TV por assinatura americana retornam para suas novas temporadas, com destaque para "Girls", recém ganhadora do Globo de Ouro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-289334" alt="CALIFORNICATION" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/californication1.jpg" width="600" height="300" /></p>
<p>As comédias da TV paga americana voltaram com tudo neste início de ano. Algumas das minhas produções preferidas retornaram de seus hiatos para mais um ano. São elas “Californication”, “Shameless” e a recém premiada “Girls”. É possível estabelecer um paralelo entre elas, já que sua abordagem é cercada sempre pelo mesmo tema. Apesar de as três séries sempre colocarem seus personagens em situações constrangedoras, o sexo sempre é o ponto de partida para que aqueles universos se desenvolvam. Cada um com o seu olhar.</p>
<p><strong>“Californication”</strong> voltou afiadíssima com um texto cínico e uma abordagem debochada sobre a sexualidade dos personagens principais. Hank está arrependido pelo desenrolar do seu último relacionamento/<em>stalker</em> e sua eterna frustração em não se acertar com Karen. Aliás, adoro quando o personagem entra nessa <i>vibe</i> autodestrutiva. As situações se tornam mais absurdas e são um prato cheio para o talento de David Duchovny. Também acho muito bacana a relação dele com sua filha Becca, que sempre assume o papel da “responsável” na relação. E Charlie continua sendo um dos melhores coadjuvantes da TV. O que foi aquele roqueiro maluco querendo fazer uma ópera-rock baseada na obra de Hank? Ótimo retorno.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-289178" alt="william-h-macy-shameless-frank-gallagher" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/william-h-macy-shameless-frank-gallagher.jpg" width="240" height="240" />E por falar em voltas, outra que deu as caras foi <strong>“Shameless”</strong>. O que acho mais legal na série é ver como a família Gallagher improvisa a forma de ganhar dinheiro e tenta sobreviver no meio da crise financeira. Apesar de ter muitos personagens, todos são muito interessantes, dos vizinhos que fazem vídeos pornográficos (olha o sexo aparecendo de novo) até Frank, o patriarca beberrão que consegue entrar nas situações mais inusitadas. Muito bacana o fato de ele ter ido parar no México (sem saber como, óbvio) e tentar voltar na forma de mula transportando drogas.</p>
<p>É interessante também como a série mostra o contraste entre a irresponsabilidade de Frank e o esforço de Fiona em tentar manter a família toda unida.  A série também abriu um arco envolvendo o relacionamento de Steve com os traficantes brasileiros. Vai ser interessante vê-lo tentar equilibrar seu relacionamento com Fiona e o falso casamento, além de ter que arranjar um emprego normal.</p>
<p><img class="alignright  wp-image-289180" alt="011113-ep11-hannah-600" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/011113-ep11-hannah-600.jpg" width="240" height="280" />A mega premiada <strong>&#8220;Girls&#8221;</strong>, da HBO, é produzida, escrita, dirigida e estrelada por Lena Dunham, o que mostra o talento da moça. Achei que a série demorou um pouco para engrenar na primeira temporada, mas depois que encontrou seu ritmo se mostrou uma das gratas surpresas dos últimos anos. Acho interessante esse olhar sobre a juventude daquelas personagens, onde aparentemente não acontece nada, mas que mostra grandes dilemas sobre questões como trabalho, aborto, amor e (óbvio) sexo.</p>
<p>O texto afiado desse retorno trouxe outras questões a tona, como a amizade entre as personagens e o medo do distanciamento entre elas. Também achei interessante as incertezas que rondam Marnie, a ponto de ela não saber como se sente em relação ao ex-namorado e o fato de quase ter transado com o amigo gay. Isso ainda vai render nessa temporada.</p>
<p>Alguém curtiu algum dos retornos?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Os principais destaques da telinha em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2013 17:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[ATENÇÃO, O TEXTO ABAIXO TEM SPOILERS SOBRE ALGUMAS SÉRIES. E eis que 2012 chegou ao final (não literalmente, como pensavam os maias), então vamos para mais uma lista de tudo que aconteceu de melhor na televisão nesse ano. Resolvi listar as dez séries que acredito que foram os grandes destaques na telinha. Vale lembrar que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ATENÇÃO, O TEXTO ABAIXO TEM SPOILERS SOBRE ALGUMAS SÉRIES.</strong></span></p>
<p>E eis que 2012 chegou ao final (não literalmente, como pensavam os maias), então vamos para mais uma lista de tudo que aconteceu de melhor na televisão nesse ano. Resolvi listar as dez séries que acredito que foram os grandes destaques na telinha. Vale lembrar que algumas séries ainda estão rolando, então as que figuram na lista se referem ao seu desempenho nesse ano. Vamos lá:</p>
<p><strong>Menções Honrosas: Comédias da HBO</strong><br />
<strong>“Veep”</strong> e <strong>“Girls”</strong> não entraram no top 10, mas vale serem citadas. As duas novidades de comédia de 2012 do canal americano <em>HBO</em> deram um sopro de novidade nas comédias atuais. “Veep” se destaca pelo texto ágil e ótimas tiradas, enquanto “Girls” com segue criar personagens interessantes em situações inusitadas. Não percam essas produções!</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-287796" alt="Séries1" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/Séries1.jpg" width="600" height="300" /></strong></p>
<p><strong>10 – Dexter</strong><br />
Foi ótimo ver que Dexter voltou a ter uma boa temporada. Se a série não teve o brilhantismo dos primeiros anos, ao menos não manteve o embaraço das últimas temporadas. Tudo indica que a próxima temporada será a última, então torço bastante para que essa série tão querida feche sua história com chave de ouro.</p>
<p><strong>9 – Sons of Anarchy</strong><br />
A série geralmente é marginalizada nas premiações, até porque o criador/produtor Kurt Sutter é um cara complicado e não goza de bom relacionamento com Hollywood. Mas fato é que o cara é genial e “Sons of Anarchy” é um sucesso da TV paga americana e tem um público muito fiel, comigo incluso nessa. Acho a produção umas das melhores da atualidade. Os arcos construídos nessa temporada foram perfeitos, assim como as participações de Jimmy Smitts e Harold Perrineau. Sensacional!</p>
<p><strong>8 – Episodes</strong><br />
Os ótimos roteiros e a capacidade de Matt LeBlanc de rir de si mesmo deram o tom dessa ótima temporada. E olha que eu tinha odiado o primeiro ano. Agora é torcer para que a série mantenha o mesmo ritmo que vai ser sucesso garantido.</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-287797" alt="Séries2" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/Séries2.jpg" width="600" height="300" /></strong></p>
<p><strong>7 – Game of Thrones</strong><br />
A série parece ter encontrado o seu ritmo que, aliado a uma produção impressionante e bons roteiros, contribuíram para uma ótima temporada. Apesar de terem aparecido muitos personagens novos, a série não perdeu o tom e deixou tudo mais interessante, ampliando ainda mais aquele universo.</p>
<p><strong>6 – Homeland</strong><br />
Apesar desse ano ter sido um pouco irregular, “Homeland” ainda conseguiu entregar uma ótima temporada. O destaque mais uma vez fica por conta da atuação dos protagonistas, que são desde já favoritos para todas as premiações da categoria, especialmente Claire Danes. Além disso, é impressionante como os roteiros da séries são bem amarrados e conseguem fazer o telespectador ficar tenso no sofá. Já estou ansioso pelo retorno de “Homeland”.</p>
<p><strong>5 – Louie</strong><br />
Continuo achando essa série a melhor comédia da TV na atualidade. Vale lembrar que ela é diferente de tudo que passa hoje em dia. O que mais me encanta é como Louie C.K. consegue aliar a comédia com o drama, fazendo você rir em um momento e em outro ficar bastante sensibilizado. Não é para todos os gostos, mas quem gosta não larga por nada.</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-287799" alt="Séries3" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/Séries3.jpg" width="600" height="300" /></strong></p>
<p><strong>4 – The Walking Dead</strong><br />
A temporada ainda não terminou, mas o que já foi ao ar até agora me deixou de boca aberta. A cena que Rick chora olhando para Carl ao saber do destino de Lori já está entre os grandes momentos da televisão dos últimos anos. Se a segunda parte da temporada, que vai ao ar a partir de fevereiro, mantiver esse ritmo, a série vai beirar a perfeição.</p>
<p><strong>3 – Mad Men</strong><br />
Mais um ano impecável de “Mad Men”. Com seu próprio ritmo, a série vai nos sugando para aquele universo peculiar e repleto de personagens interessantes.  O arco que levou ao suicídio de um dos personagens principais foi construído de maneira perfeita, exemplificando a precisão com que a série é construída. Bravo!</p>
<p><strong>2 – Breaking Bad</strong><br />
Costumo dizer que esse é o melhor drama da atualidade. Apesar de um ou outro deslize, “Breaking Bad” entregou mais um ano sensacional. A cena da morte de Mike é uma das coisas mais lindas que vi esse ano na TV. Outro ponto forte foi novamente a atuação do elenco, que continua impecável. Agora é esperar pelo fim da série e ver o que o destino reserva para Walter White.</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-287800" alt="Sherlock" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2013/01/Sherlock.jpg" width="600" height="300" /></strong></p>
<p><strong>1 – Sherlock</strong><br />
Não há outra palavra que define melhor “Sherlock” do que “genial”! Os roteiros são perfeitos e as atuações marcantes. Sem contar que a série deixou um cliffhanger que nos faz achar que somos masoquistas, babando para saber o que vai acontecer. O único defeito da produção é ter somente três episódios por temporada. Isso é tortura!</p>
<p>E para vocês? Quais séries foram destaques em 2012?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Séries sci-fi que entraram para a história na televisão</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 03:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo X]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Who]]></category>
		<category><![CDATA[Firefly]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o final de fringe resolvemos listar algumas séries de ficção científica que entraram pra história da televisão mundial]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-285843 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/11/Fringe1.jpg" alt="" width="600" height="338" /></p>
<p>Uma das séries mais cultuadas por seus fãs está perto de acabar. Já entramos na reta final da última temporada de “Fringe”, que vai deixar órfãos os fanáticos por uma boa ficção cientifica. Afinal foram os telespectadores que salvaram “Fringe” várias vezes de cancelamento, com mobilizações em redes sociais e envio de e-mails e cartas para o canal <em>Fox</em>, que produz a atração. Para amenizar um pouco essa carência, resolvi lembrar de algumas das grandes produções do gênero sci-fi que marcaram ou história na telinha. Vamos lá:</p>
<p><strong>Arquivo X</strong></p>
<p>A premiada série americana esteve no ar por nove temporadas e marcou época com inúmeros bordões (“a verdade está lá fora”) e personagens que entraram pra história da cultura pop. Particularmente acho a série sensacional até o seu sétimo ano, que marcou a saída de David Duchovny, que só voltaria para o finale. Independente disso, os personagens Mulder e Scully estão entre os meu favoritos de todos os tempos.</p>
<p><strong>Doctor Who</strong></p>
<p>A produção britânica ainda está no ar e detém o recorde de ser a mais longa série de ficção científica do mundo. Apesar de várias versões e roupagens, destaco justamente a nova versão de “Doctor Who”, comandada por Steven Moffat e que traz Matt Smith na pele do Doutor. Os roteiros engenhosos e o uso de grandes vilões fazem dessa uma das grandes séries atualmente no ar.</p>
<p><strong>Battlestar Galactica</strong></p>
<p>Assisti a essa série de uma vez devorando episódio por episódio. Muito bem escrita e dirigida, “Battlestar Galactica” tem como grande trunfo o equilíbrio entre ação e drama, além de compor ótimos personagens e vilões com propósitos compreensíveis, ainda que reprováveis. Os roteiros incluem terrorismo, ditaduras e conflitos religiosos, todos incluídos em um universo muito peculiar. Grande série.</p>
<p><strong>Firefly</strong></p>
<p>Apesar da vida curta, “Firefly” marcou os telespectadores pela junção entre o faroeste e o sci-fi, com roteiros bem humorados e com ótimas tramas. Toda essa mistura rendeu o merecido status de série cult, que até hoje é lembrada pelos fãs.</p>
<p><strong>Lost</strong></p>
<p>Ficava ansioso toda semana pelo novo episódio de “Lost” e me incomoda muito essa visão que a série deixou de ame-a ou deixe-a por causa do final contestado. A verdade é que a produção entrou para a história da telinha com ótimos dramas, personagens e tramas</p>
<p><strong>Star Trek</strong></p>
<p>Deixei por último o maior de todos os ícones sci-fi da televisão, do cinema e da cultura pop em geral. “Star Trek” deixou uma legião fiel de fãs que consumem o produto original e suas produções devidas até hoje, além de frases e personagens marcantes. Por isso tenho orgulho de dizer para “Star Trek”: Vida longa e próspera!</p>
<p>E vocês, gostar de quais séries sci-fi?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Nashville e Last Resort são ótimas dicas entre as novas séries</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 16:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[nashville]]></category>

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		<description><![CDATA[Musical com Connie Britton sobre o mundo country e drama de ação do criador de "The Shield" estão entre as boas novidades de 2012]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/283680/seriestv-nashville-e-last-resort-sao-otimas-dicas-entre-as-novas-series/attachment/last-resort_1/" rel="attachment wp-att-283681"><img class=" wp-image-283681 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/11/Last-Resort_1.jpeg" alt="" width="557" height="371" /></a></p>
<p>Com o retorno de tantas séries e a estreia de outras novidades, às vezes fica difícil garimpar o que assistir. Mas nesses últimos surgiram duas gratas surpresas com produções estreantes que, apesar de totalmente diferentes em proposta e execução, entregaram ótimos pilotos e tem tudo para atender seus públicos. Estou falando do drama bélico<strong> “Last Resort”</strong> e do musical <strong>“Nashville”</strong>.</p>
<p>Comecemos falando de “Nashville”, que pega carona na onda de musicais. A vantagem dessa produção é tentar uma abordagem diferente, sendo ambientada na cidade meca da música country americana. A série não integra música ou performances musicais como fazem &#8220;Glee&#8221; ou &#8220;Smash&#8221; fazem. A narrativa segue a carreira descendente da diva Rayna James (Connie Britton), que vê a ascendência da concorrente Juliette Barnes (Hayden Panettiere), um jovem sucesso. Em situação delicada, Rayna é convidada para abrir os shows de Juliette em uma turnê para aproveitar sua popularidade, ao mesmo tempo que essa última tenta roubar seus músicos.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-283682" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/11/nashville_1031_624x351.jpeg" alt="" width="303" height="351" />Sei que todos esses ingredientes do novo substituindo o velho são clichês, e a construção da trama é meio novelesca, mas a verdade é que o piloto funciona, especialmente para quem gosta desse universo. Sou um cara do rock, mas mesmo assim a abordagem do mundo da música me interessou.</p>
<p>O elenco é competente, com destaque para Britton, que constrói uma personagem vulnerável e às vezes orgulhosa, tornando-a perfeitamente crível. Já Hayden Panettiere faz a “bitch” no sentido clássico e isso me incomodou um pouco, ainda que aqui e ali o roteiro mostre seus problemas de solidão e exploração da mãe. O elenco de apoio também é bom, com uma ótima cena de apresentação musical no final do intervalo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Last Resort</span></strong></p>
<p>Já o piloto de “Last Resort” foi o meu preferido entre todas as séries novas desse <em>fall season</em>. A história acompanha o comandante Marcus Chaplin (Andre Braugher), o primeiro oficial Sam Kendal (Scott Speedman) e toda a tripulação à bordo do USS Colorado, submarino americano com enorme poder bélico, contendo 18 ogivas nucleares. Eles recebem uma ordem de um canal secundário do governo americano para bombardear o Paquistão mas então decidem questionar a efetividade de ordem e acabam sofrendo um ataque de outros submarinos americanos, se exilando em uma ilha.</p>
<p>A história traz todo um clima de conspiração política que os fãs de<em> “24 Horas”</em> vão gostar, além de muita ação e principalmente tensão. A série é roteirizada e comandada por Shawn Ryan, responsável pela excepcional  <em>“The Shield”</em>, e a direção ficou a cargo de Martin Campbell (<em>&#8220;Cassino Royale&#8221;</em>). O que mais me impressionou no piloto foi a qualidade da produção, com ótimos efeitos visuais e direção de arte perfeita.</p>
<p>A apresentação dos personagens e seus conflitos se deu de forma bastante orgânica e o elenco está todo muito bem. O roteiro também tenta fugir do ufanismo exagerado e torna as ações plausíveis. Não posso contar mais da trama pra não estragar a surpresa, mas a série está recomendada.</p>
<p>Alguém curtiu?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=IKwl6f4yFIs">http://www.youtube.com/watch?v=IKwl6f4yFIs</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: The Walking Dead retorna quebrando recordes de audiência</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2012 00:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[The Walking Dead]]></category>

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		<description><![CDATA[Episódio de retorno da 3ª temporada atingiu a marca de 10.8 milhões de espectadores, sendo o mais assistido da história da TV a cabo americana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-282715 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/10/TWD_GP_301_0514_0367.jpeg" alt="" width="600" height="422" /></p>
<p>“<strong>The Walking Dead</strong>” pode até ter começado como uma série de nicho. Mas depois de apenas dois anos no ar, a produção que acompanha um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi se tornou um divisor de águas na TV americana, especialmente no que se refere à audiência. Sua força já tinha sido mostrada no ótimo <em>season finale</em> passado e agora teve seu status consolidado. O retorno da 3ª temporada de <em>“The Walking Dead”</em>, no último domingo (14) na TV americana, registrou recorde absoluto de audiência. O drama atingiu a impressionante marca de 10.8 milhões de espectadores, fazendo do episódio “Seed” o mais assistido da história da TV a cabo americana. E devo dizer que foi um ótimo retorno.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VWUt1nSU2Vk">http://www.youtube.com/watch?v=VWUt1nSU2Vk</a></p>
<p><img class="size-full wp-image-282716 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/10/TWD_GP_301_0517_0023.jpeg" alt="" width="308" height="516" />A série parece ter aprendido com erros do passado, quando apresentava alguns problemas de ritmo, e manteve toda a ação e suspense do último episódio da temporada passada. “Seed” começa nos apresentando o salto temporal de alguns meses na narrativa. Esse tempo mostra como os personagens têm sido afetados pelo tempo, tentando sobreviver um dia após o outro. Cansados e abatidos, eles seguem fielmente Rick, que finalmente assumiu a condição de líder absoluto do grupo e acabou com a “democracia”. Eles também parecem mais confortáveis com a ideia de matar zumbis, e a cena da tomada da prisão não deixou de me parecer um esporte, onde eles atiram e comemoram suas pontarias.</p>
<p>E por falar em prisão, o set que representa as instalações carcerárias é grandioso, dando a ideia de que será um personagem a mais nessa 3ª temporada. Da mesma forma nós vemos, mesmo que brevemente, a nova personagem Michonne em ação. Sua relação com Andrea é interessante e tomara que seja bem explorada nessa temporada. Por falar em personagens, é bom ver que todos cresceram e agora tem seus dilemas mais definidos. Até mesmo Lori, que considero chata e dispensável, ganhou certo peso com suas dúvidas em torno da gravidez e em sua relação abalada com Rick.</p>
<p>Outro fator que vale destacar em “The Walking Dead” é a parte técnica. O zoom da primeira cena impressiona pela qualidade da maquiagem, que aliada à uma ótima fotografia consegue compor quadros que dão a sensação constante de claustrofobia. Reparem como os personagens, seja na casa ou na prisão, parecem estar sempre encurralados. Os efeitos visuais também são muito bons, especialmente nas cenas de matança dos zumbis.</p>
<p>Pra encerrar tivemos um ótimo <em>cliffhanger</em>, que mostra os moradores do presídio e a situação que Hershel se encontra. Será que ele foi contaminado? Ou a amputação surtiu efeito? Tudo indica que a temporada promete. Esse ano teremos mais 15 episódios, então muita coisa ainda vai rolar. Quem curtiu esse retorno?</p>
<p>Veja um clipe do segundo episódio, intitulado de &#8220;<em>Sick</em>&#8220;:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wFLmwLPVFGE">http://www.youtube.com/watch?v=wFLmwLPVFGE</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Dexter e Homeland retornam para suas novas temporadas</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Oct 2012 22:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[Homeland]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um primeiro ano de muito sucesso, "Homeland" mantém o bom nível. Já "Dexter" desaponta no início de sua penúltima temporada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-282216 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/10/dexter_s7e1_d_story.jpg" alt="" width="600" height="421" /></p>
<p>Com o início  do outono americano tivemos muitas séries retornando por lá. O canal americano <em>Showtime</em> levou ao ar a volta de dois de seus maiores sucessos: <strong>“Homeland”</strong> e <strong>“Dexter”</strong>. A primeira retorna para a segunda temporada depois de uma estreia aclamada por crítica e público (além de ser a grande vencedora do Emmy) enquanto a produção sobre o <em>serial killer</em> chega a sua penúltima temporada. E o resultado foi bem distinto. Enquanto “Homeland” teve um ótimo episódio, recheado de tensão e drama, “Dexter” manteve a preguiça das últimas temporadas em um episódio bem irregular que só foi salvo pelo ótimo e surpreendente minuto final.</p>
<p>Para começar, a tarefa de “Homeland” é bem mais complicada. A proposta inicial da série era levar a dúvida sobre o prisioneiro de guerra Nicholas Brody, que ao ser resgatado poderia ter se tornado terrorista. Ao termos essa revelação, a série teria que encontrar outro rumo. E foi o que ela fez. A produção passou a se ancorar em seus dois personagens principais. O arco de Brody ruma para o conflito entre manter seu plano e seguir suas crenças ou abraçar seu País e sua família e deixar para trás sua “vingança”. Já Carrie tenta o equilíbrio entre sua saúde mental e a vontade de voltar ao trabalho e poder lutar contra o terrorismo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-282217" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/10/homelandcarrie2.jpg" alt="" width="306" height="380" />Aliás, tinha dúvidas de como seria essa volta de Carrie ao trabalho e se seria de forma plausível. Mas o roteiro bem amarrado e a ótima atuação de Claire Danes tornaram tudo coerente. E por falar em atuação, o elenco de “Homeland” continua impecável. A cena em que Brodie revela sua religião para a esposa foi muito bem conduzida. O roteiro também abordou de forma muito inteligente os conflitos internacionais e como eles afetam a política. Sem dúvida alguma um ótimo retorno.</p>
<p>Já “Dexter” segue no piloto automático. E essa constatação me deixa muito triste, já que sou muito fã da série. O episódio até começou de forma interessante, com o choque de Debb ao ver Dexter cometendo um assassinato. Mas o desenrolar dessa situação foi feito de forma forçada. Achei que ela se conformou com aquela cena muito rápido, apesar de ficar remoendo a história depois. A partir daí ficou um pouco mais interessante, com ela questionando e investigando as atitudes de Dexter.</p>
<p>Já o “assassinato da semana” foi fraco e nem um pouco plausível. E não falo nem de Dexter cometer um assassinato dentro de um aeroporto onde passam milhares de pessoas por dia e com segurança, mas sim o fato dele querer fazer isso. Dexter sempre foi muito cuidadoso e sempre seguiu o “código” e agora parece não estar preocupado. Sempre tive a ideia de que todo o processo de matar fosse um ritual para ele que envolvesse a preparação da sala, dos instrumentos e da vítima. Agora ele parece matar por matar, o que foge da natureza do personagem.</p>
<p>O que me enche de esperanças em relação à produção foi o final do episódio, onde vemos a constatação de Debra sobre a natureza do irmão. Essa nova dinâmica entre eles pode fazer com que a série tome rumos interessantes. Os fãs de Dexter merecem.</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Festival de Brasília discute o mercado de séries nacionais</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 12:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maranhão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Brasília do Cinema Brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Em debate sobre a telinha, acadêmicos e representantes da indústria se reuniram no festival.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-280681" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/series.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Em 2003, portanto há apenas nove anos, entram em ação os primeiros incentivos direcionados à produção de audiovisual para a televisão brasileira. Antes disso, a Lei <em>Rouanet</em> tentava dar conta do recado, mas sozinha não era o bastante. Aplicados pela Agência Nacional do Cinema, a ANCINE, estes novos agentes de lei passam a fomentar a coprodução entre produtores independentes e canais de TV por assinatura, na tentativa de articular o mercado nacional de séries.</p>
<p>Mais recente ainda, em 2007, a mesma agência reguladora trouxe o Fundo Setorial do Audiovisual, para a promoção do desenvolvimento de toda a cadeia produtiva do audiovisual, e o apoio à difusão das obras nacionais no mercado estrangeiro. Depois de todo esse desfile de ações públicas, você deve estar se perguntando, qual será então o motivo para o mercado de séries de TV no Brasil ser tão tímido ainda, essas medidas não funcionam? O que precisa ser feito para acelerar o processo?</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-280687" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/series21.jpg" alt="" width="270" height="295" />Foi para discutir as séries de TV e, mais ainda, esse mercado no Brasil, que o <strong>45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</strong> abriu espaço em sua programação para debater a telinha, em um festival todo voltado à telona. Estiveram presentes no debate o escritor e roteirista Marçal Aquino, que assina o roteiro da série global <em>&#8220;Força Tarefa&#8221;</em>, o cineasta e roteirista Newton Cannito, um dos criadores e roteirista-chefe do seriado <em>&#8220;9mm: São Paulo&#8221;</em>, exibido pela <em>FOX Brasil</em>, além de representantes do mundo acadêmico e da ANCINE.</p>
<p>Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que, comparados ao mercado americano, indiscutivelmente o ponto de referência para esta indústria, somos ainda muito jovens, e não podemos competir com a estrutura e produção de um mercado que já está na casa dos 60 anos, quando começamos a incentivar a produção a pouco mais de uma década. Outro fator a ser considerado aqui é a diferença do consumidor brasileiro para o americano, apenas uma minoria tem acesso a TV a cabo no Brasil e, na TV aberta, os maiores atrativos são as telenovelas.</p>
<p>Para Cannito, incentivar a produção de séries de TV no País requer promover a comunicação entre profissionais de diversos setores da produção do audiovisual brasileiro, e não apenas incentivar o trabalho das produtoras, que são como pacotes fechados. <em>&#8220;Nós precisamos de agências de conteúdo que possam agregar profissionais, promover troca entre eles, tudo hoje é muito pulverizado no mercado brasileiro&#8221;</em>, disse. Outro aspecto importante, segundo ele, seria uma ajuda maior do governo, em formas de incentivo, focada na capacitação de profissionais.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-280688" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/series31.jpg" alt="" width="270" height="295" />Essas medidas aumentariam a consistência do processo criativo envolvido na produção de séries para a televisão no Brasil, criando material de maior qualidade e, consequentemente, também de maior apelo aos canais de programação (sejam eles na TV aberta ou paga) e junto ao público consumidor final, o que aumentariam as chances de um número maior de séries ocupando as grades.</p>
<p>Na opinião de Aquino, é preciso também valorizar mais o papel do roteirista e o seu trabalho dentro da cadeia de produção. Além de ser preciso arriscar mais com a temática das produções brasileiras, &#8220;o realismo está com os dias contados&#8221;, alfineta o escritor, referindo-se às tão populares séries de denúncia social, e o medo que ainda se tem em arriscar com a ficção e a fantasia, como na série americana <em>&#8220;Once Upon a Time&#8221;</em>. <em>&#8220;Hoje em dia existe série sobre tudo, vão precisar sair um pouco da &#8216;realidade&#8217; se quiserem fazer alguma coisa diferente&#8221;</em>, contou.</p>
<p>No mesmo sentido, Cannito finaliza chamando atenção ao que chama de travas brasileiras, assuntos que não são tratados pela produção nacional por preciosismo exagerado, citando como impensáveis para a produção do Brasil programas nacionais ao estilo de &#8220;<em>South Park&#8221;</em> ou &#8220;<em>Family Guy</em>&#8220;, por exemplo.<em> &#8220;É preciso coragem de se reinventar&#8221;</em>, declara.</p>
<p><em>O debate fez parte da programação do 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em setembro de 2012.</em></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: As estreias de Elementary, The New Normal e The Mindy Project</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 02:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Elementary]]></category>
		<category><![CDATA[ryan murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock]]></category>
		<category><![CDATA[The Mindy Project]]></category>
		<category><![CDATA[The New Normal]]></category>

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		<description><![CDATA["Elementary" traz versão americana de "Sherlock" e Ryan Murphy apresenta "The New Normal". Já Mindy Kaling sai de "The Office" para "The Mindy Project".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-279788 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/elementary-2.jpg" alt="" width="600" height="450" /></p>
<p>A partir deste mês de setembro teremos muitas novidades no mundo televisivo.  As temporadas das séries americanas retornam com novos episódios, assim como as muitas novidades que vão chegando na telinha. É o período conhecido como <em>fall season</em> americano. Hoje vou analisar três pilotos. Serão eles a (já) polêmica versão americana de <em>“Sherlock”</em>, que recebeu o nome de <strong>“Elementary”</strong>; a mais nova empreitada de Ryan Murphy (criador de <em>“Glee”</em> e<em> “American Horro Story”</em>), <strong>“The New Normal”</strong>; e a tentativa de Mindy Kelly de sobreviver a <em>“The Office”</em> com uma série só sua em <strong>“The Mindy Project”</strong>.</p>
<p>Começando pelo detetive mais famoso do mundo, há duas formas de encarar a série. Se você é fã da produção britânica como eu, que considero uma das melhores da atualidade, você irá odiar “Elementary”. Mas se você não liga muito para a questão de originalidade ou curte uma série <em>procedural </em>(caso de semana), então você provavelmente &#8230;não gostará também!</p>
<p>“Elementary” falha em quase todas as suas propostas, apresentando personagens aborrecidos, trama rala, direção pouco inspirada e elenco limitado. Na trama do piloto, Sherlock Holmes é um ex-viciado em drogas que precisa de uma tutora (sim, Watson é uma mulher nessa versão) ao mesmo tempo em que serve de consultor para o departamento de polícia de Nova York. O ator Jonny Lee Miller é talentoso, mas aqui perde a mão e erra ao compor Sherlock, tornando o sujeito sem carisma e desinteressante (não vou nem comparar com a atuação de Benedict Cumberbatch), do mesmo jeito que Lucy Liu está no automático e cria um Watson que não está à altura do icônico personagem.</p>
<p>Como “caso de semana”, a série também erra. O roteiro é atropelado e a direção de atores é péssima, além de ter uma reviravolta e conclusão ridículas. Um dos momentos que eu esperava seriam as “deduções” de Sherlock, que aqui surgem fracas e óbvias. Aliás, o processo de raciocínio de Sherlock é tão confuso e artificial que quando o vemos em uma cena de crime ele parece uma pessoa a ponto de ter um colapso nervoso. Aconselho que quem goste desse formato, continue assistindo aos <em>&#8220;CSIs&#8221;, &#8220;NCISs&#8221;</em> e <em>&#8220;Mentalist&#8221;</em> da vida. Estas estão muito à frente de “Elementary”.</p>
<p><strong><img class="alignleft  wp-image-279789" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/newnormal_FULL.jpg" alt="" width="320" height="342" />The New Normal</strong></p>
<p>Ryan Murphy parece ter toque de Midas. Tudo que o cara lança faz sucesso. Seu problema é que ele nunca consegue dar bom seguimento às suas séries. E sinceramente espero que isso não aconteça com “The New Normal”, essa ótima novidade em formato de comédia. A trama segue um casal gay que tenta adotar uma criança e acaba cruzando o caminho de Goldie, recém traída e já mãe por conta de uma gravidez acidental, que topa servir de barriga de aluguel. Nessa mistura entra a avó de Goldie, Jane, preconceituosa ao extremo e que vai implicar com toda a situação.</p>
<p>O texto de Murphy está afiadíssimo e ele conseguiu abordar os temas sem parecer exagerado e de forma muito inteligente. Quando o casal David e Bryan discute a questão sobre criar uma criança em uma “família normal”, Murphy logo joga uma discussão sobre o que é normal, incluindo mães idosas, uma mãe anã dirigindo um carrinho de brinquedo com  filha ou mesmo a própria situação de Goldie, que não considera sua família nem um pouco normal.</p>
<p>Os personagens são ótimos e, mesmo que a avó seja até a alma preconceituosa (o que me pareceu servir como um reflexo da sociedade), o roteiro a trata com muito bom humor e ótimas sacadas. <em>“Não tenho nada contra os gays, o que seria do meu cabelo sem eles?”</em>. Achei o piloto bem engraçado.</p>
<p><strong><img class="alignright  wp-image-279791" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/Mindy-Kaling-of-FOXs-The-Mindy-Project.jpg" alt="" width="210" height="268" />The Mindy Project</strong></p>
<p>Para fechar temos “The Mindy Project”, criada e estrelada por Mindy Kaling, que também é atriz e roteirista de <em>“The Office”</em>. O piloto muito se assemelha a <em>“Bridget Jones”</em>, no formato engessado de comédia romântica para mulheres, mas essa é a proposta. Tanto que o episódio possui muitas referências a Sandra Bullock, Meg Rayn e outros “ícones” das comédias românticas.</p>
<p>O episódio dedicou um bom tempo para apresentar os personagens, então acho que a produção precisa de mais tempo para se estabelecer. Kaling tem carisma e se não deixar as coisas ficarem muito bregas pode ser que a série tenha futuro.</p>
<p>Alguém curtiu as novidades?</p>
<p>&nbsp;</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Os retornos de Doctor Who e Boss e o final de Breaking Bad</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Sep 2012 19:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Breaking Bad]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Who]]></category>

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		<description><![CDATA[A série sci-fi retorna para sua sétima temporada, enquanto Boss vem para o segundo ano. E Breaking Bad agora só em 2013.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-279043 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/Doctor-who-wallpaper-pic.jpg" alt="" width="600" height="450" /></p>
<p>Ícone dos amantes de sci-fi, <strong>“Doctor Who”</strong> retornou com tudo para sua sétima temporada. Depois de um bom ano, o Doutor volta para se despedir dos Ponds e apresentar uma nova companhia. O episódio manteve as reviravoltas e o ótimo humor característicos da produção e do <em>showrunner</em> Steven Moffat (<em>“Sherlock”</em>), um dos caras mais geniais da TV contemporânea.</p>
<p>A volta da série já chegou chutando a porta com a presença de muitos Daleks, que convocam (!) o Doutor para ajudá-los. Achei bastante curiosa a abordagem de como os Daleks veem o Doutor e como aquelas criaturas se relacionam entre eles. E para variar um roteiro bem amarrado, que a princípio não faz sentido, mas depois acaba se encaixando (a história do Doutor perguntar sobre o leite).</p>
<p>Já estou tentando me acostumar com a ideia de não ter mais os Ponds em “Doctor Who”, já que na minha opinião eles se tornaram as melhores companhias para o Doutor. A boa notícia é que a apresentação de Oswin foi bem bacana, e essa aura <em>geek</em> dela vai combinar com o Doutor. E o <em>preview</em> no final do episódio mostrou que essa temporada promete.</p>
<p><strong>Boss</strong></p>
<p>Outro bom retorno foi de &#8220;Boss&#8221;, uma série pouco conhecida, que voltou para sua segunda temporada. É uma produção para quem curte o mundo da política. A série conta com a atuação impecável de Kelsey Grammer como o corrupto prefeito de Chicago que sofre de um problema neurológico.</p>
<p>O episódio manteve a estrutura da temporada anterior, com muitas intrigas políticas distribuídas pelos roteiros bem amarrados da produção. É interessante como o prefeito Kane parece ter tudo sobre controle, seja o candidato Zajac, que virou um animal de estimação, seja para controlar uma votação de plenário. A trama envolvendo o assassinato de Ezra ainda vai dar o que falar, especialmente se o jornal continuar investigando. E apostaria que a assessora Kitty estará envolvida. O episódio terminou com um atentado que com certeza vai mudar a percepção de Kane em relação às suas atitudes. “Boss” é uma ótima série e vale a dica para quem curte o assunto.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft  wp-image-279044" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/09/episode-8-hank-2357-98718946.jpg" alt="" width="245" height="288" />Breaking Bad</strong></p>
<p>Para encerrar, um breve comentário sobre o finale de Breaking Bad, que considero a melhor série no ar atualmente. A primeira parte desta quinta e última temporada foi encerrada (a segunda metade vai ao ar em 2013) com uma qualidade absurda em todos os seus episódios. A desconstrução do pacato professor de química e sua transformação em um criminoso psicopata se deu de forma muito bem trabalhada e plausível. E me encanta a forma como a série é bem amarrada em seus arcos, que posteriormente acabam se cruzando na narrativa. Nada em &#8220;Breaking Bad&#8221; é por acaso.</p>
<p>Dito isto, fiquei um pouco frustrado com o episódio final em si. Achei tudo maravilhoso até os minutos finais. A sequência que mostra os assassinatos nas prisões é impressionante, assim como a tomada aérea que mostra a produção da metanfetamina nas casas que supostamente estariam passando por dedetização.</p>
<p>O que incomodou foi, em primeiro lugar, a atitude do Walter em decidir abandonar a produção de drogas. Uma coisa que a série fez muito bem foi explorar as ambições do ex-professor. Se antes o problema era dinheiro e depois passou a ser sobrevivência, agora era muito claro que Walter era movido pela ambição e poder. Abrir mão disso me pareceu um retrocesso. Sei que por tudo que já foi mostrado é uma decisão plausível, afinal ele pode querer abrir mão para ter a família de volta. Mas a impressão que a série me passou é que era uma viagem sem volta. De qualquer forma é só uma impressão pessoal.</p>
<p>E outro ponto que me incomodou, esse bem mais, foram os minutos finais em que Hank acha o livro com a dedicatória de Gale para WW. Será que um sujeito tão inteligente como Walter teria a decisão estúpida de manter uma evidência de seu envolvimento com o antigo pupilo assassinado, e mais ainda, de manter essa evidência acessível pra qualquer um? Esse livro, aliás, já foi discutido com o próprio Hank, que frequenta a casa de Walt! Essa atitude não condiz com o comportamento do personagem.</p>
<p>Sim, eu espero que na próxima temporada tenhamos alguma justificativa, assim como também espero que Walt tenha mentido para Skyler ao afirmar que tinha saído do crime. Senão me parecerá um artifício bem fraco para colocar o personagem principal sobre pressão novamente de maneira gratuita. E isso não condiz com o histórico de &#8220;Breaking Bad&#8221;. Pode ser que eu tenha elevado bastante minhas expectativas, admito, mas se o fiz foi pela qualidade da série.</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Matthew Perry estrela Go On e tenta acabar com a maldição Friends</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 02:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Sorkin]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Cox]]></category>
		<category><![CDATA[David Schwimmer]]></category>
		<category><![CDATA[Friends]]></category>
		<category><![CDATA[Go On]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Aniston]]></category>
		<category><![CDATA[Lisa Kudrow]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Leblanc]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew Perry]]></category>
		<category><![CDATA[The Newsroom]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe a maldição de "Friends"? Matthew Perry tenta engrenar mais uma vez na telinha com série "Go On" logo após fracasso de "Mr. Sunshine".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="aligncenter size-large wp-image-278440" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/08/Go-On2-615x460.jpeg" alt="" width="615" height="460" /></em></p>
<p><em>“Friends”</em> foi uma série que fez história na televisão mundial. A qualidade da produção, que contava com roteiros impecáveis, personagens muito carismáticos e atores competentes, resultou em um grande sucesso. Por isso não era difícil prever que a vida pós-série de seu elenco seria complicada. Todas as obras iriam ser comparadas a <em>&#8220;Friends&#8221;</em>, o que já seria uma injustiça. E assim como <em>“Seinfeld”</em>, surgiu também a “maldição de &#8216;Friends&#8217;”.</p>
<p>David Schwimmer e Jennifer Aniston enveredaram mais para o cinema, ainda que aqui e ali tivessem uma participação especial na telinha (a mais notória foi a do primeiro em <em>“Band of Brothers”</em>). Schwimmer tentou partir para a direção, mas seus projetos não tiveram muito sucesso. Já Aniston teve mais sucesso na sétima arte, ainda que tenha ficado mais na zona de conforto das comédias românticas na maioria dos seus filmes.</p>
<p>Lisa Kudrow também fez participação em alguns filmes e tentou sua volta à TV com o seriado <em>“The Comeback”</em>, que foi criado, roteirizado e estrelado pela atriz. A produção teve apenas treze episódios, apesar de críticas positivas. Depois disso, Kudrow criou <em>“Web Therapy”</em>, uma série online de episódios curtinhos divertida e que conta com muitas participações especiais. Mas ainda sinto falta do talento da atriz em uma produção maior.</p>
<p>Um pouco mais estável está Courtney Cox, que também teve seu fracasso pós-Friends com <em>“Dirty”</em>. Após a tentativa, ela já está na terceira temporada de <em>“Cougar Town”</em>, apesar de sofrer constantemente risco de cancelamento (a série já foi resgatada pelo canal <em>TBS</em>, uma vez que o canal original <em>ABC</em> cancelou a produção). Muito diferente dos tempos de<em> &#8220;Friends&#8221;</em>.</p>
<p>Já Matt LeBlanc tentou um <em>spin-off</em> de <em>“Friends”</em> chamado <em>“Joey”</em>, que foi um fracasso e foi cancelada pela baixa audiência. LeBlanc partiu então para a TV paga americana estrelando <em>“Episodes”</em> pelo canal <em>Showtime</em>. Apesar da primeira temporada irregular, gostei bastante do segundo ano, tendo sido uma das séries mais engraçadas do primeiro semestre. Espero que continue mantendo o ritmo, já que a audiência é baixa.</p>
<p><img class="alignright  wp-image-278441" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/08/Matthew-Perry.jpg" alt="" width="250" height="360" />E eis que chegamos à <strong>Matthew Perry</strong>. Chandler Bing sempre foi o meu personagem favorito e Perry era o melhor ator. Por isso fiquei muito feliz quando ele estrelou <em>“Studio 60 on the Sunset Strip”</em>, do criador de <em>“The West Wing”</em> e da atual <em>“The Newsroom”</em> (que você pode ler a <em>review</em> <strong><a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/271099/seriestv-a-estreia-de-the-newsroom-e-a-ultima-temporada-de-weeds/">aqui</a></strong>). Mas infelizmente o público americano não comprou a ideia e <em>“Studio 60&#8243;</em> foi cancelada depois de uma temporada. Acredito que seja uma das séries mais injustiçadas dos últimos anos, pois era maravilhosa. Depois Perry partiu para a esquecível <em>“Mr. Sunshine”</em>, também cancelada depois de apenas alguns episódios. Mas essa era ruim mesmo.</p>
<p>E agora temos <strong>“Go On”</strong>, que estreia em setembro, mas já teve o episódio piloto divulgado pelo canal <em>NBC</em>. Perry interpreta Ryan King, um apresentador esportivo de rádio que retorna ao trabalho após a morte da esposa. Ele então é forçado pelo chefe a comparecer em um grupo de terapia com pessoas que também vivenciaram algum tipo de perda recente.</p>
<p>Apesar de ser um episódio maravilhoso, infelizmente o piloto se mostrou irregular. Ele tem ótimos momentos, mas também muitas cenas forçadas. Mas acho que a série encontrará seu caminho e espero que tenha vida longa. Um dos problemas do primeiro episódio foi o ritmo, com tudo muito atropelado, sem conseguir estabelecer direito a dinâmica entre os personagens ou mesmo uma apresentação satisfatória de seu protagonista. Perry também traz muitos trejeitos de Chandler em expressões, <em>gags</em> visuais e dancinhas, o que soa forçado.</p>
<p>Em contrapartida, a parte dramática da história é um ponto forte e acredito que, se ela for bem equilibrada com a comédia, poderemos ter uma boa série. Também não há como negar o carisma de Perry. O astro fora da TV é um desperdício, ou pior ainda, na TV com um material que não faz jus ao talento do ator. Ainda bem que <em>“Mr. Sunshine”</em> ficou pra trás.</p>
<p>Alguém gostou do episódio?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Charlie Sheen volta às telinhas com Anger Management</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 21:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Anger Management]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Sheen]]></category>
		<category><![CDATA[Two and a Half Men]]></category>

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		<description><![CDATA[Polêmico ator lança novo projeto para TV no canal americano FX  baseado no filme homônimo estrelado por Jack Nicholson.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-271916" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/07/Anger-Management-S01E01-Pilot-01.jpeg" alt="" width="318" height="476" /><strong>Charlie Sheen</strong> é o tipo de ator que a gente já sabe o que pode esperar. Sua persona televisiva sempre incorporou o estilo de vida famoso que o ator leva fora das telas. Depois do furacão que foi a sua saída da então comédia número 1 dos EUA (falo obviamente de “<strong>Two and a Half Men</strong>”), Sheen tinha dado a impressão de ter enlouquecido de vez, processando os chefes, farreando com atrizes pornô e consumindo muitas drogas. Pensei por um momento que ele apareceria morto de overdose em algum lugar, mas eis que o ator colocou o trem nos trilhos (mais ou menos) e anunciou no ano passado um novo projeto para TV baseado no filme homônimo estrelado por Jack Nicholson, “<strong>Anger Management</strong>”.</p>
<p>A curiosidade em torno do projeto me pegou pelo fato de ter sido anunciado pelo canal a cabo americano <em>FX</em>, de obras maravilhosas como <em>“Louie”,  “The Shield”</em> e <em>“Sons of Anarchy”</em>. Será que Sheen teria mais liberdade para levar suas loucuras para a TV fechada? Infelizmente tudo caiu por terra no promo divulgado. A comédia seria bem parecida com “Two and a Half Men”, filmada como sitcom em formato tradicional com plateia (algo raro hoje em dia).</p>
<p>E eis que chegamos à estreia do programa. Charlie Sheen interpreta Charlie (oh!), um ex-jogador de baseball que se especializou em terapia para o tratamento de raiva após ele próprio ter tido acessos de raiva e ter sido afastado do esporte. Conduzindo as sessões de terapia em sua própria casa, ele não deixa de lado o perfil namorador fútil que gosta de tomar uns drinks e viver como adolescente (ou quase isso). A verdade é que o personagem parece uma versão light do Charlie de “Two and a Half Men”, e vejo isso da pior forma possível. Se na antiga série ele tinha pelo menos um ótimo tom sarcástico que chegava a ser charmoso, na nova produção tudo apenas empalidece. A diferença é que agora ele tem ex-mulher e uma filha.</p>
<p>É decepcionante como “Anger Management” tenta copiar “Two and a Half Men” em tudo. Reparem no set que serve como a casa de Charlie. A disposição de móveis, cômodos e ângulos de câmera copiam em tudo a outra produção. Infelizmente até as piadas parecem recicladas. O elenco de apoio da nova série também é bem mais fraco e inexpressivo e, se antes tínhamos Alan Harper como escada para o veneno de Charlie, agora as histórias nao têm a menor graça ou aprofundamento.</p>
<p>Mas lamento ao dizer que a estratégia rasa e pífia dos produtores de “Anger Management” deu resultado. A série bateu recordes de audiência na sua estreia pelo canal FX. O primeiro episódio conquistou uma média de 5.47 milhões de telespectadores. O segundo episódio foi exibido na sequência e atingiu números ainda maiores, com 5.74 milhões. Aparentemente, o público americano prefere sempre mais do mesmo, ao invés de comédias originais como “<em>Louie</em>”, exibida no mesmo canal.</p>
<p>Amparada exclusivamente no carisma de Charlie Sheen, “Two and a Half Management” (ops!) provavelmente manterá a mesma linha das comédias médias americanas e não trará nada de novo para seu relaxado público. Uma pena. A série chega ao Brasil em setembro pelo canal <em>TBS</em>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PW7fzNSVtOg">http://www.youtube.com/watch?v=PW7fzNSVtOg</a></p>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Séries/TV: Aclamada Breaking Bad volta para sua última temporada</title>
		<link>http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/274200/seriestv-aclamada-breaking-bad-volta-para-sua-ultima-temporada/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 12:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Breaking Bad]]></category>

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		<description><![CDATA[Temporada será dividida em duas partes, com oito episódios este ano e a metade restante em 2013 ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class=" wp-image-274203 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/07/episode-2-walt.jpg" alt="" width="601" height="422" /></p>
<p>Finalmente a espera terminou. O melhor drama da TV da atualidade volta após quase um ano de espera. “Breaking Bad” retorna para encerrar a trajetória do professor de química que se torna traficante nesta quinta e última temporada, que será dividida em duas partes, com oito episódios sendo exibidos este ano e o restante apenas em 2013. A série teve um ótimo episódio de retorno e manteve tanto a qualidade artística como o sucesso com o público. O episódio de estreia da 5ª temporada obteve a maior audiência de toda a série. O drama foi visto por 2,9 milhões de pessoas na primeira exibição, o que representa um crescimento de 14% em relação à temporada passada.</p>
<p>Agora falando sobre o episódio em si, <em>“Live Free or Die”</em> serviu para nos situar nos acontecimentos que seguiram o bombástico final da temporada anterior e os personagens tentando eliminar o laptop de Gus com um ímã. Mas não sem antes introduzir um dos <em>flash forwards</em> característicos da série, onde vemos Walter cansado, abatido, de barba e aparentemente doente, no que parece ser uma fuga que possivelmente leve a um confronto. Só espero que não tenha uma pegadinha como no final da segunda temporada, quando os <em>flash forwards </em>indicavam que algo tinha acontecido com os personagens principais e que na verdade foi um desastre aéreo. Esse foi o ponto mais fraco da série, mas acho que isso não acontecerá agora.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-274204" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/07/episode-1-walt-diner.jpg" alt="" width="323" height="399" />A estrutura do episódio foi simples no que se refere à trama, mas extremamente complexo em relação aos seus personagens. O primeiro ponto que me chamou a atenção é que se antes o “breaking bad” que do título se referia apenas a Walt e como este se transformaria em um criminoso, agora vemos que a metamorfose se estende aos outros personagens. Jesse virou um assassino, Saul um cumplice e principalmente Skyler entrou de vez nesse mundo.</p>
<p>Reparem quando ela encontra Ted e num primeiro momento se mostra preocupada com seu estado. Quando ela vê que ele está aterrorizado e que não contará nada para ninguém, ela responde com um incisivo <em>“Bom!”</em>. Isso mostra a ambiguidade dos personagens e sua riqueza. Merecem destaque também os retornos de Hank e sua cruzada para entender o esquema montado por Gus Fring e principalmente Mike, um dos meus personagens favoritos.</p>
<p>Mas não tem como negar que a grande estrela e o ponto máximo da série é a atuação de Bryan Cranston. Vemos a cada episódio como o pacato professor de química Walter White é dominado pelo seu alterego Heisenberg, que o leva a momentos de brilhantismo e psicopatia. Ao encurralar Saul (outro personagem maravilhoso) na parede e dizer <em>“Só acaba quando eu disser que acabou!”</em>, pouco vemos do antigo Walt. Mesmo quando este embala sua filha nos braços, a impressão que passa é que aquela é uma cena para atrair a atenção da esposa. E mesmo com Skyler ele parece ameaçador quando diz <em>“Eu te perdoo”</em>. E o que mais impressiona é que se antes Walt assumiu esse papel por pressão, agora ele está gostando dessa posição.</p>
<p>A série também mostrou o quanto é tecnicamente perfeita, com a paleta de cores “tristes” e a fotografia que sempre mostra o caráter de urgência. Já disse isso no ano passado e afirmo novamente. Por esses e todos os outros elementos técnicos e narrativos, “Breaking Bad” é o melhor drama da TV atualmente. E com sobras.</p>
<p>Alguém curtiu esse retorno?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PYErgUu95HA">http://www.youtube.com/watch?v=PYErgUu95HA</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Analisamos a lista de indicados ao Emmy 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 03:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[A atriz Kerry Washington (da série “Scandal”) e o apresentador Jimmy Kimmel anunciaram os indicados. A cerimônia ocorrerá no dia 23 de setembro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-273187 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/07/120719012958-emmy-nominations-jimmy-kimmel-kerry-washington-story-top.jpg" alt="" width="606" height="360" /></p>
<p>Na manhã desta quinta-feira (19), a atriz Kerry Washington (da série <em>“Scandal”</em>) e o apresentador Jimmy Kimmel (que estava de pijamas em alusão ao horário de lá) anunciaram os indicados para o <strong>64th Primetime Emmy Awards</strong>, escolhidos pela Academia de Artes e Ciências Televisivas. “<strong>American Horror Story</strong>” e “<strong>Mad Men</strong>” foram os grandes destaques com 17 indicações cada (incluindo as categorias técnicas). “<strong>Modern Family</strong>” garantiu 14 indicações. Entre as  séries novatas, os destaques ficam com  “<strong>Homeland</strong>”, “<strong>Veep</strong>” e “<strong>Girls</strong>”.  A cerimônia ocorrerá no dia 23 de setembro e também apresentada por Jimmy Kimmel. Vejam abaixo os indicados nas principais categorias de séries e TV, com comentários.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Série Drama</span></strong><br />
<em>Boardwalk Empire<br />
Breaking Bad<br />
Downton Abbey<br />
Game of Thrones<br />
Homeland<br />
Mad Men</em></p>
<p>Gostei bastante dos indicados. Essa é uma categoria bem difícil pelo alto nível dos concorrentes, mas “Breaking Bad” e “Mad Men” estão um degrau acima das outras. A primeira teve uma temporada impecável, mas está um pouco “fria” por ter ido ao ar ano passado. “Mad Men” foi simplesmente espetacular e teve a melhor temporada do ano até agora. “Homeland” também está no <em>hype</em>. Essa será uma disputa difícil.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Ator Drama</span></strong><br />
<em>Hugh Bonneville (Downton Abbey)<br />
Steve Buscemi (Boardwalk Empire)<br />
Bryan Cranston (Breaking Bad)<br />
Michael C. Hall  (Dexter)<br />
Jon Hamm (Mad Men)<br />
Damian Lewis (Homeland)</em></p>
<p>Outra categoria bastante disputada, mas Bryan Cranston é soberano, apesar do ótimo ano de Jon Hamm. Damian Lewis também foi sensacional, mas Cranston merece levar.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Atriz Drama</span></strong><br />
<em>Kathy Bates (Harry’s Law)<br />
Glenn Close (Damages)<br />
Claire Danes (Homeland)<br />
Michelle Dockery (Downton Abbey)<br />
Julianna Marguilies (The Good Wife)<br />
Elisabeth Moss (Mad Men)</em></p>
<p>Aqui Claire Danes está na dianteira, já ganhou o Globo de Ouro e sua atuação é incontestável. Juliana Marguilies manteve as ótimas atuações dos anos anteriores, assim como Elisabeth Moss. Michelle Dockery também está muito bem. Já Close e Bates têm poucas chances e realmente não merecem.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Ator Coadjuvante Drama</span></strong><em><br />
Aaron Paul (Breaking Bad)<br />
GIancarlo Esposito (Breaking Bad)<br />
Brendan Coyle (Downton Abbey)<br />
Jim Carter (Downton Abbey)<br />
Peter Dinklage (Game of Thrones)<br />
Jared Harris (Mad Men)</em></p>
<p>Outra muito difícil. Aaron Paul esteve soberbo e é o meu preferido. Mas a composição de Gus Fring do Esposito também foi perfeita. Some a isso a força de Peter Dinklage (apesar de achar que ele é principal) e ao ótimo ano de Jared Harris e a disputa está aberta.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Atriz Coadjuvante Drama</span></strong><em><br />
Anna Gunn (Breaking Bad)<br />
Maggie Smith (Downton Abbey)<br />
Joanne Groffatt (Downton Abbey)<br />
Archie Panjabi (The Good Wife)<br />
Christine Baranski (The Good Wife)<br />
Christina Hendricks (Mad Men</em>)</p>
<p>Em atriz coadjuvante Maggie Smith colhe muitos elogios, assim como o elenco de “The Good Wife”. Mas acho que esse ano Christina Hendricks se sobressaiu, até porque seu arco dramático em “Mad Men” foi muito forte.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Série Comédia</span></strong><em><br />
The Big Bang Theory<br />
Curb Your Enthusiasm<br />
Girls<br />
Modern Family<br />
30 Rock<br />
Veep</em></p>
<p>Gostei muito das novidades “Veep” e “Girls”, e ambas mereceram a indicação. Outra excelente foi “Curb Your Enthusiasm” que teve seu ápice no finale com a participação de Michael J. Fox. Que outra série faria aquelas piadas sobre Mal de Parkinson? “30 Rock” e “Modern Family” tiveram boas temporadas, mas não brilhantes. E o que “The Big Bang Theory<em>” </em>faz aqui? Cadê<em> “Community”? </em>Cadê <em>“Parks and Recreation&#8221;</em>”? Cadê <em>“Louie”</em>? E gente, nunca pensei que fosse dizer isso, mas a segunda temporada de “<em>Episodes</em>” foi simplesmente genial e merecia não só estar aqui como levar a estatueta. O salto qualitativo foi impressionante. E nada de musicais como “<em>Smash</em>” e “<em>Glee</em>”. É sintomático&#8230;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Ator Comédia</span></strong><em><br />
Alec Baldwin (30 Rock)<br />
Don Cheadle (House of Lies)<br />
Louis C.K.  (Louie)<br />
Jon Cryer (Two and a Half Men)<br />
Larry David (Curb Your Enthusiasm)<br />
Jim Parsons (The Big Bang Theory)</em></p>
<p>Em um mundo perfeito, Louis C.K. ganharia de lavada nessa categoria. Como falei anteriormente, faltou “Episodes” no Emmy e Matt LeBlanc aqui. Parsons e Cryer não justificaram suas indicações em péssimos anos de suas séries.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Ariz Comédia</span></strong><br />
<em>Zooey Deschanel (New Girl)<br />
Lena Dunham (Girls)<br />
Edie Falco (Nurse Jackie)<br />
Tina Fey (30 Rock)<br />
Julia Louis-Dreyfus (Veep)<br />
Melissa McCarthy (Mike &amp; Molly)<br />
Amy Poehler (Parks and Recreation)</em></p>
<p><em></em>Gostaria muito que Amy Poehler ganhasse, mas o <em>hype</em> em cima de Lena Dunham está grande então ela é favorita, e também está ótima e merece ganhar. Mas todas elas estão bem. Mas substituiria fácil Zooey Deschanel por Emmy Rossum, de “<em>Shameless</em>”, que deu um show. Laura Linney também é uma ótima atriz, mas a fraca temporada de “<em>The Big C</em>” a prejudicou.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Ator Coadjuvante Comédia</span></strong><em><br />
Ed O’Neill (Modern Family)<br />
Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)<br />
Ty Burrell (Modern Family)<br />
Eric Stonestreet (Modern Family)<br />
Max Greenfield (New Girl)<br />
Bill Hader (Saturday Night Live)</em></p>
<p>Mais uma vez a categoria traz a disputa do elenco de “Modern Family”. Se for para um deles ganhar, que seja o Ed O’Neill. Mas também ficaria feliz se Max Greenfield ganhasse. Ele é de longe a melhor coisa em “New Girl”.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Atriz Coadjuvante Comédia</span></strong><em><br />
Mayim Bialik (The Big Bang Theory)<br />
Kathryn Joosten (Desperate Housewives)<br />
Julie Bowen (Modern Family)<br />
Sofia Vergara (Modern Family)<br />
Merritt Wever (Nurse Jackie)<br />
Kristen Wiig (Saturday Night Live)</em></p>
<p>Será que Sofia Vergara leva dessa vez? É a minha favorita. Também gostei da indicação de Kristen Wiig, que se despede de SNL.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Filme ou Minissérie</span></strong><br />
<em>Game Change<br />
American Horror Story<br />
Hemingway &amp; Gellhorn<br />
Sherlock: A Scandal In Belgravia (Masterpiece)<br />
Luther<br />
Hatfields &amp; McCoys</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Atriz em Filme ou Minissérie</span></strong><em><br />
Julianne Moore (Game Change)<br />
Connie Britton (American Horror Story)<br />
Nicole Kidman (Hemingway &amp; Gellhorn)<br />
Emma Thompson (The Song of Lunch)<br />
Ashley Judd (Missing)</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Melhor Ator em Filme ou Minissérie</span></strong><br />
<em>Woody Harrelson (Game Change)<br />
Clive Owen (Hemingway &amp; Gellhorn)<br />
Benedict Cumberbatch (Sherlock: A scandal In Belgravia (Masterpiece)<br />
Idris Elba (Luther)<br />
Kevin Costner (Hatfields &amp; McCoys)<br />
Bill Paxton (Hatfields &amp; McCoys)</em></p>
<p>Nas categorias de minissérie e filmes, o maior destaque vai pra “Sherlock”, que como já disse é a melhor coisa que vi na TV em muito tempo. Gostaria de citar também “Luther”, um policial adulto e muito bacana. E por fim o filme “Game Change”, com destaque maior para Julianne Moore interpretando Sarah Palin. Ela merece o prêmio.</p>
<p>É isso. O que vocês acharam? Concordam comigo?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: A estreia de The Newsroom e a última temporada de Weeds</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jul 2012 21:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Sorkin]]></category>
		<category><![CDATA[Newsroom]]></category>
		<category><![CDATA[Weeds]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador de hits como "The West Wing" e roteirista premiado por "A Rede Social" lança nova série. E "Weeds" retorna para o último ano]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-271103 alignleft" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/07/episode-01-will-mcvoy-600.jpeg" alt="" width="288" height="216" /></p>
<p>Uma está começando enquanto a outra chega ao fim de sua jornada depois de oito temporadas. <strong>“The Newsroom”</strong> é a nova aposta de um midas da televisão americana, o roteirista Aaron Sorkin, para o canal à cabo <em>HBO</em>.  Já <strong>“Weeds”</strong> é mais uma veterana que chega ao fim. A comédia criada por Jenji Kohan encerra a história de uma mãe que é forçada a vender maconha para sustentar a família. O paralelo entre as séries é que uma começa em alta e a outra termina cambaleando.</p>
<p>“The Newsroom” é mais uma criação de Sorkin, conhecido pela mega premiada <em>“The West Wing”</em> e responsável por uma das séries mais injustiçadas dos últimos anos, <em>“Studio 60 On the Sunset Strip”</em>, que trazia um Matthew Perry pós <em>“Friends”</em>. O roteirista também ganhou o Oscar pelo roteiro de <em>“A Rede Social”</em>. A nova produção compartilha com as outras criações de Sorkin na sua ambientação. Mais uma vez mostrando os bastidores, dessa vez de um telejornal, “The Newsroom” começa apresentando seu protagonista, o âncora  Will McAvoy (Jeff Daniels, excelente), que após se manter imparcial sobre diversos assuntos relacionados aos EUA tem um surto durante um debate em uma faculdade onde questiona seu país e diz que eles já “foram” os melhores do mundo. Após a polêmica, ele volta ao jornalismo com uma nova equipe e olhares desconfiados depois de tudo o que aconteceu, tentando reestabelecer a qualidade daquela produção televisiva.</p>
<p>No decorrer do episódio, a narrativa aborda as novas relações entre os personagens e a forma como o telejornal será produzido. O evento do episódio foi um vazamento de óleo no Golfo do México e um potencial desastre ambiental. Quem já assistiu às outras séries de Sorkin reconheceram todo o clima de tensão que vai sendo montado em torno desse caso, e ele sabe fazer isso como ninguém. Os diálogos ágeis e os personagens interessantes também são características marcantes do roteirista. O texto também é muito eficaz ao criticar o modo como se faz jornalismo por lá, além de apontar o dedo para o próprio telespectador desse formato, que não tem voz ativa no processo de informação.</p>
<p>O elenco também está bem afiado, com destaque para o protagonista. Daniels é uma figura impositiva naquele ambiente e tudo gira ao seu redor. Emily Mortimer também está à vontade no papel da produtora do programa. Apesar de um episódio um pouco longo (74 minutos), devo dizer que achei esse o melhor piloto em muito tempo na TV ameriana.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wC8ovJYAU3U">http://www.youtube.com/watch?v=wC8ovJYAU3U</a></p>
<p><strong><img class=" wp-image-271104 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/07/44449.jpeg" alt="" width="240" height="296" /></strong></p>
<p>Do outro lado temos “Weeds” e sua derradeira temporada. A comédia do canal <em>Showtime</em> já teve seus dias áureos nos primeiros anos da série, mas infelizmente de um tempo para cá desabou em um show de bizarrices que não fizeram o menor sentido ou geraram graça. Apesar do elenco competente, os roteiros têm sido muito fracos, e nesse primeiro episódio do oitavo ano não foi diferente.</p>
<p>Apesar de alguns bons momentos, como Shane discutindo com os vizinhos ou o abuso do paciente ao lado de Nancy, a história não evoluiu muito. Até mesmo o mistério sobre quem atirou na protagonista foi rapidamente resolvido, apesar de achar que ainda terá algumas implicâncias na trama principal. Vamos ver se “Weeds” volta aos bons tempos dos primeiros anos e consegue encerrar sua trajetória de forma satisfatória. Estou torcendo muito.</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: True Blood volta para 5ª temporada com início irregular</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 10:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[True Blood]]></category>

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		<description><![CDATA[Série da HBO está passando simultaneamente no Brasil com opção de audio original legendado ou dublada mantendo iniciativa inovadora da HBO nacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-270560" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/06/True-Blood3.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Após um ano de hiato “<strong>True Blood</strong>” tenta juntar os cacos de sua fraca 4ª temporada e esquecer de vez historias envolvendo bruxarias, fadas, espíritos malignos e outras bobagens que desviaram o foco dos primeiros anos da série. E devo dizer que esse início de 5ª temporada foi bastante instável, com alguns bons momentos, mas que no geral não saíram da mesmice. Vale também destacar mais uma vez o canal <em>HBO Brasil</em>, que está passando a série simultaneamente com os Estados Unidos, dando a opção de legendas e idioma dublado, mostrando como se combate a pirataria.</p>
<p>Falando do primeiro episódio em si, ele retoma logo em seguida ao final do último ano, com Tara levando um tiro na cabeça e a informação de que Russel Edgington está vivo. Tara era uma personagem bem legal no início da série, mas ela foi se tornando insuportável conforme sua historia evoluía. Estava bem claro que ela ia ser transformada em vampira, o que poderia dar novos traços á personagem, deixando-a mais interessante. Infelizmente ela conseguiu ficar mais chata do que já era, o que compromete toda essa trama.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-270558" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/06/True-Blood11.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Aliás, o grande problema de “True Blood” são as tramas paralelas, completamente forçadas e desinteressantes. Sam continua chato, assim como a trama dos lobos, que não chega a lugar nenhum. O que salvou o episódio foi Jason e a volta do  Reverendo Newlin e sua disputa com Jessica (que mulher linda!). Essa relação vai ser interessante, assim como a fidelidade entre Bill e Eric. De resto, nada foi acrescentado á história.</p>
<p>Já o segundo episódio foi o melhor em muito tempo. Confesso que fiquei intrigado com a atuação da Autoridade e toda aquela história da Bíblia dos Vampiros e a abordagem religiosa/extremista sobre aquele mundo. Vamos ver no que vai dar essa história. O ator Chris Meloni (“<em>Law &amp; Order: SVU</em>”) se encaixou bem no papel da autoridade máxima. E também continua a expectativa para a volta de Russel, um dos melhores vilões da série.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-270559" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/06/True-Blood2.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Por entregar um episódio tão bom, a decepção em relação ao terceiro foi ainda maior. Um episódio que não saiu do canto e foi um claro exemplo de <em>filler</em>, aqueles episódios usados para encher linguiça no meio da temporada. Fato é que, apesar de a esperança não acabar, fico cada vez mais decepcionado com &#8220;True Blood&#8221;, que já mostra falta de criatividade logo no início da temporada. Torço muito para uma melhora.</p>
<p>E vocês, como avaliam esse início de temporada dos vampiros da HBO?</p>
</ul>
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		<item>
		<title>Séries/TV: Grandes séries terminam mais uma temporada. Leia as análises!</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 04:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[Greys Anatomy]]></category>
		<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[Modern Family]]></category>
		<category><![CDATA[Smash]]></category>
		<category><![CDATA[The Good Wife]]></category>
		<category><![CDATA[Two and a Half Men]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentamos alguns finais de temporadas da TV americana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-268352 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/06/game_of_thrones2.jpg" alt="" width="360" height="203" /></p>
<p>Nas ultimas semanas, muitas séries exibiram na TV americana seus finais de temporada, os chamados <em>season finales</em>. As produções entram em hiato e só retornam em meados de setembro. Para abordar o maior número de séries possível, farei breves comentários sobre alguns <em>finales</em> que acho que merecem destaque. Também quero destacar que chegou ao fim uma das séries responsáveis pela minha entrada no mundo das produções televisivas. Me refiro a <em>“House”</em>, que também exibiu recentemente seu <em>series finale</em>. Vamos aos comentários. O texto abaixo possui <strong><em>spoilers</em>.</strong></p>
<p><strong>Game of Thrones: </strong>Apesar da temporada um pouco inconstante, repetindo alguns erros da primeira temporada, o finale foi satisfatório. A produção tem grandes episódios, mas que são intercalados por outros bem arrastados, dando a impressão que a narrativa não anda. Sei que a série tenta ser fiel aos livros, mas a TV é uma mídia diferente e por isso precisa ter uma fluidez diferente da obra literária. De qualquer forma o resultado final foi positivo. E mais uma vez o grande destaque foi Peter Dinklage, que protagonizou uma cena forte e comovente. Merece prêmios.</p>
<p><strong>Community: </strong>A série também oscilou um pouco, mas não deixou de ser sensacional, com o <em>finale</em> sendo um episódio triplo. Acho que os problemas maiores foram dos bastidores, com as brigas entre Chevy Chase e Dan Harmon, criador da série. Além disso, este último foi demitido pelo canal, o que me faz ficar preocupado com o andamento da série. Vamos ver. Destaque para o episódio de “8 bits” e aquele que traz a queda de Chang, no modelo <em>“Missão: Impossível”</em>.</p>
<p><strong>Fringe: </strong>A produção sci-fi entregou novamente uma temporada consistente, ainda que aqui e ali tivessem alguns episódios fracos. É sempre ótimo ver a participação de Leonard Nimoy. E mais uma vez John Noble dá um show de interpretação. Será que ele será novamente ignorado pelas premiações?</p>
<p><strong><a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/268351/seriestv-grandes-series-terminam-mais-uma-temporada-leia-as-reviews/attachment/greys-anatomy-2/" rel="attachment wp-att-268356"><img class="size-full wp-image-268356 alignleft" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/06/greys-anatomy-2.jpg" alt="" width="300" height="163" /></a>Grey’s Anatomy: </strong>Já virou rotina eu ficar me perguntando o que aconteceu com “Grey’s Anatomy”. Como uma série tão boa desce a ladeira de forma vertiginosa desse jeito? A temporada foi simplesmente ridícula, com clichês muito forçados e situações dignas de novela das 7. E o <em>finale</em> dessa temporada apenas culminou com a mediocridade do oitavo ano. O negócio já começa complicado ao forçar mais um evento catastrófico para os personagens. O maior problema é simplesmente criar uma situação implausível. Ou será que alguém conhece uma pessoa que um ano presenciou um possível ataque à bomba, no seguinte presenciou um tiroteio, no outro teve a morte do melhor amigo, no outro um acidente aéreo&#8230;. Uma das forças da série é o leque de personagens, então não é possível que Shonda Rhimes não consiga criar uma situação dramática e real, sem a preocupação de simplesmente chocar o espectador. O outro problema, esse ainda mais vergonhoso, foi simplesmente copiar a primeira cena de <em>&#8220;Lost&#8221;</em>, com o personagem deitado que abre os olhos, observa as arvores ao redor e de repente é impactado pelo caos, com fogo, pessoas gritanto, etc. Nossa, fiquei com vergonha. Acho que “Greys” é um caso sem volta.</p>
<p><strong>Modern Family: </strong>Os últimos episódios de “Modern Family” foram ótimos. A série retomou o fôlego da primeira temporada, apesar de ainda inferior ao ano de estreia. O que impressiona é a competência do elenco infantil, além da qualidade soberba do elenco adulto. Série sensacional.</p>
<p><strong>Smash:</strong> A produção teve um ótimo primeiro ano. O grande trunfo foi a metalinguagem de mostrar em um musical como se faz um musical. Apesar de ter tropeçado em alguns episódios, “Smash” chega com força para a temporada de premiações. Espero que a qualidade seja mantida no segundo ano.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-268359 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/06/martha-plimpton-michael-j-fox-good-wife-finale.jpg" alt="" width="300" height="200" />The Good Wife: </strong>Acho que de todas as séries que assisti até agora nesse ano “The Good Wife” é a única que posso afirmar que todos os episódios foram bons. Não existe na TV aberta americana uma produção tão consistente como essa. O episódio final foi simplesmenteAnálise perfeito, reunindo Martha Plimpton e Michael J. Fox no “time dos sonhos” dos vilões.</p>
<p><strong>Two and a Half Men:  </strong>Ridículo e patético são adjetivos para esse ano de TAAHM. Piadas escatológicas e humor rasteiro permearam uma das piores coisa que vi em comédia em muito tempo. Essa eu parei.</p>
<p><strong>House: </strong>Não é novidade para ninguém que “House” vinha no piloto automático há muito tempo. Eu mesmo pedia o fim da série, e ele veio de forma bastante digna. Gostei do desfecho para a situação envolvendo a doença de Wilson. E a virada na trama nos últimos minutos do episódio foi fiel a House e ao personagem no qual ele é inspirado, Sherlock Holmes. Gostei bastante</p>
<p>E aí, alguém gostou de algum <em>finale</em>?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: As comédias Veep e Girls são as novidades na telinha</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2012 03:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Girls]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Judd Apatow]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Louis-Dreyfus]]></category>
		<category><![CDATA[Veep]]></category>

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		<description><![CDATA[Produções são as novas apostas de comédia da HBO. A primeira tem Julia Louis-Dreyfus enquanto a segunda é produzida por Judd Apatow]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-267239 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/05/20veep1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p>Para quem acompanha a coluna com regularidade sabe que sou um grande fã do canal americano <em>HBO</em>, que definiu a forma como se vê TV de qualidade nos dias de hoje. Uma das coisas que admiro muito canal é a capacidade de mesclar grandes produções televisivas como<em> “Game Of Thrones”</em> ou <em>“Roma”</em> com produções menores e mais simples, como <em>“Curb Your Enthusiasm”</em>. O canal lançou recentemente duas novas séries que se enquadram na última categoria. São elas <strong>“Girls”</strong> e <strong>“Veep”</strong>.</p>
<p>“Veep” traz a veterana da TV Julia Louis-Dreyfus (de <em>“Seinfeld”</em> e <em>“The New Adventures of Old Christine”</em>) como Selina Meyer, vice presidente dos Estados Unidos. A produção se propõe a mostrar os bastidores da agenda da política de forma leve e engraçada. Eu adoro séries sobre bastidores da política, como <em>“The West Wing”,</em> então não é novidade ter simpatizado com essa nova produção. Gosto também do estilo documental do show, que tenta dar um ar de realismo ao cotidiano atrapalhado da VP e seu <em>staff</em>.</p>
<p>Vale destacar também o texto da série, muito ágil e com ótimas sacadas, não apenas para criar <em>gags,</em> mas também para apresentar arcos interessantes, tudo isso amparado por ótimos diálogos. O elenco também é muito competente, com destaque para a protagonista, bem à vontade em uma série mais “adulta”; e para Anna Chlumsky, a menininha do filme <em>“Meu Primeiro Amor”</em>, que cresceu muito bem, diga-se de passagem. “Veep” está recomendadíssima.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZUnAbwaDYr0">http://www.youtube.com/watch?v=ZUnAbwaDYr0</a></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-267240" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/05/girls-hbo-poster.jpg" alt="" width="300" height="405" /></p>
<p>Na contramão de “Veep” vem essa outra comédia da <em>HBO</em>. Produzida por Judd Apatow, a série é escrita, dirigida e protagonizada por Lena Dunham (em uma coisa meio <em>&#8220;Louie&#8221;</em>), e aposta no humor que busca a risada provocando o desconforto do telespectador. A sinopse acompanha desventuras de quatro jovens garotas vivendo em Nova York.</p>
<p>Em um primeiro momento houve um burburinho sobre comparações com <em>“Sex and the City”</em>, mas, ao acompanhar o piloto, constatei que a única coisa em comum entre as séries é a cidade e o fato de serem protagonizadas por quatro personagens femininas (além da produção <em>HBO</em>). E só. Enquanto SATC trazia quatro mulheres estáveis e conscientes de seus atos, “Girls” mostra quatro meninas mimadas e perdidas sem saber o que querem da vida.</p>
<p>O piloto não agradou muito. As situações não foram engraçadas e a risada por meio do choque não funcionou. Mas tenho que admitir que a produção e especialmente sua protagonista são extremamente corajosas. Se você assistir ao piloto e ficar constrangido com a cena de sexo que aparece, saiba que é daí pra pior. Mas admiro a crueza de Lena Dunham e a forma como ela aborda a sexualidade daquelas personagens e em especial a sua própria, já que ela não tem pudor para cenas de nudez/sexo. A série melhora nos episódios seguintes, mas ainda não disse ao que veio.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0QyyuM3CzSs">http://www.youtube.com/watch?v=0QyyuM3CzSs</a></p>
<p>Alguém curtiu alguma das duas?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Filmes de sucesso que ganharam adaptação para a televisão</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 03:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oscar Nogueira Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Transformar sucessos do cinema em programas de televisão sempre foi um movimento normal em Hollywood, mas será que dá certo?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando algum filme faz bastante sucesso, é comum no mundo do <em>show business </em>a tentativa de prolongá-lo ainda mais criando franquias ou até mesmo séries de TV. Essa é uma tendência que acompanha o mundo do entretenimento televisivo desde a popularização do aparelho nos domicílios e, se depender dos executivos das grandes emissoras, não acabará tão cedo.</p>
<p>Veja abaixo algumas séries, em <em>live-action</em>, que foram criadas tomando como base filmes de sucesso. Algumas delas você talvez nem saiba que um dia existiram, porque foram canceladas em sua primeira temporada ou nem mesmo foram exibidas, pois seu conteúdo e apelo não eram tão bons quanto dos filmes que as originaram.</p>
<p><strong>Ferris Bueller (1990): </strong>Criada pela rede de televisão <em>NBC</em> em 1990 para resgatar o sucesso do filme &#8220;<em>Curtindo a Vida Adoidado</em>&#8220;, lançado sete anos antes, a série não teve nem de perto o reconhecimento que o filme teve, sendo cancelada com apenas 13 episódios. O foco do programa era a vida de Ferris (Charlie Schlatter, dublador na série animada de &#8220;<em>Batman</em>&#8220;) e seus amigos ainda no colégio. Uma curiosidade é que esse foi um dos primeiro trabalhos de Jennifer Aniston (&#8220;<em>Esposa de Mentirinha</em>&#8220;) na televisão no papel de Jeannie, irmã de Ferris.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7kjVUlkL9xc">http://www.youtube.com/watch?v=7kjVUlkL9xc</a></p>
<p><strong>La Femme Nikita (1997) e Nikita (2010): </strong>O filme &#8220;<em>Nikita</em>&#8220;, do diretor ítalo-francês Luc Besson, é um caso de sucesso (pelo menos financeiro) das adaptações para a TV. A história de uma bela criminosa que é recrutada pela polícia para trabalhar do lado da lei foi transposta duas vezes para a tela pequena. A primeira nos anos 90 foi intitulada &#8220;La Femme Nikita&#8221;, onde a personagem principal era interpretada por Peta Wilson (&#8220;<em>A Liga Extraordinária</em>&#8220;) e durou por cinco temporadas com quase 100 episódios. A segunda, chamada apenas de &#8220;Nikita&#8221;, é estrelada por Maggie Q (&#8220;<em>Padre</em>&#8220;) e foi renovada para sua terceira temporada. O canal <em>Warner</em> é responsável pela a exibição de ambas as séries no Brasil.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=E04E5K8ZllU">http://www.youtube.com/watch?v=E04E5K8ZllU</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AzJ18-A5mC4">http://www.youtube.com/watch?v=AzJ18-A5mC4</a></p>
<p><strong>Lock, Stock&#8230; A Série (2000): </strong>Criada em 2000, a série é baseada no filme &#8220;<em>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes</em>&#8220;, do diretor Guy Ritchie, e foi ao ar pelo canal britânico <em>Channel 4</em>. O sucesso não foi tão grande quanto o filme, que teve uma &#8220;continuação&#8221;  no mesmo ano (&#8220;<em>Snatch &#8211; Porcos e Diamantes</em>&#8220;). O programa contou com apenas sete episódios, já que, mesmo sendo bem produzida, a linguagem abusava de muitas gírias locais e dificultava o entendimento e a popularização fora de Londres.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kNVnu3i-0gQ">http://www.youtube.com/watch?v=kNVnu3i-0gQ</a></p>
<p><strong>Manchester Prep (&#8220;Segundas Intenções 2&#8243;) (2001): </strong> Em 2001, foram montados três episódios dessa série, que seria uma <em>prequel</em> do filme lançado em 1999 com Sarah Michelle Gellar (&#8220;<em>O Grito</em>&#8220;), Ryan Phillipe (&#8220;<em>Crash</em>&#8220;) e Reese Whiterspoon (&#8220;<em>Legalmente Loira</em>&#8220;). Esses episódios nunca foram ao ar na televisão. Ao invés disso, a produtora preferiu montá-los como um único longa e lançar como &#8220;<em>Segundas Intenções 2</em>&#8220;, direto para <em>home video</em>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=2LCMDY8ONjc">http://www.youtube.com/watch?v=2LCMDY8ONjc</a></p>
<p><strong>A Firma (2011):</strong> Na temporada de séries desse ano, vimos o lançamento da série “A Firma“, baseada no filme homônimo de 1993 e no livro original de John Grisham. O programa conta a história do advogado Mitch McDeere (Josh Lucas, de <em>“J. Edgar“</em>), 10 anos após os acontecimentos do filme. A emissora <em>NBC</em>, responsável pela exibição da série, cancelou a exibição após 22 episódios, ainda em sua primeira temporada.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UvZFKmvWWmg">http://www.youtube.com/watch?v=UvZFKmvWWmg</a></p>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Séries/TV: Relembre os melhores series finales da televisão &#124; Parte 2</title>
		<link>http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/258194/seriestv-relembre-os-melhores-series-finales-da-televisao-parte-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a segunda parte da seleção que fizemos com os melhores finales exibidos na televisão.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A coluna da semana continua com a segunda parte sobre os melhores finais de séries que a TV exibiu, já preparando para os <em>season finales</em> que acontecem lá nos EUA em breve. Só lembrando que a coluna estará em ordem decrescente até chegar ao favorito trazendo os últimos cinco. Destaco que, ao pensar na ordem das séries, não levei em consideração apenas a qualidade do episódio final, que óbvio não pode ser ignorado, mas também o desfecho de toda uma saga com personagens queridos e que ficarão na memória. (<a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/256711/seriestv-relembre-os-melhores-series-finales-da-televisao-parte-1/">LEIA A PARTE 1</a>) Vamos lá:</p>
<p><strong>5. The Wire: </strong>Se você nunca viu essa produção da <em>HBO</em> pare o que estiver assistindo e corra para ver! Considero “The Wire” a melhor abordagem sobre o mundo policial já produzida em formato de série de TV. A produção mostra detalhadamente como se monta um caso policial, sempre introduzindo ótimos personagens em tramas intrigantes. O interessante aqui é que ninguém é totalmente bom ou ruim, mas simplesmente reage ao seu ambiente. E esse ambiente é a cidade de Baltimore. A cena final, onde o protagonista fica olhando para o lugar e vendo que tudo continuará exatamente o mesmo, é maravilhosa.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NsVP-DAVWYA">http://www.youtube.com/watch?v=NsVP-DAVWYA</a></p>
<p><strong>4. The Sopranos – A Família Soprano: </strong>Já falei aqui algumas vezes que “The Sopranos” é a minha série favorita, então seu polêmico <em>finale</em> não poderia ficar de fora. Muita gente ficou decepcionada com o encerramento da saga do mafioso Tony Soprano, apenas um corte abrupto enquanto a família janta em um restaurante e um final em aberto. Eu enxerguei como um fim de alguém que um dia foi rei, mas viu familiares e amigos morrerem ao longo do tempo. Mas acho que no final não importa muito. O fato é que os últimos minutos dos Sopranos já viraram icônicos.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/rnT7nYbCSvM?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>3. Friends: </strong>Essa é outra das minhas séries favoritas. Confesso que foi muito difícil passar pela transição de não ter mais episódios inéditos de “ Friends” e o episódio final da série simbolizou bem isso. Muito engraçado, deixou também um tom melancólico, como um apartamento vazio onde as risadas cessaram. E tudo o que restou foram as memórias.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/SMsr-fWGvKM?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>2.The Shield: </strong>Sempre achei “The Shield” uma série extremamente consistente, com ótimos roteiros e cenas de ação eficientes. Mas é inegável que o ponto alto da série é seu protagonista, Vic Mackey, interpretado com muita competência por Michael Chicklis. A tensão que foi sendo criada até os momentos finais da série foi sensacional, principalmente com o desfecho trágico de Shane. Mas o soco no estômago foi ver como o corrupto Mackey termina seus dias, preso à burocracia comum e medíocre que sempre havia fugido. Simplesmente perfeito!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ihGapANcb2s">http://www.youtube.com/watch?v=ihGapANcb2s</a></p>
<p><strong>1. A Sete Palmos: </strong>Para muitos essa é a melhor série já feita e tenho que concordar que dificilmente alguém conseguirá superar ou produzir um final de série tão perfeito como esse. O episódio foi uma mistura de sensações e sentimentos. A montagem final mostrando o futuro e a morte de todos os personagens causou uma catarse em mim, pois foi capaz de compilar em alguns minutos tudo que a série sempre nos mostrou, desde o seu primeiro episódio: que a morte faz parte da vida. Ou seria ao contrário?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=nnTPGdqJRLs">http://www.youtube.com/watch?v=nnTPGdqJRLs</a></p>
<p>E vocês, o que acharam da seleção?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Relembre os melhores series finales da televisão &#124; Parte 1</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 02:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>
		<category><![CDATA[Seinfeld]]></category>

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		<description><![CDATA[Fizemos uma seleção com os melhores finales exibidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da próxima semana muitas séries de TV lá nos EUA vão transmitir seus <em>season finales</em> antes de entrar no período de intervalo, que geralmente vai até setembro, quando as novas temporadas começam. Por falar nisso, lembro dos eventos que são os <em>series finales</em>, ou o fim das séries. Geralmente fico tomado por sentimentos conflitantes nessas ocasiões, uma vez que posso finalmente ver o desfecho de uma história, mas acabo ficando sem personagens tão queridos. É o que acontecerá com <em>“Fringe”</em>, por exemplo, que terá seus treze episódios finais.</p>
<p>Aproveito a temática para fazer uma coluna especial, dividida em duas partes (a outra vai ao ar na próxima semana), que trará os meus dez <em>series finales</em> favoritos. A coluna estará em ordem decrescente até chegar ao favorito. Destaco que, ao pensar na ordem das séries, não levei em consideração apenas o episódio final, mas sim o final de uma saga com personagens queridos e que tiveram seus arcos encerrados. E por serem <em>finales</em>, é óbvio que terão <strong>spoilers. </strong>Vamos lá:</p>
<p><strong>10. Arquivo X:</strong> Aqui é um típico caso que o desfecho dos personagens foi mais importante do que o episódio em si. O último capítulo da saga de Mulder e Scully não foi lá essas coisas (até me frustrou um pouco), mas como fiquei muito apegado aos personagens, achei belíssimas as últimas cenas, com os detetives em um quarto de hotel falando sobre a invasão alienígena. Está certo que foi meio anticlímax, mas pelo menos eles estabelecem em que ponto está a relação deles e como aquela jornada os afetou.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-256743" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/05/Arquivo-X-e-Cheers.jpg" alt="" width="600" height="300" /><strong></strong></p>
<p><strong>9. Cheers</strong>: Essa série foi um divisor de águas para <em>sitcoms</em> e posso ver no desfecho de Sam e Diane um embrião comparado ao final de Ross e Rachel em <em>“Friends”</em>, apesar de os rumos dos personagens terem sido opostos. Mas não deixou de entrar pra historia e inspirar séries como a já citada série dos “amigos” e<em> “Seinfeld”</em>.</p>
<p><strong>8. MASH: </strong>Essa é um pouco mais antiga, mas recomendo fortemente para que vejam. O <em>finale</em> de MASH é até hoje um dos eventos mais assistidos da história da televisão americana. O processo emocional pelo qual o personagem Hawkeye passa é impressionante. O final também trouxe muita emoção, unindo um episódio impecável ao desfecho perfeito daqueles personagens. Alan Alda dá show!</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/sYjy7uUn7fc?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>7. Seinfeld</strong>: A melhor série sobre o nada não poderia ficar de fora. Muita gente ficou decepcionada com o <em>finale</em> de “Seinfeld”, mas eu confesso que apreciei a ironia de que o destino dos personagens foi traçado daquela forma justamente porque eles não fizeram nada. Também foi muito legal ver as participações especiais de todos os personagens secundários que passaram pela série. E Jerry fazendo <em>stand-up</em> na prisão foi ótimo!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=n_OS1q6f5Rc">http://www.youtube.com/watch?v=n_OS1q6f5Rc</a></p>
<p><strong>6. Lost</strong> <strong>(2004-2010)</strong>: Esse é outro exemplo de que a estrutura do último episódio também foi o que menos influenciou. Me emocionei muito ao ver aqueles personagens juntos pela última vez. E a epifania de Jack ao entender que eles estavam ligados justamente porque algo muito importante aconteceu com eles foi belíssima, acabando por me fazer enxergar que a relação daqueles personagens com o espectador foi igualmente importante e por isso ficou marcada. Muita gente reclamou. Eu adorei. A montagem com a música é para levar qualquer um às lágrimas.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RekBnadv0Cw">http://www.youtube.com/watch?v=RekBnadv0Cw</a></p>
<p>É isso. Aqui acaba a primeira parte e não deixe de ver a segunda parte com os cinco melhores <em>finales</em> de séries na próxima semana. O que acharam da seleção? Quem concorda e quem discorda?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Touch reúne o criador de Heroes com o astro de 24 Horas</title>
		<link>http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/252471/seriestv-touch-reune-o-criador-de-heroes-com-o-astro-de-24-horas/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 22:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Bauer]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Kring]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova série de Tim Kring é estrelada por Kiefer Sutherland e traz a premissa de um garoto que enxerga padrões em números prevendo catástrofes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-252475 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/touch.jpg" alt="" width="288" height="266" />Quando<em> “Heroes”</em> foi ao ar pela <em>NBC</em> em setembro de 2006, a série deu o que falar. A trama prometia trazer para a telinha uma narrativa fantástica em um mundo de super-heróis mesclando aventura e reviravoltas. Após um piloto competente e um início promissor, a produção criada por Tim Kring despencou em qualidade e virou piada no mundo televisivo. Por isso muita gente está com o pé atrás em relação a “<strong>Touch</strong>”, nova criação de Kring. Mas a série conta com um grande trunfo: o eterno Kiefer “Jack Bauer” Sutherland.</p>
<p>A série narra a história de Martin Bohm (Sutherland), um homem que ficou viúvo após perder a esposa nos atentados de 11 de Setembro, e seu filho Jake, de 11 anos, que manifesta sintomas do que parece ser autismo, mas que na verdade tem o dom de enxergar padrões por meio dos números e prever acontecimentos catastróficos.</p>
<p>A história que envolve padrões matemáticos presentes na natureza e no cotidiano das pessoas não traz nenhuma novidade, já tendo sido abordada no ótimo longa <em>“Pi”</em>, de Darren Aronofsky. Aqui o roteiro tenta misturar essa lógica com dramas humanos para tentar levar alguma emoção ao telespectador. E digo que nesse quesito Kring cumpriu seu primeiro desafio. A relação entre Martin e Jake nunca soa artificial e muito se deve à boa atuação de Sutherland. Méritos para o ator que tenta sair de um personagem tão marcante quanto Jack Bauer (ainda que o lembre quando solta um <em>Damn It!</em>). O piloto também tem momentos inspirados, como a cena do empresário que finalmente consegue visualizar as fotos da filha.</p>
<p>Contudo, ainda é difícil achar a historia toda crível, pois depende de muitas coincidências (afinal, tudo está interligado), mas que podem justificar apenas preguiça dos roteiristas e manipulação barata. Algumas passagens são muito forçadas, como o sujeito que quer transformar um vídeo em viral ao colocar um celular na mala de um desconhecido (por que não subir o vídeo para o<em> Youtube</em> então?). O piloto também tem momentos arrastados, dando a impressão de ser mais longo do que é.</p>
<p>Apesar de tudo, o saldo de “Touch” é positivo. Vou acompanhar mais alguns episódios para ver se a história se sustenta. Mas sempre com o pé atrás. Afinal de contas Tim Kring tem o carma de saber começar séries sem ter a competência de terminá-las. Vide <em>“Heroes”</em>. Alguém gostou do novo show??</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dvQ_qJYZ-7A">http://www.youtube.com/watch?v=dvQ_qJYZ-7A</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Spartacus retorna para a 2ª temporada com mais sangue e nudez</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 01:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Whitfield]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus]]></category>
		<category><![CDATA[Starz]]></category>

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		<description><![CDATA[A produção apresenta o ator Liam McIntyre, que substitui o protagonista Andy Whitfield, falecido no ano passado vítima de um linfoma.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-251304 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Spartacus_Vengeance.jpg" alt="" width="600" height="419" /></p>
<p>Antes do início da  2ª temporada de <strong>“Spartacus”</strong>, do pequeno canal americano <em>Starz</em>, todos os fãs da série já sabiam qual seria o maior desafio da produção a partir de agora: achar um substituto Andy Whitfield, simplesmente o protagonista do show, que infelizmente faleceu no ano passado. Apesar da dificuldade, a produção resolveu apostar em outro ator australiano e manter o mesmo tom em termos de história e visual, e fico feliz em dizer que o resultado foi extremamente positivo.</p>
<p>Quando acompanhei o primeiro ano de “Spartacus”, confesso que demorei um pouco para me acostumar com essa estética de videogame copiada de <em>“300”</em>. A produção também choca um pouco aos desavisados pelo excesso de violência gráfica e cenas de sexo. Como estava acostumado com<em> “Roma”</em>, nada me surpreendeu muito, a não ser o fato de a série ser mais comentada justamente por essas características, e não pela ótima história que trazia. Sim, pois apesar de não trazer nenhuma novidade, o que mais marca em “Spartacus” é justamente a produção competente que fala sobre vingança e liberdade, ancorada por ótimos roteiros e interpretações intensas.</p>
<p>E assim chegamos ao segundo ano. De fato, a primeira coisa que prestamos atenção é no rosto de Liam McIntyre, que agora encarna o escravo que luta pela liberdade e vingança pela morte da mulher. E a sensação é de estranhamento. Apesar de não achar McIntyre tão diferente fisicamente de Whitfield, o que mais faltou foi o carisma que o falecido ator tinha. E McIntyre ainda precisará provar que consegue segurar “Spartacus” sozinho, mas ele não deixou a bola cair e soube conduzir a trama nos momentos dramáticos.</p>
<p>Mas devo dizer que o maior mérito desse primeiro episódio do segundo ano foi dos roteiristas, que souberam manter as mesmas características de Spartacus ao apresentar o novo rosto, além de entregar uma trama ágil e intensa sem parecer forçada. Destaque também para o rumo que outros personagens importantes tiveram, como Crixus e Oenomaus, além da volta de uma das minhas personagens preferidas (não vou estragar com <em>spoilers</em>). Mas certamente o ápice do episódio foi o massacre promovido em um bordel, que resumiu bem as características pelas quais “Spartacus” é tão comentado. Muito sexo e muito, mas muito sangue foram o cardápio do final do episódio.</p>
<p>Assim, “Spartacus” mantém o que teve de melhor do ano anterior. Um ótimo arco dramático ilustrado com muita ação e sensualidade. E que tenha futuro! Alguém gostou do episódio?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=tNdutDDCUQU">http://www.youtube.com/watch?v=tNdutDDCUQU</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Natalia Klein fala sobre o sucesso de Adorável Psicose</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 14:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Benevides</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente rodando a terceira temporada da série, Natalia Klein conversa com o Cinema com Rapadura sobre suas adoráveis paranoias e a possibilidade de adaptar o programa para o cinema.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignright  wp-image-250535" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/AdorávelPsicose_Multishow_foto-de-Kiko-Cabral_CinemaComRapadura.jpg" alt="" width="288" height="434" />“O que te traz aqui, Natalia?&#8221;</em> É mais ou menos assim que começam as consultas de Natalia com a sua terapeuta Dra. Frida na série “Adorável Psicose”, exibida no canal <em>Multishow</em>. Psicótica confessa, Natalia busca em cada episódio compreender um pouco mais sobre a sua relação com o mundo. Aos 26 anos e nenhum namorado no histórico, a roteirista começou a contar suas paranoias em um <a href="http://www.adoravelpsicose.com.br/">blog</a> e logo foi convidada a estrelar o próprio programa de televisão.</p>
<p>Roteirista há três anos, tendo colaborado com os humorísticos globais <em>“Zorra Total”</em> e <em>“Junto e Misturado”</em>, Natalia é formada em Rádio e TV. Com a oportunidade de protagonizar a série, ela descobriu o prazer também pela interpretação. Afinal, ninguém melhor do que ela para interpretar a si mesma, construindo aquela personalidade peculiar. Após duas temporadas de sucesso e atualmente filmando a terceira, Natalia Klein conversou com <strong>exclusividade</strong> com o <strong>Cinema com Rapadura</strong> sobre seu processo criativo de um universo psicótico.</p>
<p>A fonte de sucesso de “Adorável Psicose” não é só a empatia do elenco, mas principalmente a sinceridade com que as situações são abordadas. A inspiração vem da vida pessoal de Natalia, que transpõe para os roteiros um pouco do que viveu ou imagina viver. <em>“Eu escrevo sozinha, tanto o blog como os roteiros da série. Penso em encontrar alguém para escrever comigo, mas essa busca é tão difícil quanto achar a pessoa certa no campo afetivo. Requer química, ritmos parecidos, senso de humor compatível&#8230; Meu processo criativo é caótico, mas por enquanto tem funcionado”</em>, afirmou a atriz.</p>
<p><strong>Inspirações</strong></p>
<p>As referências para a criação do sitcom são <em>“várias, tipo várias”</em>. Ao ser questionada se<em> “Sex and the City”</em> seria uma das inspirações, a autora negou. <em>“Apesar de ter assistido a todas as temporadas de ‘Sex and the City’, eu não me identifico com o humor mulherzinha-de-sapatos-Manolo-Blahnik. Na verdade, não acredito em humor mulherzinha. Acho que já deu disso. Nem as mulheres aguentam mais serem lembradas de que gostam de sapatos e roupas. Quero fazer um programa divertido, que fale sobre aquilo que me interessa, do meu ponto de vista &#8211; que, por coincidência, é o ponto de vista de uma mulher”</em>, afirmou. Mesmo assim, não se pode negar que “Adorável Psicose” também discute relacionamentos e é fashionista, galgada na cultura vintage dos anos 40, 50 e 60, mas com muitas cores e estampas. <em>“No dia-a-dia eu uso roupas muito semelhantes</em> [com as usadas na tela], <em>tanto que as duas primeiras temporadas foram feitas basicamente com meu guarda-roupa”</em>, confessou.</p>
<p>Natalia também levou para a ficção seus melhores amigos na vida real, Carol (Carol Portes) e Diogo (Raoni Seixas). Já Dra. Frida (Juliana Guimarães) e Beth (Regiana Antonini) são inspiradas em terapeutas e chefes que ela já teve.<em> “O cara de bigode é o único personagem 100% inventado. Ele deve representar o tipo de homem que me atrai, o cafajeste charmoso. Já o Zingo deve representar a minha esperança de encontrar o cara certo. Não é à toa que ele é imaginário&#8230;”</em>, completou.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-250540" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Adorável-Psicose-615x421.jpg" alt="" width="615" height="421" /><strong></strong></p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p>Pelo caráter tão pessoal que narra suas histórias, a inspiração vira exposição. Isso não é problema para a autora, já que gera identificação imediata do público com os casos do dia.  <em>“Me exponho bastante na série, sem dúvida. Mas também se não fosse por essa posição vulnerável em que me coloco, ‘Adorável Psicose’ não teria o mesmo apelo. Claro que não se trata da exposição de um reality show. Até porque muita coisa do que escrevo é inventada. A exposição se dá pela franqueza com que expresso minhas inseguranças, meus medos. Esse é todo o diferencial da série. É isso que a coloca acima dos clichês desse tipo de temática”</em>, pontuou a atriz. Desse jeito meio maluco e muito sincero, a vida de Natalia começou a fazer parte de psicóticos do Brasil inteiro. O alcance da série ultrapassou a exibição no <em>Multishow</em> e já está disponível na íntegra no canal de seu namorado imaginário, Zingo Schneider, no <a href="http://www.youtube.com/user/ZingoSchneider">Youtube</a>.</p>
<p>A roteirista atribui a repercussão positiva do sitcom justamente por essa troca estabelecida com o espectador.<em> “É muito bacana ver que o público se identifica com as minhas paranoias. Bom saber que não estou sozinha no mundo, que existem outros paranoicos e complexados por aí. Normalmente, não tenho muita dimensão do alcance da série. Até hoje me choco quando as pessoas vêm falar comigo. Sempre as olho com uma cara de ‘sério mesmo que você me assiste?’. Mas compreendo a identificação. Falo de uma maneira muito honesta, tanto no blog como na série. E essa franqueza provoca uma empatia imediata no espectador”</em>, contou.</p>
<p><strong>Cinema</strong></p>
<p>Sobre a possibilidade de adaptar o sitcom aos cinemas, ela dá boas notícias. <em>“A ideia é que o longa saia. Estamos todos trabalhando para que isso aconteça, já existe até um argumento. Vai ficar um pouco diferente da série, que é uma sitcom. O ritmo do filme será outro, mas sempre com os mesmos elementos que cativaram o espectador”</em>, garantiu. A preocupação de que o longa realmente ganhe linguagem cinematográfica é essencial para dissociar outras adaptações de séries de TV que praticamente criaram um episódio mais extenso para suas versões no cinema.</p>
<p><strong>Nova temporada</strong></p>
<p>Para os fãs que se sentem órfãos de novos episódios, Natalia contou que a terceira  temporada está prevista para estrear em abril. As gravações já estão acontecendo e diversão não falta nos sets de filmagem. Em seu <a href="http://www.twitter.com/anataliaklein"><em>Twitter</em></a> pessoal, a autora publica fotos e novidades sobre os próximos episódios. Ela já afirmou que uma novo personagem integrará a trama e deve disputar o seu amor com o Cara de Bigode. Esse cara novo se chamará Cara Novo.</p>
<p>Apaixonada pelo que faz, Natalia não consegue apontar seus episódios favoritos. <em>“Seria como escolher um filho preferido. Mas essa temporada nova tem episódios bem bacanas, incluindo os dois últimos, que sáo uma sequência com parte 1 e 2, com um clima de mistério e investigação”</em>, disse. Veja abaixo algumas fotos das filmagens divulgadas no perfil da atriz:</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-250543" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Adorável-Psicose-Natalia.jpg" alt="" width="600" height="300" /><em>Novo visual de Natalia Klein.</em></p>
<p style="text-align: center"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-250544" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Adorável-Psicose-Carol-e-Diogo.jpg" alt="" width="600" height="300" />Personagens Carol e Diogo no consultório da Dra. Frida</em></p>
<p style="text-align: center"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-250545" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Adorável-Psicose-Givanchir-Frida-e-Beth.jpg" alt="" width="600" height="300" />Personagens Givanchir, Dra. Frida e Beth</em></p>
<p style="text-align: center"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-250547" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Adorável-Psicose-Natalia-e-Elenco.jpg" alt="" width="600" height="300" />Natalia Klein ao estilo &#8220;Bonequinha de Luxo&#8221; e ao lado do elenco da terceira temporada.</em></p>
<p style="text-align: left">___<br />
<em><strong>Diego Benevides</strong> é editor chefe, crítico e colunista do CCR. Jornalista graduado pela Universidade de Fortaleza (Unifor), é especialista em Assessoria de Comunicação, pesquisador em Audiovisual e arte educador na linha de Artes Visuais e Cinema. Desde 2006 integra a equipe do portal, onde aprendeu a gostar de tudo um pouco. A desgostar também.</em></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Conheça Smash, série musical produzida por Steven Spielberg</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[NBC]]></category>
		<category><![CDATA[Smash]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Spielberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Musical também é produzido pelos responsáveis por "Chicago" e “Hairspray” e tem no elenco nomes como Debra Messing e Anjelica Huston.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-250376 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/smash-nbc-logo_201106092140201.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p>Nova York é um lugar que respira teatralidade. E se fizermos um recorte contemplando a Broadway na altura da Times Square, tudo o que vemos parece ser uma música. É nesse ambiente que está inserido <strong>“Smash”</strong>, novo musical do canal <em>NBC</em> que conta com a produção de Steven Spielberg, Craig Zadan e Neil Meron (responsáveis pelos musicais <em>“Chicago”</em> e <em>“Hairspray”</em>).</p>
<p>A trama do ótimo piloto nos apresenta os compositores Julia (Debra Messing) e Tom (Christian Borle) se reunindo à produtora Eileen (Anjelica Huston) para montar um musical sobre a vida da atriz Marilyn Monroe. A partir daí o que veremos no decorrer dessa primeira temporada será a produção do espetáculo e a disputa do papel principal entre a veterana dos palcos Ivy (Megan Hilty) e a inexperiente Karen (Katharine McPhee).</p>
<p>O primeiro acerto de “Smash” é justamente essa abordagem de metalinguagem ao apresentar um musical sobre como produzir um musical. Assim somos apresentados aos diferentes processos criativos que envolvem uma produção desse porte e, de quebra, conhecendo as características de cada personagem e os plots secundários.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-250379" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/smash-nbc-tv-show.jpeg" alt="" width="300" height="274" />O ritmo do piloto é rápido e não perde tempo com distrações, ainda que aqui e ali a coisa pare um pouco para explorar algum drama pessoal, como o caso da adoção do filho de Julia ou o processo de divórcio de Eileen. Mesmo assim a trama nunca deixa de soar interessante, ainda que essa abordagem seja recheada de clichês.</p>
<p>E por falar em clichês, me incomodou um pouco a cena do musical em que as atrizes estão indo para os testes, cantando em meio à Broadway e se encontrando e dando as mãos. Aquilo soou superficial e sem objetivo. Também incomoda as subtramas já batidas <em>“garota sonha ser atriz, mas os pais não acreditam”</em> ou <em>“a esposa dedicada ao trabalho não dá atenção no casamento e tem crise conjugal”</em>.</p>
<p>Apesar de um ou outro percalço, as cenas de musical são eficientes com uma coreografia competente e um elenco afiado. Destaque para Katharine McPhee, que compõe uma jovem atriz ingênua, mas que nunca deixa de lado suas ambições, como na cena do “teste do sofá”. Outro ator que se destaca é Jack Davenport, que interpreta o diretor do espetáculo como um sujeito cafajeste, mas ao mesmo tempo extremamente competente no que faz.</p>
<p>“Smash” chegou para concorrer com <em>“Glee”</em> no quesito musical, apesar de abordagens diferentes sobre mundos diferentes. E se não cair em algumas armadilhas, como estereotipar a disputa pelo papel de Marilyn, tem chances de ser um hit maior que a série criada por Ryan Murphy.</p>
<p>E vocês, gostaram de “Smash”?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5mwHDfl_GIE">http://www.youtube.com/watch?v=5mwHDfl_GIE</a></p>
</ul>
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		<item>
		<title>Séries/TV: Agumas produções que se foram e deixaram muita saudade</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Yoffe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

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		<description><![CDATA[Séries que conquistaram uma legião de fãs.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No decorrer dos anos foram criados diversas séries que se tornaram famosos e deixaram saudades no público. Reprisadas em diversos canais por todo o mundo, algumas foram adaptadas para o cinema como <em>“A Feiticeira”, “Agente 86”, “Esquadrão Classe A”</em>, entre outros. Até mesmo <em>“Os 3 Patetas”</em> em breve ganhará uma nova versão para as telonas. Vamos relembrar algumas séries que não saem da cabeça dos fãs e são reverenciados até hoje.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249554" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/friends.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Para começar, podemos citar uma das <em>sitcoms</em> mais famosas dos últimos tempos, <em>“Friends”</em>, criada por David Crane e Marta Kauffman. Seu enredo mostrava a vida de seis amigos, seus romances, histórias, problemas e cotidianos, quase tudo de maneira cômica, principalmente nas primeiras temporadas. Os destaques eram os personagens Chandler Bing, vivido por Matthew Perry, e  Ross e Rachel, vividos por David Schwimmer e Jennifer Aniston, que, entre inúmeras confusões, beijos e brigas (entre as brigas, é necessário lembrar do momento em que eles “dão um tempo”), mantiveram em seu romance o foco desde os primeiros episódios.</p>
<p>Com o passar dos anos, a ligação do elenco tornou-se perceptível, com atuações bem diferentes daquelas dos primeiro episódios, um humor mais requintado e uma grande sincronia. A série durou dez temporadas e teve uma audiência impressionante, a ponto de seus atores faturarem cerca de US$ 1 milhão por episódio na última temporada (o que de certa forma pode ter causado o fim da série, já que na época estava sendo negociada uma renovação, porém os valores teriam excedido as possibilidades e decretado o encerramento). Desde o último episódio, cogita-se um filme que teria a reunião dos seis amigos no Central Perk (o cenário mais famoso do seriado), contando sobre estes últimos anos de suas vidas, desde sua despedida do apartamento de Monica. Entretanto, não há nenhuma informação concreta de que este longa será realizado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249555" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/seinfeld.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Em uma linha semelhante a de “Friends”, outra <em>sitcom</em> que permanece na memória dos telespectadores foi <em>“Seinfeld”</em>, que durou nove temporadas, encerrando em 14 de maio de 1998 e criada por Larry David e o próprio Jerry Seinfeld, que no programa interpretava uma versão fictícia de si mesmo. A série, mesmo após encerrada, foi eleita como “o melhor programa de todos os tempos” pelo <em>TV Guide</em> em 2002, e também como o terceiro “melhor programa dos últimos 25 anos” pela <em>Entertainment Weekly</em>, ficando atrás de <em>“Os Sopranos”</em> e <em>“Os Simpsons”</em>. Os últimos episódios de “Seinfeld” chegaram a ter 76 milhões de telespectadores, média superior inclusive à de <em>&#8220;Friends&#8221;</em>.</p>
<p>Em termos de ação e aventura, <em>“24 Horas”</em> foi uma série que agradou bastante o público, principalmente pela sua forma de apresentar a trama, em tempo real, incluindo um cronômetro, com todos os episódios de uma temporada completavam um dia na vida do agente Jack Bauer, interpretado por Kiefer Sutherland. O enredo se baseava em diversas complicações na vida do agente, como o sequestro de sua família, a vida do presidente dos EUA e ataques terroristas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249559" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/24h.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Jack Bauer trabalhava na UCT (Unidade Contra-Terrorismo), juntamente com diversos personagens que aparecem em outras temporadas da série (que foram oito ao total) e formam seu subenredo. O último episódio da oitava temporada mostrou o herói fugindo para qualquer lugar, em busca de sobrevivência. Há informações de que o longa-metragem baseado em<em> “24 Horas”</em> finalmente sairá do papel, além de <em>“24 Horas: A Redenção”</em>, que foi um especial ocorrido entre a sexta e a sétima temporada.</p>
<p>Em se falando de agentes, é impossível esquecer de Fox Mulder e Dana Scully, papéis vividos por David Duchovny e Gillian Anderson, respectivamente, no seriado de suspense e sobrenatural <em>“Arquivo X”</em>. O programa, que tornou-se muito famoso nos anos 90, mostrava Fox sempre em busca da “verdade”, referindo-se ao desconhecido, supostos alienígenas ocultados pelo governo. Para isso, contava com a ajuda de sua parceira e quase “par romântico”, a cética Scully.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249564" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Arquivo-X.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Nas últimas temporadas, após uma suposta briga de Duchovny com a <em>FOX</em> (emissora que transmitia o seriado), Fox Mulder desapareceu e tornou-se um personagem com aparições intermitentes, enquanto Dana procurava pelo agente desaparecido. Duchovny acabou voltando, porém, durante aquele tempo, outros personagens foram introduzidos, como o novo parceiro de Scully, o agente John Doggett, interpretado por Robert Patrick. <em>“Arquivo X”</em> já teve dois filmes produzidos, um em 1998, e outro em 2008, seis anos após o encerramento da série.</p>
<p>Na mesma época de<em> “Arquivo X”</em>, um seriado de vampiros foi cultuado pelos adolescentes, a exemplo do que ocorre hoje com<em> “The Vampire Diaries”</em> . O nome do programa era<em> “Buffy: A Caça-Vampiros”</em> e era estrelado por Sarah Michelle Gellar. Cada episódio mostrava uma aventura da heroína, que era uma estudante e assassina de vampiros nas horas vagas. Por ironia, Buffy era apaixonada por Angel, um vampiro “do bem”, mas que decide ir embora para protegê-la.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249565" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Buffy.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Angel inclusive chegou a ter seu seriado, levando consigo uma das personagens de Buffy, Cordelia Chase. Porém, as aventuras do vampiro Angel não conseguiram manter o sucesso por muito tempo e a série foi encerrada com cinco temporadas, enquanto Buffy permaneceu no ar por oito anos. <em>“Buffy: A Caça-Vampiros”</em> teve uma versão para o cinema, entretanto muito anterior à série.</p>
<p>Nos anos 90, a premiada série dramática <em>“E.R.”</em>, que no Brasil recebeu o nome de <em>“Plantão Médico”</em>, descrevia o dia-a-dia da emergência de um hospital, paralelamente as histórias de seus médicos. Entre eles estava um pediatra que era interpretado por George Clooney, papel este que lançou de vez o ator ao estrelato. <em>“E.R.”</em> foi responsável por lançar uma boa quantidade de astros para o cinema, fato quase que característico nas séries de maior sucesso.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249566" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/E.R..jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Outro seriado dramático, que inclusive recebeu o Globo de Ouro na categoria Melhor Drama em 1996, foi <em>“Party of Five”</em>, que por aqui ficou conhecida como <em>“O Quinteto”</em>. Antes de se tornar um sucesso, o programa quase foi cancelado pelos baixíssimos índices de audiência de seus primeiros episódios. <em>“O Quinteto”</em> contava a história de cinco irmãos que se tornam órfãos após seus pais morrerem em um acidente de carro, onde o motorista dirigia alcoolizado, tendo entre estes irmãos Neve Campbell, que logo após ficaria conhecida pelo mundo como a Sidney Prescott de <em>“Pânico”</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249568" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Party-of-Five.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Outra atriz que entrou na série e estrelou filmes de terror adolescente foi Jennifer Love Hewitt, com <em>“Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado”</em> e sua sequência. Mas, talvez <em>“O Quinteto”</em> tenha revelado um grande destaque, que alguns anos após seu encerramento em 2000, tornou-se o protagonista de uma das séries de maior audiência da televisão, que mesmo tendo terminado recentemente, já deixou saudade em muitos fãs. Este chama-se Matthew Fox, protagonista de <em>“Lost”</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249569" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Lost.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p><em>“Lost”</em> contou uma história envolta em mistérios. Tudo começa quando um avião cai e seus sobreviventes ficam perdidos em uma ilha deserta, onde tudo acontece: pessoas somem, reaparecem, morrem, retornam etc. Foram necessárias várias temporadas para que os tripulantes do avião conseguissem sair da ilha, porém, parece que então eles conseguem viajar no tempo, alterando suas realidades. <em>“Lost”</em> tinha sua forma peculiar de revelar, em cada episódio, um pouco da vida dos personagens antes do acidente, além de mostrar os perigos que eles enfrentavam na ilha. A primeira temporada chegou a ter 15,5 milhões de telespectadores por episódio, o que fez com que seus produtores anunciassem que a trama se estenderia até a sexta temporada, já que inicialmente a série foi criada com três.  A trama necessitava ser curta, pois não haveria como manter os mistérios por muito tempo, para tristeza dos fãs.</p>
<p>Para finalizar temos <em>“Prison Break”</em>. O enredo gira em torno dos irmãos Michael Scofield (interpretado por Wentworth Miller, que mais tarde faria o papel de Chris Redfield em <em>“Resident Evil: Recomeço”</em>) e Lincoln Burrows (vivido por Dominic Purcell, que trabalhou em <em>“Blade: Trinity”</em> como o personagem Drácula). Burrows é preso e sentenciado à morte por um crime que não cometeu, levando seu irmão a criar um plano para tirá-lo de lá antes que a sentença seja executada. <em>“Prison Break”</em> foi um grande sucesso, sendo encerrada em 2009 e com um longa-metragem intitulado <em>“O Resgate Final”</em> (The Final Break), porém o filme na realidade corresponde aos episódios especiais 23 e 24, que não entraram na cronologia da série.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249573" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/02/Prison-Break.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>O certo é de que surgirão novas séries e <em>sitcoms</em> que com certeza entreterão o público, mas dificilmente preencherão o vazio deixado nos fãs por aquelas histórias que marcaram uma época e deixaram saudades. E para vocês, quais séries são inesquecíveis?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Alcatraz apresenta mistério interessante, mas nada de novo</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Alcatraz]]></category>

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		<description><![CDATA[Criada por J.J. Abrams, responsável por outras séries de mistério como "Lost" e "Fringe", série marca nova parceria com Jorge Garcia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-247825 alignleft" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/alcatraz-jj-abrams-tv-show-logo.jpeg" alt="" width="288" height="192" />Uma série criada por J.J Abrams que aborda uma ilha misteriosa e adota uma narrativa composta por <em>flashbacks</em> (e Jorge Garcia), além de um intrigante espaço de confinamento em uma floresta. Não, não estamos falando de <em>“Lost”</em> e sua famosa escotilha. Ah, OK! Uma bela porém solitária detetive começa a investigar casos misteriosos com a ajuda de dois especialistas, onde um deles serve de alívio cômico, além é claro de inúmeras reviravoltas na trama. Não, também não é <em>“Fringe”</em>. Estamos falando de <strong>“Alcatraz”</strong>, nova série televisiva.</p>
<p>Já começo falando talvez do maior problema dessa produção. A falta de novidade. A trama de “Alcatraz” aborda o fechamento da famosa prisão, quando descobrimos que todos os habitantes da ilha desapareceram na década de 60, vindo a aparecer nos dias de hoje sem ter envelhecido um dia sequer (<em>“The 4400”</em>?). A partir daí, a detetive Rebecca Madsen (Sarah Jones) começa a investigar os prisioneiros com ajuda de um escritor especialista na prisão (Garcia) e a supervisão de do agente do FBI Emerson Hauser (Sam Neill). A história então se desenrola sobre os mistérios do que aconteceu de fato em Alcatraz, sugerindo a presença de alguma instituição (Dharma?) por trás dos acontecimentos, além de uma teia de personagens que parecem estar de alguma forma relacionados ao acontecido.</p>
<p><img class="size-full wp-image-247826 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/alcatraz2_288x288.jpg" alt="" width="300" height="300" />Uma das coisas positivas do piloto é que a trama não faz muitos rodeios, dando a impressão de que não seremos rodeados por mistérios insolúveis e intermináveis como em <em>“Lost”<strong>.</strong></em> Aliás, o maior mérito desse início de temporada foi justamente a narrativa que, mesmo não entregando nada de novo, pelo menos consegue apresentar a história de forma clara e interessante. Essa estrutura se dará por meio de “casos de semana” com o aparecimento de novos prisioneiros, tendo por trás pinceladas da trama principal. Também acertaram no tom dos <em>flashbacks</em> para conhecermos um pouco mais sobre os prisioneiros e os guardas, mesmo que encontremos alguns clichês.</p>
<p>O elenco da produção está apenas correto, com um destaque maior para Jorge Garcia, algo curioso já que no início de <em>“Lost”</em> o ator era um dos que me desagradavam no elenco. Em compensação foi notável que o ator amadureceu com o passar dos anos. Já sua colega de cena me incomodou um pouco, mas tenho a impressão que a personagem interpretada por Sarah Jones não foi suficientemente bem desenvolvida. Quem me decepcionou foi Sam Neill, ator veterano que oscila demais no episódio.</p>
<p>Apesar desses problemas, o saldo foi positivo e a série parece ser promissora. Óbvio que não podemos esperar a ousadia narrativa de <em>“Fringe”</em> ou personagens tão carismáticos como em <em>“Lost”</em>. “Alcatraz” chegou de maneira calma e no tom certo. E o que vocês acharam da série?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=J_jAlFqvASU">http://www.youtube.com/watch?v=J_jAlFqvASU</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: A forte migração dos atores de Hollywood para a TV americana</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 06:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Fidelis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Nomes como Al Pacino e Martin Scorsese marcam uma nova era para a TV americana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hollywood sempre foi a menina dos olhos para quem atuava na televisão americana. Porém, nos últimos anos, o que se viu foi uma verdadeira migração de nomes consagrados &#8211; como Al Pacino (<em>&#8220;Scarface&#8221;</em>), Martin Scorsese (<em>&#8220;Os Infiltrados&#8221;</em>), Steve Buscemi (<em>&#8220;Fargo&#8221;</em>), entre outros &#8211; das telonas para a tela &#8211; que hoje já está bem grandinha &#8211; dos televisores. Todas essas mudanças ilustram a era mágica que vive a TV americana, com suas produções se equiparando em qualidade aos filmes norte-americanos.</p>
<p>Em uma entrevista concedida à <em>Zero Hora</em>, a doutoranda em Estudos de Televisão pela Universidade de Londres, Sheron Neves, falou sobre tais mudanças. <em>&#8220;A TV não é mais o destino de artistas em fim de carreira, como se costumava pensar. Muito pelo contrário. Para os atores, ela hoje oferece a oportunidade de fazer algo mais desafiador e gratificante, além de uma média de 10 horas por temporada para desenvolver um personagem. O mesmo vale para produtores e roteiristas, que encontram na TV por assinatura total liberdade para experimentar, criar tramas densas e explorar temáticas tabu&#8221;</em>, disse.<em><br />
</em></p>
<p>Vamos apontar os principais nomes e suas respectivas séries que estão experimentando a TV. Veja a seguir:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-246693" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/Dustin-Hoffman-em-Luck.jpg" alt="" width="600" height="385" /></p>
<p><strong>Dustin Hoffman</strong> foi o último grande ator que passou para a televisão. O ator, ganhador de dois Oscar por <em>&#8220;Rain Man&#8221;</em> e<em> &#8220;Kramer vs. Kramer&#8221;</em>, estreia a série <strong>&#8220;Luck&#8221;</strong>, produzida por Michael Mann (<em>&#8220;O Plano Perfeito&#8221;</em>). O piloto, exibido nos EUA em 11 de dezembro do ano passado, foi recebido muito bem pela crítica americana. A série, que ainda conta com o excelente Nick Nolte (<em>&#8220;Cabo do Medo&#8221;</em>), mostra o nebuloso e por vezes perigoso submundo das corridas de cavalo manipuladas por mafiosos. Hoffman vive Chester Bernstein, um grande apostador que sai da cadeia após três anos cumprindo pena por conta de resultados arranjados. Disposto a recuperar seu espaço, ele tenta voltar à jogatina como dono de um valioso cavalo, colocado no nome de seu motorista. Nolte interpreta um proprietário de cavalos de corrida. &#8220;Luck&#8221; é produzida pela <em>HBO</em> (figurinha carimbada entre as melhores séries) e estreia no Brasil em 05 de fevereiro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-246694" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/Kate-Winslet-em-Mildred-Pierce.jpg" alt="" width="575" height="305" /></p>
<p>A série<strong> &#8220;Mildred Pierce&#8221;</strong> ganhou cinco Emmys e um Globo de Ouro, esse último pela atriz <strong>Kate Winslet</strong> (<em>&#8220;Titanic&#8221;</em>), nomeada a seis Oscars e ganhadora de por<em> &#8220;O Leitor&#8221;</em>. Mesmo com o currículo impecável no cinema, a atriz foi outra que se rendeu aos projetos mais autorais e ousados que algumas emissoras de TV proporcionam. Em &#8220;Mildred Pierce&#8221;, uma jovem mãe chamada Mildred Pierce expulsa seu marido infiel de casa e agora terá que encontrar um emprego para dar sustento aos seus filhos, Veda de 11 anos e Ray de 7, durante a era da Depressão. A atuação de Kate Winslet se supera em muito a vista no filme <em>&#8220;O Leitor&#8221;</em>, até por dispor de mais tempo. Destaque também para o elenco de apoio, com Guy Pearce (<em>&#8220;Amnésia&#8221;</em>), outro que migrou para a TV, e Evan Rachel Wood (<em>&#8220;Tudo Pelo Poder&#8221;</em>).  A série será reprisada na <em>HBO</em> a partir de quarta-feira, dia 25 de janeiro, no peculiar horário das 20h54min.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-246695" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/Jeremy-Irons-em-The-Borgias-615x333.jpg" alt="" width="615" height="333" /></p>
<p>Outra série elogiadíssma e com um ator de peso é <strong>&#8220;The Borgias&#8221;</strong>, protagonizada por <strong>Jeremy Irons</strong>, ganhador do Oscar por <em>&#8220;O Reverso da Fortuna&#8221;</em>. A trama é ambientada no século XV e conta a história do polêmico Rodrigo Borgia, com foco nas suas ardilosas maquinações palacianas para se tornar o papa Alexandre VI. Vale mencionar que Jeremy Irons, cuja atuação é o que carrega a série nas costas, também estrelará a adaptação para a TV da peça<em> &#8220;Henrique IV&#8221;</em>, de William Shakespeare. A primeira temporada de &#8220;The Borgias&#8221; foi exibida no Brasil pelo canal <em>TCM</em>, sem uma data de reprise anunciada. O <em>Showtime</em>, canal que exibe a série nos EUA, já confirmou a segunda temporada para esse ano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-246696" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/Elijah-Wood-em-Wilfred.jpg" alt="" width="543" height="200" /></p>
<p>Em uma das séries mais originais dos últimos tempos está<strong> Elijah Wood</strong> (o eterno Frodo da saga<em> &#8220;O Senhor dos Aneis&#8221;</em>). Em <strong>&#8220;Wilfred&#8221;</strong>, Ryan (Wood) é um jovem advogado colecionador de fracassos – incluindo uma tentativa de suicídio –, que de repente se vê na companhia do cão da vizinha, Wilfred. Diferentemente de todos, ele enxerga o totó como um sujeito fantasiado de cachorro. Muito bem recebida, tanto por crítica e público, a série teve sua segunda temporada confirmada. &#8220;Wilfred&#8221; é exibida todos os domingos, às 22h, pelo canal pago <em>FX</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-246697" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/Steve-Buscemi-em-Boardwalk-Empire.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Por último, o melhor. <strong>Steve Buscemi</strong> já estrelou os interessantes<em> &#8220;Fargo&#8221;</em> e <em>&#8220;O Grande Lebowsky&#8221;</em>, ambos dos irmãos Joel e Ethan Coen. Ainda teve papel de destaque no elogiado<em> &#8220;Cães de Aluguel&#8221;</em>, de Quentin Tarantino. Porém, ele vinha sendo taxado como ator de apoio a Adam Sandler. De fato, o ator apareceu excessivamente nos filmes do comediante &#8211; <em>&#8220;Gente Grande&#8221; e &#8220;Eu os Declaro Marido e Larry&#8221;</em> são os exemplos mais recentes -, mas isso se deve ao fato de ele ser da &#8220;gangue&#8221; de Sandler, um dos vários amigos do ator que quebram o galho nos papeis secundários. Aliás, a sua participação em filmes de comédia somente exalta a versatilidade do ator.</p>
<p>Eis que ele aceita o convite de Martin Scorsese para estrelar<strong> &#8220;Boardwalk Empire&#8221;</strong>. Depois de dois anos, o ator recebe cada vez mais elogios da crítica e ainda faturou um Globo de Ouro por sua atuação. O seriado narra a ascensão de Nucky Thompson (Buscemi), o tesoureiro de Atlantic City, no submundo do crime no início da década de 20. Nucky e seus comparsas aproveitam a recém instituída Lei Seca para entrar no lucrativo negócio de contrabando de bebidas alcóolicas. Muitos dos fatos, assim como alguns dos seus personagens &#8211; Al Capone, Lucky Luciano, Arnold Rothstein, entre outros -, são baseados em fatos reais. As duas primeiras temporadas foram exibidas pela <em>HBO</em> no Brasil. Embora a 2ª tenha sido elogiada tanto quanto a 1ª, a confirmação de uma 3ª ainda não foi oficializada.</p>
<p>Esses são apenas alguns dos vários exemplos que figuram na narrativa seriada e exploram novos horizontes na indústria americana. É esperado que a televisão continue competindo de forma saudável com o cinema, afinal todo bom ator ou realizador tem sempre o espaço que merece.</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Produção britânica Sherlock volta para sua 2ª temporada</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 22:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock]]></category>

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		<description><![CDATA[Série britânica da BBC tem como showrunner o roteirista Steven Moffat, responsável por "Doctor Who". Segundo ano também terá três episódios.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class=" wp-image-243987 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/2.jpg" alt="" width="576" height="324" /></p>
<p>Uma das coisas que mais me fascina em uma produção, seja ela cinematográfica ou televisiva, é apresentar um bom texto, de preferência ágil e regado a ótimos diálogos. Para minha sorte, essas são algumas das características do roteirista britânico Steven Moffat, <em>showrunner</em> de<em> &#8220;Doctor Who&#8221;</em> e dessa ótima adaptação contemporânea da obra clássica de Sir Arthur Conan Doyle.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=rlNKoB4SHIs">http://www.youtube.com/watch?v=rlNKoB4SHIs</a></p>
<p>A 2ª temporada de “<strong>Sherlock</strong>” começa imediatamente após o tenso final do ótimo primeiro ano, e se achávamos que a história ia se desenrolar a partir daí, o roteiro de Moffat já dá a primeira reviravolta logo no início. Após uma (não) resolução rápida, damos prosseguimento ao episódio com mais uma trama recheada de muitas manipulações e bom humor. O episódio também conta com a alta qualidade técnica, com destaque para a fotografia e principalmente para a montagem.</p>
<p>Outro ponto forte dest<img class=" wp-image-243988 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/608.jpeg" alt="" width="240" height="277" />e primeiro episódio foi a introdução de uma nova (e ótima) personagem, Irene. Ela se manteve como um páreo intelectual para Sherlock, que reconhece logo a capacidade dela, ficando fascinado e se sentindo desafiado. E aqui méritos mais uma vez para a interpretação de Benedict Cumberbatch, que consegue compor um Sherlock cheio de nuances e pequenos gestos que mostram suas características. É notável a dinâmica de seu relacionamento com Mycroft e principalmente com Watson.</p>
<p>Mais uma vez, o universo criado por Moffat por meio da linguagem moderna para os personagens encaixa como uma luva na história, ajudando na construção do arco e na resolução da trama. Do blog criado por Watson até o uso dos celulares, não deixa de ser fascinante vermos aquelas pessoas que sempre associamos como espelhos de uma Londres bucólica e secular interagindo com esses artefatos, e mesmo assim amar a referência ao chapéu clássico do detetive na cena dos fotógrafos.</p>
<p>“Sherlock” voltou mais uma vez com tudo. Pena que o número de episódios se manteve o mesmo da 1ª temporada: apenas três. Mesmo assim foi bom ver o retorno de uma das melhores produções da TV britânica da atualidade. Elementar!</p>
<p>E não vamos esquecer que nesta sexta-feira (13), o Sherlock chega aos cinemas em sua segunda produção cinematográfica, que não tem ligação com a série. <em>&#8220;Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras&#8221;</em> conta com Robert Downey Jr. e Jude Law como protagonistas.</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: American Horror Story, entre a mitologia e as relações pessoais</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 20:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Benevides</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[American Horror Story]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira temporada da série de Ryan Murphy termina e divide o público.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243982" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/American-Horror-Story1.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Não é fácil escrever terror de qualidade, como pudemos ver na maior parte dos filmes que recebemos no cinema nos últimos anos. Apenas alguns se salvam pela solidez de seus argumentos, geralmente de outras nacionalidades. Para quebrar esse conceito e após viver um massacre da parte do público e da crítica com a rejeição aos rumos da série <em>“Glee”,</em> Ryan Murphy anunciou o lançamento de um novo projeto, a série de terror “American Horror Story”. O teaser trailer, quando lançado, aumentou as expectativas dos espectadores. Afinal, por mais que Murphy tenha a fama de começar bem suas séries e não saber terminá-las, ele sabe como conquistar espectadores, visto o bom desempenho da audiência <em>“Nip/Tuck”</em> e mesmo de <em>“Glee”</em>.</p>
<p>Desde o piloto, “American Horror Story” dividiu opiniões acerca da sua qualidade. Enquanto alguns chamaram de terror de meia tigela, outros encontraram uma fonte de pavor semanal, dentro de uma casa em que tudo parece possível. Na trama, a família Harmon quer reconstruir a vida longe do passado abalado de Ben, Viven e Violet. Ao encontrar a casa dos sonhos abaixo do preço que ela realmente vale, eles não fazem noção dos problemas que irão aparecer.</p>
<p>Durante 12 episódios, a série tentou amarrar as pontas que ligavam toda a mitologia da casa e suas relações com os passantes, com prólogos bem pontuados e <em>flashbacks</em> adequados. Entre furos de roteiro e momentos epifânicos (como a corrida de Violet pela casa para descobrir sua atual condição), o programa ganhou fãs confessos e <em>haters</em> cruéis.  A divisão do gosto também apareceu na crítica especializada. Tida como uma série promissora, a decepção foi clara para alguns profissionais, enquanto outros aprovaram o ritmo da narrativa, mas esperam que a segunda temporada seja melhor.</p>
<p>Mas afinal, até onde Ryan Murphy acertou nessa primeira temporada? Obviamente há uma questão de gosto pessoal muito mais forte aqui, já que o gênero terror/suspense não conquista qualquer espectador. Tal seleção de público requer, <em>quase</em> consequentemente, uma maior apreensão aos detalhes do enredo. Os espectadores são filhos de <em>“O Iluminado”</em>  e já conhecem as entrelinhas do gênero, que também pode ser encarado como pura diversão. Não é apenas desenvolver a mesma fórmula, como as comédias românticas. E “American Horror Story” conseguiu assustar e divertir principalmente quando não se levava a sério.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243977" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/American-Horror-Story-Constance.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>O destaque principal ficou com Jessica Lange. Ryan Murphy está criando uma fama de desenvolver coadjuvantes incríveis (assim como um dia a Sue Sylvester de Jane Lynch foi em <em>“Glee”</em>) e com Constance não é diferente. Completamente perturbada em seu íntimo, mas aparentemente sã, a personagem é interessantíssima por vagar facilmente entre o antagonismo e a sua humanidade (palavra difícil de encaixar aqui). Apesar dos seus preconceitos, Constance é a principal força de toda a série, não só por ter informações valiosas sobre aquela casa, mas por fazer a história crescer toda vez que ela aparece em cena. Junto a Lange, temos a uma equipe técnica competente e inquestionável. Direção de arte, fotografia e equipe de som e trilha sonora trabalham com dedicação para construir aquele universo assustador.</p>
<p>Então o que gera a comoção negativa acerca da qualidade da série? Acredito que a construção dos personagens. Apesar de contar com um elenco primoroso, a trama pecou nas relações estabelecidas. A família Harmon está visivelmente abalada com seus problemas pessoais, mas pode ser tomada como alienada pelo menos até a metade da série. Tudo bem que a negação é o primeiro dos cinco estágios de Kübler-Ross e que realmente os seres humanos enxergam o que querem (metáfora genial criada entre Ben e Moira), mas os roteiros duvidam da capacidade de compreensão principalmente de Ben e Vivien. Após os episódios de Halloween (ótimos, com cenas memoráveis), parece que os roteiristas viram a necessidade de entregar logo boa parte do jogo para o público e, forçadamente, inseriu os personagens em novos patamares artificiais, desesperados em chegar ao quinto e último estágio, a aceitação.</p>
<p>A fragilidade dos personagens também aparece em alguns coadjuvantes. Tate, desde o início um personagem intrigante, se perde em um romance bobo que tenta se justificar, mas não atinge o nível desejado. No episódio <em>finale</em>, fortemente criticado por sua infantilidade, que eu considero mais uma homenagem a <em>“Os Fantasmas se Divertem”</em>, ficamos na expectativa de ver o desenvolvimento da criança que passa a viver sob a tutela de Constance, mas somos banidos com o “the end”. Resultado disso tudo: não há como se importar com aqueles personagens. Por um lado podemos considerar isso proposital, visto o desfecho deles. Por outro, é um risco deixar o público interessado apenas pela antagonista Constance, atribuindo a ela toda a importância da série.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243978" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2012/01/American-Horror-Story-Tate1.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Tal universo da série é assustador, mas não se revela completamente para nós. A mitologia criada começou a se perder dentro de suas próprias ideias e me questionei algumas vezes se Ryan Murphy sabia mesmo o que estava contando. E tudo bem não revelar totalmente a trama, já que podemos nos decepcionar com todos os conceitos originais, mas algumas pontas ficam soltas demais. A sensação que dá é de que a casa tem muito mais informações sobre sua origem que não foi dita ao público, e informações importantes para a compreensão daquela prisão de almas.</p>
<p>Por algum tempo, acreditei que essas pontas poderiam ser ligadas nas próximas temporadas, mas Murphy já informou que a série será construída com histórias independentes e que deixou dicas nos últimos episódios da abordagem que fará na segunda temporada. Aqui, Murphy acerta ao reciclar seus contos de horror a cada ano, fazendo um trabalho mais incisivo e pontual de roteiro, com inúmeras possibilidades de realização e focos. Vale ressaltar também que a série não sofrerá com futuros cancelamentos, já que as histórias não se ligam (por enquanto) e sempre se fecham no episódio <em>finale</em>.</p>
<p>De toda forma, entre os prós e contras, ainda considero que o público em geral passou a enxergar Ryan Murphy como uma <em>persona non grata</em>, talvez pelo sucesso de<em> “Glee”</em> até hoje. Analisando mais friamente a primeira temporada de “American Horror Story”, considero que tive momentos bem variados de pavor e diversão e que foi uma boa experiência seriada em 2011, mas que ainda há muito a melhorar. Até lá, continuo instigado na criação pessoal de teorias que fazem daquela casa um <em>freakshow</em>.</p>
<p><em>___</em><em><br />
</em><em><strong>Diego Benevides</strong> é editor chefe, crítico e colunista do CCR. Jornalista graduado pela Universidade de Fortaleza (Unifor), é especialista em Assessoria de Comunicação, pesquisador em Audiovisual e arte educador na linha de Artes Visuais e Cinema. Desde 2006 integra a equipe do portal, onde aprendeu a gostar de tudo um pouco. A desgostar também.</em></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Veja as 10 séries com as melhores temporadas de 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 19:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Elaboramos um ranking com as dez melhores séries que passaram na telinha no ano de 2011. Vejam quem está na lista!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um ano de séries se passou. Para fazer um balanço das produções televisivas decidimos fazer um Top 10 das melhores séries de 2011. Elas serão apresentadas em ordem decrescente até chegar naquela que mais se destacou este ano.</p>
<p><strong>Menção Honrosa</strong>: Antes de dar prosseguimento ao nosso Top 10 vamos começar fazendo uma menção honrosa a uma série que por pouco não está na lista: <em>“The Office”</em>. A produção andou dando uma cambaleada nos últimos anos mas voltou com força total na despedida de Steve Carell. Com episódios engraçados e ao mesmo tempo emocionantes, pudemos nos despedir de uma dos personagens mais engraçados da comédia recente da TV. É uma pena que a série saiu dos trilhos novamente depois da saída de Carell e não é sombra daquilo que ela foi um dia.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242558" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/12/Modern-Family.jpg" alt="" width="600" height="315" /><strong></strong></p>
<p><strong>10º &#8211; Modern Family</strong></p>
<p>Concordo que a primeira temporada ainda foi superior, mas mesmo assim o final do segundo ano e o início do terceiro foram sensacionais. E mesmo em uma temporada um pouco irregular os personagens se sobressaem. Isso se dá pela qualidade do elenco, que chegou a ser todo indicado para o último <em>Emmy</em>. A série se consagra como uma das melhores da atualidade.</p>
<p><strong>9º &#8211; Game of Thrones</strong></p>
<p>O inverno chegou na telinha em 2011 e trouxe mais uma grande adaptação literária para a <em>HBO</em>. “Game of Thrones” mostrou uma qualidade técnica irreparável e, mesmo com alguns problemas de ritmo no meio da temporada, a série ganhou fôlego no final e já gera grandes expectativas para o seu segundo ano.  A produção também mostrou ao mundo o grande talento de Peter Dinklage, algo que já podia ser conferido em <em>“O Agente da Estação”</em>. Que venha o ano dois!</p>
<p><strong>8º &#8211; The Good Wife</strong></p>
<p>Essa é uma das séries mais constantes da televisão. É impressionante como “The Good Wife” não oscila, mesmo em uma temporada de 23 episódios! A produção também se ampara em seu ótimo elenco, com destaques para Alan Cumming, Archie Panjabi e especialmente Julianna Margulies.<strong></strong></p>
<p><strong><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-242559" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/12/Boss.jpg" alt="" width="550" height="306" /> </strong></p>
<p><strong>7º &#8211; Boss</strong></p>
<p>Esta série foi uma das gratas surpresas dessa última <em>fall season</em>. “Boss” possui um piloto espetacular, depois diminui um pouco o ritmo de sua narrativa para desenvolver bem seus personagens, e termina de forma arrebatadora, expondo toda a crueldade de seu protagonista, interpretado pelo sensacional Kelsey Grammer. Estávamos carentes de uma boa série política e “Boss” chegou para ocupar esse espaço.</p>
<p><strong>6º &#8211; Community</strong></p>
<p>A série começou de forma despretensiosa, conquistou muitos fãs, chegou aos seu ápice criativo (ou será que ainda tem mais?) e pode ser cancelada ao final do seu terceiro ano. Essa é a trajetória meteórica de “Community”. Em 2011 vimos a série entregar seus melhores episódios, conseguir tiradas geniais e ainda sambar na cara de séries como<em> “Glee”</em> e <em>“Cougar Town”</em>. Na minha opinião, ela divide o posto de melhor comédia do ano ao lado de&#8230;</p>
<p><strong>5º &#8211; Louie</strong></p>
<p>Mas Louie tem um diferencial em relação a outras comédias: ela sabe equilibrar o lado cômico com excelentes pitadas de drama. Se em um momento estamos morrendo de rir com as piadas de Louie, em outro somos extremamente sensibilizados por seus problemas cotidianos e os personagens que cruzam seu caminho. Outro grande trunfo da série é a ótima atuação de Louis C.K. Considero o segundo ano de Louie absolutamente perfeito, com roteiros impecáveis e ótima direção.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242560" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/12/Sons-of-Anarchy.jpg" alt="" width="600" height="450" /><strong></strong></p>
<p><strong> 4º &#8211; Sons of Anarchy</strong></p>
<p>Quando vi a cena final do quarto ano de “Sons of Anarchy” lembrei imediatamente da cena final da obra máxima do cinema, <em>“O Poderoso Chefão&#8221;</em>. Guardadas as proporções, vemos a próxima geração tomando conta da “família”, ao som de uma bela trilha sonora, sendo contemplada por seus “capangas”. A trama foi construída de forma muito competente para chegarmos ao embate final e mesmo assim ainda não tivemos um desfecho. Foi competente sem ser apelativo. Essa 4ª temporada foi a melhor e já deixa uma ponta de ansiedade pelo quinto ano!</p>
<p><strong>3º &#8211; Boardwalk Empire</strong></p>
<p>Mais uma vez respaldado pelo apuro técnico e visual que as séries da <em>HBO</em> têm, “Boardwalk Empire” entregou mais um ano primoroso e ainda que não tenha sido tão bom como na 1ª temporada, terminou de forma avassaladora. Todos os elementos narrativos levavam a série para esse desfecho, mas confesso que até o último segundo eu ainda duvidava que aconteceria. Mais uma vez tivemos uma grande atuação de Steve Buscemi e todo o elenco da série. Aquele universo do calçadão cresceu, assim como os personagens. Vamos ver pra onde vai o destino de Nucky e companhia.</p>
<p><strong>2º &#8211; Homeland</strong></p>
<p>Outra ótima surpresa foi mais uma estreia do <em>fall season</em>. “Homeland” conseguiu imprimir um ótimo ritmo ao longo de 12 episódios. Apesar da narrativa “lenta”, não deixou de ter tensão em um episodio sequer. Poderíamos dizer que a série é uma versão adulta de <em>&#8220;24 Horas&#8221;</em>, explorando mais profundamente os temas apresentados na ótima série de Jack Bauer. Mesmo com atitudes para lá de condenáveis, entendemos um pouco mais a motivação dos terroristas e vemos que nem sempre tudo se resume ao vilão ou ao mocinho, mas incluem também inocentes e bandidos em todos os lados. Outro grande trunfo está nas atuações de Claire Daines e principalmente Damian Lewis, que consegue compor o Sgt. Brody como uma pessoa perturbada e extremamente dividida por suas emoções e princípios. Nunca conseguimos saber o que passa por sua cabeça e, por consequência, quais atitudes o personagem irá tomar. Por pouco “Homeland” não fica no topo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242561" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/12/Breaking-Bad.jpg" alt="" width="600" height="480" /><strong></strong></p>
<p><strong>1º &#8211; Breaking Bad</strong></p>
<p>Se “Homeland” bateu na trave foi por causa do ano perfeito de “Breaking Bad”. O maior trunfo dessa 4ª temporada foi a construção de seu arco dramático, que levou seus personagens ao limite físico e mental. Todos os elementos narrativos não foram jogados à toa, mas com a intenção de construir um dos finales mais tensos que me lembro de ter assistido. Ao mesmo tempo, a série nos deixa atordoados com o que pode acontecer no seu quinto ano. Por fim não posso deixar de destacar a atuação primorosa de Bryan Cranston e principalmente Aaron Paul, que fez de Jesse um personagem complexo, torturado por suas ações que iam de encontro à lealdade que tem por Walter. Se pudermos resumir o ano de &#8220;Breaking Bad&#8221; em uma palavra, seria perfeição.</p>
<p>Vocês concordam com a lista ou colocariam outra série? Mudariam alguma de posição?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Globo de Ouro traz boas novidades, mas ausências imperdoáveis</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Boardwalk Empire]]></category>
		<category><![CDATA[Breaking Bad]]></category>
		<category><![CDATA[Community]]></category>
		<category><![CDATA[Globo de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Homeland]]></category>

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		<description><![CDATA["Boardwalk Empire" e "Homeland" são os destaques, enquanto "Breaking Bad" e "Community" são as ausências sentidas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-241631 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/12/globodeouro620.jpg" alt="" width="600" height="450" /></p>
<p>Todo início de ano ficamos na expectativa de uma das mais importantes premiações para o cinema e TV (cada vez menos para o cinema). Na manhã desta quinta-feira (15), a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood  HFPA, na sigla em inglês) apresentou seus indicados à <strong>69ª edição Globo de Ouro</strong>, em anúncio feito pelos atores Woody Harrelson, Sofia Vergara, Gerard Butler e Rashida Jones. E como todo ano, bizarrices aparecem na lista, se bem que nesse ano em menor número. Mesmo assim, ainda tivemos alguns furos, mas posso dizer que fiquei feliz na maioria das indicações. A cerimônia será realizada no dia 15 de janeiro de 2012 e contará novamente com a apresentação de Ricky Gervais (que provavelmente será o melhor da noite). Vamos aos comentários:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor Série Dramática</span></strong><br />
<em>American Horror Story (FX)<br />
Boardwalk Empire (HBO)<br />
Boss (STARZ)<br />
Game of Thrones (HBO)<br />
Homeland (Showtime)</em></p>
<p>Já começamos com um dos maiores absurdos dos últimos tempos. Cadê “Breaking Bad”? Por que ela não está no lugar de “American Horror Story”? A série teve a sua melhor temporada, mas não foi reconhecida pelos velhinhos da HFPA. Uma pena. Pelo menos fiquei feliz com a indicação de “Boardwalk Empire” e “Homeland”, que dividem com “Breaking Bad” o posto de melhores séries no ar. Também gostei da indicação de “Boss”, outra boa novidade do ano. Mas aposto em Boardwalk.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor Ator de Série Dramática</span></strong><br />
<em>Steve Buscemi (Boardwalk Empire)<br />
Bryan Cranston (Breaking Bad)<br />
Kelsey Grammer (Boss)<br />
Jeremy Irons (The Borgias)<br />
Damian Lewis (Homeland)</em></p>
<p>A categoria de melhor ator está muito bem representada. Pelo menos eles reconheceram o ano primoroso de Bryan Cranston, que tem Steve Buscemi como forte concorrente. Também fiquei feliz com a indicação de Kelsey Grammer. Já tinha cantado a bola na minha review sobre a série. Ele está espetacular! Dessa vez Michal C. Hall (Dexter) ficou de fora.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor atriz de Série Dramática</span></strong><em><br />
Claire Danes (Homeland)<br />
Mireille Enos (The Killing)<br />
Julianna Margulies (The Good Wife)<br />
Madeleine Stowe (Revenge)<br />
Callie Thorne (Necessary Roughness)</em></p>
<p><em></em>Também gostei das indicadas nessa categoria. Especialmente de Claire Danes, que dá show em “Homeland” e pode fazer frente à Julianna Margulies. Também gostei da lembrança de Mireille Enos, apesar de “The Killing” dividir opiniões.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor série de comédia</span></strong><em><br />
Enlightened (HBO)<br />
Episodes (Showtime)<br />
Glee (FOX)<br />
Modern Family (ABC)<br />
New Girl (FOX)</em></p>
<p>Aqui já temos de novo uma série de problemas, e é por essas que muitos não levam o Globo de Ouro a sério. “Enlightened”, “Episodes”, “New Girl” e especialmente “Glee” não mereciam estar aqui. Sei que é repetitivo, mas cadê “Community”? Mais uma vez a melhor comédia da atualidade fica de fora de uma premiação. Também excluíram “Louie”, que é outro primor. Outra que entraria facilmente seria “Curb Your Enthusiasm” que, apesar de não ter tido sua melhor temporada, é superior a todas as indicadas citadas. Também senti falta de “30 Rock”, que teve uma temporada excepcional, assim como “The Big C”. Até acho “New Girl” bonitinha, mas não merece. “Episodes” é uma série de alguns bons momentos, mas só. “Enlightned” é fraca do ponto de vista narrativo e tem roteiros fracos, apesar da boa atuação de Laura Dern. E “Glee” acho muito fraca mesmo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor ator de Série de Comédia</span></strong><br />
<em>Alec Baldwin (30 Rock)<br />
David Duchovny (Californication)<br />
Johnny Galecki (The Big Bang Theory)<br />
Thomas Jane (Hung)<br />
Matt LeBlanc (Episodes)</em></p>
<p>Gente, sério que indicaram o Johnny Galecki? Por um momento fiquei com medo de indicaram também Ashton Kutcher pela chatice que está “Two and a Half Men”. Também não concordo com a indicação de Matt LeBlanc. Já Alec Baldwin teve novamente um ano primoroso, assim como David Duchovny. Mas fiquei feliz mesmo pela indicação de Thomas Jane, já que “Hung” é uma série muito boa e pouco valorizada. Mas faltou Louis C.K., e isso é imperdoável.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor atriz de Série de Comédia</span></strong><em><br />
Laura Dern (Enlightened)<br />
Tina Fey (30 Rock)<br />
Laura Linney (The Big C)<br />
Amy Poehler (Parks and Recreation)<br />
Zooey Deschanel (New Girl)</em></p>
<p>Acho a maioria merecida. Não concordo com a indicação de Zooey Deschanel, que muitas vezes perde o tom e fica artificial. De resto tudo ok. Mas não é possível que Laura Linney não ganhe. Quem assiste “The Big C” sabe que a mulher arrebenta. Tomara que os globos compensem a vergonha que foi o Emmy.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme</span></strong><em><br />
Peter Dinklage (Game of Thrones)<br />
Paul Giamatti (Too Big Too Fall)<br />
Guy Pearce (Mildred Pierce)<br />
Tim Robbins (Cinema Verite)<br />
Eric Stonestreet (Modern Family)</em></p>
<p>Aqui é uma bagunça, já que misturam todos os coadjuvantes de comédia, drama, minissérie e telefilmes. Por isso acontecem atrocidades como a não indicação de Aaron Paul (&#8220;Breaking Bad&#8221;), que teve, na minha opinião, a melhor atuação do ano na TV. Entre os indicados, todos estão muito bem, mas torço por Peter Dinklage e acho que ele leva uma pequena vantagem (sem trocadilho).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme</span></strong><em><br />
Jessica Lange (American Horror Story)<br />
Kelly MacDonald (Boardwalk Empire)<br />
Maggie Smith (Downton Abbey)<br />
Sofia Vergara (Modern Family)<br />
Evan Rachel Wood (Mildred Pierce)</em></p>
<p>O mesmo se aplica para a categoria de atriz, que fica bagunçado. Apesar de torcer por Kelly MacDonald, acho que Evan Rachel Wood é  merecidamente favorita.</p>
<p>E vocês, o que acharam dos indicados? Sentiram falta de alguém?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: A genialidade de Community e porque ela não deve ser cancelada</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 06:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Community]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela não volta em janeiro com as demais séries após a pausa de final de ano. Será o ultimo ano de uma das melhores comédias da atualidade?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-239264 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/Community-community-16869594-1920-12001.jpg" alt="" width="600" height="398" /></p>
<p>Há dois anos comecei a prestar atenção numa série da qual tinha ouvido falar muito bem. Uma produção com personagens engraçados, piadas criativas e muitas, mas muitas referências à cultura pop. A cada episódio que passava fui achando <strong>Community</strong> cada vez mais criativa, trazendo citações de clássicos do cinema e da TV. Até que chegamos no ápice da 1ª temporada, com o famoso episódio de <em>paintball</em> “Modern Warfare”. Foi o suficiente para a série se tornar uma das minhas favoritas, daquelas pra esperar a semana ansioso por um episódio inédito, além de ser obrigatória pra quem gosta de cinema e TV.</p>
<p><img class="size-full wp-image-239271 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/nup-143799-0720jpg-9c18f3f9172f74211.jpg" alt="" width="300" height="259" />Na sequência chegamos ao segundo ano, e a qualidade dos episódios foi aumentando. A impressão que me deu é que, ao ser ignorada pelos prêmios especializados, a série passou a zoar mais ainda, fazendo referências das referências. A série subiu tanto de nível que se tornou a minha comédia favorita em TV aberta dos EUA, tomando o posto de “Modern Family”. <em>Community</em> chegou ao absurdo da criatividade ao fazer um episódio de natal em stop-motion. Mas eis que a produção chegou ao seu ápice até então. Com o episódio “Advanced Dungeons &amp; Dragons&#8221; Community alcançou um novo patamar (como esquecer Chang todo pintado?). Aqui eu vi como o criador, Dan Harmon, é um gênio!</p>
<p>A produção ainda fechou o ano com chave de ouro, fazendo novamente um episódio de <em>paintball</em>.  Dessa vez o episódio foi duplo e contou com a participação de Josh Holloway (o Sawyer de “Lost”) e brincou com vários gêneros, como o Western Spaghetti e os filmes de Robert Rodriguez. Também não posso deixar de lembrar o episódio &#8220;Critical Film Studies&#8221;, que foi divulgado como sendo uma homenagem à “Pulp Fiction”, mas quando fomos ver, acabou sendo uma referência ao filme “My Dinner with Andre”. Essa foi a <em>trollagem</em> da <em>trollagem</em>.</p>
<p><img class="size-full wp-image-239267 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/community-pulp-fiction-shirley-britta-annie-chang-nbc-550.jpg" alt="" width="451" height="300" /></p>
<p><strong>Perigo de cancelamento</strong></p>
<p>Apesar de, em apenas dois anos, <em>Community</em> já ser uma pequena obra prima, o fato é que a série nunca teve uma audiência muito alta, mesmo tendo uma base de fãs fervorosos (inclusive eu). Na semana passada o canal americano NBC divulgou seu calendário para o Mid Season 2012, período que compreende os meses de Janeiro a Abril e que apresenta algumas séries novas, além do retorno de séries que entraram em hiato nesse final de ano. O problema foi a ausência de <em>Community</em> nesse retorno, e portanto a partir do início do ano, a série está fora da programação do canal e sem uma data confirmada para voltar.</p>
<p><img class="size-full wp-image-239272 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/0-0-0-community.jpg" alt="" width="600" height="367" /></p>
<p>O primeiro sentimento é o de raiva, já que ao mesmo tempo que vemos a interrupção de <em>Community</em> constatamos que séries medíocres como “Up All Night” e “Whitney” continuarão no ar. E depois passamos à preocupação, já que apesar de não ter o cancelamento dado como certo, o fato é que a série corre sério risco de não passar desta 3ª temporada. E a movimentação dos fãs já começou com diversos apelos. No Twitter a campanha <a href="https://twitter.com/#!/search/SaveCommunity" target="_blank">#SaveCommunity</a> está com toda força. Não podemos deixar que a série seja cancelada.</p>
<p><strong>O mais recente sopro de genialidade</strong></p>
<p>Recentemente foram divulgados easter eggs de <em>Community</em> pelas redes sociais e sites e blogs especializados. Essas pérolas servem para ilustrar toda a genialidade da série. No primeiro vídeo, que se passa durante o episódio “Cooperative Calligraphy”, da 2ª temporada, a trama aborda o sumiço de uma caneta. Vejam que o roubo é mostrado numa fração de segundo, mas ninguém nota. O autor do crime é o macaco Annie&#8217;s Boobs:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JV7RGgpmStY">http://www.youtube.com/watch?v=JV7RGgpmStY</a></p>
<p>O segundo é ainda mais interessante. Nesse episódio notamos a ausência de Abed em boa parte da trama, até que no final Shirley pergunta o que ele estava fazendo, ao que ele responde que nada demais. Sabe o que ele fazia? Um parto! Confira no plano de fundo das cenas. Começa com ele conversando com uma mulher grávida e daí vai evoluindo. Só um detalhe. Esse episódio foi exibido exatamente 9 meses após o episódio das camisinhas furadas! (dica do <a href="http://www.ligadoemserie.com.br/">Ligado em Série</a>)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7tP0ubODOUQ">http://www.youtube.com/watch?v=7tP0ubODOUQ</a></p>
<p>E por fim o mais impressionante de todos e que comprova a genialidade de Dan Harmon, numa piada que durou TRÊS anos! Em seus três primeiros anos, a palavra Beetlejuice foi dita, uma vez por temporada. E quem já viu o filme “<em>Os Fantasmas se Divertem</em>”, de Tim Burton, sabe que ao falar três vezes o nome Beetlejuice, aparece o fantasma interpretado por Michael Keaton. Pois adivinhem quem aparece atrás da Annie quando esta pronuncia o nome pela terceira vez? A dica foi do site <a href="http://pinkvader.com/a-prova-de-que-dan-harmon-criador-de-community-e-um-genio/">Pink Vader</a>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=19FMU3M7Jtk">http://www.youtube.com/watch?v=19FMU3M7Jtk</a></p>
<p>Agora me falem. Essa série merece cancelamento?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: A volta de Misfits e a estreia de Boss, com Kelsey Grammer</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 15:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[A série britânica sobre jovens delinquentes que tem super-poderes retorna para sua 3ª Temporada e Kelsey Grammer volta com tudo em Boss.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-237974" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/Misfits.jpg" alt="" width="510" height="383" /></p>
<p>Já falei que sou fã das séries britânicas. Geralmente elas têm ambição narrativa, ousadia e não caem na armadilha de ficar se repetindo, e talvez por isso possuem temporadas mais curtas. É o caso de<strong> “Misfits”</strong>, que retorna para o seu 3º ano. Costumo dizer que é a produção que <em>“Heroes”</em> queria ser e nunca foi. Óbvio que ambas têm um tom completamente diferente. Enquanto a série de Tim Kring se levava muito à sério (sem conseguir manter uma estrutura coesa e abusar de roteiros ridículos), “Misfits” adota a anarquia como ponto de partida, sendo movida por diálogos rápidos e inteligentes, além de ótimos personagens. Cada fala proferida é como um tiro certeiro, e esse é o mais trunfo da série.</p>
<p>Eu já sabia que &#8220;Misfits&#8221; passaria por uma grande provação neste terceiro ano. Muitos fãs (comigo incluso) se alarmaram quando viram a notícia que o ator Robbie Sheehan (Nathan) deixaria a série. Sua despedida foi mostrada no web-episódio “Viva Las Vegas”, o que deixou todos ainda mais saudosistas. Mas eis que Rudy, o novo personagem, é bem interessante (e muito mau caráter) e chega para ocupar o lugar de Nathan com honras.</p>
<p>O episódio em si manteve as características da série. Ótimos diálogos (a fala de Rudy após sua companheira perguntar o que ele faz no banheiro entrou pra história!) e atitudes polêmicas povoaram a narrativa. Gostei muito de ver a interação entre Rudy e o restante os outros personagens. Também é interessante a apresentação dos novos poderes. Estou curioso para onde vai levar essa história de “rocket Science” da Kelly, pois aparentemente é o poder mais bobo, então não deve ser à toa. E óbvio que não poderia deixar de terminar o episódio com o grupo enterrando mais uma pessoa. Sensacional!</p>
<p><strong>Boss</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-237837 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/boss-kelsey-grammer-2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p>Já estava bem desanimado com as estreias da <em>fall season</em>, pois na minha opinião o único piloto que tinha achado realmente sensacional tinha sido o de <em>“Homeland”</em> (continuo achando a melhor série estreante). Mas eis que o pequeno canal americano <em>Starz</em>, responsável por <em>“Spartacus”</em>, nos entregou uma ótima estreia. Estou falando de <strong>“Boss”</strong>, a nova série de Kelsey Grammer, o eterno <em>“Frasier”</em>.</p>
<p>A história mostra o cotidiano de Tom Kane (Grammer), prefeito de Chicago que recebe a notícia de que está com uma doença degenerativa no sistema nervoso e que, dentro de poucos anos, perderá memória, funções motoras e portanto não poderá confiar em ninguém. Mas ao invés de buscar algum tipo de redenção, o personagem se aprofunda ainda mais em um mundo de corrupção, extorsão e mentiras em busca de mais poder.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aGRf7vnSf04">http://www.youtube.com/watch?v=aGRf7vnSf04</a></p>
<p>O piloto da série já começa na dianteira com grandes performances de Grammer e principalmente de seu diretor, o cineasta Gus Van Sant (<em>“Milk”</em> e <em>“Gênio Indomável”</em>). A composição das cenas e os enquadramentos são belíssimos, e nesse ponto é admirável a confiança que o diretor deposita no ator. Durante vários momentos Sant faz longos closes fechados no rosto de Grammer, tornando o telespectador cúmplice dos sentimentos que o personagem vive. E já adianto que Kelsey Grammer é um dos favoritos para as próximas premiações. O ator compõe Tom Kane como um sujeito cheio de contrastes. Se em um momento ele se preocupa com a filha viciada, em outro procura manter distância para que esta não afete sua imagem pública.</p>
<p>Vale também citar o restante do competente elenco, que tem nomes como Connie Nielsen, Kathleen Robertson e Hannah Ware. A produção foi criada por Farhad Safinia (roteirista de <em>“Apocalypto”</em>). “Boss” é uma grata surpresa e, no período de mediocridade entre as novidades da TV americana, mostra ainda mais o seu valor. Vou acompanhar.</p>
<p>Vocês gostaram da estreia de “Boss”? E do retorno de &#8220;Misfits&#8221;?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Séries com a fórmula &#8220;caso da semana&#8221; merecem nosso respeito?</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 20:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo X]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Bloods]]></category>
		<category><![CDATA[CSI]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[Interest]]></category>
		<category><![CDATA[Person]]></category>
		<category><![CDATA[The Good Wife]]></category>

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		<description><![CDATA[Você gosta das séries procedurais? "C.S.I.", "House" e a nova "Person of Interest" são exemplos. Selecionamos algumas dicas de ótimas séries que mantém esse formato.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-236888 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/csi.jpg" alt="" width="600" height="480" /></p>
<p>Durante um bom tempo eu considerei as séries procedurais, chamadas “casos da semana”,  meio que um <em>guilty </em><em>pleasure</em>. Não achava que elas tinham muita qualidade,  já que não tinham uma boa estrutura de roteiro ou direção, com arcos dramáticos rasos e personagens caricatos, além de cansar depois de tantas repetições. Tanto que em sua maioria elas passam batido em qualquer premiação de maior relevância. Mas conforme fui me apegando a determinadas produções, acabei passando a admirar mais o formato. Também é inegável que a formula faz muito sucesso nos EUA, que já aponta durante alguns anos seguidos séries que seguem essa fórmula aparecem como as mais assistidas (<em>&#8220;C.S.I.&#8221;, &#8220;House&#8221;</em> e mais recentemente <em>&#8220;NCIS&#8221;</em>). Vou listar alguns procedurais que sempre gostei e alguns que acompanho agora.</p>
<p><strong>C.S.I.</strong></p>
<p>Foi uma das primeiras séries que comecei a assistir, há muitos anos lá na primeira temporada. Gostava muito do personagem Grissom (interpretado por William Petersen), e depois que ele saiu perdi um pouco o interesse pela produção. O personagem de Lawrence Fishburn não me interessou, apesar da boa construção do ator, e o novo personagem principal, agora interpretado por Ted Danson, parece um clichê ambulante. Também assisti durante vários anos aos <em>spin-offs</em> de “C.S.I,”, e ao contrário de muita gente que assiste, sempre preferi o Miami. Talvez fosse aquele jeito canastrão do David Caruso de tirar os óculos que sempre me matou de rir.</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-237161" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/Arquivo-X-House-Blue-Bloods.jpg" alt="" width="600" height="300" /></strong></p>
<p><strong>Arquivo X</strong></p>
<p>Essa é uma das minhas séries favoritas. Apesar de contar com toda a mitologia por trás da história, os episódios sempre foram sustentados por casos de semana. Acho que a série funcionou durante muito tempo (depois da 7ª temporada a coisa descamba) por causa da química de David Duchovny e Gillian Anderson, que souberam construir na relação de Mulder e Scully um caso à parte. Já os casos eram sempre interessantes e, mesmo que beirassem algumas vezes o bizarro, não eram jogados aleatoriamente na trama.</p>
<p><strong>House</strong></p>
<p>Essa é uma incógnita para mim, pois consigo apontar todos os defeitos da série (e são muitos). Mas mesmo assim nunca deixei de acompanhar. Acho que aqui mais uma vez o personagem consegue ser superior a toda a trama, que depois de algumas temporadas ficou cansativa. Sempre seguindo a premissa <em>Doente – House escreve no quadro – Acha que é Lúpus – Tem uma epifania e resolve a charada</em>, o que me interessa é a construção do personagem-título e a forma brilhante como ela é conduzida por Hugh Laurie. Esse provavelmente será o último ano de “House”.</p>
<p><strong>Blue Bloods</strong></p>
<p>Essa série estreou no ano passado sendo um sucesso de audiência, mesmo passando por lá nas sextas-feiras, o que é muito difícil. Mas diferente de outras produções, em “Blue Bloods” não são os personagens que se destacam, mas o próprios casos da semana. Extremamente bem construídos, mesmo que tenham um arco rápido (afinal se encerram em um episódio) eles geralmente entregam algo interessante. A série também se beneficia do ótimo ator Donnie Wahlberg.</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-237162" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/11/Person-of-Interest-Fringe-The-Good-Wife.jpg" alt="" width="600" height="300" /></strong></p>
<p><strong>Person of Interest</strong></p>
<p>Uma das novidades do fall season, “Person of Interest” ainda está construindo seu caminho. Na minha opinião, a série ainda oscila um pouco, apesar das boas atuações de Jim Caviezel e especialmente Michael Emerson. Confesso que quando vi os promos e os nomes envolvidos na produção (J.J Abrams e Jonathan Nolan), achei que a série teria um “algo” a mais. Infelizmente, pelo menos até agora, ela se revelou “apenas” um bom procedural. Não digo que a série é ruim, longe disso! Apenas esperava mais e acho que o hype atrapalhou. Mesmo assim é uma produção competente e acho que tem futuro.</p>
<p><strong>Fringe</strong></p>
<p>“Fringe” se enquadra na mesma categoria de “Arquivo X” (e são muito parecidas mesmo). A série começou com uma trama principal sendo ancorada por casos semanais. Apesar de se utilizar menos dessa fórmula ultimamente, confesso que tenho saudades daqueles casos de semana sendo resolvidos por Walter, Peter e a gatíssima Olivia. Mas mesmo assim “Fringe” seguiu um rumo respeitável na construção de sua mitologia, se estabelecendo atualmente como a melhor série sci-fi  dos EUA.</p>
<p><strong>The Good Wife</strong></p>
<p>Essa é daquelas séries que sempre digo: se você não está assistindo, está perdendo tempo.  Apesar de ser procedural, onde o caso criminal começa e se encerra no mesmo episódio, “The Good Wife” conta com um elenco fortíssimo encabeçado por Julianna Margulies e tramas muito bem construídas e resolvidas, não deixando aquela sensação de pegadinha no telespectador. Por isso afirmo que, na minha opinião (<em>“in my opinion”!</em>), “The Good Wife” é a melhor série de TV aberta nos EUA.</p>
<p>Essas são as séries procedurais que me marcaram. Ainda tem algumas outras que tenho curiosidade de assistir. Alguma indicação? Quais as séries desse formato que vocês assistem?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: O retorno de The Walking Dead e o ano primoroso de Breaking Bad</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 04:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Breaking Bad]]></category>
		<category><![CDATA[The Walking Dead]]></category>

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		<description><![CDATA[A série de zumbis volta para o seu segundo ano sem o comando de Frank Darabont e Breaking Bad se consolida como melhor série da TV.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-234710 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/10/Rick-Lori-Shane-Barn-760.jpg" alt="" width="600" height="422" /></p>
<p>A expectativa era grande.  E também algumas perguntas rondavam o retorno de uma das séries mais aguardadas no ano passado: <strong>“The Walking Dead”</strong>. Será que a série está mesmo tendo problemas de orçamento? Será que conseguirá manter o alto nível da primeira temporada? Será que conseguirá sobreviver após a saída (ainda inexplicada) do <em>showrunner</em> e roteirista Frank Darabont?</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-234711" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/10/episode-1-daryl-tent.jpg" alt="" width="300" height="360" />O desafio era grande, já que o risco de deslizar em uma segunda temporada é real. E foi com alegria que terminei o episódio inicial desse segundo ano de <strong>“The Walking Dead”</strong>. A série manteve o incrível nível técnico e ainda conseguiu acrescentar novos elementos nesse início, nos brindando com um ótimo episódio. Na primeira temporada, a narrativa foi (como deve ser) um pouco mais lenta, com desenvolvimento dos personagens e apresentação daquele universo. Vale ressaltar que nos EUA a audiência do novo episódio foi de 7,3 milhões de pessoas, maior registro da história da TV a cabo!</p>
<p>O episódio retoma logo após o final de seu ano inaugural, quando o grupo de sobreviventes liderados pelo xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln) está fora de Atlanta, em uma caravana destinada à base militar de Fort Benning, centenas de milhas ao norte. Confesso que achei o finale da primeira temporada um pouco frustrante, mas acredito que ele dará a tônica nessa temporada.</p>
<p>Se no primeiro ano a tônica da história se dava mais por meio da emoção, nesse início a série conseguiu um bom equilíbrio entre emoção, ação e tensão. Já podemos ver alguns conflitos entre os personagens, como o embate entre Andrea e Dale; e principalmente na postura adotada por Rick e Shane. Enquanto o primeiro se mantém voltado para o grupo, o segundo vai assumindo características mais individualistas.</p>
<p>A longa sequência envolvendo a grande estrada abandonada, mesmo que aberta, deu um ar sufocante ao episódio, com  alto nível de suspense. E perpassando pelos relacionamentos entre os sobreviventes, os momentos principais se deram por meio das duas situações dramáticas envolvendo as crianças, e deixaram um bom <em>cliffhanger</em> para o próximo episódio. Vamos ver!</p>
<p><strong>O season <em>finale</em> de Breaking Bad</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-234719 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/10/ep13-jesse-walt-22.jpg" alt="" width="600" height="422" /></p>
<p>Demorei um pouco para comentar esse <em>finale</em> de <strong>“Breaking Bad”</strong>, mas não poderia passar em branco. O último episódio consolidou a série como a melhor da atualidade, e digo isso sem hesitar.<em> “Face Off”</em>, episódio escrito e dirigido por Vince Gilligan (criador e produtor da série), marca de forma chocante o momento que estamos esperando desde o início da série: a transformação de Walter White como conhecemos e sua metamorfose na imagem daquilo que ele mais lutou, seu inimigo Gus. Frio e calculista, Walter costurou todas as suas ações para sobreviver, em um primeiro momento, mas também percorrer esse caminho agora sem volta.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-234716" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/10/ep13-walt-3-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" />A trama envolvendo a explosão de seu inimigo (e já digo que esse é o melhor momento da TV em anos!), chegando ao ponto de envenenar uma criança para trazer Jesse ao seu lado, mostra toda sua genialidade, contemplada com sua frase final: <em>“Eu venci!”</em>. A temporada foi toda desenvolvida para chegar a esse ponto, sem dar um ponto sequer sem nó, e a forma como foi escrita só evidencia mais sua distância em relação às outras produções. Estou curioso como se dará agora a relação entre Walter e Jesse, já que as bases do futuro dessa relação foram fincadas nesse <em>finale</em>.</p>
<p>Outro ponto alto foi o elenco, com destaque para as atuações de Giancarlo Esposito (Gus), obviamente Bryan Cranston (Walter) e especialmente Aaron Paul e sua construção de Jesse Pinkman, naquela que considero a melhor atuação do ano. Foi tudo perfeito e o conselho que posso dar para quem não assistiu a série é correr e não perder mais tempo.</p>
<p>E vocês, o que acharam da premiére de “The Walking Dead”? E assistiram ao final de “Breaking Bad”?</p>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Séries/TV: Review das estreias do fall season americano – Parte 2</title>
		<link>http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/232935/seriestv-review-das-estreias-do-fall-season-americano-%e2%80%93-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 16:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Benevides</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Analisamos os pilotos de Ringer, Charlie’s Angels, Person of Interest, Whitney, 2 Broke Girls, How To Be a Gentleman, Revenge, Unforgettable, The Secret Circle, A Gifted Man e Hart of Dixie.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-233678" title="Séries/TV" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/10/series-parte-2.jpg" alt="" width="610" height="445" /></p>
<p>Muito se comenta que 2011 tem sido um ano difícil para as novas produções seriadas americanas. Oscilando entre boas ideias desperdiçadas desde o episódio piloto e tramas com potencial duvidoso, o <em>fall season</em> já trouxe seus primeiros cancelamentos (<em>“The Playboy Club” </em>e <em>“Free Agents”</em>), como visto na <a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/231867/seriestv-review-das-estreias-do-fall-season-americano-parte-1/">coluna anterior</a>. Agora é hora de analisar os pilotos de outra lista de séries. Lembrando que a avaliação do piloto é apenas uma projeção superficial (apesar da importância do piloto, um julgamento mais profundo só pode ser feito ao ver um pouco mais da temporada), então muita coisa ainda pode mudar nos próximos episódios. E esperamos que mudem para melhor!</p>
<p><strong>Ringer: </strong>A presença de Sarah Michelle Gellar certamente chamou atenção desde o anúncio de “Ringer”, ainda que a trama trouxesse um conteúdo comum (principalmente na produção televisiva latina). Gellar interpreta as gêmeas idênticas Bridget e Siobhan, em uma história que envolve mistério e, como era previsível, um pouco de vergonha alheia. Ver Gellar interpretando da mesma forma as duas personagens é primário, apelando apenas para a troca de penteado e figurino (nem sempre) para diferenciar as personagens. O piloto da série, que mais faz rir do que investe em suspense, é bastante inferior aos episódios seguintes). Parece que aos poucos os roteiristas têm lapsos de criatividade e colocam a protagonista em situações interessantes. No mais, a série só irá prosperar quando ela começar a se levar menos a sério.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dRQmWz41mkI">http://www.youtube.com/watch?v=dRQmWz41mkI</a></p>
<p><strong>Charlie&#8217;s Angels: </strong>A nova versão de <em>“As Panteras”</em> traz o mais do mesmo que poderia se esperar sobre a vida das três espiãs. Ex-criminosas que agora trabalham resolvendo casos difíceis para o misterioso chefe Charlie, as beldades usam e abusam dos disfarces, do aparato tecnológico e do vigor físico em cada desafio. Produzida por Drew Barrymore, que esteve nos filmes<em> “As Panteras”</em>, e por Tim Scanlan, responsável pela finalizada<em> “Smallville”</em>, o piloto demora a mostrar ao que veio. Além de virar motivo de chacota em diversas sequências constrangedoras, não consigo visualizar uma grande progressão dos casos nos próximos episódios, já que não foi projetado nenhum diferencial para a nova versão.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=J2P_jP76qqI">http://www.youtube.com/watch?v=J2P_jP76qqI</a></p>
<p><strong>Person of Interest: </strong>Produzida por J.J. Abrams, a série conta com um elenco de peso formado por Jim Caviezel, Michael Emerson e Taraji P. Henson, todos bastante interessantes em seus papéis. Na trama, um gênio da computação desenvolve uma máquina que prevê futuros crimes a partir da codificação do número de registro das pessoas. Entretanto, a máquina não aponta se os envolvidos da lista são os criminosos ou apenas vítimas. Para tentar impedir tais crimes, John Reese (Caviezel), ex-CIA considerado morto, é contratado por Finch (Emerson) para descobrir mais sobre as pessoas apontadas pela máquina. Desde o piloto, a série demonstra uma facilidade ao resolver seus conflitos e ao manter a suspensão e o interesse entre um episódio e outro. Abrams acerta mais uma vez em sua ousada trama que ainda tem muito a oferecer no decorrer da temporada. &#8220;Person of Interest&#8221; e <em>&#8220;Pan Am&#8221;</em> se estabelecem como as melhores surpresas das estreias de setembro.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=pZP_gALaJ_U">http://www.youtube.com/watch?v=pZP_gALaJ_U</a></p>
<p><strong>Whitney: </strong>Comédia sobre relacionamentos estrelada por Whitney Cummings tem um humor rápido e um bom elenco, apoiado principalmente em seus coadjuvantes. Ainda que se aproprie de ideias requentadas e, muitas vezes, idiotas, a série faz rir pelas atuações exageradas, mas não se diferencia meio a uma produção atual cheia de comédias de bom gosto, como <em>“Parks and Recreation”</em>, <em>“Raising Hope”</em> e <em>“Happy Endings”</em>. Os episódios seguintes são inferiores ao piloto e erram ao infantilizar os personagens.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=751OX-RpINU">http://www.youtube.com/watch?v=751OX-RpINU</a></p>
<p><strong>2 Broke Girls: </strong>O sitcom, também produzido por Whitney Cummings em parceria com Michael Patrick King (da série <em>“Sex and the City”</em>), é focado na vida de duas garçonetes tentando ganhar a vida. O piloto mostra a provável rivalidade que as duas teriam, já que são bastante diferentes em níveis sociais e intelectuais, mas logo trata de transformá-las em amigas em potencial. Com algumas <em>gags</em> bem realizadas, a comédia não é provocativa o bastante. O humor existe, mas não permeia o episódio inteiro. O roteiro, com diálogos rápidos interpretados pelas atrizes Kat Dennings e Beth Behrs, não tem grandes diferenciais em sua trama e traz piadas repetidas.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0V0OMYWxPOE">http://www.youtube.com/watch?v=0V0OMYWxPOE</a></p>
<p><strong>How to be a Gentleman: </strong>A série é protagonizada por David Hornsby e Kevin Dillon, que mostram o que fazer (ou não fazer) em situações diversas, sempre incluindo a gentileza como passaporte fundamental para os bons relacionamentos. O que falha no piloto da série é mostrar ao público que possui pouca criatividade para se segurar nos próximos episódios. Além de não fazer rir, por ter um humor repetitivo e estereotipado, a trama não também não mostra seu diferencial, talvez por não tê-lo.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AdOb5gsSZDI">http://www.youtube.com/watch?v=AdOb5gsSZDI</a></p>
<p><strong>Revenge:</strong> Inspirada livremente em <em>“O Conde do Monte Cristo”</em>, a trama mostra uma garota, intepretada por Emily VanCamp, que passa a morar em uma casa de Hamptons. Lá ela troca de nome e passa a ter uma nova vida. Na realidade, a garota quer vingar o pai que morreu por causa de motivos misteriosos envolvendo os Graysons, que moram ao lado. O piloto não mostra todos os argumentos da trama que transformaram a doce protagonista em uma vingadora, mas espero que repare isso nos próximos episódios. É divertido e cruel, ao mesmo tempo, ver como a vingadora articula seus planos.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WAVk7037Kzc">http://www.youtube.com/watch?v=WAVk7037Kzc</a></p>
<p><strong>Unforgettable: </strong>A <em>CBS</em> apostou no charme de Poppy Montgomery e de Dylan Walsh para este procedural de investigação. Na trama, Montgomery interpreta Carrie, uma ex-policial com uma rara condição que a faz lembrar de tudo, seja imagens, objetos, horários ou situações. Logo no piloto, Carrie é testemunha de um assassinato e acaba utilizando sua habilidade para refazer a cena do crime, mas as situações se desenrolam muito facilmente, o que incomoda bastante. Ainda assim, o drama pessoal da protagonista em relação ao seu passado é bastante interessante e pode dar muito material para que venham bons episódios ainda nesta temporada.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=lEDycgpEtkQ">http://www.youtube.com/watch?v=lEDycgpEtkQ</a></p>
<p><strong>The Secret Circle: </strong>Ainda colhendo os frutos pela adaptação de <em>“The Vampire Diaries”</em>, L.J. Smith leva seus livros sobre bruxaria para as telinhas. A série certamente funcionará como um novo atrativo para o público adolescente. O piloto apresenta os personagens da trama e suas índoles, nos dando uma noção do que a recém-bruxa Cassie (Britt Robertson) irá enfrentar pelo caminho no Círculo Secreto do título. O maior problema do episódio inicial é ter pouca originalidade em sua abordagem (o mesmo também acontece com <em>“The Vampire Diaries”</em>), mas espera-se que “The Secret Circle” traga bons argumentos no decorrer da temporada.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fbIc2PMR1Po">http://www.youtube.com/watch?v=fbIc2PMR1Po</a></p>
<p><strong>A Gifted Man: </strong>Misturando o gênero médico com o transcendental, a série traz como principal atração o excelente Patrick Wilson, que aqui vive um médico que descobre ser apto a entrar em contato com a sua ex-esposa falecida. O espírito da mulher vaga para resolver as coisas inacabadas que ela deixou no nosso mundo e supostamente implicará no protagonista algumas reviravoltas de caráter e foco profissional. O episódio não deixa a desejar, ainda que em sua segunda metade jogue inúmeras informações para o protagonista, mas me questiono se a série terá ideias suficientes para manter um bom nível de abordagem na narrativa.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=romQ_y3Yk7s">http://www.youtube.com/watch?v=romQ_y3Yk7s</a></p>
<p><strong>Hart of Dixie: </strong>Rachel Bilson, famosa pelo extindo <em>“The O.C.”</em>, volta à TV como protagonista de uma série médica que mistura relações familiares e romance. Zoe Hart (Bilson) foi “exilada” de Nova York ao ver seus sonhos de se tornar uma cirurgiã ficarem mais distantes. Ela decide então aceitar o convite para se mudar para o Alabama, onde descobre que herdou metade de uma clínica médica. Lá ela se depara um romance impossível, uma segunda opção de namoro e tenta se adaptar a uma cidadezinha retrógrada. O piloto mas não mostra muito bem sua identidade, já que não é tanto sobre medicina (seria impossível disputar com<em> “House”, “Grey’s Anatomy”</em> ou <em>“Private Practice”</em>), e sim sobre lições de vida, com uma inevitável temática adolescente (a protagonista não perde seu visual <em>teen</em>, nem as atitudes) que não empolga tanto de início.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0YKdsulWdIw">http://www.youtube.com/watch?v=0YKdsulWdIw</a></p>
<p>___<br />
<em><strong>Diego Benevides</strong> é editor chefe, crítico e colunista do CCR. Jornalista graduado pela Universidade de Fortaleza (Unifor), atualmente é pós-graduando em Assessoria de Comunicação, pesquisador em Audiovisual e professor universitário na linha de Artes Visuais e Cinema. Desde 2006 integra a equipe do portal, onde aprendeu a gostar de tudo um pouco. A desgostar também.</em></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Review das estreias do fall season americano &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 20:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba o que achamos de Up All Night, Free Agents, The Playboy Club, New Girl, Prime Suspect, Terra Nova, Suburgatory, Pan Am e Homeland.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos uma das épocas mais esperadas pelos fãs de séries de TV é o <em>fall season</em> americano. Esse período que compreende os meses de setembro e outubro traz os retornos das séries regulares dos canais abertos e principalmente suas novidades. Foram muitas estreias e resolvemos compilar comentários sobre todos os pilotos que assistimos, divididos em partes. Muitos decepcionaram, inclusive apelidando esse período de<em> &#8220;fail&#8221; season</em>, mas também temos coisas boas. Vamos lá!</p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-232004" title="Novas Séries" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/10/analises-series.jpg" alt="" width="610" height="438" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Up All Night</strong>: Pelos nomes envolvidos na produção, eu tinha esperanças de que fossemos ter uma boa comédia. Infelizmente Will Arnett, Cristina Applegate e Lorne Michaels decepcionaram neste piloto. Achei os personagens muito forçados e sem graça. O roteiro foi incapaz de estabelecer qualquer empatia ou situação engraçada ao longo de todo episódio. O casal principal também não está bem ancorado por coadjuvantes interessantes. A não ser que melhore muito a partir dos próximos episódios, não vejo futuro.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QY_p6OuIOr4">http://www.youtube.com/watch?v=QY_p6OuIOr4</a></p>
<p><strong>Free Agents:</strong> Outra decepção. Mais um piloto que não consegui dar uma risada qualquer. Mas essa é garantia de não ter futuro, já que a série acaba de ter seu cancelamento anunciado pela <em>NBC</em>.  Até acho Hank Azaria engraçado, mas a falta de química com Kathryn Hahn era visível e o roteiro fraquíssimo.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7RQbvMn4_UQ">http://www.youtube.com/watch?v=7RQbvMn4_UQ</a></p>
<p><strong>The Playboy Club:</strong> O que dizer da primeira série cancelada desse fall season? “The Playboy Club” poderia ser interessante na teoria, se explorasse mais a história do clube das coelhinhas e a trama de assassinato num nível mais realista, mas na TV aberta dificilmente teria sucesso. Uma pena.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=K4CnGy4eK4M">http://www.youtube.com/watch?v=K4CnGy4eK4M</a></p>
<p><strong>New Girl</strong><strong>:</strong> Tenho uma relação conflituosa com essa série, pois consigo apontar seus inúmeros defeitos, seja personagens clichês, <em>overacting</em> ou piadas óbvias. Mas conseguiu me cativar. Acho que é o carisma de Zooey Deschanel como uma nerd estranha, mas de bom coração. Acho interessante o roteiro explorar a relação dela com seus <em>roommates</em>. Vou seguir acompanhando. &#8220;New Girl&#8221; foi a primeira série a ganhar temporada completa.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=tLbVOHG1Png">http://www.youtube.com/watch?v=tLbVOHG1Png</a></p>
<p><strong>Prime Suspect:</strong> Tinha boas expectativas em relação a essa série, já que é uma refilmagem de uma ótima série policial britânica. Infelizmente a produção americana se revelou um procedural comum, cheia de clichês e apenas mais um entre tantos “<em>C.S.Is”, “NCIS”, “Mentalists”</em> e por aí vai. Sem contar que os casos da semana não são interessantes e a personagem principal não tem carisma. Uma decepção.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=m_YzcGKrO50">http://www.youtube.com/watch?v=m_YzcGKrO50</a></p>
<p><strong>Terra Nova:</strong>  Falando em decepção, alguém me explique o que aconteceu com Steven Spielberg pra produzir uma bomba dessas. Para um piloto que custou US$ 20 milhões, como os efeitos especiais são dignos do aerolito do Chapolim? O diretor fez <em>“Parque dos Dinossauros”</em> em 1993 (!) e conseguiu entregar dinossauros mais reais do que nesta produção televisiva. O roteiro também é péssimo e cheio de absurdos, não do ponto de vista de uma ficção científica, mas do ponto de vista lógico. Um exemplo é o personagem principal conseguir fugir de uma prisão de segurança máxima com um raio laser (aliás, a fuga não é mostrada!). O roteiro também não conseguiu construir um arco dramático minimamente interessante, mesmo tendo um universo todo a ser explorado. Não sei se passa da primeira temporada.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WYSyxgdiRLo">http://www.youtube.com/watch?v=WYSyxgdiRLo</a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Pan Am</strong><strong>:</strong> Essa foi uma das boas surpresas entre os pilotos (com o perdão do trocadilho!). A série sobre a clássica companhia aérea conseguiu entregar personagens e tramas interessantes, uma produção competente e bons <em>cliffhangers</em> para o decorrer da temporada. Particularmente estou curioso pra ver como vai ser essa história de espionagem. Espero que mantenha o nível!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=htIKZRM9smU">http://www.youtube.com/watch?v=htIKZRM9smU</a></p>
<p><strong></strong><strong>Suburgatory: </strong>Muitas pessoas gostaram desse piloto, mas confesso que não consegui ver graça. Simplesmente não comprei a história de um pai resolver se mudar para o subúrbio simplesmente porque achou um preservativo na gaveta da filha adolescente. E sobre o cotidiano no subúrbio, dá a impressão de ser uma série que nós já vimos, com as donas de casa dando em cima do personagem principal, a vida perfeita servindo de cortina para pessoas com problemas de caráter, e por aí vai. Vamos ver se melhora.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zSAbpqEX-N0">http://www.youtube.com/watch?v=zSAbpqEX-N0</a></p>
<p><strong></strong><strong>Homeland</strong><strong>:</strong> Talvez esse tenha sido o melhor de todos os pilotos. Do mesmo canal de séries consagradas como <em>“Dexter”</em> e <em>“The Big C”</em>, a produção chega para abordar o terrorismo sob um ponto de vista diferente. A série conta a história de um oficial americano (Nicholas Brody, interpretado por Damian Lewis) resgatado depois de dado como morto por oito anos. O problema é que a agente da CIA Carrie Mathison (Claire Danes) desconfia que Brody possa ter se convertido e seja um potencial terrorista. O clima de suspense e incerteza domina todo o piloto, devido principalmente a interpretação de Lewis, já que não conseguimos desvendar as verdadeiras intenções de seu personagem. Não deixem de ver!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xqddY2sOk6U">http://www.youtube.com/watch?v=xqddY2sOk6U</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: A volta de Two and a Half Men e o final de True Blood</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 03:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Ashton Kutcher]]></category>
		<category><![CDATA[True Blood]]></category>
		<category><![CDATA[Two and a Half Men]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente "Two and a Half Men" retorna, agora com Ashton Kutcher no lugar de Charlie Sheen. E "True Blood" chega ao final de sua 4ª temporada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-230080 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/09/two.jpg" alt="" width="600" height="406" /></p>
<p>Depois de tantas idas e vindas, xingamentos mútuos, processos milionários  e rumores de que a série acabaria, eis que “<strong>Two and a Half Men</strong>” volta para sua 9ª temporada. Após a saída de Charlie Sheen, os produtores resolveram continuar com a série (afinal, é um produto milionário) contratando <strong>Ashton Kutcher</strong> para o papel principal. O resultado foi um recorde com uma audiência histórica de 27,8 milhões de telespectadores. Mas vamos ao episódio e cuidado com os <strong>spoilers</strong>!</p>
<p>Particularmente eu já esperava que a série fosse se manter nos trilhos da audiência, pois todo mundo estava curioso para saber como continuaria depois de tanta confusão. O episódio em si foi razoável, com algumas boas piadas. E aqui está o primeiro problema que eu vi. Logo no início temos o funeral de Charlie e durante todo o episódio as piadas giram em torno justamente do personagem.</p>
<p>Mesmo com sua ausência, ele ainda está muito presente na série, então não tinha como perder a mão aqui. O problema é que não achei o personagem de Kutcher engraçado ou mesmo carismático, então pode ser que a série tenha problemas daqui pra sempre ao depender só dele. Os coadjuvantes continuam engraçados, mas  por si sós não sustentam a série.</p>
<p>Um ponto legal do episódio foi ver as principais ex-namoradas de Charlie em seu funeral. Outro momento inspirado foi a mãe do falecido, que não perdeu seu veneno. Sensacional foi a participação do ator John Stamos (ele tinha sido um dos cotados pra substituir Charlie Sheen).</p>
<p>Sobre a interpretação de Kutcher,  ele foi bem. Espero que o roteiro da série consiga entregar um personagem divertido, pois Kutcher tem potencial para isso. Ainda lembrando um pouco o Kelso (<em>&#8220;That 70s Show&#8221;</em>) por suas frases ingênuas e também por ter sido seu ultimo grande papel na TV, o ator tem tudo para ganhar o público da série. Vamos esperar!</p>
<p><strong>True Blood: a melhor comédia do ano ou o pior drama?</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-230084" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/09/Jéssica1.jpg" alt="" width="300" height="281" />E chegamos a mais um final de “<strong>True Blood</strong>”. Quando a temporada terminou, fiquei me perguntando o que tinha acontecido. Se no começo estava cheio de esperanças, no decorrer da temporada fui ficando cada vez mais decepcionado com os roteiros ridículos e as tramas cada vez mais superficiais. Que história é essa dos personagens morrerem e ficarem voltando como fantasmas? E aquela aparição da fada com dedo de ET? E a trama das panteras, que simplesmente sumiu sem deixar vestígios?</p>
<p>Este foi um dos piores, senão o pior ano de “True Blood”. A impressão que me dá é que Alan Ball e seus roteiristas perderam a mão de como explorar aquele universo fantástico, simplesmente atirando tramas ridículas a esmo para largar tudo depois. As fadas apareceram e sumiram sem maiores explicações, assim como as panteras. O lobisomem Alcide fica flutuando sem nunca ter um arco dramático convincente. E a trama principal de exorcismos foi muito fraca. E só uma dúvida. Se Jesus podia incorporar um demônio (frase estranha), por que ele não se libertou e se deixou morrer pelas mãos de Marnie?</p>
<p>A única coisa boa do <em>finale</em> foram os <em>cliffhangers</em> para a próxima temporada, como o tiro que Tara levou e as voltas do Reverendo Newlin (agora vampiro) e principalmente do Rei Russell. Esses são os únicos motivos pelos quais vou conferir “True Blood” no próximo ano . E vocês? Gostaram do retorno de “Two and a Half Men” e do final de “True Blood”?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Veja os retornos e estreias do fall season americano para outubro</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 17:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Fall Season]]></category>

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		<description><![CDATA[Grandes expectativas para a volta das séries em outubro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E chegamos à segunda metade da nossa análise dos retornos e estreias do <em>fall season</em> americano, agora vendo o que vem de bom no mês de outubro. Algumas boas expectativas, principalmente das estreias dos canais à cabo. E também o retorno do nosso <em>serial killer</em> favorito. Vamos lá!</p>
<p><img class="size-full wp-image-228939 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/09/Dexter1.jpg" alt="" width="510" height="685" /></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">1 de outubro:</span> </strong><em>Bedlam (Sky Living)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
2 de outubro:</span> </strong><em>America’s Funniest Home Videos (ABC); Dexter (Showtime); Homeland (Showtime / </em><strong>série nova</strong><em>); Hung (HBO)/ How to Make It in America (HBO)</em></p>
<p>A grande expectativa nos primeiros dias de outubro é para a 6ª temporada de “Dexter”. Como já escrevi na coluna, achei o último ano do <em>serial killer</em> fraquíssimo, com roteiros em câmera lenta e um desfecho pavoroso. A boa notícia é que os produtores da série parecem ter achado o mesmo, tanto que nos promos foi feita uma retrospectiva de todas as temporadas  sem incluir a última. O que eles têm dito é que Dexter voltará às origens, então podemos apostar em coisa boa. Ainda é uma das minhas séries favoritas!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uDbYDVud9os">http://www.youtube.com/watch?v=uDbYDVud9os</a></p>
<p>Outro retorno que aguardo há bastante tempo é “Hung”. Apesar de ser uma série menor da <em>HBO</em>, conta com ótimos roteiros e atuações excepcionais. Teremos também uma estreia aguardada. “Homeland” traz uma sinopse interessante, contando a história de Nicholas Brody, um sargento norte-americano foi encontrado no Iraque depois de dado como morto há oito anos. O sargento retornará aos Estados Unidos como herói, entretanto uma agente da CIA, Carrie Anderson, suspeita que Brody possa ser um terrorista que está planejando um ataque aos EUA. O elenco é de primeira e tem nomes como Claire Danes, Mandy Patikin e Damian Lewis. A equipe que produz é a mesma de “24 Horas”! Assitam ao promo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=KyFmS3wRPCQ">http://www.youtube.com/watch?v=KyFmS3wRPCQ</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">3 de outubro</span></strong><em>: House (FOX)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
5 de outubro:</span> </strong><em>American Horror Story (FX/ <strong>série nova</strong>); South Park (Comedy Central); Nick Swardson’s Pretend Time (Comedy Central)</em><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">6 de outubro:</span> </strong><em>The Leage (FX)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
10 de outubro:</span> </strong><em>Bored to Death (HBO); Enlightened (HBO/ <strong>série nova</strong>)</em></p>
<p>Seguindo adiante temos a volta da 8ª (e talvez última) temporada de “House”. A produção vem patinando há alguns anos, mas não consigo deixar de ficar fascinado pelo personagem título. Acho que talvez já esteja na hora de ser encerrada mesmo, então que seja em grande estilo.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=61Dt3amtJXc">http://www.youtube.com/watch?v=61Dt3amtJXc</a></p>
<p>Entre as estreias chama a atenção “Enlightened”, nova produção da HBO. A série conta a história de uma empresária que se interna em uma clínica de reabilitação mental depois de ter sofrido um colapso nervoso e ao voltar a sua rotina vê tudo com um olhar diferente. Laura Dern interpreta a personagem principal. Cheiro de prêmios para a atriz.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=c2TurZJgf4g">http://www.youtube.com/watch?v=c2TurZJgf4g</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">11 de outubro</span></strong><em>: Last Man Standing (ABC)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
12 de outubro</span></strong><em>: Psych (USA)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
16 de outubro</span></strong><em>: The Walking Dead (AMC)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
18 de outubro</span></strong><em>: Man Up! (ABC)</em></p>
<p>Neste bloco com certeza a maior expectativa gira em torno da volta de “The Walking Dead”. Gostei da 1ª temporada, apesar de ter ficado um pouco decepcionado com o final. E o segundo ano já começa com um problema. O criador e <em>showrunner</em> da série, Frank Darabont, abandonou a produção para voltar ao cinema. Tenho medo que a série caia ainda mais de qualidade e acabe tendo um encerramento súbito. Vamos torcer!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=grWV8WZtAQc">http://www.youtube.com/watch?v=grWV8WZtAQc</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">21 de outubro</span></strong><em>: Chuck (NBC); Boss (Starz/ <strong>série nova</strong>)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
23 de outubro</span></strong><em>: Once Upon a Time (ABC / <strong>série nova</strong>)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
30 de outubro</span></strong><em>: Allen Gregory (FOX/ <strong>série nova</strong>)</em></p>
<p>Por fim temos algumas estreias no final do mês. “Once Upon a Time” parece ser mais uma bomba. Para resumir: Jennifer Morrison interpreta a filha perdida da Branca de Neve. Não dá, né? “Allen Gregory” é uma animação que mostra o cotidiano de um garoto na escola. Não faz meu tipo. A que me chamou a atenção foi “Boss”, mais uma tentativa de Kelsey Grammer voltar ao sucesso. Ele interpreta o prefeito de Chicago, mas sofre de uma uma doença neurológica degenerativa que está destruindo sua memória, fazendo com que ele não possa mais confiar nos aliados mais próximos ou nele mesmo.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=I8Lavg_PZok">http://www.youtube.com/watch?v=I8Lavg_PZok</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=osnJ-oVxKlM">http://www.youtube.com/watch?v=osnJ-oVxKlM</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7xUlfno9QTM">http://www.youtube.com/watch?v=7xUlfno9QTM</a></p>
<p>É isso. Qual série vocês estão esperando mais? E não esqueçam de assistir ao Emmy no domingo. Comento a cerimônia na semana que vem!</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Veja os retornos e estreias do fall season americano para setembro</title>
		<link>http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/227572/seriestv-veja-as-novidades-e-os-retornos-do-fall-season-americano-1/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Fall Season]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os destaques está o reboot de "Two and a Half Men", agora com Ashton Kutcher, e as novas produções de J.J Abrams e Steven Spielberg.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-227573 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/09/twoedit.jpg" alt="" width="600" height="495" /></p>
<p>Finalmente chegou o período do ano mais apreciado do mundo televisivo e com ele muitas de nossas séries preferidas. Depois de tanta espera, temos o retorno do nosso querido <em>Fall Season</em> americano. Além de muitas voltas, também teremos algumas estreias, e apesar de não ter me empolgado com as novidades, vou conferir algumas. Vou dividir a coluna em duas partes, entre os meses de setembro e outubro. Vamos às expectativas:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">13 de setembro:</span> </strong><em>90210 (CW);  Ringer (CW / <strong>série nova</strong>); Parenthood (NBC)</em><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">14 de setembro:</span> </strong><em>America’s Next Top Model (CW); Up All Night (NBC/ <strong>série nova</strong>); Free Agents (NBC /<strong> série nova</strong>); Survidor: South Pacific (CBS)</em><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">15 de setembro:</span> </strong><em>The Vampire Diaries (CW); The Secret Circle (CW/ <strong>série nova</strong>)</em><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">16 de setembro:</span> </strong><em>20/20 (ABC)</em></p>
<p>Até aqui teremos muitas novidades para quem é fã das séries <em>teens</em> da CW. “Ringer” conta com o retorno à telinha de Sarah Michelle Gellar na pele de uma mulher que, após ser testemunha de um assassinato, precisa fugir da máfia. Como essa série foi recusada pela <em>CBS</em>, não boto muita fé. Já “The Secret Circle” é baseada em uma série de livros da mesma autora de “The Vampire Diaries” (também de volta), mas enveredando para o mundo das bruxas. Acho que vai fazer sucesso, mas não é o meu tipo de série.</p>
<p>Já a <em>NBC</em> estreia a comédia romântica “Free Agents” com Hank Azaria. Não vi graça do <em>promo</em>, então não espero muito. Outra novidade é “Up All Night”, que conta com um elenco forte formado por Christina Applegate, Will Arnett, e Maya Rudolph. Acho que a série pode render algo, pois gosto muito de Arnett (apesar de “Runing Wilde”) e ainda tem produção de Lorne Michaels (&#8220;30 Rock&#8221;).</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5_7RgFGaiFg">http://www.youtube.com/watch?v=5_7RgFGaiFg</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=rFDYl0_JX5E">http://www.youtube.com/watch?v=rFDYl0_JX5E</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5db6eixmiv0">http://www.youtube.com/watch?v=5db6eixmiv0</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">19 de setembro:</span> </strong><em>Dancing with the Stars (ABC); Castle (ABC); The Sing-Off (NBC); The Playboy Club (NBC / <strong>série nova</strong>); 2 Broke Girls (CBS/ <strong>série nova</strong>); Hawaii Five-O (CBS); How I Met Your Mother (CBS); Two and a Half Men (CBS)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
20 de setembro:</span> </strong><em>Dancing with the Stars Results Show (ABC); Body of Proof (ABC); Glee (FOX); New Girl (FOX / <strong>série nova</strong>); Raising Hope (FOX); The Biggest Loser (NBC); NCIS (CBS); NCIS: Los Angeles (CBS); Unforgettable (CBS/ <strong>série nova</strong>)</em></p>
<p>Além dos retorno de sucessos como “Hawaii Five-O” e “How I Met Your Mother”,  a expectativa gira em torno do <em>reboot</em> de “Two and a Half Men” e da volta de “Raising Hope”. Em relação à primeira, acho que não vai ser tão engraçada como nos primeiros anos, mas acho que Ashton Kutcher vai conseguir segurar um sucesso, especialmente por ter coadjuvantes muito engraçados. O que li até agora da série não me agradou, mas vamos ver. E sobre “Raising Hope”, é uma das minhas comédias favoritas e a expectativa é que mantenha o alto nível.</p>
<p>Entre as estreias, achei as tramas de “Unforgettable” (policial com super memória) e “2 Broke Girls” (duas amigas, uma rica e uma pobre) muito rasas. Já assisti “New Girl” (está disponível gratuitamente no <em>iTunes</em>) e achei que tem alguns clichês, mas não é o desastre que esperava. Já “The Playboy Club” me interessou, apesar de ter certeza que a série se sairia muito melhor na TV paga.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F-95qfa956A">http://www.youtube.com/watch?v=F-95qfa956A</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">21 de setembro:</span> </strong><em>The Middle (ABC); Modern Family (ABC); Revenge (ABC/ <strong>série nova</strong>); The X Factor (FOX); Harry’s Law (NBC); Law &amp; Order: Special Victims Unit (NBC); Criminal Minds (CBS); CSI: Las Vegas (CBS)</em><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">22 de setembro:</span> </strong><em>Charlie’s Angels (ABC / <strong>série nova</strong>); Grey’s Anatomy (ABC); Community (NBC); Parks and Recreation (NBC); The Office (NBC); Whitney (NBC); Prime Suspect (NBC / <strong>série nova</strong>); The Big Bang Theory (CBS); Person of Interest (CBS/ <strong>série nova</strong>); The Mentalist (CBS); Whitney (NBC/ <strong>série nova</strong>)<br />
</em></p>
<p>Aqui temos a volta das minhas comédias favoritas, “Modern Family” e “Community”, além de “The Office” (sem Steve Carrell vai ser difícil) e “CSI” estreando Ted Danson no papel principal. Vamos ver também se “Greys Anatomy” se sustenta após um péssimo ano e se “The Big Bang Theory” volta a ficar engraçada.</p>
<p>Estreando temos“Prime Suspect”, <em>remake</em> de uma aclamada série britânica que traz uma detetive de personalidade forte interpretada pela ótimaMaria Bello. A versão britânica, muito elogiada, era estrelada por ninguém menos que Hellen Mirren. Já a outra seja talvez a minha maior expectativa entre as estreias. Falo de &#8220;Person of Interest&#8221;, thriller criminal de J.J Abrams (Lost) estrelado por Jim Caviezel e Michael Emerson (o Ben de “Lost”). Um ex-agente da CIA dado como morto (Caviezel) começa a trabalhar com um misterioso bilionário (Emerson) que desenvolveu um sofisticado algoritmo capaz de prever quando uma pessoa está prestes a ser vítima de um crime violento. Contagem regressiva!</p>
<p>As outras estreias não empolgam. “Whitney” e “Revenge” também parecem ser muito superficiais (os <em>promos</em> são horríveis). E o que posso falar da nova versão de “Charlies Angels/As Panteras”? Acho que vai ser uma bomba sem tamanho, com muita vergonha alheia. O <em>promo</em> já indica.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=68xN_BNYhc4">http://www.youtube.com/watch?v=68xN_BNYhc4</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=yUOUrWxIWbs">http://www.youtube.com/watch?v=yUOUrWxIWbs</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=19VFDlCnOXc">http://www.youtube.com/watch?v=19VFDlCnOXc</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">23 de setembro:</span> </strong><em>Nikita (CW); Supernatural (CW); Fringe (FOX); Chuck (NBC); Grimm (NBC / <strong>série nova</strong>); A Gifted Man (CBS/ <strong>série nova</strong>); Blue Bloods (CBS); CSI: NY (CBS); Kitchen Nightmare (FOX)<br />
</em><strong><span style="text-decoration: underline;">24 de setembro:</span> </strong><em>Rules of Engagement (CBS); 48 Hours Mystery (CBS); Saturday Night Live (NBC)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
25 de setembro:</span> </strong><em>Extreme Makeover: Home Edition (ABC); Desperate Housewives (ABC); Pan Am (ABC / <strong>série nova</strong>); The Simpsons (FOX); The Cleveland Show (FOX); Family Guy (FOX); American Dad (FOX); CSI: Miami (CBS); The Good Wife (CBS); The Amazing Race (CBS); Boardwalk Empire (HBO)</em></p>
<p>Volta também as competentes “Blue Bloods” e “Simpsons”. Mas tenho que destacar o retorno de duas das melhores séries da atualidade: “The Good Wife” e “Boardwalk Empire”. A primeira é a melhor série de TV aberta por lá e a segunda foi, na minha opinião, a melhor série do ano passado.</p>
<p>Entre as estreias temos mais algumas bombas. “Grimm” tentará contos de fadas em histórias assustadoras e “Pan Am” mostra a vida glamorosa de pilotos e aeromoças. Meu Deus! A única que talvez renda algo seja “A Gifted Man”, já que conta com bom elenco (Patrick Wilson e Julie Benz). A trama é meio uma história de amor sobrenatural, o que me faz ficar com o pé atrás.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=s-B8RjzOwG8">http://www.youtube.com/watch?v=s-B8RjzOwG8</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=romQ_y3Yk7s">http://www.youtube.com/watch?v=romQ_y3Yk7s</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">26 de setembro</span></strong><em>: Gossip Girl (CW); Hart of Dixie (CW/ <strong>série nova</strong>); Terra Nova (FOX/ <strong>série nova</strong>); Being Erica (CBC); Mike &amp; Molly (CBS)</em></p>
<p>Uma estreia importante e comentada é a nova produção de Steven Spielberg, “Terra Nova”. Na sinopse, a Terra está a caminho da destruição no ano de 2149. Buscando uma forma de salvar a humanidade, um grupo de cientistas consegue abrir uma fissura no tempo, criando um portal para o passado do planeta. Dessa forma, vários sobreviventes tentarão sobreviver nesse mundo hostil há 150 milhões de anos.</p>
<p>Achei a história interessante, mas o fato de já ter sido adiada várias vezes nunca é um bom sinal. Realmente espero que seja uma boa série, mas tenho medo da produção se tornar uma “Falling Skies” (outra produção de Spielberg), o que seria uma decepção.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=X6aNEIZwPFc">http://www.youtube.com/watch?v=X6aNEIZwPFc</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">28 de setembro:</span> </strong><em>Suburgatory (ABC / <strong>série nova</strong>); Happy Endings (ABC)</em><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
29 de setembro:</span> </strong><em>Private Practice (ABC); How to Be a Gentleman (CBS/ <strong>série nova</strong>)</em></p>
<p>Rachel Bilson estrela “Hart of Dixie” interpretando uma médica que vai trabalhar em uma cidade pequena. Nada interessante. “Suburgatory” mostrará uma relação entre pai e filha e parece ser mais uma porcaria da ABC.  Já “How to be a Gentleman” é inspirado no livro homônimo sobre a (incomum) amizade entre um refinado colunista de antiguidades (David Hornsby) e um ex-bad boy com bom coração (Kevin Dillon). Vou dar uma conferida.</p>
<p>Na próxima semana volto com as novidades do mês de outubro. Quais as expectativas de vocês?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Review &#8211; Doctor Who retorna com muita ação e humor</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 11:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Who]]></category>

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		<description><![CDATA[Série britânica comandada por Steven Moffat volta para a segunda parte de sua 6ª temporada em mais um grande episódio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente retornou uma das melhores séries britânicas da atualidade. A segunda parte da 6ª temporada de “<strong>Doctor Who</strong>” mostrou que a série ainda vai dar muitos nós na nossa cabeça. O episódio <em>&#8220;Let&#8217;s Kill Hitler&#8221;</em> teve tudo que a produção tem de melhor: drama, comédia e reviravoltas na <em>timeline</em> da série. Vamos à ele e cuidado com os <strong>spoilers</strong>!</p>
<p><img class="size-full wp-image-226288 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/09/doctor-who-hitleredited1.jpg" alt="" width="600" height="352" /></p>
<p>Quando vi o título desse episódio, achei que ele iria girar em torno do Führer, e de fato sua participação é muito engraçada (é impagável ouvir Rory dizer “Hitler, vá para o armário!”). Mas eis que o episódio é uma continuação do que vimos no final da primeira parte dessa 6ª temporada,  em<em> &#8220;A Good Man Goes to War&#8221;</em> . Nesse episódio temos o &#8220;nascimento&#8221; de River Song (como nós a conhecemos) e entendemos um pouco mais sobre essa personagem mítica.</p>
<p>É interessante observar a relação entre o Doutor e River na forma de amor paradoxal, e dessa vez encaramos o outro lado da moeda, onde ele já a conhece, mas ela ainda não sabe nada sobre ele. Já aviso que não adianta querer estabelecer uma lógica linear em “Doctor Who”, pois você não irá a lugar nenhum. Além do mais, acho que a genialidade e o encanto da série residem justamente nessa atemporalidade. E o que foi aquela cena em que ambos antecipam um o movimento do outro? Moffat, <em>showrunner</em> da produção, é um mesmo um gênio.</p>
<p>Tivemos também uma trama secundária sobre o robô metamorfo do Departamento de Justiça controlado de dentro por miniaturas (me lembrou o clássico de Woody Allen <em>“Tudo Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo Mas Tinha Medo de Perguntar&#8221;</em>), mas que acabou servindo pra alimentar o maior mistério dessa temporada. A morte do Doutor no ano de 2011. Agora é esperar para ver o restante da temporada.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ef47FJo7bTg">http://www.youtube.com/watch?v=Ef47FJo7bTg</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: FX divulga promo da nova série criada por Ryan Murphy</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 04:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Benevides</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[American Horror Story]]></category>

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		<description><![CDATA[Criador de "Glee" e "Nip/Tuck" investe em série de horror.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-223396" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/Ryan-Murphy.jpg" alt="" width="254" height="254" /><strong>Ryan Murphy</strong> apareceu no <em>mainstream</em> televisivo em 2001, quando criou <em>&#8220;Popular&#8221;</em> ao lado de Gina Matthews (<em>&#8220;The Mountain&#8221;</em>), série que investia no clichê da rivalidade entre duas adolescentes. A série seguiu até 2003, quando Murphy deu vida a <em>“Nip/Tuck”</em> e trouxe uma abordagem curiosa sobre o mercado de procedimentos estéticos junto a uma trama instigante. Nesse meio tempo, ele deu vida a obras como <em>“Correndo com Tesouras”</em> (2006) e <em>“Comer, Rezar, Amar”</em> (2010) nos cinemas, mostrando sua influência também entre os grandes estúdios.</p>
<p>Antes mesmo de terminar as seis temporadas de <em>“Nip/Tuck”</em>, Murphy decidiu voltar às raízes adolescentes com a comédia dramática musical <em>“Glee”</em>, que virou uma febre internacional e conquistou diversos prêmios, ainda que alguns discutam a qualidade da trama. A série restaura versões às vezes esquecidas de clássicos da música e segue a vibe pop da atualidade, além de criar abordagens poderosas sobre o universo em que os jovens vivem hoje.</p>
<p>Partindo para a terceira temporada de <em>&#8220;Glee&#8221;</em> e com a ameaça de troca de elenco (o <em>spin off <a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/217460/seriestv-the-glee-project-e-o-futuro-da-serie-criada-por-ryan-murphy/">“The Glee Project”</a></em> procura novas estrelas para a série, mas ouso dizer que <em>&#8220;Glee&#8221;</em> não vá durar muito tempo ainda), Murphy resolveu tocar um outro projeto. A série <strong>&#8220;American Horror Story&#8221;</strong>, que deve trazer também um teor <em>sexy</em> à trama, já teve sua promo divulgada pela <em>FX</em> e dá dicas do novo universo criado por Murphy. Assista abaixo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wmzyPqvMTRY">http://www.youtube.com/watch?v=wmzyPqvMTRY</a></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-223397" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/American-Horror-Story.jpg" alt="" width="294" height="441" />A trama  promete sair do universo <em>teen</em> mais uma vez e investir no gênero horror para conquistar uma outra parcela de público e, principalmente, comprovar suas habilidades de Murphy como contador de histórias. Boa parte da imprensa internacional que já teve acesso ao piloto de “American Horror Story” confirmou que se distancia das outras criações de Murphy. Além disso, foi comentado que a série é estranha e assustadora, características essenciais para o gênero<em></em>.</p>
<p>O elenco traz nomes de peso, como Jessica Lange (<em>“Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas”</em>), que faz sua primeira incursão fixa em uma série de TV, e Frances Conroy (<em>“Six Feet Under”</em>), além de Dylan McDermott (<em>“Dark Blue”</em>), Connie Britton (<em>“24 Horas”</em>), Christian Serratos (da saga <em>“Crepúsculo”</em>), Evan Peters (<em>“One Three Hill”</em>) e Dennis O’Hare (<em>“Brothers and Sisters”</em>). A estreia americana está marcada para 05 de outubro, sem registros de quando será exibida nas telinhas brasileiras.</p>
<p>Antes mesmo da divulgação da promo acima, o <em>FX</em> liberou vídeos virais com &#8220;dicas&#8221; do que o público pode esperar de &#8220;American Horror Story&#8221;. Assista a alguns deles abaixo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=LnVkn8m9KZE">http://www.youtube.com/watch?v=LnVkn8m9KZE</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ehNZcQOwuOY">http://www.youtube.com/watch?v=ehNZcQOwuOY</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=y0ssM6vtz_c">http://www.youtube.com/watch?v=y0ssM6vtz_c</a></p>
<p>___<br />
<em><strong>Diego Benevides</strong> é editor chefe, crítico e colunista do CCR. Jornalista graduado pela Universidade de Fortaleza (Unifor), atualmente é pós-graduando em Assessoria de Comunicação, pesquisador em Audiovisual e professor universitário na linha de Artes Visuais e Cinema. Desde 2006 integra a equipe do portal, onde aprendeu a gostar de tudo um pouco. A desgostar também.</em></p>
</ul>
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		<item>
		<title>Séries/TV: Minisséries e filmes feitos para TV são alternativas ao cinema</title>
		<link>http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/222657/seriestv-mini-series-e-filmes-feitos-para-tv-sao-alternativas-ao-cinema/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 05:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Bons filmes não são feitos apenas para o cinema. Vejam algumas dicas de obras feitas para a TV que conquistaram público e boas críticas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-222713 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/The-Pacific.jpg" alt="" width="600" height="421" /></p>
<p>Não é incomum vermos diversos cineastas ou atores terem dificuldade para levar um projeto às telas de cinema. Muitas vezes o problema pode estar ligado ao orçamento, à distribuição ou principalmente às famosas liberdades criativas. O processo de criar uma produção televisiva difere bastante de uma produção da Sétima Arte. Também vemos atores que não tem muito espaço no cinema migrarem para a TV, o mesmo acontece com astros consagrados flertando com a telinha. Fato é que temos visto ótimas minisséries e filmes feitos pra TV nos últimos anos, inclusive algumas obras-primas. Abordo algumas delas a seguir.</p>
<p>Um que me marcou muito e me fez atentar para os filmes televisivos foi <strong>“The Gathering Storm”</strong>, co-produção da <em>HBO</em> com a <em>BBC</em>. A obra se passa nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, mostrando a rotina de Winston Churchill. O filme conta com ótimas atuações de Albert Finney como o primeiro ministro britânico e Vanessa Redgrave como sua esposa. O longa teve ainda uma continuação, <strong>“Into the Storm”</strong>, dessa vez com Brendan Gleeson interpretando Churchill em tempos de guerra.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-222669" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/peter-sellers1.jpg" alt="" width="216" height="310" />Outra produção televisiva que recomendo é o drama da <em>HBO</em> <strong>“Recontagem”</strong>, que mostra como foi o polêmico processo eleitoral onde George W. Bush para ser eleito presidente. Eu adoro bastidores políticos (amo<em> “The West Wing”</em>) e este filme é um prato cheio, acompanhando o <em>staff</em> tanto de Bush como de Al Gore. Kevin Spacey estrela a produção.</p>
<p>Para os fãs de moda recomendo <strong>“Coco Channel”</strong>. Diferente da produção cinematográfica<em> “Coco Antes de Channel”</em>, o filme para TV já mostra a estilista francesa como consagrada, abordando aspectos de seus desfiles e processo criativo desde a sua juventude. Ela é interpretada pela diva Shirley MacLaine e conta ainda com a ótima participação de Malcolm McDowell.</p>
<p>Outro filme que adoro é o maravilhoso<strong> “A Vida e Morte de Peter Sellers”</strong>, biografia deste genial ator. Aqui mais uma vez temos um show de atuação, onde Geoffrey Rush dá vida ao eterno intérprete do Inspetor Clouseau. Tenho certeza de que se esse filme tivesse sido lançado nos cinemas, Rush teria ganho um Oscar. A produção mescla muito bem o humor com o drama, abordando a excentricidade de Sellers.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-222697" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/Al-Pacino-como-Phil-Spector-11Ago2011-1.jpg" alt="" width="194" height="225" />E por falar em ótimas atuações o que dizer de Al Pacino? O ícone de Hollywood interpretou o famoso Dr. Morte no excepcional <strong>“You Don&#8217;t Know Jack”</strong>, outro telefilme da <em>HBO</em>. Além disso, podem esperar mais uma enxurrada de prêmios para Pacino, pois seu próximo telefilme é também outra da <em>HBO</em>, uma biografia do produtor musical Phil Spector, que ficou profissionalmente conhecido por ter produzido o álbum <em>&#8220;Let it Be&#8221;</em>, dos Beatles, além de ter trabalhado com os Rolling Stones, Ramones e muitos outros.</p>
<p>Spector foi acusado de ter assassinado a tiros em sua mansão na Califórnia a atriz Lana Clarkson, que tinha conhecido apenas algumas horas antes do ocorrido. O produtor foi declarado culpado em maio 2009. O telefilme conta com roteiro e direção de ninguém menos que David Mamet. Vejam a caracterização do ator na foto ao lado.</p>
<p><strong>Mini só no nome</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-222707 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/angels-in-americaedit.jpg" alt="" width="600" height="410" /></p>
<p>Mas a grande obra-prima na qual Pacino participou foi a minissérie <strong>“Angels In America”</strong>. Realizada por Mike Nichols a partir da peça de teatro homônima de Tony Kushner, “Angels In America” contextualiza o aparecimento da AIDS nos EUA nos anos 80. A produção ganhou cinco Globos de Ouro e 11 Emmys, e ainda tem no elenco nomes como Meryl Streep, Emma Thompson, Mary-Louise Parker, Jeffrey Wright, Patrick Wilson, James Cromwell e Michael Gambon. É uma das melhores produções que eu já vi na TV.</p>
<p>Outra ótima minissérie da <em>HBO</em> é<strong> “John Adams”</strong>, que conta a história do segundo presidente dos EUA, tendo como pano de fundo a fundação do país. É uma baita produção de época dirigida por Tom Hooper, que ganhou recentemente o Oscar por <em>“O Discurso do Rei”</em>. A produção é estrelada por dois atores que admiro muito, Laura Linney (da série <em>“The Big C”</em>) e Paul Giamatti (como esse cara nunca ganhou um Oscar?)</p>
<p>Para finalizar cito duas minisséries que já se tornaram clássicos modernos. Falo da dobradinha <strong>“Band Of Brothers / The Pacific”</strong>, pomposas (e caríssimas) produções de Tom Hanks e Steven Spielberg. Acho a primeira simplesmente impecável , com ótimo elenco, direções (inclusive de Hanks) e tecnicamente perfeita. Já “The Pacific”, apesar de contar com uma produção igualmente impecável, falha em sua narrativa. Tive alguns problemas com seu ritmo, e acho que a minissérie só empolga depois de sua segunda metade. E vocês, curtem alguma dessas produções televisivas?</p>
<p>Veja uma sequência de vídeos dos filmes e séries aqui comentadas:</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Filmes</span></p>
<p><strong>The Gathering Storm</strong> (2002)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ml0KjAG7MXQ">http://www.youtube.com/watch?v=ml0KjAG7MXQ</a></p>
<p><strong>Into the Storm</strong> (2009)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=r1nHXxqcTMQ">http://www.youtube.com/watch?v=r1nHXxqcTMQ</a></p>
<p><strong>Recontagem</strong> (2008)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0dIqz5U0cxY">http://www.youtube.com/watch?v=0dIqz5U0cxY</a></p>
<p><strong>Coco Chanel</strong> (2008)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=N3PFbUEISos">http://www.youtube.com/watch?v=N3PFbUEISos</a></p>
<p><strong>A Vida e Morte de Peter Sellers</strong> (2004)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eU69RDkaea8">http://www.youtube.com/watch?v=eU69RDkaea8</a></p>
<p><strong>You Don&#8217;t Know Jack</strong> (2010)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=suOl27sWwKE">http://www.youtube.com/watch?v=suOl27sWwKE</a></p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Minissérie</span></p>
<p><strong>Angels In America</strong> (2003)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jTDcbJcCGTE">http://www.youtube.com/watch?v=jTDcbJcCGTE</a></p>
<p><strong>John Adams</strong> (2008)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GEtajI8Tmsw">http://www.youtube.com/watch?v=GEtajI8Tmsw</a></p>
<p><strong>Band Of Brothers</strong> (2001)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=8ehwsOL04og">http://www.youtube.com/watch?v=8ehwsOL04og</a></p>
<p><strong>The Pacific</strong> (2010)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=e99B80crU3E">http://www.youtube.com/watch?v=e99B80crU3E</a></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: A invasão das produções britânicas. Veja as nossas dicas!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 17:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Who]]></category>
		<category><![CDATA[Extras]]></category>
		<category><![CDATA[Luther]]></category>
		<category><![CDATA[Misfits]]></category>
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		<category><![CDATA[Sherlock]]></category>
		<category><![CDATA[The Office]]></category>

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		<description><![CDATA[Da clássica "Doctor Who" até a releitura moderna de "Sherlock", a Terra da Rainha tem trazido ótimas opções em séries televisivas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-220497 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/doctorr2.jpg" alt="" width="600" height="431" /></p>
<p>Geralmente quando falamos em séries de TV, a grande maioria das produções assistidas são americanas, tendo uma ou outra produção nacional (cara, como amo <em>“Os Normais”</em>) e muito raramente uma produção de outro país. Chega a ser compreensível, já que os americanos são realmente muito bons em <em>showbis</em> e investem muito nessa área, além de fazerem muita coisa boa também (especialmente os canais à cabo). Mas confesso que fico feliz por ver cada vez mais que as pessoas estão conferindo séries de outros lugares. E um grande responsável por essa “desamericanização” é a popularização crescente das séries britânicas. Eu mesmo, de uns tempos pra cá, tenho assistido bastante essas produções e me apaixono cada vez mais pelo material de lá. E não pretendo parar por aqui. Confiram abaixo algumas dicas.</p>
<p><img class="size-full wp-image-220483 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/luther2.jpg" alt="" width="300" height="313" />Começo falando pela última série da Terra da Rainha que eu conferi. Uma produção policial muitíssimo bem escrita e executada chamada “<strong>Luther</strong>”, produção da <em>BBC</em>. Adoro séries policiais que não se contentam com resoluções ralas e reviravoltas previsíveis, indo além ao explorar os personagens e mostrar toda a psicologia dos crimes. “Luther” é um ótimo exemplar. A série acompanha o personagem-título na resolução de casos “semanais” conectados por uma trama maior absolutamente brilhante. Além dos roteiros, o outro ponto alto da série são as atuações, especialmente de Idris Elba (o Stringer Bell de “<em>The Wire”</em>), que compõe seu John Luther como uma pessoa genial, mas que luta contra seu temperamento. A série é curtinha (como geralmente são as britânicas), com seis episódios na primeira temporada e quatro no segundo ano. Não deixem de ver!</p>
<p>Do policial para o sci-fi. Vem para sua 3ª temporada a série “<strong>Misfits</strong>”, do canal E4.  A produção conta a história de cinco jovens delinquentes que estão sendo obrigados a trabalhar no serviço comunitário, mas que, após receberem uma descarga elétrica durante uma tempestade extremamente incomum, adquirem super-poderes. Mas acreditem, a série não descamba para uma aventura rasa. O forte aqui é o humor ácido, misturado com sexo. muitos palavrões e o politicamente incorreto. Afinal, não é toda série que faz um especial de natal em que os personagens tentam matar Jesus. Bizarrice pura. Tem o carisma (e a qualidade) que <em>“Heroes”</em> nunca teve.</p>
<p><img class="size-full wp-image-220493 alignleft" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/extras1.jpg" alt="" width="288" height="216" />No campo da comédia, indico duas séries “aposentadas”, ambas criadas e estreladas por um de meus comediantes favoritos, Rick Gervais. Falo, obviamente, de “<strong>The Office</strong>” e “<strong>Extras</strong>”. A primeira deu origem ao remake americano (uma das minhas séries favoritas), mas que tem um humor diferente, além do charme britânico. Já “Extras”, além dos roteiros muito engraçados, diverte também pelas participações especiais. A série conta a história Andy (Gervais), que trabalha como figurante de cinema e sempre se envolve em alguma confusão com a “estrela” do filme que ele está trabalhando. Os nomes dos episódios de “Extras” são sempre o nome do convidado especial. Não deixem de acompanhar os engraçadíssimos episódios “Kate Winslet” e “Daniel Hadcliffe”, que mostra o intérprete de Harry Potter atrás de sexo o tempo todo. Hilário!</p>
<p><img class="size-full wp-image-220494 alignright" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/08/sherlock-bbc-11.jpg" alt="" width="301" height="300" />Agora paro para falar da série que talvez tenha sido a melhor coisa que tenha visto na TV nos últimos meses. “<strong>Sherlock</strong>”, produção da <em>BBC</em>, faz uma releitura atual do icônico detetive britânico. A (mini) série, com apenas três episódios em sua 1ª temporada, tem como <em>showrunner</em> Steven Moffat, um dos maiores nomes da TV britânica. O que mais surpreende em “Sherlock” é a inteligência do roteiro, além das brilhantes deduções do personagem-título (sempre adorei a leitura que Sherlock faz das pessoas). Outro ponto interessante na série é a relação entre Sherlock e Watson, interpretados respectivamente por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman (que fará Bilbo nos cinemas em <em>“O Hobbit”</em>). A série já está confirmada para uma 2ª temporada.</p>
<p>Para finalizar, quero falar de um dos ícones da TV britânica, a premiadíssima “<strong>Doctor</strong> <strong>Who</strong>”. A série está no ar desde 1963, passando por várias releituras até chegar no <em>reboot</em> atual, que teve início em 2005, marcando portanto sua 6ª temporada. Personagens cativantes, roteiros bem escritos (mais uma contribuição de Steven Moffat, aqui também <em>showrunner</em>), bons efeitos especiais e muito carisma fazem dessa série um sucesso. Confesso que quando vi a sinopse pela primeira vez, que conta a história de um misterioso viajante do tempo/espaço conhecido simplesmente como Doutor, fiquei com o pé atrás. Mas resolvi encarar a maratona. Tenho que dizer que valeu a pena. A série me fez rir, chorar e ficar intrigado diversas vezes. É daquelas inesquecíveis.</p>
<p>Ainda pretendo conferir diversas outras produções britânicas, como a dobradinha <em>“Life On Mars”/”Ashes to Ashes”</em> (que já comecei), <em>“Secret Diary of a Call Girl”, “The It Crowd”</em> e<em> “Skins”</em>. Alguém recomenda algo? E quais séries britânicas vocês gostam?</p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Série Clássica de Jornada nas Estrelas é lançada em DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 19:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[Além da Escuridão: Star Trek | Star Trek Into Darkness [2013]]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitamos a deixa do lançamento da série original completa em DVD para fazer um apanhado das aventuras de Kirk, Spock e McCoy que fã nenhum - seja antigo ou novo - pode deixar de conferir! ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ID=BAD501847DB071C111C2D0913&amp;PAC_ID=34084&amp;ESTRUTN1=&amp;ORDEMN2=E&amp;PALAVRASN1=jornada+nas+estrelas&amp;image2.x=0&amp;image2.y=0&amp;ORDEMN2=E&amp;FILTRON1=X"><img class="alignleft size-full wp-image-217668" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/07/jornada.jpg" alt="" width="250" height="340" /></a><strong>&#8220;Jornada nas Estrelas&#8221;</strong> está completando 45 anos e a <em>Paramount</em> resolveu comemorar a data lançando um box em lata com a Série Clássica completa em DVD. Para os novatos na franquia, que ficaram intrigados com as missões da Enterprise após assistir o já não tão recente<em> &#8220;Star Trek&#8221;</em> de 2009, este pequeno guia traz uma seleção de cinco episódios memoráveis da Enterprise original, que podem agora ser vistos nesse lançamento da distribuidora.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Sim, algumas das histórias parecem um tanto ingênuas hoje em dia, mas trata-se de um belo retrato da sociedade da época e de uma visão bastante otimista de um futuro que, mesmo com suas falhas, é um dos mais utópicos já visto em meio às grandes obras <em>sci-fi</em>, tendo inspirados sonhos que impactaram até mesmo nosso modo de vida atual.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">William Shatner, Leonard Nimoy e DeForrest Kelley embalaram toda uma geração, vivendo o trio Kirk, Spock e McCoy em suas viagens, com a influência do programa alcançando os tempos atuais graças aos diversos lançamentos da série no mercado.</p>
<p><strong>- Equilíbrio do Terror</strong></p>
<p>Dirigido por: Vincent McEveety<br />
Escrito por: Paul Schneider<br />
Data de exibição original: 16 de dezembro de 1966</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=n-9WqidMjuk">http://www.youtube.com/watch?v=n-9WqidMjuk</a></p>
<p>Em um dos mais tensos episódios da série, ocorre o primeiro encontro cara a cara entre uma nave da Federação e uma nave do Império Romulano, criando um clima de paranoia em tripulantes da Enterprise. Uma nave camuflada está destruindo os postos avançados da Federação próximos à Zona Neutra, área desmilitarizada que serve de fronteira com o território romulano. Kirk  e seus comandados enfrentam difíceis decisões buscando evitar uma guerra com os romulanos, ao mesmo tempo em que tentam se defender de um ataque da embarcação misteriosa. A revelação da natureza real dos romulanos trará a desconfiança da tripulação para com o Sr. Spock em uma alusão clara à paranoia comunista. O episódio tem a participação do ator Mark Lenard, que ficaria famoso na saga interpretando Sarek, aqui vivendo o capitão da nave romulana.</p>
<p><strong>- Semente do Espaço:</strong></p>
<p>Dirigido por: Marc Daniels<br />
Escrito por: Gene L. Coon e Carey Wilber<br />
Data de exibição original: 16 de fevereiro 1967</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4V1rScsN9wo">http://www.youtube.com/watch?v=4V1rScsN9wo</a></p>
<p>A Enterprise encontra uma antiga nave terrestre, com sua tripulação em sono criogênico há séculos. Mal eles sabem que tais viajantes ancestrais são antigos tiranos sobre-humanos liderados por Khan Noonien Singh (Ricardo Montalban), que planeja tomar a Enterprise e voltar à sua trilha de conquistas. O episódio marca a primeira aparição de Khan, em uma interpretação marcante de Montalban. O personagem se tornou um dos maiores inimigos do Capitão Kirk, posição cimentada com sua participação em <em>&#8220;Jornada nas Estrelas II &#8211; A Ira de Khan&#8221;</em>.</p>
<p><strong>- A Cidade à Beira da Eternidade:</strong></p>
<p>Dirigido por: Joseph Pevney<br />
Escrito por: Harlan Ellison<br />
Data de exibição original: 06 de abril de 1967</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uU3B_5hVsns">http://www.youtube.com/watch?v=uU3B_5hVsns</a></p>
<p>O Capitão Kirk e o Sr. Spock precisam voltar no tempo para impedir um temporariamente insano Dr. McCoy de alterar tragicamente a história da Terra. No meio dos anos 1930, em plena depressão econômica americana, os dois oficiais da Frota terão de enfrentar um terrível dilema moral envolvendo a pacifista Edith Keeler (Joan Collins). Considerado por muitos (inclusive por mim) como um dos melhores episódios de toda a franquia, este capítulo conta com uma performance extremamente inspirada de William Shatner, que possui uma química incrível com Collins.</p>
<p><strong>- Problemas aos Pingos:</strong></p>
<p>Dirigido por: Joseph Pevney<br />
Escrito por: David Gerrold<br />
Data de exibição original: 29 de dezembro de 1967</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=S47H-9z5Gqk">http://www.youtube.com/watch?v=S47H-9z5Gqk</a></p>
<p>Neste divertido episódio, Kirk e seus associados precisam lidar com uma tripulação klingon que pretende tirar folga em uma estação espacial que também serve de armazenamento para um grão de trigo importantíssimo para a Federação dos Planetas Unidos. No entanto, uma raça de aliens fofinhos e peludos acaba por deixar a situação complicada para ambos os lados. Mesmo com uma trama bastante leve, o episódio deixa bastante claro o status de tensão entre a Federação e o Império Klingon, principalmente em um inspirado diálogo entre o Capitão Kirk e o Capitão Koloth (William Campbell). Este capítulo ainda foi revisitado na quinta temporada de <em>&#8220;Jornada nas Estrelas &#8211; Deep Space Nine&#8221;</em>, em seu episódio <em>&#8220;Trials and Tribble-ation&#8221;</em>, com uma interação digital interessante entre as tripulações da Enterprise e da Estação Espacial 9.</p>
<p><strong>- O Incidente Enterprise:</strong></p>
<p>Dirigido por: John Meredyth Lucas<br />
Escrito por: D.C. Fontana<br />
Data de exibição original: 27 de setembro de 1968</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=tcNa1HzUehE">http://www.youtube.com/watch?v=tcNa1HzUehE</a></p>
<p>Aparentemente insano, o Capitão Kirk leva a Enterprise para além da fronteira do Império Romulano, &#8220;primos distantes&#8221; dos lógicos vulcanos e conhecidos como grandes manipuladores políticos e conquistadores. Com a Enterprise dentro das linhas inimigas e capturada, a loucura de Kirk ameaça começar uma guerra de proporções inimagináveis, forçando Spock a colaborar com uma bela e sedutora comandante romulana (Joanne Linville). No entanto, nada é o que parece ser neste episódio, que conta com diversas viradas em sua trama, mostrando que os mocinhos podem até jogar sujo de vez em quando. Destaque para as cenas entre Leonard Nimoy e a convidada Linville. E, mais uma vez, os romulanos fazem uma impactante presença no universo de &#8220;Jornada nas Estrelas&#8221;, neste episódio que mostra ainda mais a diferença entre eles e seus &#8220;primos&#8221; vulcanos.</p>
<p>Menção especial:  <strong> O Cérebro de Spock</strong></p>
<p>Dirigido por: Marc Daniels<br />
Escrito por: Gene L. Coon<br />
Data de exibição original: 20 de setembro de 1968</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=N4xSeHcSa4Q">http://www.youtube.com/watch?v=N4xSeHcSa4Q</a></p>
<p>Esse episódio, com certeza, passa longe de ser um dos melhores da Série Clássica. Aliás, é um dos piores, com um roteiro que não faz o menor sentido. Em compensação, sua trama incrivelmente absurda vale a pena ser conferida, apenas para dar umas boas risadas. Ao se depararem com um objeto no espaço, a Enterprise é invadida por uma bela mulher que derruba todos os tripulantes da nave e rouba&#8230; o cérebro do Sr. Spock (!!!). Com o corpo de seu amigo sendo mantido vivo graças aos esforços do Dr. McCoy, resta a Kirk e seus comandados correrem contra o tempo para encontrarem a ladra e o precioso órgão. No caminho, eles encontram trogloditas e uma estranha e ingênua sociedade dominada por mulheres.</p>
<p><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ID=BAD501847DB071C111C2D0913&amp;PAC_ID=34084&amp;ESTRUTN1=&amp;ORDEMN2=E&amp;PALAVRASN1=jornada+nas+estrelas&amp;image2.x=0&amp;image2.y=0&amp;ORDEMN2=E&amp;FILTRON1=X">Pesquise sobre as temporadas disponíveis de Jornada nas Estrelas</a></p>
<p>___<br />
<em><strong>Thiago Siqueira</strong></em><em> </em><em>é crítico de cinema do CCR e participante fixo do RapaduraCast. Advogado por profissão e cinéfilo por natureza, é membro do CCR desde 2007. Formou-se em cursos de Crítica Cinematográfica e História e Estética do Cinema.</em></p>
</ul>
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		<title>Séries/TV: Breaking Bad retorna mantendo o ótimo nível na 4ª temporada</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 13:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries/TV]]></category>
		<category><![CDATA[AMC]]></category>
		<category><![CDATA[Breaking Bad]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Cranston]]></category>

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		<description><![CDATA[Série da AMC traz de volta personagens marcantes e as ótimas interpretações de Bryan Cranston e Aaron Paul depois de mais de um ano de hiato.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-219175 aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/07/Group-Shot-1.jpg" alt="" width="600" height="422" /></p>
<p>Fazia um bom tempo que eu não ficava tão ansioso pelo retorno de uma série por causa de um <em>cliffhanger</em>. Mas confesso que estava roendo as unhas para ver o retorno da 4ª temporada de <strong>“Breaking Bad”</strong>, e ele não decepcionou em absolutamente nada. A história do professor de química diagnosticado com câncer terminal que começa a produzir metanfetamina para deixar dinheiro pra família é fascinante desde o primeiro episódio. E conforme vamos testemunhando seu envolvimento no mundo do crime, a tensão na tela vai aumentando ao ponto de termos chegado no ápice com o <em>finale</em> da última temporada.</p>
<p>“Breaking Bad” tem tantas qualidades que as vezes é difícil saber por onde começar. O roteiro da série é primoroso, seguindo o estilo das produções do canal <em>AMC</em>, com narrativa pausada, desenvolvendo com calma a trama e mostrando passo a passo a evolução dos personagens. O que mais me fascina na produção é ver a transformação de seu personagem principal. Se antes encarávamos Walter White como um homem pacato em uma situação extrema, tínhamos certa compreensão de seus atos, mesmo nas atitudes mais questionáveis. Mas conforme Walt vai mudando, o nosso questionamento também vai sendo colocado em cheque, e mesmo que ainda tenhamos compreensão do porquê de suas ações, é impossível não ficarmos chocados com certas atitudes.</p>
<p>Da mesma forma acompanhamos as mudanças no companheiro de crime Jesse e como a relação dos dois vai se estabelecendo ao longo das temporadas e sendo dissecada por camadas. Jesse é inconstante, principalmente pela sua condição de viciado, mas capaz de fazer qualquer coisa por Walt, que por sua vez tem um sentimento quase paternal em relação ao amigo.<a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/219166/seriestv-breaking-bad-retorna-mantendo-o-otimo-nivel-nesta-4%c2%aa-temporada/attachment/photo-credit-ben-leuneramc/" rel="attachment wp-att-219182"><br />
</a><a href="http://cinemacomrapadura.com.br/colunas/series-tv/219166/seriestv-breaking-bad-retorna-mantendo-o-otimo-nivel-nesta-4%c2%aa-temporada/attachment/photo-credit-ben-leuneramc-2/" rel="attachment wp-att-219185"><br />
</a><img class="alignleft size-full wp-image-219192" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2011/07/BB-S4-Walt-400edit2.jpg" alt="" width="300" height="376" />A maior força de “Breaking Bad” está em suas interpretações. Aeron Paul, intérprete de Jesse  passa sinceridade ao viver um personagem que está em constante sofrimento, seja físico ou mental. Reparem neste primeiro episódio da nova temporada como ele quase não fala. Tudo é transmitido através de expressões e olhares. Mas o maior mérito da série é Bryan Cranston, que tem a impressionante marca de vencer três Emmys seguidos pelas três temporadas anteriores (merecidos, por sinal!) interpretando Walter White.</p>
<p>Ator de rosto marcante, Cranston vai mudando seu semblante a partir da “corrupção” de seu personagem, e se antes víamos um sujeito pacato e desastrado, agora conseguimos ver como Walt pode ser seguro e até perigoso em situações extremas. Falando sobre o episódio em si (<strong><em>spoiler alert!</em></strong>), a cena marcando foi a do assassinato cometido na frente de Walter e Jesse. Que cena! Daquelas que não precisam de diálogos. A mensagem foi passada de maneira clara e o tempo deles está diminuindo.</p>
<p>“Breaking Bad” é o melhor drama da atualidade ao lado de <em>“Boadwalk Empire”</em>. Quem ainda não viu tem que correr para conferir. O nível da série vai aumentando com o passar das temporadas. E nesse ano a produção voltou ainda mais crua e visceral. Essa é pra quem tem estômago!</p>
</ul>
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